05/09/2020
Uma excelente forma de “aproveitar” os tempos de isolamento social!!!
Participar do 1 Webinar em Prol do XII ISER!
O ISER (International Symposium kn Equine Reproduction) é um evento q ocorre a cada 4 anos, sendo que o próximo acontecerá em Foz do Iguaçu - BR em 2023 🐴🐴🐴🐴🐴
Assim, você participa dessa programação imperdível do Webinar e ainda colabora com o próximo ISER.
“*” 1ST Pro-ISER Lecture Series in Equine Reproduction 🐎”*”
October 23-24th/ November 6-7th
“*”https://webinariser.com/ #/“*”
“*”Program”*”📝
“*”Module 1”*”
•Managing the subfertile mare, a discussion enlightened with clinical cases Pat McCue Colorado State University (USA)
•High-risk pregnancies illustrated with clinical cases Karen Wolfsdorf Hagyard Equine Medical Institute (USA)
•Common clinical problems of newborn foals illustrated with clinical cases – Part 1 Ramiro Toribio The Ohio State University(USA)
•Common clinical problems of newborn foals illustrated with clinical cases – Part 2 Pam Wilkins University of Illinois (USA)
“*”Module 2”*”
•Clinical cases-based discussion: “Using ultrasonography to diagnose reproductive problems in stallions Malgorzata Pozor University of Florida (USA)
•Clinical cases-based discussion: Breeding soundness evaluation ofstallions Dickson Varner Texas A & M University (USA)
•Integration of ICSI into clinical practice Katrin Hinrichs University of Pennsylvania (USA) •Strategies to maximize stallion semen, cooling and freezing results in clinical practice Christine Aurich University of Veterinary Medicine, Vienna (Austria)
“*”Registration fees 💰”*”
*US$ 60/per module or US$ 100 combo (modules 1 + 2) - up toSeptember 30th, 2020✔️
*US$ 70/per module or US$ 120 combo (modules 1 + 2) – fromOctober 1st to 15th, 2020✔️
*US$ 80/per module or US$ 140 combo (modules 1 + 2) – afterOctober 15th, 2020✔️
16/07/2020
Vem aí o 1º Webinar ClinEq em Neonatologia Equina!!!! Fiquem ligados para mais informações!!!!
16/07/2020
Hoje foi dia de conversar um pouco com a Dra Luciana de Araújo Borba que nos contou sobre sua carreira! Obrigada
03/07/2020
Obrigada pela tarde de conversa e troca de experiências!
01/07/2020
Programação do módulo 04 - NEONATO da 1ª WEBCONFERÊNCIA DA ABRAVEQ
19/06/2020
Grupo ClinEq também tem como linha de trabalho a área de etologia e bem estar de equinos.
Hoje trazemos algumas ações do grupo com o objetivo de disseminar informações básica de comportamento e manejo dos equinos, com foco no público geral, assim como nas ações dentro do Hospital de Clínicas Veterinária (HCV) – UFPel.
E você? Já passou um tempo observando seu cavalo hoje?
12/06/2020
ESTUDO DE OVÁRIOS FETAIS EQUINOS: UMA ABORDAGEM HISTOLÓGICA
Durante o desenvolvimento fetal do ovário na espécie equina são encontradas algumas particularidades, como por exemplo: a fossa ovariana, tecido cortical presente na porção central do parênquima, abundante estroma fibroso e a ocorrência de tecido adrenocortical ectópico. Ao analisar o desenvolvimento gonadal e oocitário, podemos entender os mecanismos envolvidos na perpetuação das espécies bem como de anomalias estruturais do sistema reprodutor. Além disso, é uma importante ferramenta para aprimorar os conhecimentos sobre o desenvolvimento de folículos antrais que podem ser utilizados para produção in vitro de embriões equinos, levando a um incremento do potencial reprodutivo de equinos domésticos. Devido a carência de informações sobre este assunto, o presente trabalho teve como objetivo descrever as alterações morfológicas ocorrentes desde os estágios iniciais de desenvolvimento fetal até o terço final da gestação em equinos mestiços mantidos sob clima tropical.
Os ovários fetais utilizados para a realização deste estudo foram provenientes de um abatedouro especializado em equinos, nenhuma animal foi abatido durante o experimento. Foram utilizados 19 fetos equinos com idade de 50-269 dias de gestação (DG). Imediatamente após o abate foi realizada medição da distância cefalococcígea para o cálculo da idade gestacional em DG e dissecação dos fetos para a retirada e fixação dos ovários, posteriormente foram distribuídos em 9 grupos de dias de gestação. As avaliações macroscópicas e histológicas foram realizadas pelas técnicas de Hematoxilina-eosina e PAS. Concluímos neste estudo que existe uma distinção morfológica entre as camadas cortical e medular dos ovários fetais equinos no intervalo de 150 e 179 dias de gestação. O córtex com o 210º dia de gestação apresentou espessamento pelo aumento da quantidade de tecido conjuntivo rico em vasos sanguíneos, o qual se manteve até os estágios finais da gestação. A região medular adquiriu uniformidade estrutural por volta do 150º dia, mostrando células similares em tamanho e vasos sanguíneos de calibre maior. A partir desta etapa, as células medulares diminuíram em tamanho e feixes de tecido conjuntivo denso tornaram esta zona parcialmente dividida.
11/06/2020
Sempre bom conversar e trocar experiências!! Obrigado
01/06/2020
Dia de falar sobre desvios angulares e deformidades flexurais em potros.. apresentação de seminário com Andressa Motta e Daniel Cavalcante
28/05/2020
Ontem, quarta-feira (27/05), ouvimos um pouco sobre a carreira e experiências da , desde a graduação até hoje.
27/05/2020
Histomorfometria placentária em éguas com laminite crônica
Durante a gestação, há um aumento da circulação uterina para suportar o crescimento fetal. Porém, em casos de doenças sistêmicas como a laminite, a unidade uteroplacentária pode ser comprometida, levando à déficits no desenvolvimento e crescimento fetal. Em mulheres, já é reconhecido que a hipertensão materna pode causar alterações vasculares na placenta e consequentemente influenciar na perfusão placentária e levar ao comprometimento fetal.
Neste estudo foram avaliadas 26 éguas PSI prenhes, sendo que 13 delas apresentavam laminite crônica durante a gestação (foram tratadas apenas com a terapia de suporte do casco durante o período de avaliação), e o restante serviu como grupo controle, pois eram éguas saudáveis, sem nenhum sinal clínico de laminite. Trinta dias antes do parto, as éguas tinham a pressão sistólica arterial e a frequência cardíaca avaliada diariamente. O parto foi acompanhado e após liberação da placenta, a mesma era avaliada e coletada para avaliação histomorfométrica.
Todas as éguas não apresentaram alterações gestacionais e pariram potros saudáveis, no entanto, as éguas com laminite crônica apresentaram sinais de síndrome hipertensiva e alterações vasculares na placenta. Além disso, essas éguas apresentaram um período gestacional menor, e o peso da placenta e dos potros ao nascimento foi mais baixo em comparação com o grupo controle.