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Existe radicalidade em ser hiper-feminina? Para Itziar Ziga e suas cachorras, sim! Hiperfemininas e hiperfeministas, ela...
28/08/2026

Existe radicalidade em ser hiper-feminina?
Para Itziar Ziga e suas cachorras, sim!
Hiperfemininas e hiperfeministas, elas nos levam a um passeio por uma feminilidade que nada tem a ver com aquela das boas moças.

O que é feminista em uma feminilidade exagerada é, dentre outras coisas, a própria possibilidade de experimentar para além da performance prescrita.
O boá de plumas reapresentado como símbolo feminista tem muito a nos ensinar sobre política.
Idioma Português
Tipo Brochura
Formato 13 x 20 cm
Páginas 175
Peso 200g
ISBN 978-65-88301-14-2
Textos Paul B Preciado e Virginie Despentes
Fotografias Mònika Barrero e Erika Gasparini
Tradução Be RGB e Maria Barbara Florez Valdez

Como pensar uma violência que não se exerce apenas pelo direito de matar, mas também pela produção deliberada de corpos ...
27/08/2026

Como pensar uma violência que não se exerce apenas pelo direito de matar, mas também pela produção deliberada de corpos feridos, debilitados e incapacitados? E o que a psicanálise pode dizer sobre as formas de ver, testemunhar e elaborar uma violência que se prolonga no tempo? No dia 29 de agosto, às 17h, Ana Gebrim e Yuri Bataglia Espósito () se encontram na Tarântula para uma conversa a partir dessas duas perspectivas.

Em diálogo com O direito de mutilar, de Jasbir K. Puar, e Ver e não ver a Palestina, de Ana Gebrim e Marie-Caroline Saglio-Yatzimirsky, o encontro articula uma crítica às formas contemporâneas de guerra, ocupação e administração dos corpos — e às lógicas liberais que as sustentam — a uma reflexão sobre o que significa ver e não ver a violência, testemunhá-la e encontrar formas de elaborá-la.
Com Yuri Bataglia Espósito e Ana Gebrim; mediação Lou Barzaghi
Onde: Tarântula, rua barra funda 759.
Quando: sábado 29/08 às 17h


O direito de mutilar: debilidade, capacidade, deficiência
Jasbir K Puar
(Trad. de Nicole Froio e viniciux da silva)
Ver e não ver a Palestina
Ana Gebrim e Marie-Caroline Saglio-Yatzimirsky

Kathy Acker foi uma das autoras que mais seduziu e chocou o mundo literário e é referência declarada de pessoas como Pau...
26/08/2026

Kathy Acker foi uma das autoras que mais seduziu e chocou o mundo literário e é referência declarada de pessoas como Paul B Preciado, Virginie Despentes, Chris Kraus, Bhanu Kapil, Kathleen Hanna (das bandas Bikini Kill e Le Tigre).
Sua escrita experimental é tão difícil de classificar em qualquer gênero quanto ela mesma; em sua batalha para destruir o sentido, performou na escrita possibilidades que seriam teorizadas pela teoria q***r apenas anos depois.

A vida infantil da Tarântula Negra, por Tarântula Negra, é seu primeiro livro. Foi originalmente publicado nos anos 1970 como uma série de fanzines que Acker distribuía nas caixas de correio de pessoas do meio literário, em Nova York.
A vida infantil da Tarântula Negra, por Tarântula Negra.
Kathy Acker
Trad Livia LOS Drummond
Prefácio Flá Lucchesi

EVENTO!Como pensar uma violência que não se exerce apenas pelo direito de matar, mas também pela produção deliberada de ...
25/08/2026

EVENTO!

Como pensar uma violência que não se exerce apenas pelo direito de matar, mas também pela produção deliberada de corpos feridos, debilitados e incapacitados? E o que a psicanálise pode dizer sobre as formas de ver, testemunhar e elaborar uma violência que se prolonga no tempo?

No dia 29 de agosto, às 17h, Ana Gebrim e Yuri Bataglia Espósito se encontram na Tarântula para uma conversa a partir dessas duas perspectivas. Em diálogo com O direito de mutilar, de Jasbir K. Puar, e Ver e não ver a Palestina, de Ana Gebrim e Marie-Caroline Saglio-Yatzimirsky, o encontro articula uma crítica às formas contemporâneas de guerra, ocupação e administração dos corpos — e às lógicas liberais que as sustentam — a uma reflexão sobre o que significa ver e não ver a violência, testemunhá-la e encontrar formas de elaborá-la.
Ana Gebrim é psicanalista brasileira de origem libanesa. Pesquisadora de deslocamentos humanos e regiões em conflito. É autora do livro Psicanálise no Front: a posição do analista e as marcas do trauma na clínica com migrantes (Juruá, 2020), assim como diversos artigos e ensaios sobre a Palestina, exílio e e trauma. Integra o coletivo Desorientalismos e a Sumud Network for Mental Health.
Yuri Bataglia Espósito é artista transmídia, cientista social e produtora cultural; atualmente é doutoranda em antropologia social na UFSCar. Suas pesquisas e publicações articulam teorias pós-estruturalistas a debates sobre colonialidade, racialidade, gênero e interseccionalidade.
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Mediação Lou Barzaghi

