Como chegar Site Entre em contato com a escola/colégio

GEMAECO As atividades buscam envolver estudantes de graduação e pós-graduação.

O Grupo de Estudos em MacroEconomia Ecológica (GEMAECO) tem por objetivo requalificar o estudo Macroeconômico Convencional (ortodoxo e heterodoxo) para uma MacroEconomia Ecológica. O Grupo de Estudos em MacroEconomia Ecológica (GEMAECO) é um grupo de pesquisa, cujo objetivo é requalificar o estudo Macroeconômico Convencional (ortodoxo e heterodoxo) para uma MacroEconomia Ecológica. O grupo realiza pesquisa, estudo de literatura, encontros para a apresentação e discussão de ideias, produção de artigos e publicações, organização de pesquisa ou de projetos, participação em conferência, organização de eventos, cursos e treinamentos.

Mais produtividade signif**a necessariamente menos pressão sobre o meio ambiente?Nosso novo artigo, “Os limites da produ...
21/09/2026

Mais produtividade signif**a necessariamente menos pressão sobre o meio ambiente?

Nosso novo artigo, “Os limites da produtividade agrícola no Brasil entre 2010 e 2020”, publicado na revista Estudos Avançados da USP, discute essa questão a partir da experiência recente da agricultura brasileira.

Os resultados mostram que os ganhos de produtividade coexistiram com a expansão da área agrícola e com pressões crescentes sobre os recursos naturais. O artigo discute, assim, os limites da produtividade como resposta suficiente à questão ambiental e a possível manifestação do Paradoxo de Jevons na agricultura.

A questão central é simples, mas importante: ganhar eficiência não signif**a necessariamente reduzir, em termos absolutos, o uso de recursos naturais e as pressões ambientais.

📖 Artigo em acesso aberto:

https://doi.org/10.1590/s0103-4014.2026.40117.011

02/09/2026

Novo artigo científico

Foi publicado na Revista da Sociedade Brasileira de Economia Política (SEP) o artigo "Quão extrativista é o país das commodities? Um olhar biofísico para a balança comercial brasileira (1971-2023)", de Anderson Henrique dos Santos Araújo (UFAL) e Daniel Caixeta Andrade (UFU), integrantes do Grupo de Estudos em MacroEconomia Ecológica (GEMAECO).

O trabalho investiga o comércio externo brasileiro por um ângulo pouco usual: em vez de medir só o valor em dólares, mede o peso físico do que o país exporta e importa. E os números contam uma história incômoda. Ao longo de cinco décadas, independentemente do governo ou do ciclo econômico, o Brasil consolidou a posição de fornecedor líquido de materiais para o resto do mundo, com um déficit na balança comercial biofísica que praticamente triplicou no período.

O Brasil passou a exportar cada vez mais massa por dólar recebido, enquanto importa bens mais leves e de maior valor. É a marca do intercâmbio ecológico desigual e do neoextrativismo, um padrão em que os custos ambientais f**am no território e o valor agregado f**a lá fora.

Um trabalho que dá base empírica ao debate sobre reprimarização, dependência e sustentabilidade da inserção brasileira no comércio internacional.

🔗 Leia na íntegra:https://revistasep.org.br/index.php/SEP/article/view/1334

A transição energética é necessária, mas não é imaterial.Veículos elétricos, painéis solares, aerogeradores, baterias e ...
01/09/2026

A transição energética é necessária, mas não é imaterial.

Veículos elétricos, painéis solares, aerogeradores, baterias e redes de transmissão dependem de mineração, energia, água, território, infraestrutura e cadeias globais de produção.

Por isso, a pergunta não pode ser apenas se uma tecnologia emite menos carbono durante sua operação. Também é preciso perguntar: de onde vêm os materiais? Quem suporta os impactos da extração? Quem se beneficia da energia gerada? Quais territórios são incorporados às cadeias da chamada economia de baixo carbono?

No novo artigo publicado no site do GEMAECO, discuto por que a descarbonização é condição necessária, mas insuficiente, para uma transição com justiça socioecológica. Sem enfrentar a escala da demanda material e energética, a dependência de minerais críticos, os conflitos territoriais e a concentração dos benefícios, a transição pode apenas reorganizar a velha lógica extrativista em linguagem verde.

O desafio não é apenas trocar a fonte de energia. É impedir que a descarbonização se torne uma nova fronteira do extrativismo.

Leia o artigo completo: https://gemaeco.ufpr.br/a-transicao-energetica-nao-e-imaterial%c2%b9/

19/08/2026

Publiquei um novo artigo no site do GEMAECO/UFPR

“HANK não é uma nova teoria da macroeconomia”.

O ponto de partida é uma discussão recente sobre os modelos HANK (Heterogeneous Agent New Keynesian), apresentados como uma importante renovação da macroeconomia. Esses modelos representam um avanço em relação ao agente representativo ao incorporar diferenças de renda, riqueza, endividamento e propensão a consumir.

Mas a questão central permanece: isso constitui uma nova teoria da macroeconomia ou apenas um aperfeiçoamento metodológico dentro da mesma arquitetura teórica?

No artigo, argumento que o problema vai além da heterogeneidade dos agentes. A questão fundamental está na própria representação do que é uma economia. Mesmo modelos mais sofisticados continuam tratando a economia predominantemente como um sistema monetário e produtivo relativamente dissociado das bases biofísicas que sustentam a produção.

