27/07/2021
É simples como o recibo do cartão!
@Zezé Di Camargo EXCELENTE Video from Vera Vicente Meek
Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Movimento Passo Fundo Tem Voz, Passo Fundo.
Organização popular de cariz cívico, fundada para o exercício pleno da cidadania, e destinada a lutar pelo Direito à Educação no Município de Passo Fundo, em especial a Educação Infantil.
27/07/2021
É simples como o recibo do cartão!
@Zezé Di Camargo EXCELENTE Video from Vera Vicente Meek
27/07/2021
Quem tiver caixa de som nos avise! whats 54 981301047
Vamos organizar manifestação em PF dia 1º de agosto pela CONTAGEM PÚBLICA DOS VOTOS e pelo VOTO AUDITÁVEL IMPRESSO!!
24/07/2021
Vamos organizar manifestação em PF dia 1º de agosto pela CONTAGEM PÚBLICA DOS VOTOS e pelo VOTO AUDITÁVEL IMPRESSO!!
21/05/2020
Peço aos guerreiros desse movimento que assinem a petição online para conseguirmos assinaturas de apoio ao impeachment do Prefeito Luciano Azevedo.
Compartilhem.
Você pode assinar e ajudar Ketelen Anne vieira? Impeachment Prefeito Luciano Azevedo Passo Fundo RS
18/05/2020
Não consegui postar nos comentários mas está aí: Eles falaram pras pessoas só irem ao Hospital se estivessem mal!
18/05/2020
https://www.youtube.com/watch?v=s5uSr1-8UL0
vou deixar no primeiro comentario o print que fiz da página da prefeitura!!!
Não vamos deixar que cerceiem nossa liberdade!! Jamais!!!
Pedimos apoio, aos amigos que estão descontentes com essa prefeitura, que perderam seus empregos... entrem em contato.
Entrevista Prefeito Luciano: hipocrisia ou mau caratismo? Nós que defendemos o trabalho, que defendemos nossas liberdades garantidas pela constituição não compactuamos com essa prefeitura de Passo Fundo. ...
13/05/2020
Bom dia passo-fundenses!
Nós do movimento Passo fundo tem voz, viemos pedir apoio popular para que juntos consigamos lutar pelo trabalho, liberdade e dignidade que nos foi retirado tiranicamente através dos decretos do Sr Prefeito e do Sr Governandor.
O Movimento é civil, apartidário e tem por objetivo a moção popular. Queremos o povo nas ruas unidos em prol de um objetivo comum: Respeito as liberdades e garantias fundamentais previstas na constituição!
Não aos decretos estaduais e Não aos decretos municipais! Precisamos trabalhar!!!
Não vão quebrar nosso Rio Grande do Sul!
Passo fundenses precisamos nos unir! Os governantes precisam responder pelas suas irresponsabilidades!
Obrigada por mais de 100 curtidas! Vamos adiante passo-fundenses, pois agora, PASSO FUNDO TEM VOZ!
11/05/2020
ESTAMOS OBRIGADOS A PARALISAR DE TERROR?
Atualmente a sociedade está dividida entre aqueles que estão com medo do “novo coronavírus”, isto é, medo de morrer conforme imagens e relatos de dor e terror espalhados por todos os lados, e entre os que não estão com medo, ou melhor, os que entendem que devem enfrentar o medo.
O primeiro grupo imediatamente afrouxa diante do pânico e termina por buscar desesperadamente refúgio e proteção. São os que enxergam nas medidas de restrição da liberdade e destruição econômica de famílias ou cidades inteiras como sendo “necessárias para um bem maior”, que, no caso, são suas próprias vidas. Eu diria que o primeiro grupo não só é covarde, como é extremamente egoísta e hipócrita.
Egoísta porque, na verdade, ele pouco está se importando com a vida dos outros; o que ele não quer é, na verdade, ele próprio morrer. Não que alguém deseje isso em sã consciência, mas a questão aqui é a capacidade de suportar algum tipo de sacrifício individual em nome de um bem maior que si próprio.
