02/11/2020
Vivi um processo de ressignificação da chuva nesses pouco mais de quatro anos no sertão. Quando na capital carioca, recebia sua chegada com insatisfacao, lamentando o impacto q teria no trafego, no clima, na possivel falta de luz.
Aqui passei a ver o verde florescer no solo depois de qualquer garoa. Junto do verde o brilho no olho de cada pesdoa que comenta feliz o ocorrido desde antes de sua chegada.
O entendimento desse poder purificador ficou mais forte hoje quando mesmo a caatinga recebe as bencaos da tempestade no dia de finados desse ano atípico, marcado por um delicado momento sanitario da historia de nosso povo.
Na consequente estafa desse processo de isolamento, agradeco ouvir o farfalhar de folhas banhadas pela chuva, que revigoram meu animo trazendo novas energias pros projetos que virão.