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24/07/2021

O investimento em imóveis é um dos favoritos dos brasileiros. Isso porque, além da segurança e da estabilidade, traz diversos benefícios. Comprar um imóvel signif**a, portanto, a garantia de obtenção de retornos. ⠀

• Valorização da propriedade 🏠⠀
Uma das principais vantagens de investir em imóveis é a valorização da propriedade. Isso ocorre, principalmente, porque, ao adquirir uma casa ou um apartamento, a pessoa tem certeza de que o dinheiro investido irá render muito mais a longo prazo.⠀

• Ganho de renda passiva 💰⠀
Outra vantagem de comprar um imóvel é a possibilidade de obter o ganho de uma renda passiva. Isso acontece, principalmente, quando o indivíduo investe em uma propriedade com o objetivo de disponibilizá-la para locação.⠀

• Investimento seguro 💸⠀
Se o seu objetivo é investir em um imóvel para obter retornos financeiros, é essencial que saiba que este é um dos investimentos mais seguros. Isso se deve, principalmente, ao fato de que um imóvel é um bem físico, ou seja, que pode ser visto, tocado e avaliado presencialmente.⠀

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EMPREENDEDOR DE PAULÍNIA VIRA NOTICIA NA GLOBO!Pai e filho se unem para salvar empresa da família, e faturamento do negó...
10/08/2020

EMPREENDEDOR DE PAULÍNIA VIRA NOTICIA NA GLOBO!
Pai e filho se unem para salvar empresa da família, e faturamento do negócio aumenta em 80%
Filho do dono levou o mundo digital para dentro da loja de material para artesanato, que não tinha qualquer tipo de operação online.
Por Paula Monteiro (G1)

09/08/2020
Pai e filho se unem para salvar empresa da família e faturamento do negócio aumenta em 80%
Pai e filho se unem para salvar empresa da família e faturamento do negócio aumenta em 80%

Neste Dia dos Pais, uma família dona de um negócio no interior de São Paulo tem uma razão a mais para comemorar. Com a pandemia, pai e filho se uniram para salvar a empresa.

César Pietrobom é dono de uma franquia de material para artesanato. Ele está no ramo de tecidos há 14 anos, junto com a mulher. Mas há quatro meses, dá expediente em casa. “Dia 19 de março, eu afastei definitivamente da loja, que eu sou transplantado, a minha imunidade é baixa, eu tomo imunossupressor”, conta César.

A loja, em Paulínia, interior de São Paulo, fechou no começo da quarentena. A família enfrentava o drama de manter o faturamento sem atendimento, como milhões de empresários.

“Então o meu filho Ítalo falou: ‘pai, vou dar uma força pra você na loja’. Então nós decidimos que ele ia começar a ajudar assumir a loja no meu lugar”.

Ítalo é o filho mais novo do casal. Ele é arquiteto de 27 anos e chegou para transformar o negócio. Ítalo levou o mundo digital para dentro da loja, que não tinha qualquer tipo de operação online.

“O meu pai, como não é um grande fã de redes sociais, ele tinha um pé atrás. Mas aí conversamos, implementamos e arriscamos, tínhamos que arriscar. Porque ou era isso ou era nada”, diz o empresário Ítalo Pietrobom.

A empresa passou a se comunicar com os clientes por aplicativos de mensagem, investiu em divulgação pelas redes sociais, criou logística para separar pedidos e fazer entregas. Resultado da transformação digital liderada pelo Ítalo: hoje, mesmo com a loja física reaberta, as vendas online representam cerca de 40% do faturamento do negócio.

Agora, o Ítalo trabalha, junto com a mãe, dona Roberta. O jovem também propôs a diversif**ação dos produtos: a loja passou a vender tecido antiviral e outros materiais para confecção de máscaras.

O resultado dessa verdadeira revolução foi que, em junho, o faturamento do negócio subiu 80% em relação ao mesmo mês do ano passado. Agora, os jantares da família Pietrobom viraram reuniões de trabalho para discutir o futuro da empresa. E hoje, é dia de comemoração dupla.

“Um dia para comemorar o Dia dos Pais, e um dia para comemorar a união da família em torno de um negócio”, celebra Ítalo.

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Filho do dono levou o mundo digital para dentro da loja de material para artesanato, que não tinha qualquer tipo de operação online.