Esse grupo está preocupado individualmente, cada um por si, e ponto final. São essas as pessoas que agridem as outras na rua porque estão sem máscara, verbal ou fisicamente, ou aquelas do tipo que compram todo o estoque de papel higiênico (muito ilustrativo, por sinal) nos supermercados e, de fato, estão se lixando com a sociedade.
Claro, normalmente esse grupo possui algum certo manejo para suportar crises, como propriedade própria, capacidade de acesso a bens de consumo, segurança financeira e familiar, etc. Essas são as pessoas que defendem, por exemplo, as medidas restritivas, desde que os chamados “serviços essenciais” continuem disponíveis para sua sobrevivência. Isso inclui: que o atendente de farmácia permaneça lá; que o lixeiro recolha seu lixo; que o frentista abasteça o tanque de seu carro; que o caixa do supermercado registre suas compras; que o caminhoneiro traga alimentos, etc.
Ou seja: defende as medidas e pede para que as pessoas fiquem em casa porque o “novo coronavírus” está matando gente e é, afinal, muito perigoso. Mas, e quanto a esses outros que eles exigem permaneçam no trabalho, tecnicamente, à exposição do perigoso vírus no ar? Bom, esses outros que se danem, afinal, o que eu não quero é morrer e ponto final.
Aí se encontra a terceira característica desse grupo, a hipocrisia. Porque, de fato, esse grupo acredita piamente que esse seu comportamento, covarde e hipócrita, seria feito em nome da “saúde pública”, da “proteção das pessoas”, e para não “colapsar os hospitais”, afinal, gente está morrendo, não?
Portanto, procura travestir toda essa sua covardia e esse seu egoísmo em “algo do bem”, porque é mais palatável no ouvido dos outros. Veja, quem seria capaz de ser sincero para o outro e dizer “eu quero que tu te explodas”? Não, essa pessoa, de língua bífida, irá dizer “é para o teu bem”! E assim, ela procura te convencer a largar a sua boia
e dar a ela, porque “ali, no fundo do mar, encontrarás um tesouro”, metaforicamente falando, incentivando a cometeres suicídio para salvar-lhe.
É por isso que esse grupo usa tanto de artifícios semânticos e colocações linguísticas para disfarçar suas reais intenções. Por isso usa tanto de linguagem emotiva, de cariz apelativo, para envolver sentimentalismo em suas explanações.
Ele sempre se utilizará de palavras e expressões como: proteção; família; vida; estar juntos; abraço; amor; do bem; etc. Sempre procurará relacionar as medidas defendidas com algum sentimentalismo, para te preparar a aceitá-las mais facilmente.
Palavras corajosas de serem ditas em tempos duros, tais como: necessidade, destruição, morte, etc são sempre evitadas ou, quando indispensáveis, são colocadas de maneira distorcida. P.ex.: nunca utilizará o verbo “destruir” ao lado do substantivo “economia”; utilizará ao lado do substantivo “vida” para afirmar que o outro grupo deseja a morte das pessoas. Compreende?
Nisso se diferenciam substancialmente do segundo grupo, o dos corajosos que enfrentam o medo de maneira altruísta! Os que pensam na sociedade como um todo, em geral, porque se incluem nela também. Que procuram fazer a sua parte de verdade e não acham que ficar em casa resolve alguma coisa. Que vão à luta diária da vida com destemor, porque tem consciência que a morte é tão parte da vida quanto o nascimento.
Não que esses desejem a morte de outras pessoas, de seus próprios familiares e amigos, ou mesmo de seus vizinhos; não que esses sejam suicidas que pouco valor dão às próprias vidas, ou que pouco se importem com uma (im)provável superlotação na rede de saúde. Não se trata disso, mas sim que essas pessoas entendem que o mundo não pode parar, ou melhor, que “não irá parar de girar” por conta de uma doença entre tantas outras.
