EEACG Pesquisa e Tecnologia

EEACG Pesquisa e Tecnologia EEACG - Estação Experimental Agrícola Campos Gerais. A empresa CWR Pesquisa Agrícola Ltda. foi criada em 1999.

Especializada na implantação e condução de projetos de pesquisa nas áreas de Fitossanidade (Fitopatologia, Entomologia e Herbologia) e Fertilidade, em cultivos anuais de grãos (inverno e verão), cultivos de frutíferas perenes (citros, goiaba, caqui, mamão, pêra, videira, marmelo, pêssego e maçã) e cultivos de hortaliças, além de contar com atividades ligadas à silvicultura e pastagens. É credencia

da junto ao MAPA para registro de novos produtos de acordo com as instruções normativas IN 42 (Agrotóxicos) e IN 53 (Fertilizantes, Corretivos, Inoculantes, Biofertilizantes e Materiais Secundários). No ano de 2009, passou a adotar o nome fantasia de EEACG – Estação Experimental Agrícola Campos Gerais, sendo a área experimental localizada no município de Palmeira, PR. Diversos parceiros têm desenvolvido projetos de pesquisa e desenvolvimento, destacando-se a as empresas: Adama, Arysta, Ballagro, Basf, Bayer, BK Mineradora, Defensive - Agrovant, DuPont, FertyBio, Fortgreen, FMC, Frankental, Farroupilha, Ihara, Isagro, ISK, Koppert, Maxiplant, McAlpha, Monsanto, Nichino, Nortox, Novozymes, Nufarm, Omex Agrifluids, Oro Agri, Oxiquímica, Oxon do Brasil, Pioneer, Rotam, Sapec, Simbiose, Sipcam, Stockton, Syngenta, Stoller, Sumitomo, Terra Rica, Total, Tradecorp, UPL, Vector Control, além de parcerias com Instituições Oficiais de Pesquisa, como a EMBRAPA (Embrapa Soja, Embrapa Trigo) e aquelas firmadas com Universidades, destacando a Universidade Federal do Paraná – UFPR, Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG, Universidade Estadual do Centro-Oeste – UNICENTRO, entre outras, para a realização de trabalhos de pesquisa em conjunto.

29/04/2026
Essas são imagens de um dos talhões da estação experimental, mostrando claramente os sintomas de défcit hídrico, onde os...
12/02/2026

Essas são imagens de um dos talhões da estação experimental, mostrando claramente os sintomas de défcit hídrico, onde os sintomas são mais evidentes em onde o solo é mais raso, diminuindo assim o armazenamento de água e disponibilidade para a planta.Na fase de granação da soja (R5–R6), o déficit hídrico é um dos fatores que mais comprometem a produtividade, pois é o período de maior demanda por água e de intensa translocação de fotoassimilados para os grãos.

1. Sintomas visuais na planta

Murcha das folhas nas horas mais quentes do dia

Enrolamento foliar (redução da área exposta)

Amarelecimento precoce

Aceleração da senescência

Abscisão (queda) de folhas

2. Sintomas nas vagens e grãos

Abortamento de vagens (principalmente as mais novas)

Redução do enchimento de grãos

Grãos menores e mais leves

Chochoamento (grãos mal formados)

Desuniformidade na maturação

Consequências fisiológicas

Redução da fotossíntese (fechamento estomático)

Menor produção e translocação de carboidratos para os grãos

Redução da atividade da fixação biológica de nitrogênio

Desequilíbrio hormonal (aumento de ABA – ácido abscísico)

Encurtamento do ciclo da cultura

Impactos na produtividade

Redução do peso de mil grãos (PMG)

Diminuição do número de grãos por planta

Perdas que podem variar de 10% a mais de 50%, dependendo:

Da intensidade e duração do estresse

Do estádio exato (R5 é mais sensível que R6)

Da capacidade de retenção de água do solo

Da cultivar

07/02/2026

Produção de vinho colonial com uvas selecionadas!
Aqui na EEACG trabalhamos e cultivamos nossos pomares com muito capricho e fazemos experiências nos mais diversos campos, inclusive com a Produção de vinho... Porque tudo é aprendizado!

ENSAIOS NA CULTURA DO SOJA VISANDO CONTROLE DE CARACÓISEm algumas safras os caracóistêm aparecido em altas populaçõesata...
22/12/2025

ENSAIOS NA CULTURA DO SOJA VISANDO CONTROLE DE CARACÓIS

Em algumas safras os caracóis
têm aparecido em altas populações
atacando a soja. São moluscos
que se desenvolvem quando existe
abundância de palha, ocorrendo com
maior frequência em ambientes úmidos
e frescos. O grupo envolve várias
espécies, de diferentes tamanhos, que
são hermafroditas.

