Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais UFPel

Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais UFPel

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O Mestrado em Artes Visuais do PPGAV-UFPel oferece formação stricto sensu na área de Artes Visuais, d

30/08/2024

orgulho dos estudantes que não desistiram deste direito do voto on line!!!!!

01/09/2023

Hoje, 1o setembro, 17:00 horas, tem abertura de exposição dos professores-artistas do Centro de Artes em celebração de 20 anos da galeria A SALA.

13/10/2021

Hoje, para a segunda edição do evento "Lugares-Livro convida: conversas sobre publicações artísticas" receberemos a conversa “Estopim, história da Feira e do Acervo” com Guilherme Jaccon e Luana Navarro (Feira Estopim). Que em sua fala abordará a história da Feira Estopim e a criação do espaço cultural Alfaiataria, em Curitiba - PR.
HORÁRIO: 17H - DIA 13/10
SOBRE O EVENTO
Lugares-livro convida: conversas sobre publicações artísticas é um evento realizado pelo Grupo de Pesquisa Lugares-livro: dimensões materiais e poéticas, coordenado pela Profa. Dra. Helene Sacco. O evento tem como intenção de fomentar a pesquisa, diálogos e a produção em publicações artísticas apresentando processos, procedimentos e pesquisas poéticas de diversos artistas, professores, editoras e feiras em aulas abertas. As conversas também fazem parte das atividades da disciplina “Tópicos Especiais: Publicações Artísticas”, oferecida pelo Centro de Artes, de forma remota, da Universidade Federal de Pelotas, com orientação da Prof. Dra. Helene Sacco e Everton Leite.
SOBRE FEIRA ESTOPIM
Guilherme Jaccon: Artista, produtor e educador social. Possui graduação em Artes Visuais Licenciatura e GBA em Gerenciamento de Projetos. Atua na elaboração e produção de projetos culturais, em especial nas áreas de artes visuais, projetos pedagógicos e de formação de público. Como artista-educador atua como palestrista, debatedor e oficineiro nas questões que envolvem os vértices Políticas Públicas, Educação, Cultura e Direitos Humanos.
Luana Navarro: Artista visual, desenvolve trabalhos com fotografia, vídeo, textos, publicações e performances. Vê seu trabalho potencializado na relação entre arte e contexto. Formada em Jornalismo (PUC-PR), com especialização em História da Arte Moderna e Contemporânea (EMBAP) e mestrado em processos artísticos contemporâneos pela UDESC, em Florianópolis. Participou de exposições no Brasil, Espanha, Estados Unidos e México.
FEIRA ESTOPIM: é uma feira em Curitiba dedicada a comercialização de trabalhos impressos produzidos por publicadoras/es, artistas, pequenas editoras, grupas, grupos e coletivos. http://www.feiraestopim.com.br/
ALFAIATARIA: A Alfaiataria é um espaço de investigações e práticas artísticas interdisciplinares. Aqui são realizadas atividades de formação, apresentação de teatro, dança, música, saraus, mostras de vídeo, performances, exposições e conversas. Além de uma programação própria pensada e organizada pelas artistas Janaina Matter, Luana Navarro e Guilherme Jaccon, a Alfaiataria também acolhe projetos e ações propostas por artistas de outros contextos. www.alfaiataria.art
Link para inscrições: https://forms.gle/9rF5KtuUBs2NKkU37

17/08/2020

Cartas Pandêmicas para encontrar o amanhã convida para



Recebermos cartas,



Uma carta escrita para sair ou entrar em si, mas também partir de si para outro. Uma carta-mapa como cartografia para explorar outros lugares do interior da casa ou para criar novos lugares; carta de jogo para encontro lúdico com o outro; carta de tarô para pensar o destino... outras cartas!



As cartas são a via e um ótimo pretexto para mover o presente em direção do amanhã. As cartas também são o tempo, datam e testemunham os dias, o cotidiano, os acontecimentos. Cartas são formas de memórias desejantes, aquelas que querem durar, querem ser vividas na leitura dos outros, nos relatos, nos legados.



As cartas também gritam, denunciam, brigam, rompem, rasgam e até explodem, são mais que dispositivos, são como projéteis, atingem em cheio em algo ou alguém.



Recebemos cartas anônimas, mas não cartas secretas, serão todas cartas públicas, cartas abertas para leitura neste espaço.

A ideia é gerar diálogo, e quem sabe encontrar e remeter respostas ou sentidos possíveis...



Convidamos a todos a escreverem uma carta, seja a forma que for, mas nas possibilidades de adaptação ao site, ou seja, imagem, texto e vídeo, para juntos realizamos uma publicação coletiva, viva, que aconteça em tempo real, atualizada diariamente e, por isso, que testemunhe o que estamos vivendo.



Você pode escrever uma carta ao grupo em geral ou responder alguma carta já enviada com um remetente em específico, mas lembramos todas serão públicas.



A produção enviada passará por seleção de curadoria seguindo critérios éticos e poéticos.



