Luta pela Educação de Paraty

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Página para agregar os professores de Paraty que desejam melhores condições de vida e trabalho, e que as leis sejam cumpridas: vacinação para os professores, 1/3 de planejamento seja pago, PCCR seja cumprido dentro da legalidade, entre outros...

15/08/2025
01/02/2024

Em fevereiro as aulas voltam para as crianças e jovens de Paraty. Uma escola em especial, a Escola Municipal Martim de Sá, na Praia do Sono, deve ter uma volta-às-aulas mais triste este ano. Pela primeira vez desde 2016 as crianças não encontrarão a professora Iaci quando chegarem para o primeiro dia de aula. A burocracia municipal e a falta de vontade política dos gestores estão conseguindo tirar a Iaci da escola do Sono, passando por cima do desejo da comunidade, que a elegeu como presidente da Associação de Pais e Mestres e fez um abaixo assinado com 75 assinaturas e apoio da Associação de Moradores da Praia do Sono para pedir sua continuidade.

Em 2015, as escolas da Praia do Sono e do Pouso da Cajaíba só ia até o 5º ano. Eram dezenas de crianças e jovens a partir dos 10 anos de idade que ficavam fora da escola, pois era longe ir até a cidade estudar. A luta pela abertura do 6º ao 9º ano durou muitos anos, um movimento das comunidades, com apoio decisivo do Fórum de Comunidades Tradicionais e do Coletivo de Apoio à Educação Diferenciada. Após a Conferência Municipal de Educação de 2015, houve a promessa de abertura das turmas no Sono e no Pouso. Para isso foi preciso fazer um currículo e um esquema de revezamento em que o professor ficava uma semana em cada comunidade. De todos os professores da rede municipal, Iaci foi a única a topar o desafio. E logo teve a companhia da Nelza, outra professora comprometida com a causa. Além de ampliar o acesso à educação das comunidades caiçaras, o desafio era fazer uma escola que respeitasse os conhecimentos da comunidade, os saberes do território, e os trouxesse para dialogar com as disciplinas que a escola trazia. Os mestres apontaram o caminho. Ticote disse que para defender o território era preciso defender a escola. Jadson, que a escola tinha que ser o território. Laura afirmou: o território educa. A UFF chegou com a proposta de formação, o Programa Escolas do Território. A SME consentiu. E a aventura começou.

Leia situação completa em:
https://www.instagram.com/p/C2z-2Z3puJw/?igsh=cDExc2V6M25kYzF2

25/11/2022

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25/11/2022

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25/11/2022

Quando o negro George Floyd Jr. foi assassinado por um policial branco nos Estados Unidos, em maio, fato que fez eclodir em todo o mundo o movimento antirracista "Black Lives Matter" (Vidas Negras Importam, em tradução para o português), Richarlison ra

25/11/2022

Endereço

Paraty, RJ

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