Não apenas a Máquina de guerra, mas também a máquina do trabalho organiza quais corpos podem ser expostos à lesão, à mut...
24/08/2026

Não apenas a Máquina de guerra, mas também a máquina do trabalho organiza quais corpos podem ser expostos à lesão, à mutilação e ao descarte.

Em Jasbir Puar, o “acidente” deixa de aparecer como mero imprevisto. Ele revela relações de força que distribuem desigualmente a vulnerabilidade e fazem da mutilação uma condição produzida pelo próprio sistema.
Se interessou? não perca o lançamento do livro dia 29.08 (sábado), às 17h na Tarântula@faca_peluqueria .
Rua Barra Funda, 759 - metrô Marechal
São Paulo

Vai passar pelo centro de São Paulo hoje? Aproveite para visitar a  , que está com uma promoção maravilhosa: ao adquirir...
23/08/2026

Vai passar pelo centro de São Paulo hoje? Aproveite para visitar a , que está com uma promoção maravilhosa: ao adquirir o livro O direito de mutilar: debilidade, capacidade, deficiência, de Jasbir K Puar você ganha o livreto sopro palestinegro, de Fred Moten.
O direito de mutilar: debilidade, capacidade, deficiência
Jasbir K. Puar
Tradução
Nicole Froio
viniciux da silva
Revisão da tradução
Nicole Alvarenga Marcello
Formato 16 x 23 cm
Número de páginas 340
Imagens 18
ISBN 978-65-88301-37-1
_________________
sopro palestinegro
Fred Moten
Tradução
Lou Barzaghi
Revisão da tradução
Nicole Alvarenga Marcello
Formato 10,7 x 15,5 cm
Número de páginas 16
ISBN 978-65-88301-34-0

A feliz e violenta vida de Maribel ZigaTraduçãoMaria Barbara Florez ValdezRevisão da traduçãoMarina B LaurentiisCaracter...
20/08/2026

A feliz e violenta vida de Maribel Ziga

Tradução
Maria Barbara Florez Valdez
Revisão da tradução
Marina B Laurentiis

Características
Idioma Português
Tipo Brochura
Formato 13 x 21 cm
Páginas 104
Peso 200g

Sobre o livro_

Itziar Ziga faz aqui uma declaração de amor a Maribel Ziga, sua mãe e personagem principal do livro. No entanto, mais do que uma memória individualista de uma infância marcada pela violência doméstica, Itziar encontra na história de sua mãe reverberações com outras tantas mulheres. Mais do que isso, encontra na própria vida elementos patriarcais que se repetem, mesmo na vida de mulheres que não apanham de seus parceiros. Dessa forma, Ziga apresenta a leitores de qualquer gênero uma sensível abordagem a elementos de violência embrenhados nas sociedades ocidentais.
Autora de vários livros, Itziar Ziga é uma das expoentes mais radicais do feminismo espanhol. Ou ainda, conforme a definem Paul B. Preciado e Virginie Despentes no prefácio de Devir Cachorra, Ziga uma “é uma mistureba político-cultural: o campo e a cidade, sua mãe e suas colegas, Euskalerria e Catalunya, o melô e o feminismo iraquiano, Judith Butler e Manuela Trasobares, a teoria q***r e as oficinas de pantojismo, a cultura trans e as avós putas, Alaska e Benedetti, santa Ágata e a Dulce Neus”

Por que problematizar a virada securitária? Em um ano eleitoral, a pergunta torna-se ainda mais urgente. Revolta e antip...
19/08/2026

Por que problematizar a virada securitária? Em um ano eleitoral, a pergunta torna-se ainda mais urgente. Revolta e antipolítica, de Acácio Augusto, chama a atenção para o modo como a segurança deixou de ser apenas uma área das políticas públicas para se tornar uma das principais linguagens da política contemporânea: é em nome da proteção, da ordem e do combate às ameaças que se legitimam mais policiamento, vigilância, militarização e controle. O problema, portanto, não se resume à eleição de candidatos explicitamente autoritários.