Sobre a forma: pedimos que se for texto que seja enviado considerando o tamanho de uma página. Se for uma imagem pode ser na horizontal ou vertical, desde que seja JPG e com resolução de 300 dpi. Você pode enviar vídeo cartas também, mas pedimos que não ultrapasse a duração de 2 min.



As cartas devem ser encaminhadas para o endereço eletrônico



[email protected]

Essa proposição coletiva é iniciativa do Projeto de Pesquisa Lugares-livro: dimensões poéticas e materiais, Projeto de Ensino ESPAÇO DOBRA: Exercícios de criação entre a palavra, a página e a não página e o Projeto de Pesquisa Poéticas NO Espaço: investigações, proposições de formas de presença.

Coordenação Profa. Dra. Helene Gomes Sacco - CA/PPGAVI/UFPEL.

Projetos parceiros



Projeto de Pesquisa A casa, as janelas e as redes sociais como continentes dos fazeres e da partilha da arte contemporânea durante e após a pandemia do COVID -19, a partir do sul do Brasil. Coordenação Profa. Dra. Eduarda Gonçalves - CA/PPGAVI/UFPEL.





Projeto de Pesquisa Caixa de Pandora, estudos em arte, gênero e memória. Coordenação; Profa. Dra. Ursula Rosa da Silva - CA/PPGAVI/UFPEL, e Profa. Dra. Nadia Senna - CA/PPGAVI/UFPEL.

06/08/2020

Cartas Pandêmicas para encontrar o amanhã convida para


Recebermos cartas,

Uma carta escrita para sair ou entrar em si, mas também partir de si para outro. Uma carta-mapa como cartografia para explorar outros lugares do interior da casa ou para criar novos lugares; carta de jogo para encontro lúdico com o outro; carta de tarô para pensar o destino... outras cartas!

As cartas são a via e um ótimo pretexto para mover o presente em direção do amanhã. As cartas também são o tempo, datam e testemunham os dias, o cotidiano, os acontecimentos. Cartas são formas de memórias desejantes, aquelas que querem durar, querem ser vividas na leitura dos outros, nos relatos, nos legados.


As cartas também gritam, denunciam, brigam, rompem, rasgam e até explodem, são mais que dispositivos, são como projéteis, atingem em cheio em algo ou alguém.

Recebemos cartas anônimas, mas não cartas secretas, serão todas cartas públicas, cartas abertas para leitura neste espaço.

A ideia é gerar diálogo, e quem sabe encontrar e remeter respostas ou sentidos possíveis...

Convidamos a todos a escreverem uma carta, seja a forma que for, mas nas possibilidades de adaptação ao site, ou seja, imagem, texto e vídeo, para juntos realizamos uma publicação coletiva, viva, que aconteça em tempo real, atualizada diariamente e, por isso, que testemunhe o que estamos vivendo.

Você pode escrever uma carta ao grupo em geral ou responder alguma carta já enviada com um remetente em específico, mas lembramos todas serão públicas.



A produção enviada passará por seleção de curadoria seguindo critérios éticos e poéticos.



Sobre a forma: pedimos que se for texto que seja enviado considerando o tamanho de uma página. Se for uma imagem pode ser na horizontal ou vertical, desde que seja JPG e com resolução de 300 dpi. Você pode enviar vídeo cartas também, mas pedimos que não ultrapasse a duração de 2 min.



As cartas devem ser encaminhadas para o endereço eletrônico



[email protected]

Essa proposição coletiva é iniciativa do Projeto de Pesquisa Lugares-livro: dimensões poéticas e materiais, Projeto de Ensino ESPAÇO DOBRA: Exercícios de criação entre a palavra, a página e a não página e o Projeto de Pesquisa Poéticas NO Espaço: investigações, proposições de formas de presença.

Coordenação Profa. Dra. Helene Gomes Sacco - CA/PPGAVI/UFPEL.

Projetos parceiros

Projeto de Pesquisa A casa, as janelas e as redes sociais como continentes dos fazeres e da partilha da arte contemporânea durante e após a pandemia do COVID -19, a partir do sul do Brasil. Coordenação Profa. Dra. Eduarda Gonçalves - CA/PPGAVI/UFPEL.

Projeto de Pesquisa Caixa de Pandora, estudos em arte, gênero e memória. Coordenação; Profa. Dra. Ursula Rosa da Silva - CA/PPGAVI/UFPEL, e Profa. Dra. Nadia Senna - CA/PPGAVI/UFPEL.