Por isso, a discussão precisa avançar para uma reconstrução mais profunda da teoria macroeconômica. A Macroeconomia Ecológica, embora ainda em construção, oferece um ponto de partida promissor ao compreender a economia como um processo simultaneamente social, monetário e biofísico, dependente de fluxos de matéria e energia e submetido a restrições ecológicas, institucionais e distributivas.

Como sintetizo no texto: trocar os habitantes não signif**a trocar a casa.

A revolução que a macroeconomia ainda precisa realizar não é apenas computacional. É, antes de tudo, ontológica e teórica.

Artigo completo:

https://gemaeco.ufpr.br/hank-nao-e-uma-nova-teoria-da-macroeconomia%C2%B9/

Carlos Eduardo Gonçalves publicou no Valor, em 17 de agosto de 2026, o artigo “Uma nova teoria da macroeconomia”, no qual apresenta uma mudança importante ocorrida na macroeconomia convencional: a expansão dos chamados modelos HANK, acrônimo de Heterogeneous Agent New Keynesian, em substitui...

12/05/2026

A economia está estudando o objeto errado?

Durante décadas, a economia convencional transformou praticamente toda ação humana em um problema de escolha individual, preços e incentivos. Mas será que uma sociedade pode ser compreendida apenas como um conjunto de indivíduos maximizadores?

No novo artigo publicado no GEMAECO, discuto a proposta da Economia SocioEcológica, uma abordagem crítica que questiona não apenas a economia convencional, mas também os limites da própria Economia Ecológica.

A reflexão parte de uma questão central: o verdadeiro problema econômico talvez não seja a alocação eficiente de recursos, mas a reprodução socioecológica das condições necessárias à continuidade da vida.

O texto aborda temas como:
– metabolismo social;
– relações de poder;
– reprodução social;
– monetização da natureza;
– limites biofísicos;
– mercados e acumulação de capital;
– e a crítica à ideia de que a crise ecológica pode ser resolvida apenas por mecanismos de mercado.

Ao final, permanece uma pergunta inevitável:

É possível expandir indefinidamente a acumulação material enquanto destruímos as próprias condições ecológicas e sociais necessárias à reprodução da sociedade?

Leitura completa:

GEMAECO – Economia SocioEcológica: uma crítica à economia convencional e aos limites da própria Economia Ecológica:

A ascensão das crises climática, energética, ecológica e social tem produzido um cenário curioso: quanto mais evidentes se tornam os limites biofísicos da reprodução das sociedades, mais a economia convencional insiste em tratar a realidade como um problema abstrato de preços, incentivos e ...

https://www.facebook.com/share/p/1DzH9xyKGp/
06/05/2026

https://www.facebook.com/share/p/1DzH9xyKGp/

O solo é um aliado fundamental na luta contra as mudanças climáticas, funcionando como um gigantesco reservatório de carbono. Ele armazena mais carbono do que a atmosfera e toda a vegetação terrestre juntas. Mas como isso acontece?

A resposta está na matéria orgânica. Plantas e árvores capturam dióxido de carbono (CO₂) da atmosfera através da fotossíntese. Quando essas plantas morrem ou perdem suas folhas e galhos, sua matéria orgânica se decompõe e se mistura ao solo. Microrganismos do solo quebram essa matéria, e parte do carbono permanece lá por longos períodos, às vezes por milhares de anos.

Existem diferentes tipos de solos que armazenam carbono de maneira eficiente, como os solos de florestas e pântanos, ricos em matéria orgânica. Práticas agrícolas sustentáveis, como o plantio direto, a rotação de culturas e o uso de cobertura vegetal, ajudam a aumentar a quantidade de carbono armazenado no solo. Isso não só contribui para a mitigação do aquecimento global, mas também melhora a fertilidade do solo, tornando-o mais produtivo e resistente à erosão.

No entanto, quando os solos são degradados, seja pelo desmatamento, agricultura intensiva ou queimadas, o carbono que estava armazenado é liberado de volta para a atmosfera na forma de CO₂, agravando a crise climática. Proteger e restaurar a saúde do solo é, portanto, uma estratégia crucial e de baixo custo para combater as mudanças climáticas e garantir a segurança alimentar.

Link clicável no nosso site:
Embrapa — Manejo adequado do solo aumenta sequestro de carbono em áreas irrigadas

O futuro da indústria brasileira passa pela ciência 🇧🇷🌱📢 Estão abertas as inscrições para o Concurso de Artigos Científi...
29/04/2026

O futuro da indústria brasileira passa pela ciência 🇧🇷🌱

📢 Estão abertas as inscrições para o Concurso de Artigos Científicos da Plataforma de Economia Verde Brasil (PEV Brasil).

É uma chance de:
✅ Ter seu trabalho publicado em livro com ISBN.
✅ Ganhar visibilidade no setor produtivo e acadêmico.
✅ Contribuir com a transição verde da indústria brasileira.

📍 Eixos temáticos: Ambiental, Infraestrutura, Economia, Social, Políticas, Inovação e tecnologia.

Por que participar?
Os artigos selecionados serão publicados em livro com avaliação por pares (peer review), conectando o rigor acadêmico às demandas reais do mercado e da infraestrutura nacional.

🗓️ Inscrições: até 30/05/2026.
🔗 Acesse https://pevbrasil.ind.br/concurso-de-artigos-cientificos para conferir o edital e submeter seu artigo!

Endereço

Avenida Prefeito Lothário Meissner, 632, Térreo Jardim Botânico
Paraná, RN

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando GEMAECO publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Escola/colégio

Envie uma mensagem para GEMAECO:

Atalhos

Compartilhar

Categoria