11/11/2018
Instituto da União Nacional da Arte Capoeira - IÚNA Capoeira
Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Instituto da União Nacional da Arte Capoeira - IÚNA Capoeira, Formação, Patos de Minas.
11/11/2018
11/03/2018
Venham participar do nosso manifesto cultural dia 20/03/2018
28/02/2018
31/08/2017
Vigésimo Nono exame de Graduação do Iúna.
Confraternização Iúna x Cia Nexus Dance
26/03/2017
Iúna presente na promoção da igualdade racial.
Presença da fundação Palmares e da Fenaq. A magnífica arte da capoeira. Reconhecida no dia 26/11/ 2014 pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura) durante a 9ª Sessão do Comitê Intergovernamental para a Salvaguarda do Patrimônio Imaterial, em Paris, declarou a roda de capoeira como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.
Direção Executiva do Iúna.
26/03/2017
Presença da fundação Palmares e da Fenaq. A magnífica arte da capoeira. Reconhecida no dia 26/11/ 2014 pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura) durante a 9ª Sessão do Comitê Intergovernamental para a Salvaguarda do Patrimônio Imaterial, em Paris, declarou a roda de capoeira como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.
Direção Executiva do Iúna.
26/03/2017
História da Capoeira.
Origem da palavra capoeira, cultura afro-brasileira, luta, funções sociais, como começou a capoeira, proibição, transformação em esporte nacional, os estilos
Raízes africanas
A história da capoeira começa no século XVI, na época em que o Brasil era colônia de Portugal. A mão-de-obra escrava africana foi muito utilizada no Brasil, principalmente nos engenhos (fazendas produtoras de açúcar) do nordeste brasileiro. Muitos destes escravos vinham da região de Angola, também colônia portuguesa. Os angolanos, na África, faziam muitas danças ao som de músicas.
No Brasil
Ao chegarem ao Brasil, os africanos perceberam a necessidade de desenvolver formas de proteção contra a violência e repressão dos colonizadores brasileiros. Eram constantemente alvos de práticas violentas e castigos dos senhores de engenho. Quando fugiam das fazendas, eram perseguidos pelos capitães-do-mato, que tinham uma maneira de captura muito violenta.
Os senhores de engenho proibiam os escravos de praticar qualquer tipo de luta. Logo, os escravos utilizaram o ritmo e os movimentos de suas danças africanas, adaptando a um tipo de luta. Surgia assim a capoeira, uma arte marcial disfarçada de dança. Foi um instrumento importante da resistência cultural e física dos escravos brasileiros.
A prática da capoeira ocorria em terreiros próximos às senzalas (galpões que serviam de dormitório para os escravos) e tinha como funções principais à manutenção da cultura, o alívio do estresse do trabalho e a manutenção da saúde física. Muitas vezes, as lutas ocorriam em campos com pequenos arbustos, chamados na época de capoeira ou capoeirão. Do nome deste lugar surgiu o nome desta luta.
Até o ano de 1930, a prática da capoeira ficou proibida no Brasil, pois era vista como uma prática violenta e subversiva. A polícia recebia orientações para prender os capoeiristas que praticavam esta luta. Em 1930, um importante capoeirista brasileiro, mestre Bimba, apresentou a luta para o então presidente Getúlio Vargas. O presidente gostou tanto desta arte que a transformou em esporte nacional brasileiro.
Fonte: Diretoria Executiva do IÚNA.
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Patos De Minas, MG
38700-000