Bete Ferreira Etiqueta

Bete Ferreira Etiqueta 👩🏻‍🏫 Professora | Consultora
↘️Master Internacional em Etiqueta
✨Especialista em Etiqueta e Receber bem
💫Comportamento e Elegância

Antes de viajar, eu gosto de pesquisar. Leio sobre os lugares, vejo fotografias, descubro histórias e, aos poucos, começ...
24/09/2026

Antes de viajar, eu gosto de pesquisar. Leio sobre os lugares, vejo fotografias, descubro histórias e, aos poucos, começo a imaginar como será estar ali.

Mas nada se compara ao momento em que aquilo que eu conhecia pelas imagens se apresenta diante dos meus olhos.

Em Malta, vivi muitas dessas descobertas. Paisagens que eu já tinha visto tantas vezes ganharam outra dimensão quando estive diante delas, com o mar à minha frente e a oportunidade de realmente vivenciar aquele lugar.

E, quando a viagem termina, percebo que não são apenas as fotografias que trazemos na mala.

Voltamos com histórias, sensações, detalhes que f**aram guardados na memória e aquela certeza boa de que alguns lugares passam a fazer parte da nossa história.

Viajar, para mim, também é isso: transformar expectativa em experiência e experiência em memória.

Faltam menos de 100 dias para o Natal... já podemos começar a falar sobre?Eu digo que sim!E não estou falando para monta...
23/09/2026

Faltam menos de 100 dias para o Natal... já podemos começar a falar sobre?

Eu digo que sim!

E não estou falando para montar a árvore em setembro, muito menos para antecipar a ceia. Estou falando de planejamento.

Se você gosta de receber em casa, este é um bom momento para olhar para a sua mesa posta, conferir o que já tem, pensar no que gostaria de renovar e começar a pesquisar com calma.

O mesmo vale para a decoração. Algumas peças podem ser escolhidas com antecedência, com mais tranquilidade e sem a pressão das compras de última hora.

E tem uma coisa que eu gosto especialmente de antecipar: pensar em quem estará à mesa.

Porque Natal é sobre receber, celebrar e estar junto. E quanto mais organizado estiver o restante, mais tempo teremos para aproveitar o que realmente importa.

Então, sim... podemos começar a falar sobre Natal. E eu prometo que ainda não vou mandar ninguém colocar o Papai Noel na sala.

Há mais de 18 anos, exerço a mediação com a certeza de que o diálogo pode transformar relações, aproximar pessoas e ajud...
22/09/2026

Há mais de 18 anos, exerço a mediação com a certeza de que o diálogo pode transformar relações, aproximar pessoas e ajudar a encontrar caminhos possíveis.

Nesta quinta-feira (24/09) às 19h, terei a alegria de receber uma homenagem na Câmara Municipal de São Bernardo do Campo, em celebração ao Dia do Mediador.

Recebo esse reconhecimento com muita gratidão e carinho, e estendo o convite a todos que quiserem estar comigo neste momento tão especial.

Será uma alegria compartilhar essa ocasião com vocês.

Uma pausa com história no coração de Valletta.Em meio às ruas históricas de Malta, uma parada que vale a pena é o Caffe ...
21/09/2026

Uma pausa com história no coração de Valletta.

Em meio às ruas históricas de Malta, uma parada que vale a pena é o Caffe Cordina Caffe Cordina

A história começou em 1837, quando a família Cordina abriu uma pequena confeitaria em Cospicua. Anos depois, em 1944, o negócio chegou a Valletta e passou a ocupar um antigo palazzo ligado ao Tesouro dos Cavaleiros de São João.

Hoje, o Caffe Cordina é muito mais do que uma cafeteria. É restaurante, confeitaria, gelateria e, principalmente, um daqueles lugares onde a gente consegue sentir um pouco da história de Malta enquanto toma um café e observa o movimento da cidade.

E vale a parada não apenas pela história, mas também pelos doces tradicionais malteses, muitos produzidos artesanalmente pela própria casa.

Viajar também é isso: conhecer um lugar, sentar sem pressa e perceber que até uma pausa para o café pode guardar séculos de histórias.

📍 Caffe Cordina, Valletta, Malta

Uma das coisas que mais me chamou a atenção em Malta foi perceber como a fé está presente também fora das igrejas.Ao cam...
18/09/2026

Uma das coisas que mais me chamou a atenção em Malta foi perceber como a fé está presente também fora das igrejas.

Ao caminhar pelas ruas, é comum encontrar imagens de santos, Nossa Senhora, Jesus e pequenos altares nas fachadas das casas e nas esquinas. São os chamados niċeċ, nichos devocionais que fazem parte da paisagem e da história maltesa.

E não é apenas uma questão arquitetônica. O catolicismo está profundamente ligado à cultura de Malta. No censo de 2021, 82,6% da população com 15 anos ou mais se declarou católica.

Entre tantos santos presentes por aqui, São Paulo ocupa um lugar muito especial. A tradição cristã conta que o apóstolo naufragou em Malta durante sua viagem a Roma. Por isso, São Paulo é um dos padroeiros do país e sua presença pode ser percebida em igrejas, imagens e monumentos por toda a ilha.

Em Valletta, algumas das igrejas mais importantes também revelam essa forte tradição, como a Co-Catedral de São João, dedicada a São João Batista, e a Igreja de Nossa Senhora do Carmo, com sua impressionante cúpula.

Mas confesso que são justamente esses pequenos santos encontrados pelo caminho que mais me encantam.

Eles aparecem discretamente nas fachadas, nas esquinas, entre uma porta e outra... e nos lembram que, em Malta, a fé não está apenas dentro das igrejas. Ela também está nas ruas, na arquitetura, na história e no cotidiano.