Talvez a característica primordial desse grupo seja a de não diferenciarem “bens
e serviços essenciais” de “bens e serviços não essenciais”, como faz o primeiro grupo, porque entendem que o trabalho de um pai ou de uma mãe de família para pôr leite e feijão na mesa de sua casa, independentemente do ofício legal que exerça, tem a mesma característica de essencialidade e de dignidade! Para os corajosos, todo trabalho que sustenta uma família é essencial por natureza!
Uma manicure, autônoma, que sustenta a casa e dois filhos com o suor de seu trabalho é tão essencial para o grupo dos corajosos quanto é essencial, sim, o comerciante de alimentos no bairro. O vendedor de pastel na sinaleira, que vende os pastéis que sua mulher faz toda manhã e tarde na própria casa, e, com isso, traz o dinheiro necessário para pagar o aluguel, água e luz do lar de seus filhos é tão essencial, sim, quanto a exigência do primeiro grupo de que seu lixo seja recolhido, porque, afinal, a coleta não pode parar.
Porquê, para o primeiro grupo, só é essencial os serviços e bens necessários ao seu acesso, e os demais não são, são descartáveis? Será que essas pessoas não
enxergam seu próprio egoísmo e hipocrisia? O vendedor ambulante tem que ficar em casa, não pode trabalhar para o “bem da saúde pública”, mas eu posso sair com meu “pet” para passear, porque ele está muito estressado?
A faxineira que se amontoe em sua casa de três peças e busque auxílio emergencial e doação de fubá e farinha! O importante é “achatar a curva”! Hashtag fique em casa, já que estou confortavelmente instalado, com minha internet de alta velocidade, provavelmente sem precisar trabalhar para receber ou fazendo um “home office” meia-boca e assistindo as últimas séries do Netflix.
Conseguem entender a hipocrisia dessa gente?
O que esse grupo de pessoas quer, realmente, é paralisar os demais de terror, porque eles próprios, no alto de suas covardias, paralisaram! Estão apavorados, desesperados, aterrorizados! Nutrem esse medo, talvez, porque suas próprias vidas não fazem muito sentido. Talvez só estejam enxergando o quanto viveram superfluamente esse tempo todo, ou então, que no fundo desperdiçaram muito tempo se preocupando com bobagens comezinhas e agora, diante de uma crise, estão tendo que lidar com suas próprias simplorices.
Precisam paralisar as outras para que suas próprias vidas façam sentido! “Como assim tu não estás com medo? Tens que estar! Do contrário, terei que lidar com minha própria insensatez.”
Então eu te pergunto: será mesmo que precisamos paralisar de terror? A boa notícia, porém, é esta: não estamos obrigados! Nós, os corajosos, somos a maioria; o povo, em sua maioria, é corajoso e sabe enfrentar o perigo de frente.
Não importa que os covardes estejam ocupando cargos no governo ou posições de destaque na grande mídia. Nós somos a maioria! E, no fundo, eles sabem que são covardes, por isso fazem tanta questão de tentar paralisar o povo.
Só depende de cada um de nós escolher: ou baixar a cabeça, em sinal de subserviência à covardia, e enfiarmos as nossas cabeças, tal qual avestruzes, pra debaixo da terra, fingir não enxergarmos nada; ou, estufar nossos peitos e fazer a nossa voz corajosa ecoar nos porões pútridos desses castelos de areia e terminar de vez com essa verdadeira insanidade que estão nos inculcando!
Não há possibilidade mais de ficarmos em cima do muro, haja vista que os silenciosos acabarão permitindo o som dos barulhentos.
E tu, em que lado estás?
Ketelen Anne
Passo Fundo/RS, 09 de maio de 2020.
10/05/2020
Manifesto OFICIAL do movimento: Contra os decretos do prefeito e do governador. Assistam até o fim.
(Des)mascarando o isolamento manifesto oficial do mpfv. -19 #2020