Centec Patos de Minas - Centro de Ensino Técnico

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Photos from Centec Patos de Minas - Centro de Ensino Técnico's post 08/05/2026

No Brasil, o cão-guia não é apenas um companheiro; ele é reconhecido por lei como um instrumento de autonomia.

A base jurídica que sustenta esse direito é a Lei n° 11.126/2005, regulamentada pelo Decreto n° 5.904/2006. Esses dispositivos estabelecem que a pessoa com deficiência visual tem o direito de ingressar e permanecer com seu cão-guia em todos os meios de transporte e estabelecimentos abertos ao público.
Diferente do transporte de animais de estimação convencionais — que muitas vezes exige o pagamento de taxas, o uso de caixas de transporte ou até o confinamento no bagageiro — o cão-guia possui um status diferenciado:

*Acesso Direto: Ele deve viajar no assoalho, junto aos pés do passageiro.

O uso de focinheira é proibido pela regulamentação, pois o cão precisa estar livre para orientar e resfriar o corpo (troca de calor pela respiração).

*Treinamento Rigoroso: É importante explanar que esses animais passam por anos de treinamento para se comportarem em ambientes públicos. Eles são ensinados a ignorar distrações, não latir e permanecer calmos em espaços reduzidos por longos períodos.

*Documentação e Fiscalização: Para o exercício desse direito, o usuário deve portar a carteira de identif**ação do cão, emitida por centros de treinamento, e o laudo veterinário atualizado. As empresas de transporte, por sua vez, são obrigadas a treinar seus funcionários para receber esse público de forma digna e sem preconceitos.

Garantir a presença do cão-guia nos ônibus rodoviários vai além do cumprimento de uma norma técnica; é uma questão de direitos humanos. A correta aplicação da lei elimina o isolamento social da pessoa com deficiência visual e promove a segurança no deslocamento.

No entanto, o pleno acesso ainda depende da conscientização da sociedade e do rigor na fiscalização pelas agências reguladoras (como a ANTT), para que nenhuma empresa de transporte negue o embarque ou submeta o binômio a situações constrangedoras.

08/05/2026

📑 ESQUECEU O DOCUMENTO? ENTENDA A DISPENSA DO PORTE DO CRLV!

Uma dúvida muito comum em fiscalizações é se o condutor ainda é obrigado a portar o Certif**ado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) em papel ou no celular. 🛑

⚠️ A REGRA DO PORTE (ART. 133): De acordo com o Artigo 133 do CTB, o porte do documento de licenciamento anual é obrigatório. No entanto, o parágrafo único do mesmo artigo traz a exceção que salva muitos condutores:

Dispensa do Porte: O porte do CRLV (seja físico ou digital) será dispensado quando, no momento da fiscalização, o agente conseguir acessar o sistema informatizado para verif**ar se o veículo está devidamente licenciado.

Consulta Online: Se o agente de trânsito tiver acesso à rede e ao sistema do órgão, ele é obrigado a consultar a situação do veículo antes de aplicar qualquer penalidade por falta de documento.

Condição de Regularidade: Importante ressaltar que a dispensa é do "porte" do documento, não do licenciamento em si. O veículo precisa estar rigorosamente em dia no sistema.

⚖️ E SE O SISTEMA ESTIVER FORA DO AR?
Este é o ponto crítico. Caso o agente não consiga acesso ao sistema (falta de sinal de internet, por exemplo) e você não esteja portando o CRLV (impresso ou no celular), vai haver autuação.

Infração: Conduzir veículo sem os documentos de porte obrigatório (Art. 232 do CTB).
Natureza: Leve.
Valor: R$ 88,38.
Medida Administrativa: Retenção do veículo até a apresentação do documento.

🚨 DICA DE ESPECIALISTA:
Para evitar transtornos em locais sem sinal de internet ou falhas no sistema, mantenha sempre o CRLV Digital baixado no aplicativo "CNH do Brasil". Ele funciona offline e tem o mesmo valor jurídico do documento impresso. Isso evita que um simples esquecimento se transforme em um transtorno maior ou até em um sinistro por parada em local inseguro.

Valorize sua tranquilidade e sua habilitação. No trânsito, a informação correta é o seu melhor guia! 🤝

02/05/2026

Hoje, 1º de maio, Dia do Trabalho e o início do "Maio Amarelo", surge a reflexão: há motivo para comemorar diante dos números alarmantes de mortes no trânsito?

Segundo matéria do G1 (link abaixo), a Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), aponta que em dez anos foram registrados mais de 6,4 milhões de acidentes e 27 mil TRABALHADORES mortos no trânsito.