É bonito viajar e perceber que, além dos monumentos grandiosos, existem pequenos sinais que contam muito sobre um povo.

Caminhar por Valletta é como passear por um livro de história a céu aberto.A cidade reúne construções do Renascimento ta...
17/09/2026

Caminhar por Valletta é como passear por um livro de história a céu aberto.

A cidade reúne construções do Renascimento tardio, o exuberante Barroco maltês e uma arquitetura marcada pela pedra calcária local, que dá às fachadas esse característico tom dourado.

Mas talvez o mais bonito seja perceber tudo isso enquanto se caminha sem pressa.

Os grandes edifícios, como a Co-Catedral de São João e a Auberge de Castille, dividem espaço com portas coloridas, varandas tradicionais, pequenas ruas, cafés, monumentos e pessoas que fazem a cidade acontecer.

É esse contraste que me encanta: uma cidade com séculos de história, mas que não parece viver apenas do passado.

Em Valletta, basta levantar os olhos, observar uma fachada, uma janela, uma varanda ou simplesmente acompanhar o movimento das ruas para encontrar beleza.

E foi assim, caminhando e olhando, que fui descobrindo um pouco mais de Malta.

Um daqueles lugares que parecem ter sido pintados à mão.A Blue Lagoon f**a em Comino, a pequena ilha situada entre Malta...
16/09/2026

Um daqueles lugares que parecem ter sido pintados à mão.

A Blue Lagoon f**a em Comino, a pequena ilha situada entre Malta e Gozo, e é famosa pelas águas em tons de azul-turquesa, tão transparentes que impressionam ainda mais de perto.

Para chegar até lá, é possível embarcar em ferries e barcos que partem de Malta ou de Gozo. Eu escolhi conhecer a região também pelo mar, em um passeio de barco que deixou a experiência ainda mais especial.

Além de admirar a paisagem, a região é perfeita para nadar, fazer snorkel, explorar pequenas enseadas e conhecer as famosas grutas de Comino. E, para quem gosta de caminhar, a ilha também reserva trilhas e lugares históricos, como a Torre de Santa Maria, construída em 1618.

Uma curiosidade que gostei de descobrir: o nome Comino vem do cominho, chamado de “kemmuna” em maltês, uma planta que já foi cultivada na ilha. Comino também já serviu como esconderijo de corsários e, durante séculos, teve diferentes funções até se tornar esse refúgio natural que conhecemos hoje.

E existe ainda a Crystal Lagoon, vizinha da Blue Lagoon, conhecida pelas águas igualmente cristalinas e pelas formações rochosas que podem ser admiradas durante os passeios de barco.

Um passeio que reúne natureza, história e aquele azul que faz a gente parar para contemplar.

Malta, sem dúvida, sabe surpreender.

Uma das curiosidades que mais me chamou a atenção em Malta está nas portas das casas.Por aqui, é muito comum encontrar r...
15/09/2026

Uma das curiosidades que mais me chamou a atenção em Malta está nas portas das casas.

Por aqui, é muito comum encontrar residências com nomes próprios na fachada. Muitas recebem o nome de um santo de devoção da família e, não raro, trazem também pequenas imagens, azulejos ou nichos religiosos junto à entrada.

Mas há uma tradição ainda mais curiosa: muitos casais criam um nome para a casa unindo seus próprios nomes. Uma espécie de “nome de família” que representa a união dos dois e passa a identif**ar o lar.

E esse nome não é apenas decorativo. Em muitas áreas tradicionais de Malta, ele faz parte da identif**ação oficial da residência e ajuda, inclusive, na localização dos endereços.

Achei encantador perceber como uma simples fachada pode contar tanto sobre a história, a fé e a vida de quem mora ali.

Malta tem dessas pequenas descobertas que tornam uma viagem ainda mais especial.

Malta é daqueles destinos que nos surpreendem não apenas pela beleza, mas pela história que encontramos em cada esquina....
14/09/2026

Malta é daqueles destinos que nos surpreendem não apenas pela beleza, mas pela história que encontramos em cada esquina.

Um pequeno arquipélago no Mediterrâneo que carrega marcas de diferentes povos, culturas e civilizações e que, ao longo dos séculos, construiu uma identidade muito particular.

Nesta viagem, tenho descoberto um pouco mais sobre esse país tão singular e, neste carrossel, compartilho 5 curiosidades que me chamaram a atenção.

Qual delas você já conhecia?

Fui conhecer uma das chocolaterias mais tradicionais do país, a Leonidas. E, como sempre, uma visita assim f**a ainda ma...
11/09/2026

Fui conhecer uma das chocolaterias mais tradicionais do país, a Leonidas. E, como sempre, uma visita assim f**a ainda mais interessante quando conhecemos a história por trás dela.

A marca nasceu em 1913, pelas mãos de Leonidas Kestekides, um confeiteiro de origem grega que se estabeleceu na Bélgica. Seu talento chamou atenção em exposições internacionais e, poucos anos depois, seus chocolates já conquistavam espaço em Bruxelas.

O nome também tem uma história curiosa. Leonidas era o próprio nome do fundador e, mais tarde, seu sobrinho Basilio teve um papel importante na expansão da marca. O famoso guerreiro grego que aparece no símbolo da Leonidas é uma referência a Leonidas I, rei de Esparta.

Hoje, mais de um século depois, a Leonidas continua sendo reconhecida pelos seus chocolates belgas e por uma filosofia que acompanha a marca desde o início: oferecer chocolate de qualidade para todos.

E é isso que eu gosto nas viagens: não apenas conhecer lugares, mas descobrir as histórias, tradições e pequenos detalhes que fazem parte da identidade de cada cidade.

E claro, provar um chocolate belga faz parte da experiência.

Endereço

Petrópolis, RJ

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