Burnout(*), um outro desafio de trabalhar de casa.Líderes de todo o mundo tentam manter a competitividade do seu negócio...
26/06/2020

Burnout(*), um outro desafio de trabalhar de casa.

Líderes de todo o mundo tentam manter a competitividade do seu negócio em meio à pandemia do
coronavírus. Nesse contexto, é importante lembrar que garantir que os colaboradores estejam seguros e saudáveis não diz respeito apenas aos aspectos físicos.
À medida em que o isolamento se estende, o burnout no home office pode colocar em xeque o desempenho dos profissionais. Logo, fazer tudo que estiver ao seu alcance para apoiar o seu time emocionalmente também é uma medida necessária.
Sem dúvidas, este é um momento desafiador para todos. Porém, empresas com menos trabalhadores estressados tendem a se fortalecer e prosperar mesmo nos cenários de crise.

Burnout em casa.
A preocupação com o coronavírus e a necessidade de minimizar os seus efeitos negativos nas empresas é um tema que vem desafiando a todos os empreendedores nos últimos meses.
Porém, ao contrário do que muitos podem imaginar, o problema vai além da pressão para manter bons resultados financeiros. Com as mudanças no ritmo de trabalho e a complexidade de adaptação ao ambiente remoto, o burnout no home office pode ser tornar um dos grandes sabotadores do seu negócio.
A seriedade do tema levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a atualizar a definição do burnout para "síndrome conceitual resultante do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso", podendo atingir os indivíduos nas seguintes dimensões:
● sentimentos de exaustão ou exaustão de energia;
● aumento da distância mental do trabalho, ou sentimentos de negativismo ou cinismo relacionados ao trabalho;
● eficácia profissional reduzida.

A nova definição coloca em foco a necessidade de conscientização sobre os efeitos tóxicos desse desconforto emocional e ajuda a encontrar soluções que aliviam os sintomas do burnout. Afinal,
funcionários desmotivados, com ansiedade financeira, medo do que está por vir e sentindo-se esgotados produzem menos, e com níveis de qualidade menor.
Por isso, a questão emocional dos funcionários deve receber o mesmo tratamento que os aspectos técnicos. Não adianta ter um time com os melhores talentos, se eles estão abalados psicologicamente. O resultado de uma pesquisa divulgada pelo CNBC aponta que 51% dos entrevistados admitiram sofrer
burnout no home office durante a pandemia do coronavírus.
O que fazer para lidar com o problema.
O primeiro passo para lidar com as adversidades do burnout é procurar fazer um diagnóstico se os funcionários da empresa estão com a síndrome e como está esse cenário. A partir daí, f**a mais fácil obter o suporte adequado, direcionar suas ações para as principais dores dos funcionários e recuperar a clareza das prioridades.
Uma dica que funciona muito bem para todos os tipos de negócios é promover o engajamento desses colaboradores com o trabalho remoto — fazer com que eles se sintam à vontade em relação à nova cultura e destacar os benefícios gerados. Por exemplo:
● flexibilidade de jornada;
● economia de tempo e dinheiro com deslocamento;
● qualidade na convivência com a família.

É interessante que os líderes incentivem, mesmo que virtualmente, o diálogo entre as equipes, crie momentos de descontração e estimulem pausas para o autocuidado ao longo do dia.
Procure saber quais dos seus trabalhadores estão regularmente exaustos, seja no campo físico, seja no campo emocional — se apresentam falta de energia e/ou tem problemas para dormir; se têm preocupações excessivas; se estão mais nervosos, tristes ou sem esperança.
Para tanto, a empresa pode realizar questionários frequentemente, e inovar suas ações de acordo com as informações levantadas. Quantos gestores já pararam para analisar comprometimento deles e do time durante a crise do coronavírus? O nível de desapego dos membros de uma empresa pode dizer muito sobre suas emoções.
Caso não exista mais alegria pelas coisas que costumavam deixar os integrante da equipe satisfeitos, ou eles não conseguem socializar pelas ferramentas online, é preciso inovar e criar novos pontos de conexão. Lembramos que a sensação de não estar contribuindo com algo signif**ativo como antes ou de ineficácia do seu trabalho árduo também é um forte indício de burnout no home office.
Algumas pessoas podem sofrer mais nesse momento.
Outra curiosidade sobre o burnout no home office é que ele costuma afetar cada perfil de trabalhador de um jeito diferente. E não é surpresa que as mulheres relatem níveis mais altos de desgaste. Na maioria das vezes, as desigualdades de gênero no local de trabalho é um elemento-chave que afeta a saúde
mental ocupacional.
Apesar de todos os avanços na nossa sociedade, as mulheres ainda enfrentam níveis mais baixos de autoridade nos processos de decisão, mesmo sendo qualif**adas em seus papéis. Assim, existe uma frustração que já vem dos ambientes corporativos, o que acaba levando à sensação de menos satisfação no trabalho.
E com a transferência do escritório para casa, elas sofrem um acúmulo de funções dentro do mesmo ambiente — mãe, esposa, dona de casa, profissional. A tendência é que as responsabilidades se acumulem na figura da mulher; independentemente de estarem trabalhando ou não.