O problema, portanto, não se resume à eleição de candidatos explicitamente autoritários. Dos que defendem abertamente a ação letal da polícia — inclusive diante de chacinas e massacres — aos que deslocam o debate para a reorganização institucional proposta pela PEC da Segurança Pública, diferentes campos políticos convergem na centralidade conferida à segurança. Sob vocabulários distintos, o narcotráfico, o “narcoterrorismo” e o crime organizado são mobilizados como ameaças que justificariam o fortalecimento, a integração ou a expansão dos aparatos de segurança. Como argumenta o livro, a promessa de segurança atravessa a própria democracia e pode ser mobilizada por diferentes posições do espectro político, enquanto policiais e militares acumulam força política e transformam sua atuação securitária em dividendos eleitorais.

Às vésperas das eleições, problematizar a obsessão por segurança significa, então, perguntar não apenas quem queremos eleger, mas também que formas de governo, controle e violência continuamos autorizando quando a segurança se apresenta como resposta incontornável aos conflitos sociais.
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Título: Revolta e antipolítica: anarquia!
Autoria: Acácio Augusto
Prefácio: Camila Jourdan
Posfácio: Facção Fictícia
Orelha: Nilson Oliveira
Página: 200
Formato: 13 x 21 cm
Imagens: Renato Baruq e .insurrectas
Lançamento: 25.09.26

Registro da nossa banquinha na  . Aproveitamos para reforçar o convite para o evento de lançamento do livro O direito de...
18/08/2026

Registro da nossa banquinha na .

Aproveitamos para reforçar o convite para o evento de lançamento do livro O direito de mutilar: debilidade, capacidade, deficiência, de Jasbir K Puar.
(trad. de Nicole Froio e viniciux da silva )
O evento, realizado em parceria com a .editora , ocorrerá no dia 29/08 (sábado) na Tarântula !
O debate articulará o livro de Puar ao livro Ver e não ver a Palestina: ensaios em fragmentação, de Ana Gebrim e Marie-Caroline Saglio Yatzimirsky, publicado pela Kipuka.
Participarão Ana Gebrim e Yuri Bataglia Espósito e a mediação será de Lou Barzaghi (.crocodilo )

Ana Gebrim é psicanalista brasileira de origem libanesa. Pesquisadora de deslocamentos humanos e regiões em conflito. É autora do livro Psicanálise no Front: a posição do analista e as marcas do trauma na clínica com migrantes (Juruá, 2020), assim como diversos artigos e ensaios sobre a Palestina, exílio e e trauma. Integra o coletivo Desorientalismos e a Sumud Network for Mental Health.
Yuri Bataglia Espósito é artista transmídia, cientista social e produtora cultural; atualmente é doutoranda em antropologia social na UFSCar. Suas pesquisas e publicações articulam teorias pós-estruturalistas a debates sobre colonialidade, racialidade, gênero e interseccionalidade..

Vem aí: Revolta e antipolítica: anarquia! de Acácio Augusto.Revolta e antipolítica reúne textos escritos ao longo de dif...
13/08/2026

Vem aí: Revolta e antipolítica: anarquia! de Acácio Augusto.

Revolta e antipolítica reúne textos escritos ao longo de diferentes anos (entre 2013 e 2023), compondo um panorama crítico das formas contemporâneas de repressão, segurança e resistência política no Brasil e no mundo. A partir de episódios concretos — como a repressão aos aprendizes da Fábrica de Cultura da Brasilândia, a violência policial em manifestações e os desdobramentos de junho de 2013 — o livro analisa como a segurança se tornou a lógica dominante das democracias atuais.

A obra é particularmente relevante para o debate público de 2026 por tratar de temas que permanecem urgentes: a expansão dos regimes securitários, a naturalização da vigilância, o uso cotidiano da força policial e o esvaziamento das promessas democráticas. Ao mesmo tempo, oferece uma leitura das formas libertárias de vida, destacando como certos gestos — de recusa, de confronto, de invenção —continuam a produzir brechas de liberdade mesmo em contextos marcados pelo controle.

Sumário
prefácio: formas de vida anárquicas (Camila Jourdan)
qual democracia? – sobre como a busca por segurança está solapando a liberdade
lutas anarquistas hoje: entre a utopia e as heterotopias
anarquia contemporânea e cultura libertária: a antipolítica dos anarquistas
a antipolítica em junho de 2013: uma pequena minoria de vândalos
revolta e antipolítica em Bakunin
revoltas: greve geral de 1917 e jornadas de junho de 2013
não temer a ruína: a atualidade da revolução espanhola como prática libertária
cem anos depois: um novo fascismo?
abolir a polícia, uma antipolítica
posfácio: contra a polis, contra a política e seus falsos críticos (Facção Fictícia)

Endereço

Pinheiros, SP

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