Apesar disso, a SENATRAN - Secretaria Nacional de Trânsito celebra uma pequena queda de Ocorrências e Óbitos em Rodovias Federais, ignorando por completo os dados em Vias Estaduais e Municipais, até porque os dados retirados das Certidões de Óbitos ainda estão incompletos (o número esperado para 2025, é de pelo menos 40 mil mortes).

Segundo a SIT, em 2025, houve 806 mil acidentes e 3.644 óbitos DE TRABALHADORES, o maior da série. Salvo Melhor Juízo, são numeros que revelam falhas na segurança especialmente nos veículos de frota (mais baratos e com menos segurança ativa e passiva), nas vias inseguras, na jornada de trabalho, nas condições de saúde, no uso de dr**as legais e ilegais etc.

No caso de veículos de duas rodas soma-se ainda, uma inconsistente regulamentação de dispositivos de segurança e condições seguras de uso além da falta de obrigatoriedade do uso de equipamentos de proteção individual.

É nitida a falta de integração entre Ministérios do Trabalho, da Justiça, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, da Saúde e do Transporte, dentre outros.

Questões como Produção, Comercialização e Homologação de veículos, Classif**ação de vias seguras, Fiscalização e acompanhamento das condições de saúde dos condutores permanecem sem respostas claras.

O excesso de fragmentação das responsabilidades impede avanços concretos para a redução das mortes.

Será que hoje não deveria ser o primeiro dia de um MAIO PRETO, ou talvez o primeiro dia de UMA DÉCADA PRETA – 27.000 mortos em dez anos, não justif**am mudar para a cor do luto?

Neste cenário, não há o que celebrar: é necessário compromisso real com a vida para que, no futuro, possamos verdadeiramente comemorar uma Década Amarela e alcançar ZERO MORTES no trânsito, o único número realmente aceitável.

Somos o Instituto Zero Morte para a Segurança em Transportes, para nós TODAS AS VIDAS REALMENTE IMPORTAM, principalmente a sua e seus entes queridos, junte-se a nós nesse desafio, comente, divulgue e esclareça.


https://lnkd.in/d92BCwiK

02/05/2026

O transporte de cargas e, especialmente, de produtos perigosos, exige muito mais do que habilidade ao volante. Trata-se de uma atividade que envolve riscos elevados para o motorista, para a empresa, para o meio ambiente e para toda a sociedade. Por isso, o treinamento ef**az é um elemento indispensável. Segurança viária:

Motoristas bem treinados reduzem drasticamente a probabilidade de acidentes. Conhecer técnicas de direção defensiva e protocolos de emergência é vital para evitar tragédias em rodovias.

Proteção ambiental: Produtos perigosos, como combustíveis, químicos e gases, podem causar danos irreversíveis ao meio ambiente em caso de vazamento. O treinamento prepara o motorista para agir rapidamente e minimizar impactos. Cumprimento da legislação:

O transporte de cargas perigosas é regulado por normas rígidas. Um motorista treinado entende e aplica corretamente essas exigências, evitando multas e sanções.

Eficiência operacional: Treinamentos não apenas aumentam a segurança, mas também melhoram a produtividade. Motoristas capacitados sabem planejar rotas, otimizar tempo e reduzir custos de operação.
Responsabilidade social: Empresas que investem em capacitação demonstram compromisso com a vida, a saúde e a integridade de todos os envolvidos. Isso fortalece a imagem institucional e gera confiança no mercado.

E realmente o treinamento ef**az transforma o motorista em um verdadeiro agente de segurança e responsabilidade, capaz de proteger vidas, bens e o meio ambiente.

**az

29/04/2026

🚧 SEGURANÇA VIÁRIA EXIGEM COMPROMISSO TÉCNICO, LEGAL E RESPONSABILIDADES INSTITUCIONAL

A análise das condições de muitas rodovias brasileiras evidencia a necessidade de equilíbrio entre fiscalização e infraestrutura.

A presença de sistemas de monitoramento é importante, porém não pode se sobrepor ao dever de garantir condições seguras de trafegabilidade.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, a segurança no trânsito é um direito de todos e um dever dos órgãos e entidades que compõem o Sistema Nacional de Trânsito.

📜 O art. 1º, §2º estabelece que o trânsito seguro é direito de todos e responsabilidade dos órgãos competentes.

📜 O art. 21 atribui aos órgãos executivos rodoviários a responsabilidade pela conservação, manutenção e operação das vias.

📜 Já o art. 90 determina que não serão aplicadas sanções por inobservância à sinalização quando esta for insuficiente ou incorreta.

Sob a ótica da perícia técnica, é evidente que fatores como pavimento deteriorado, ausência de manutenção e falhas na sinalização contribuem diretamente para a ocorrência de sinistros.

A fiscalização, embora necessária, deve estar integrada a políticas efetivas de engenharia, prevenção e conservação viária.

