25/05/2026
Estamos vivendo uma geração hiperestimulada.
Crianças e adolescentes cada vez mais conectados…
e ao mesmo tempo:
mais ansiosos
mais irritados
mais imediatistas
com mais dificuldade de atenção e aprendizagem.
O cérebro infantil ainda está em desenvolvimento.
Quando ele recebe estímulos rápidos o tempo inteiro, atividades que exigem calma, esforço e persistência podem se tornar difíceis.
E muitas vezes o comportamento é interpretado apenas como:
“preguiça”, “falta de interesse” ou “má vontade”.
Mas existe um cérebro cansado por trás disso.
Precisamos olhar para a infância com mais presença e menos excesso.
Qual mudança você percebeu nas crianças nos últimos anos?