21/02/2020

Olá colegas e mestrandos, divulgo aqui o GT71, elaborado junto com colegas da UFRGS e da UERGS para o
IV Congresso Ibero-Americano de Humanidades, Ciências e Educação
Universidade do Extremo Sul Catarinense

GT71: Quando o interior é centro: formação de professores de arte no interior e nas periferias
Coordenador(es): Carmen Lúcia Capra (UERGS - Universidade Estadual do Rio Grande do Sul), Helene Gomes Sacco (UFPEL - Universidade Federal de Pelotas), Daniel Bruno Momoli (UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul)

Descrição: Para além das diretrizes nacionais que regulam os cursos de licenciatura no país e dos núcleos produtores da literatura de maior distribuição sobre formação inicial docente, a proposição deste GT busca perguntar-se: como se dá a formação de professores de arte no interior do país e nas diferentes periferias? A interrogação é suscitada pelas nossas vivências com a formação inicial de docentes de artes visuais em diferentes contextos da região sul do Brasil, em localidades distantes dos principais centros geográficos, econômicos, culturais, políticos ou, ainda, que estão nas bordas das academias de maior vulto. Mesmo que estejamos na região Sul, onde, junto à região Sudeste, estão concentrados 91% dos municípios mais desenvolvidos do Brasil (VILELA, 2018), sabe-se que a formação docente inicial em arte é realizada presencialmente e na modalidade de educação à distância em muitas cidades de médio e pequeno porte. Exercitando uma perspectiva não generalizadora, portanto, perguntamos: por quais processos de tradução, reescrita e recriação passam as principais referências culturais e artísticas difundidas pelos grandes centros? O que é produzido a partir do conhecimento acadêmico e simbólico que vem dos centros, nas periferias? Que recursos, equipamentos culturais e materiais didáticos compõem as aulas e que desafios compõem a docência em arte nas pequenas localidades e de que modo lida-se com a carga hegemônica dos discursos mais divulgados? A partir da nossa atuação em Montenegro e Pelotas (RS), percebemos que o percurso do conhecimento, quando parte das zonas de maior para as de menor visibilidade, pode produzir o apagamento das potências locais por carregar uma pré-validação subjacente. Como exemplos, cabe nossa observação sobre a recorrência de práticas de educação e artes visuais realizadas em contextos interioranos que adotam como referência as práticas culturais oferecidas pelas capitais. Além disso, existem formas de domínio pouco comentadas: os textos da literatura de formação docente em arte são mais oriundos do centro-sul do Brasil (FRADE; ALVARENGA, 2015) e, curricularmente, há grande semelhança entre cursos de licenciatura, mesmo sendo muito distantes geográfica e temporalmente, como é o caso de um dos cursos mais recentes de artes visuais do país, criado na região norte em 2015, que mantém a mesma base teórica do curso mais antigo, no Rio de Janeiro, herdeiro da Academia Imperial de Belas Artes (MOMOLI, 2019). Tendo que todas as cidades e escolas brasileiras necessitam de professoras e professores de Arte, o GT acolherá discussões teóricas, teórico-analíticas e resultados de pesquisa que contribuam com a problematização sobre os desafios da formação em artes nos contextos afastados dos grandes centros e possibilitem a escuta das pequenas vozes e de um conhecimento “outro” (GROS, 2014) com pouco ou quase nenhum espaço nos circuitos acadêmico e artístico, produzidos e sistematizados nos territórios centrais. Por isso, empreendemos as tentativas de alargar as discussões sobre a maneira como os saberes locais e regionais participam da formação docente nas diferentes artes e de investigar movimentos nos quais o interior é centro.

Regras para Comunicação Oral nos GTs são as seguintes:

Cada trabalho poderá conter até três (03) autores(as);
Serão aceitos trabalhos submetidos por profissionais da educação básica, estudantes de pós-graduação, mestres(as) e doutores(as);
O profissional da educação básica deve ser estudante de pós-graduação ou possuir a titulação mínima de especialista;
Será aceita a submissão de até dois (02) trabalhos (autoria e/ou coautoria);
Os resumos serão obrigatoriamente enviados via Área do Inscrito (não há template), no período de 18 de novembro de 2019 a 02 de março de 2020, e deverão conter:
a) Título (máx. 200 caracteres com espaços);
b) O uso de títulos, integralmente, em caixa alta não é permitido;
c) Texto (mín. 1.000 e máx. 1.500 caracteres com espaços);
d) O corpo do resumo não poderá conter citações (diretas e indiretas), referências
bibliográficas ou notas de rodapé;
e) Palavras-chave separadas por ponto e vírgula (mín. 3 e máx. 5);
f) Fonte financiadora (quando houver).

http://www.unesc.net/congressoeducacao

EDITAL Nº 03/2020 – SELEÇÃO DE ALUNO ESPECIAL – 1/2020 18/02/2020

INGRESSE NA PESQUISA EM ARTES VISUAIS E SEJA UM ALUNO(A) ESPECIAL*******

EDITAL Nº 03/2020 – SELEÇÃO DE ALUNO ESPECIAL – 1/2020 A Universidade Federal de Pelotas, em conformidade com o Regimento Stricto Sensu da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação e a Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais – Mestrado tornam público, para conhecimento, abertura do processo seletivo de candidatos interessado...

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Quinta-feira 09:00 - 20:00
Sexta-feira 09:00 - 20:00