⚖️ A aplicação da lei deve caminhar junto com o dever de garantir vias seguras.

Promover um trânsito mais seguro é uma responsabilidade compartilhada, que exige equilíbrio, transparência e compromisso com a vida — acima de qualquer interesse

25/04/2026

Garantir a segurança no transporte de carga exige técnica e disciplina. Para quem lida com veículos pesados e longas jornadas, aqui estão pontos fundamentais para manter a operação segura:

​Planejamento e Direção Defensiva

​Gerenciamento de Riscos: Conheça a rota com antecedência. Identifique pontos críticos, como curvas acentuadas, trechos com alto índice de acidentes e áreas de descanso seguras.
​A Regra dos 6 Segundos: Em veículos pesados, a distância de seguimento deve ser maior. Mantenha pelo menos 6 segundos de distância do veículo à frente para garantir tempo de reação e frenagem.
​Uso Correto do Freio Motor: Em descidas de serra, utilize o freio motor e a marcha reduzida. Evite o uso excessivo do freio de serviço para não causar o superaquecimento (fading) do sistema.

​Atenção ao Veículo e Carga

​Checklist de Pré-viagem: Verifique sempre a pressão dos pneus, o funcionamento das lanternas, o nível do fluido de freio e o estado das palhetas do limpador de para-brisa.
​Amarração da Carga: Certifique-se de que a carga está bem distribuída e fixada. O deslocamento do peso em uma curva pode comprometer a estabilidade do conjunto e causar tombamentos.

​Fator Humano e Ergonomia

​Combate à Fadiga: O sono é um dos maiores inimigos na estrada. Respeite os tempos de parada e utilize as pausas para esticar o corpo e hidratar-se.

​Postura ao Dirigir: Ajuste o banco e os retrovisores corretamente. Uma boa postura evita o desgaste físico prematuro e melhora a visibilidade dos pontos cegos.
​Visão Além do Capô: Pratique a "visão de túnel reversa", olhando sempre lá na frente para antecipar situações de perigo antes que elas cheguem até você.

​Lembre-se: A pressa nunca deve superar a segurança. Chegar ao destino com a integridade física e a carga preservadas é o maior indicador de profissionalismo.

19/04/2026

Recentemente, assistindo a um vídeo do seriado Carga Pesada, me veio um pensamento:

Já se passaram quase 20 anos desde as últimas histórias de Pedro e Bino.

Mas será que, de lá pra cá, a realidade do caminhoneiro brasileiro mudou tanto assim?

A série mostrava desafios que, para muitos, pareciam exagero ou apenas parte de uma ficção televisiva. Mas quem vive a realidade Brasileira sabe: muita coisa ali era — e ainda é — real.

Estradas precárias, longas jornadas, tempo longe da família, pressão por prazos… a essência da profissão continua exigindo isso.

De lá pra cá, a tecnologia evoluiu, os caminhões melhoraram. Mas por que a profissão deixou de ser atrativa para a nossa geração?

Acredito que muito disso vem do que a própria série retrata: insegurança nas estradas, jornadas exaustivas, baixa remuneração, entre outros fatores que tornam difícil desejar ingressar na profissão.

Nos últimos anos, algumas medidas têm sido discutidas e implementadas para tentar evitar um possível “apagão logístico”, como a flexibilização de regras para formação de novos motoristas e iniciativas para melhorar a infraestrutura e segurança nas rodovias.

Mas a pergunta que f**a é: isso será suficiente?

Será que essas mudanças realmente vão tornar a profissão mais atrativa, ou estamos apenas tentando remediar um problema que exige transformações mais profundas?

Enquanto isso,milhares de profissionais continuam sustentando o transporte no Brasil, muitas vezes nas mesmas condições de décadas atrás.

Esses são apenas alguns dos desafios que o caminhoneiro brasileiro enfrenta. E ainda nem entramos a fundo em questões como a infraestrutura das estradas.

Essa é uma pauta que merece mais atenção e discussão.

Na sua visão, o que realmente precisa mudar para que a profissão volte a ser mais valorizada e atrativa?

18/04/2026

Agora é lei no Brasil e não é apenas uma data.

Foi sancionada a Lei nº 15.389/26, que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas de Trânsito, a ser lembrado todos os anos em 7 de maio.

Mais do que um marco no calendário, essa data carrega uma história real daquelas que não podem ser esquecidas.

Em 2009, em Curitiba, dois jovens tiveram suas vidas interrompidas em um sinistro de trânsito causado por imprudência extrema: alta velocidade, álcool e desrespeito às leis. Uma tragédia que gerou dor, mas também mobilização.

