Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN - Emparn

Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN - Emparn A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte S/A, é uma Empresa Pública vinculada à

28/05/2026

Muito tem se comentado na mídia internacional e nacional sobre a formação do fenômeno El Niño em 2026, principalmente sobre sua possível grande intensidade e consequências para o clima em várias partes do planeta. Muitas teorias e especulações já circulam pelo noticiário, despertando a curiosidade de muitas pessoas e acendendo o alerta de quem trabalha no campo.

O meteorologista da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), Gilmar Bristot, tranquiliza os mais preocupados e esclarece que o fenômeno não trará maiores consequências para a região Nordeste e nem para o Rio Grande do Norte.

Lembrando que o El Niño é o aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial que está se estabelecendo nesse período e que avançará nos próximos meses, devendo atingir o seu ápice durante os meses de setembro, outubro e novembro.

Segundo Gilmar Bristot, esse episódio não vai trazer consequências para o Nordeste nem para o Estado, porque não temos variação de ocorrência de chuvas, sistemas meteorológicos que atuam aqui nessa época do ano. Por enquanto, as consequências maiores estariam restritas às regiões Sul e Sudeste.

“Então, as consequências que nós devemos sentir aqui no Estado, principalmente na faixa litorânea, na Grande Natal, seria o aumento da temperatura, porque o El Niño causa um bloqueio atmosférico e faz com que haja diminuição da circulação dos ventos”, analisa o meteorologista.

Além do aumento da temperatura, pode ocorrer também a diminuição do vento, justamente no período em que mais venta no Rio Grande do Norte, que são os meses de agosto até outubro.

“Então, só para tranquilizar as pessoas, que nós não teremos mudanças climáticas signif**ativas no comportamento do tempo, por conta da presença do fenômeno El Niño. A não ser que esse El Niño tenha uma extensão no seu tempo e atinja também os primeiros meses de 2027, para, sim, influenciar de forma negativa na ocorrência de chuvas na região semiárida”, acrescenta o meteorologista da EMPARN.

Mais informações sobre o clima e previsões meteorológicas para o RN acesse www.meteorologi

Rio Grande do Norte não registra seca extrema desde abril, aponta estudo No Rio Grande do Norte, devido às chuvas acima ...
27/05/2026

Rio Grande do Norte não registra seca extrema desde abril, aponta estudo

No Rio Grande do Norte, devido às chuvas acima da média em abril, a seca extrema deixou de ser registrada e houve expressiva redução da área com seca grave. Além disso, no leste e Agreste houve recuo das secas fraca e moderada, ampliando a área sem seca relativa no Estado.

Em abril de 2026, 61,08% dos municípios do Rio Grande do Norte apresentaram algum nível de seca, segundo a classif**ação do Monitor de Secas. A categoria mais frequente foi Seca Moderada, com 46,11% dos municípios. A classe de Seca Fraca alcançou 11,98% da área do estado. Já a Seca Grave atingiu 3% dos municípios potiguares.

No período analisado não ocorreram registros de municípios nas classes de Seca Extrema e Seca Excepcional. Além disso, 38,92% dos municípios f**aram classif**ados como Sem Seca Relativa. Ademais, o quadro apresentado para o mês de abril de 2026 indica um cenário de melhora geral, motivado principalmente pelo desaparecimento da Seca Extrema na região do Alto Oeste e a redução dos demais níveis de seca no restante do estado.

Confira o levantamento completo copiando o https://bit.ly/3Q1hqPT

Na próxima segunda-feira, 25, vai ao ar a terceira edição do SemiTech Virtual da EMPARN do ano de 2026, com o tema “Mane...
22/05/2026

Na próxima segunda-feira, 25, vai ao ar a terceira edição do SemiTech Virtual da EMPARN do ano de 2026, com o tema “Manejo sanitário e bem-estar na criação de galinhas caipiras: como evitar prejuízos e aumentar a produtividade”, apresentado pela pesquisadora bolsista da FAPERN/EMPARN Dra. Monik Kelly de Oliveira Costa Alves.

