ATENÇÃO ESTUDANTES DA UFPEL!
Seleção de bolsista PIBIC/CNPq para atuar em ação de pesquisa vinculada ao Projeto "Tradução, interpretação, mediação linguística e disseminação de informações à comunidade", coordenado pela Profª Andrea Kahmann.
Perfil desejado: estudante de graduação com conhecimentos suficientes de inglês e de terminologia específica da área da Tradução para leitura de artigos e conteúdos científicos sobre tradução para a comunidade; boa expressão oral e escrita em português; conhecimentos avançados de Word, de mídias sociais e Canva ou outra ferramenta de design para divulgação científica; disponibilidade de 20h semanais; comprometimento com atuação no projeto até setembro de 2025 (não ter previsão de formatura antes desse período).
A pessoa selecionada deve ter cadastro no Currículo Lattes e ser titular de conta corrente do Banco do Brasil até a data de 27/08/2024.
Processo de seletivo: O processo seletivo será constituído de uma atividade de escrita (leitura de um capítulo em inglês e redação de uma síntese das principais ideias em português) e uma entrevista. Inscrições devem ser enviadas para o e-mail [email protected], informando nome completo, curso e semestre, até o dia 21/08. A atividade escrita será remetida em 22/08/2024 e deverá ser concluída até 25/08. As entrevistas acontecerão por meio remoto no dia 26/08/2024, em horário a combinar.
Tradução Comunitária UFPel
Tradução, mediação linguística e disseminação de informações à comunidade - CLC / UFPel
14/09/2021
Nova chamada de artigos!
Número temático: Exotização e domesticação em tradução
Prazo para a submissão: 31/12/2021
Saiba mais em:
https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/rle/announcement/view/463
09/11/2020
A semana passou, e a gente resume para você!
(Todas as fontes nos comentários)
04/11/2020
REINFECÇÕES POR COVID-19 PODEM AJUDAR A ENTENDER A DURAÇÃO DA IMUNIDADE
O novo desafio de cientistas ao redor do mundo é entender os casos de reinfecção pelo novo coronavírus, eles acreditam que existe uma ligação entre a ocorrência e quanto tempo dura a imunidade após a infecção inicial. Também se estuda como a duração da imunidade pode afetar a forma como as vacinas serão administradas no futuro. Os primeiros indícios de que a reinfecção poderia ocorrer vieram de relatos de casos em Hong Kong, Europa e Nevada. O que distinguiu alguns desses casos como reinfecções claras, em vez de infecções iniciais persistentes, é que os genomas dos vírus na primeira e na segunda vez não eram idênticos. A média de “intervalo” entre a segunda e primeira ocorrência varia entre 28 ou até mais de 60 dias em alguns pacientes, de acordo com um estudo publicado no medRxiv em julho, os anticorpos contra SARS-CoV-2 começam a cair nesse período. Pesquisadores relatam que a reinfecção é uma característica comum dos outros coronavírus sazonais, contudo, ainda não há certeza do comportamento da COVID-19. Por isso, o estudo é importante para avaliar a longevidade dos anticorpos após a infecção ou vacinação, porque se eles começarem a diminuir, poderá haver necessidade de reforços da vacina vários meses após a aplicação da injeção inicial.
LINK: https://www.the-scientist.com/news-opinion/more-sars-cov-2-reinfections-reported-but-still-a-rare-event-68089
The Scientist. “More SARS-CoV-2 Reinfections Reported, But Still a Rare Event” – Data da publicação: 26 de outubro de 2020 – Pesquisa e Redação: Victoria Nascimento – Bacharelado em Letras Tradução Inglês/Português.
More SARS-CoV-2 Reinfections Reported, But Still a Rare Event Repeat COVID-19 cases could offer clues about people’s immunity to the novel coronavirus and how to vaccinate against it.
02/11/2020
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PODE AJUDAR A DETECTAR CASOS ASSINTOMÁTICOS POR MEIO DE REGISTROS DE TOSSE
No dia 29 de outubro o MIT reportou o desenvolvimento de uma ferramenta de inteligência artificial, capaz de detectar casos assintomáticos da COVID-19, por meio de gravação de tosses. Acontece que os pacientes assintomáticos podem não estar totalmente livres das mudanças causadas pelo vírus. Pesquisadores descobriram que as pessoas assintomáticas podem diferir de indivíduos saudáveis na maneira como tossem. Essas diferenças não são decifráveis para o ouvido humano, mas podem ser captados pela inteligência artificial.
Em um artigo publicado no IEEE (Journal of Engineering in Medicine and Biology), os pesquisadores relatam que treinaram o modelo em dezenas de milhares de amostras de tosse, bem como em palavras faladas. A ferramenta identificou com precisão 98,5% das tosses de pessoas que testaram positivo para COVID-19, incluindo 100% das tosses de assintomáticos - que relataram não apresentar sintomas, mas tiveram resultado positivo para o vírus. Atualmente, a equipe está trabalhando na incorporação do modelo em um aplicativo que, se aprovado pela FDA e adotado em grande escala, poderia ser uma ferramenta de pré-triagem gratuita.
LINK: https://news.mit.edu/2020/covid-19-cough-cellphone-detection-1029
MIT. Artificial intelligence model detects asymptomatic Covid-19 infections through cellphone-recorded coughs – Data da publicação: 29 de outubro de 2020. – Pesquisa e Redação: Victoria Nascimento Silva – Bacharelado Letras Tradução Inglês/Português
Artificial intelligence model detects asymptomatic Covid-19 infections through cellphone-recorded coughs An artificial intelligence model can detect people who are asymptomatic with Covid-19, through cellphone-recorded coughs. The work was led by Brian Subirana and colleagues at the MIT Auto-ID Lab.