Danos: as lesmas e os caracóis
podem destruir os cotilédones, causar
desfolha e até mesmo a morte das
plantas. Atacam normalmente na fase
inicial do desenvolvimento da cultura.
As formas jovens alimentam-se das
folhas. Os caracóis podem ainda
ocorrer no final do ciclo da soja. Na
colheita, quando em altas populações,
podem provocar o embuchamento das
colhedoras.

Algumas espécies são capazes
de autofecundação e outras não.
Possuem hábito noturno e o período
de maior atividade alimentar ocorre
nas primeiras horas da noite. Seus
ovos podem permanecer viáveis por
longos períodos. Podem colocar entre
300 a mais de 1000 ovos dependendo
da espécie.
MÉTODO DE AVALIAÇÕES: uso de placas de pvc para esconderijo das pragas, contagem de danos e % de desfolha em plântulas e ensaio em laboratório, em gaiolinhas, tudo sob condições controladas.

Experimentos de pré dessecação para semeadura da soja em área com elevada infestação de cravorana, buva e capim amargoso...
18/12/2025

Experimentos de pré dessecação para semeadura da soja em área com elevada infestação de cravorana, buva e capim amargoso.

Em sua fase adulta, a Broca Pequena do Tomate é uma mariposa com aproximadamente 25 milímetros, corpo marrom e asas bran...
17/12/2025

Em sua fase adulta, a Broca Pequena do Tomate é uma mariposa com aproximadamente 25 milímetros, corpo marrom e asas brancas semitransparentes, com manchas marrons e avermelhadas.

A fase de ataque se dá início quando a mariposa deposita seus ovos nas folhas do tomateiro, junto ao cálice da flor. Após cinco ou seis dias, as lagartas eclodem dos ovos e penetram o fruto por meio de um orifício quase imperceptível. Com cerca de 11 a 13 milímetros, elas possuem coloração rosada ou branca e costumam permanecer 18 dias no interior do tomate, se alimentando da polpa, o que dificulta a ação dos defensivos e impossibilita a comercialização do tomate.

 Próximas a atingir a fase de pupa, as lagartas saem do fruto para formar um casulo no solo, do qual emergem os adultos cerca de 17 dias depois.

 Os estragos causados durante o ataque da broca-pequena podem causar perdas de 50% a 90% da produção, por isso é importante adotar estratégias de monitoramento e controle da praga.

 É fundamental entender as características dessa praga para adotar estratégias de controle eficientes e garantir a produtividade.

Testando a eficiência de produtos Biológicos via tratamento de sementes  para o controle de Rhizoctonia solani.A evoluçã...
12/12/2025

Testando a eficiência de produtos Biológicos via tratamento de sementes para o controle de Rhizoctonia solani.

A evolução e eficiência desses produtos nos surpreendem cada vez mais, além de serem menos tóxicos e perigosos ao meio ambiente.

Essa doença causa, na fase de plântula, estrangulamento da haste ao nível do solo, levando à murcha e tombamento precoce. Algumas plantas emitem raízes adventícias acima da lesão, mas normalmente morrem antes da floração.
O tombamento é mais frequente da pré-emergência até 30–35 dias após a emergência, sob alta umidade e temperaturas elevadas.
A morte em reboleira ocorre após o florescimento, principalmente em áreas recém-abertas.

A transmissão por sementes é baixa.

Controle: tratamento de sementes com fungicidas, rotação com gramíneas e redução da compactação do solo para evitar encharcamento.

Septoriose no tomateiro (Septoria lycopersici).O fungo inicia a infecção predominantemente nas folhas mais velhas, que p...
11/12/2025

Septoriose no tomateiro (Septoria lycopersici).
O fungo inicia a infecção predominantemente nas folhas mais velhas, que passam a apresentar sintomas característicos, tais como manchas circulares, pequenas e numerosas, com bordas escuras e centro acinzentado contendo pontos negros. Em condições de ataque severo, podem surgir lesões também nas hastes, no pedúnculo e no cálice; entretanto, os frutos geralmente permanecem sadios. As perdas produtivas são mais significativas quando a infecção ocorre nas fases iniciais da cultura.
Condições de cultivo em períodos chuvosos, associados a noites quentes (22 °C a 26 °C), favorecem a disseminação da doença. No entanto, infecções severas também podem ocorrer na estação seca, desde que haja excesso de irrigação.
O patógeno sobrevive em restos culturais de tomateiro e pode ser transmitido por sementes. Diante de condições favoráveis ao desenvolvimento da doença, recomenda-se a realização de pulverizações preventivas com fungicidas devidamente registrados para a cultura.
Além disso, deve-se evitar o estabelecimento de lavouras próximas a plantios antigos de tomate ou em áreas sujeitas a elevada umidade. A irrigação não deve ser realizada com frequência excessiva, a fim de minimizar o risco de infecção.

Endereço

EStrada Velha Da Vilinha
Palmeira, PR
84130-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 12:00
13:30 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 12:00
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Quarta-feira 08:00 - 12:00
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Quinta-feira 08:00 - 12:00
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Sábado 08:00 - 12:00

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