A coach executiva Ellen Keithline Byrne e seus parceiros de negócios estimam que aproximadamente 20% das mulheres participantes dos seus cursos intensivos de liderança estão expressando alguns dos sintomas de desgaste.
O burnout no home office é um fenômeno ocupacional que pode surgir lentamente e prejudicar bastante o bom desempenho de qualquer profissional. É um estresse em que a pessoa se esforça para sair da situação, mas não encontra ânimo e começa a se sentir infeliz com o seu trabalho.
No fim das contas, o burnout reflete prejuízos para a força de trabalho dos negócios. Portanto, esforçar-se para oferecer o melhor cenário de atividades durante a pandemia é um dos segredos para o sucesso a curto e longo prazo.
Embarcar no desenvolvimento de diretrizes sobre o bem-estar mental no local de trabalho deve ser uma prioridade nas empresas daqui para frente. Entender como lutar contra fadiga de reuniões no home office ajuda nessa missão.

Fonte: RockContent By Walter Costa Paulínia/sp
*índrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional é um disturbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade. A principal causa da doença é justamente o excesso de trabalho.21 de ago. de 2019

Empresas precisam agir ativamente para inserir mulheres em seu quadro de colaboradoresO mercado de trabalho está em cons...
05/05/2020

Empresas precisam agir ativamente para inserir mulheres em seu quadro de colaboradores

O mercado de trabalho está em constante movimento e comumente caminha de mãos dadas às novas demandas e necessidades da sociedade. Isso influencia desde os produtos e serviços a serem vendidos até quem são os trabalhadores dentro das empresas.

As mulheres, que por muito tempo f**aram em casa, cuidando dos filhos e da residência, hoje estão conquistando o mercado de trabalho de forma exemplar e precisam de cada vez mais espaço para mostrarem seu potencial e todo o seu conhecimento.

No entanto, ainda é comum que empresas não tenham mulheres em seu quadro de funcionários ou contem com uma quantidade muito pequena de pessoas do gênero feminino ocupando alguma posição dentro do negócio.

A inserção das mulheres no mercado de trabalho se torna urgente: esse movimento está crescendo em todo o mundo, e muitos negócios já mostraram como ter uma mulher em posição de gerência pode ser, inclusive, mais lucrativo.

Há mulheres capazes, mas elas precisam de espaço
Quando se fala sobre a inserção das mulheres no mercado de trabalho não é raro ouvirmos empresários dizerem que há poucas profissionais em seus quadros de funcionários porque não existem muitas disponíveis no mercado.

A realidade é que as mulheres estão crescendo em número e competência e se mostram mais engajadas e determinadas a desbravar o mercado de trabalho, mas precisam de oportunidade e espaço para construírem uma carreira sólida.

É comum encontrarmos processos seletivos que acabam evitando a contratação dessas pessoas. Muito se diz sobre a necessidade de ser mais flexível com mulheres que são mães, ter que considerar a possibilidade de possível afastamento caso ela deseje engravidar ou, um pensamento ainda mais retrógrado, de que a mulher não possui inteligência emocional como o homem para lidar com as demandas e pressões do dia a dia.

As justif**ativas não param por aqui, mas todas se aproximam em um detalhe: invalidam e incapacitam a mulher e todo o seu potencial. É preciso, no entanto, que as empresas aprendam a caminhar na contramão desse pensamento e entendam que mulheres podem trazer um resultado muito interessante para os negócios, caso tenham espaço para atuar.