31/10/2020
E o Tradução Comunitária UFPel resume mais uma semana para você!
(Fontes nos comentários da publicação)
24/10/2020
A semana passou, e o Tradução Comunitária UFPel resume para você o que aconteceu!
(Fontes nos comentários)
22/10/2020
MULHERES E PANDEMIA: LIÇÕES DE CRISES PASSADAS
Desde o início da COVID-19, foi relatado um aumento evidente e preocupante de violência doméstica em todo o mundo. A Malásia, por exemplo, registrou 57% a mais de ligações para linhas de ajuda contra abuso doméstico entre 18 e 26 de março. Na Argentina, durante o mesmo mês, foi noticiado que uma mulher era morta pelas mãos do parceiro a cada 29 horas. Todavia, esse “efeito” não é uma novidade do novo coronavírus, a revista Nature reuniu em um editorial alguns dos impactos de crises de doenças infecciosas anteriores nas mulheres: riscos a vida, saúde, estabilidade econômica e social são recorrentes.
No período de 2014 a 2016, durante o surto de Ebola na África Ocidental, a volta das mulheres ao mercado de trabalho pós-crise foi de 17%, enquanto a dos homens foi de 63%. Já no surto de Zika em 2016 - um vírus que afeta o desenvolvimento fetal - nenhuma política nacional foi alterada para aumentar o acesso aos serviços de saúde reprodutiva. Como consequência, mulheres no epicentro da doença disseram que procuraram abortos ilegais por meio de provedores que encontraram online, grupos feministas e mercado negro. Abordar alguns dos problemas que as mulheres enfrentam em crises destaca um panorama mais amplo de desigualdade, dados como esses deveriam servir de alerta aos governantes no ano de 2020.
Nature. Women are most affected by pandemics — lessons from past outbreaks. Data de publicação: 08 de julho de 2020. Pesquisa e redação: Victoria Nascimento – Bacharelado em Letras – Tradução Inglês/Português
FONTE:
Women are most affected by pandemics — lessons from past outbreaks The social and economic impacts of COVID-19 fall harder on women than on men. Governments need to gather data and target policy to keep all citizens equally safe, sheltered and secure.
21/10/2020
REINO UNIDO VAI EXPOR VOLUNTÁRIOS A COVID-19 DE PROPÓSITO
No dia 20 de outubro o governo do Reino Unido anunciou que voluntários serão expostos de propósito ao novo coronavírus, como forma de testar a capacidade das vacinas. Os te**es serão realizados em janeiro de 2021, com a participação de candidatos jovens e saudáveis, se recebida aprovação regulamentar e ética. Te**es com humanos já foram realizados em doenças como malária e gripe, contudo, o método não deixa de preocupar a comunidade científica. Infectar pessoas com uma doença mortal que tem poucos tratamentos comprovados, é um território médico e bioético desconhecido. Além, de alguns cientistas temerem que pessoas participem pelo dinheiro sem avaliar os riscos a que serão expostos. Megan Deming, uma cientista da Escola de Medicina da Universidade de Maryland, acha que os te**es em humanos não devem ser realizados até que sua eficácia seja mais clara e os riscos possam ser controlados. “Ainda não sabemos o suficiente sobre a doença para dizer para esse voluntário: você não vai morrer”, diz ela. “Aprendemos muito nos últimos nove meses. Em um ano, seremos capazes de fazer isso com segurança.”
Nature. Dozens to be deliberately infected with coronavirus in UK ‘human challenge’ trials. Data da publicação: 20/10/2020 – Pesquisa e redação: Victoria Nascimento – Bacharelado em Letras – Tradução Inglês/Português
LINK:
Dozens to be deliberately infected with coronavirus in UK ‘human challenge’ trials Proponents of the trials say they can be run safely and help to identify effective vaccines, but others have questioned their value.
19/10/2020
O QUE A RÁPIDA IMPLANTAÇÃO DA VACINA DO COVID NA CHINA SIGNIFICA PARA A PANDEMIA.
A China prometeu vacinas a muitos países, mas não está claro se pode cumprir seus compromissos. Na corrida por uma vacina contra o coronavírus, as promessas são ousadas. Um oficial de saúde chinês prometeu publicamente que uma vacina eficaz contra o coronavírus estará disponível até o final do ano. Os fabricantes chineses desenvolveram quatro de um total de doze vacinas, que estão nos estágios finais de te**es em todo o mundo.
Nenhuma vacina até o momento completou os ensaios da fase III, que são necessários para estabelecer a segurança e eficácia. Porém, isso não impediu que milhares de pessoas na China e no exterior recebessem uma das quatro vacinas chinesas sob as políticas conhecidas como autorização para uso de emergência. Os cientistas dizem que o órgão regulador de medicamentos do país, que faz parte do Ministério da Saúde, precisa esperar por dados precisos de te**es que mostrem se as vacinas são seguras e eficazes antes de conceder a aprovação total das mesmas.
Nature. "What China's speedy COVID vaccine deployment means for the pandemic" Data da publicação: 08/10/2020- Pesquisa e redação: Ângela Gomes Alves- Graduanda em Letras- Tradução Espanhol/Português
LINK:
What China’s speedy COVID vaccine deployment means for the pandemic China has promised vaccines to many countries, but whether it can meet its commitments is unclear.
17/10/2020
A semana passou, mas nós resumimos para você!
(Fontes nos comentários)
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