A transmissão do SemiTech será às 10h, no canal do YouTube da EMPARN (https://www.youtube.com/watch?v=5U64G9iEt0U).

Sobre a pesquisadora:

Dra. Monik Kelly de Oliveira Costa Alves possui graduação em Zootecnia pela Universidade Federal Rural do Semiárido - UFERSA (2013), mestrado em Ciência Animal pela Universidade Federal Rural do Semiárido - UFERSA (2015) e doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Ceará (2019). Tem experiência na área de nutrição de aves, com pesquisas na área de avaliação de alimentos alternativos, aditivos fitogênicos e ambiência. Atualmente é pesquisadora bolsista da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), onde esta desenvolvendo a pesquisa intitulada: Diagnóstico dos Programas de Alimentação e Potencial Nutricional de Alimentos Alternativos para Aves Caipiras no Rio Grande do Norte”.

O Rio Grande do Norte registrou, entre fevereiro e abril de 2026, volumes de chuva acima da média histórica em grande pa...
14/05/2026

O Rio Grande do Norte registrou, entre fevereiro e abril de 2026, volumes de chuva acima da média histórica em grande parte do Estado. Os dados são da análise pluviométrica divulgada pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte, por meio da Unidade Instrumental de Meteorologia.

De acordo com o levantamento, o acumulado médio de chuvas no Estado foi de 404,4 milímetros no período, enquanto a média climatológica esperada era de 382,3 milímetros — um desvio positivo de 5,8%, considerado dentro da normalidade, mas com resultados expressivos em diversas regiões potiguares.

Os maiores acumulados acima da média foram registrados nas regiões Oeste e Agreste. No Oeste Potiguar, o volume observado chegou a 507,6 milímetros, superando em 11,6% a média histórica para o período. Já o Agreste registrou acumulado de 325 milímetros, com desvio positivo de 15,6%.

Segundo a EMPARN, a boa distribuição das chuvas ao longo dos meses favoreceu diretamente o desenvolvimento das atividades agrícolas, a recuperação das pastagens e a recarga dos reservatórios em várias regiões do Estado.

Outro fator considerado positivo pelos meteorologistas foi a ausência de veranicos prolongados — períodos superiores a sete dias consecutivos sem chuva — durante os meses analisados. A regularidade das precipitações contribuiu para melhores condições no campo, principalmente nas áreas produtoras.

“O comportamento das chuvas foi bastante favorável na maior parte do Rio Grande do Norte, tanto na distribuição temporal quanto espacial, especialmente nas regiões Oeste, Agreste e Litoral”, destaca a análise da meteorologia da EMPARN.

O relatório aponta ainda que as condições oceânicas observadas ao longo do primeiro trimestre de 2026 contribuíram para esse cenário. O ano começou sob influência de uma La Niña fraca no Oceano Pacífico, enquanto o aquecimento das águas do Atlântico Sul durante fevereiro e março favoreceu o aumento das chuvas no Nordeste.

Apesar do cenário positivo, algumas áreas do Seridó Oriental apresentaram índices abaixo da média no período.

Para acompanhar a meteorologia do Estado: www.meteorologia.emparn.rn.gov.br

No próximo dia 12 de maio, às 9h30, no auditório da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) ser...
06/05/2026

No próximo dia 12 de maio, às 9h30, no auditório da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) será apresentada a palestra “Uso de Macroalgas no Agonegócio do RN: oportunidades e desafios”, pelo professor Maulouri Curié Cabral, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A palestra é voltada para técnicos, pesquisadores, estudantes, produtores e profissionais da área de Aquicultura, além de interessados no tema.

A sede da EMPARN (Estação Experimental do Jiqui) f**a na av. Eliza Branco Pereira dos Santos, S/N - Parque das Nacões/Coophab, Parnamirim.