Dessa dor, surgiu uma voz forte: a de uma mãe que transformou o luto em luta Christianeyared Yared.
A mobilização ganhou espaço, chegou ao debate público e contribuiu para mudanças concretas no país.

Enquanto o mundo dedica um dia global à memória das vítimas (no terceiro domingo de novembro), o nosso país definiu uma data fixa, conectada a uma história que marcou vidas e consciências.

Isso traz um signif**ado ainda mais profundo:

- Não é sobre estatísticas e sim sobre pessoas.
- Interrupção violenta de sonhos e presença.

A nova lei deixa um recado direto:

- Segurança no trânsito é responsabilidade diária.

Cada atitude importa, cada decisão ao volante tem consequência.
A luta de uma mãe que representa tantas não foi em vão, cada vez minha admiração!
A lei não muda comportamentos, mas será um dia para lembrármos os nossos e tantos que sairam e f**aram pelo caminho!

E você perdeu alguém que amava no trânsito?

Saia e chegue vivo ao seu destino.
Não fique pelo caminho!

16/04/2026

Parece contraditório — salário caindo e falta de motorista ao mesmo tempo — mas no transporte isso acontece direto. O setor criou um “paradoxo”: paga mal para CLT e depois não encontra gente disposta a f**ar.

Vou te explicar sem enrolação 👇

💣 1. O erro começa no frete

O frete no Brasil é historicamente pressionado pra baixo. Mesmo com regras da Agência Nacional de Transportes Terrestres, muita operação roda no limite.

👉 Empresa ganha pouco no frete → corta onde dá → salário vira variável de ajuste.

🧾 2. CLT virou “custo alto” pra empresa

Encargos trabalhistas + riscos jurídicos fizeram muitas transportadoras fugirem da CLT:

* migraram pra autônomos (TAC)
* agregados
* PJ disfarçado

👉 Resultado: menos vagas CLT boas
👉 e as que restam… pagam menos

🚛 3. Profissão ficou pesada demais pra pouca recompensa

A realidade da estrada piorou:

* f**ar 20–30 dias fora
* risco de assalto
* estrada ruim
* pressão por prazo

👉 Hoje o jovem olha isso e pensa: “pra ganhar isso aí? tô fora.”

📉 4. Salário perdeu poder real

Mesmo quando sobe no papel:

* inflação come
* custo de vida sobe mais rápido

👉 o caminhoneiro sente no bolso que está pior que antes.

🧠 5. Nova geração NÃO quer essa vida

Isso é chave.

Antes: ser caminhoneiro era sonho.
Hoje: virou “última opção” pra muita gente.

👉 Resultado: envelhecimento da categoria + falta de reposição.

⚠️ 6. Mercado criou um ciclo b***o

Olha o ciclo:

1. empresas pagam pouco
2. motoristas saem ou evitam o setor
3. começa a faltar mão de obra
4. empresas continuam tentando pagar pouco
5. falta piora

👉 Isso é um clássico “mercado desregulado + curto prazo”.

🔧 7. Falta de qualif**ação também pesa
Hoje o caminhão é mais tecnológico:
* rastreamento
* telemetria
* direção econômica
👉 nem todo mundo está preparado
👉 e quem está… não aceita salário baixo
⚖️ 8. Leis existem, mas execução é fraca
Exemplo:
* jornada de descanso
* piso mínimo de frete

👉 na prática, muita pressão e “jeitinho”

Isso afasta ainda mais profissionais.

🎯 RESUMO (na lata):

Não falta caminhoneiro.
👉 Falta caminhoneiro disposto a trabalhar nas condições oferecidas.
🔥“O problema não é falta de motorista… é excesso de desvalorização.”

09/04/2026

🚛 Disco de tacógrafo: detalhe simples que evita grandes problemas

No dia a dia da estrada, muitos motoristas ainda tratam o disco de tacógrafo como apenas uma obrigação… mas ele é muito mais que isso.

📋 Ele é um documento de fiscalização.

E na hora de uma abordagem, principalmente pela PRF, não basta apresentar o disco — ele precisa estar preenchido corretamente e coerente com a operação.

⚠️ Erros comuns que ainda acontecem:
❌ Falta de informações obrigatórias
❌ Dados incorretos (data, KM, placa)
❌ Registros inconsistentes de jornada
❌ Falta de interpretação do gráfico

💡 O profissional preparado entende que:
✔ O disco protege o motorista
✔ Garante conformidade com a lei
✔ Evita multas e penalizações
✔ Demonstra profissionalismo na estrada

👮‍♂️ Em uma fiscalização, o que está no papel (ou no disco) precisa bater com a realidade.

🚀 No transporte, não é só dirigir bem… é estar regularizado.

👉 E você, está rodando tranquilo ou correndo risco sem perceber?

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