A consultora McKinsey fez um estudo que mostrou que, em empresas onde a diversidade de gênero é comum, o crescimento estimado é de até 21%. Um outro estudo, feito pelo FMI, apresentou relação direta entre a diversidade de gênero nas empresas e o aumento da produtividade.

Empresas precisam pensar em ações para a inserção das mulheres no mercado de trabalho
Com tantas mulheres disponíveis e capacitadas no mercado de trabalho, como as empresas podem atraí-las para trabalhar em suas equipes? Criando um ambiente e uma estrutura que abrace mulheres e ofereça um ambiente de trabalho agradável e adaptável a suas necessidades.

Há não muito tempo, grandes negócios e até órgãos públicos não tinham, por exemplo, banheiros femininos separados. Como a contratação era totalmente masculina, não havia necessidade de se preocupar em ter uma estrutura que atendesse à demanda do público feminino. O jogo virou, e as mulheres começaram a tomar esses espaços. Foi necessário, então, investir em uma estrutura capaz de tornar o ambiente mais confortável e receptivo para o público feminino.

As mudanças também precisam vir de dentro da empresa e são, principalmente, culturais. É de extrema importância que a cultura da companhia seja capaz de abraçar mulheres e auxiliá-las a construir uma carreira.

Para isso, é importante deixar de lado todos aqueles preconceitos que são carregados há tantos anos, como:

salários diferentes para pessoas que ocupam a mesma função;
descrença no potencial feminino de atuação no mercado;
crença de que mulheres são mais emocionais e menos racionais;
pressão estética;
discriminação materna.
Consumidores e outras companhias cobram diversidade de gênero nas organizações
E se as empresas relutarem a abrir as portas para mulheres em suas equipes? O mercado cobra. Muitos movimentos de mudanças e adaptações do mercado de trabalho estão começando de fora para dentro.

Um exemplo disso, além da pressão para que empresas tenham quadros de funcionários mais diversos, com mais mulheres, pessoas negras, PCDs e LGBTs, são os novos hábitos de consumo e o crescimento desacelerado. São necessidades que pessoas fora dos grandes negócios começaram a enxergar e estão cobrando para que as empresas se adequem e abracem as mais diversas causas.

O poder de escolha nas mãos do consumidor passou a definir o rumo de vários negócios. Com a era da internet e a fluidez da comunicação e das informações, essas pessoas fazem pesquisas, levantam dados e descobrem, por A+B, em quais empresas gostariam de investir seu dinheiro e fechar negócio: essa companhia abraça as causas que defendo? Essa empresa tem mulheres em sua equipe? Emprega mulheres em cargos de gestão? Apresenta diversidade em seu quadro de funcionários? Trabalha com responsabilidade socioambiental?

Se o consumidor se identif**ar com as respostas para a maioria dessas perguntas, ele passa a se identif**ar com a marca e constrói uma relação de confiança com o negócio.

A inserção das mulheres no mercado de trabalho é urgente e precisa ser considerada por empresas de todos os portes e de todas as áreas de atuação. Mesmo que o negócio ainda se apegue aos preceitos comentados anteriormente, mudar essa mentalidade e enxergar o potencial de mercado e toda a inteligência feminina dentro das empresas é fundamental não só para aumentar a diversidade na equipe como também para crescer de forma contínua e sustentável.

Fonte: Rockcontent

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22/12/2019

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Hoje 19 Novembro é Dia da Bandeira. Relembrei ao ouvir abaixo a Linda Poesia de Olavo Bilac e Música (Francisco Braga) d...
19/11/2019

Hoje 19 Novembro é Dia da Bandeira. Relembrei ao ouvir abaixo a Linda Poesia de Olavo Bilac e Música (Francisco Braga) do Hino à Bandeira que divido com vocês. Essa força Juvenil não pode morrer... Ela representa a Nossa Nação! Confesso que fiquei emocionado ao ouvir e relembrar meus tempos de Escola Primária.
Se Orgulhe em ser Brasileiro!

Dia da Bandeira (19 Novembro) O Hino à Bandeira do Brasil foi apresentado pela primeira vez em 15 de Agosto de 1906. Edição feita na aula de Mulimídia da Esc...

Muitas mudanças precisam ser feitas na educação.Apenas formação, esta longe de proporcionar receita à familias. Clique e...
11/11/2019

Muitas mudanças precisam ser feitas na educação.
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Dois de cada dez trabalhadores com ensino superior com novos contratos estão em função de baixa qualif**ação

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