O palestrante, professor Maulouri Curié Cabral, possui graduação em Farmácia e Bioquímica pela Universidade tem graduação em Farmácia e Bioquímica pela UFRN (1973), mestrado (1976) e doutorado (1986) em Ciências (Microbiologia) pela UFRJ. É professor recentemente aposentado do Departamento de Virologia, do Instituto de Microbiologia Paulo de Góes da UFRJ.

Foi coordenador do ProAlga na UFRJ, projeto de ensino, pesquisa e extensão desenvolvido na UFRJ com o proposito de divulgar e incentivar as vantagens de uma cadeia produtiva, alicerçada no cultivo e processamento de macroalgas da linhagem Kappaphycus alvarezii, como estratégia operacional para transformar o Brasil num país autossuficiente em produtos algáçeos, de origem marinha.

A Fundação de Amparo e Promoção da Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio Grande do Norte (FAPERN) e a Empresa de Pesquis...
05/05/2026

A Fundação de Amparo e Promoção da Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio Grande do Norte (FAPERN) e a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte S/A (EMPARN), por meio do Acordo de Cooperação Técnica N° 2/2025 EMPARN/FAPERN e da Comissão de Seleção Portaria Conjunta-SEI nº 1, de 9 de abril de 2026 tornam público o Resultado Preliminar da Etapa III do presente Edital. Para conferir o resultado, copie e cole o link:http://www.adcon.rn.gov.br/ACERVO/EMPARN/DOC/DOC000000000368801.PDF

01/05/2026
Confira o resultado parcial da primeira etapa do Edital 07/2026 para bolsistas - vagas remanescentes do Edital 12/2025. ...
29/04/2026

Confira o resultado parcial da primeira etapa do Edital 07/2026 para bolsistas - vagas remanescentes do Edital 12/2025. Copie e cole em seu navegador o link https://bit.ly/4vZMFec

Na segunda-feira dia 27/04 vai ao ar a segunda edição do SemiTech Virtual da EMPARN do ano de 2026.“Ureia Extrusada na N...
26/04/2026

Na segunda-feira dia 27/04 vai ao ar a segunda edição do SemiTech Virtual da EMPARN do ano de 2026.
“Ureia Extrusada na Nutrição de Pequenos Ruminantes: Tecnologia, Segurança e Eficiência no Aproveitamento de Nutrientes” é o tema deste mês de abril que será apresentado pela pesquisadora bolsista da FAPERN/EMPARN a Dra. Francisca Fernanda da Silva Roberto.

A transmissão vai ser realizada na segunda-feira (27/04), às 10h no canal do youtube da EMPARN.

Sobre a pesquisadora:

Dra. Francisca Fernanda da Silva Roberto, possui graduação em Zootecnia (UFRN, 2015), mestrado em Produção Animal (UFRN, 2017), doutorado em Zootecnia (UFPB, 2022) e Pós-doutorado em Ciência Animal (UFMS, 2025). Trabalhou com pesquisas em Sistemas de Produção de Ruminantes e parasitologia veterinária. Foi Integrante do Laboratório de Helmintologia (LabHelminto) e do Grupo de Estudos em Forragicultura (GEFOR). E atuou como bolsista de Extensão, Iniciação Científ**a Voluntária, e do Programa de Educação Tutorial, durante a graduação na UFRN. Tem experiência na área de Zootecnia, especialmente em Doenças Parasitárias, Criação e Manejo de Animais, Nutrição Animal, Análise Química de Alimentos e Avaliação, Produção, Conservação de Forragens e Produção de aves de postura. Atualmente é pesquisadora bolsista na Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), onde está desenvolvendo a pesquisa intitulada: INFLUÊNCIA DE VOLUMOSOS ALTERNATIVOS NA EFICIÊNCIA METABÓLICA E PRODUTIVA DE OVINOS MORADA NOVA NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO.
https://www.youtube.com/watch?v=HdEde0YCuwY

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