Psicopedagoga Viviana Lorenço

Psicopedagoga Viviana Lorenço Ajudo a potencializar a aprendizagem de crianças e adolescentes.

“Meu filho troca as letras quando escreve. É normal?”Essa é uma das dúvidas mais frequentes entre os pais — e a resposta...
20/06/2026

“Meu filho troca as letras quando escreve. É normal?”

Essa é uma das dúvidas mais frequentes entre os pais — e a resposta é: depende da idade da criança e da frequência com que essas trocas acontecem.

Durante o processo de alfabetização, algumas trocas podem fazer parte do desenvolvimento da leitura e da escrita. Afinal, a criança está aprendendo a relacionar sons, letras, palavras e regras da nossa língua. Nesse período, erros são esperados e fazem parte da aprendizagem.

Mas quando essas trocas persistem por muito tempo, acontecem com frequência ou começam a impactar o desempenho escolar, é importante olhar com mais atenção.

Trocas como:
🔸 p e b
🔸 f e v
🔸 t e d
🔸 m e n

podem indicar que a criança está encontrando dificuldades para processar alguns aspectos da linguagem escrita.

Isso não significa, automaticamente, que ela tenha dislexia ou algum transtorno de aprendizagem. Existem diversos fatores que podem estar relacionados a essas dificuldades, e somente uma avaliação adequada pode identificar o que realmente está acontecendo.

O mais importante é evitar rótulos e comparações.

Muitas crianças que trocam letras são inteligentes, curiosas e se esforçam bastante. O que elas precisam não é de mais cobrança, mas de compreensão, estratégias adequadas e apoio no momento certo.

Quando a dificuldade é identificada precocemente, é possível intervir de forma mais eficaz, reduzindo impactos na aprendizagem e na autoestima.

Porque o problema não está no erro.

O problema é quando a criança passa a acreditar que nunca vai conseguir acertar. 💛📚✨

📩 Percebe que seu filho apresenta trocas frequentes na escrita? Buscar orientação é o primeiro passo para compreender o que está por trás dessa dificuldade.

O autismo ainda é cercado por muitos mitos. E, infelizmente, quando a desinformação se espalha, ela abre espaço para jul...
17/06/2026

O autismo ainda é cercado por muitos mitos. E, infelizmente, quando a desinformação se espalha, ela abre espaço para julgamentos, preconceitos e expectativas irreais sobre crianças e famílias.

Uma das crenças mais comuns é a de que pessoas autistas não gostam de carinho ou não demonstram afeto. Mas a verdade é que o afeto existe — ele apenas pode ser demonstrado de formas diferentes. Cada pessoa possui sua maneira de expressar emoções, criar vínculos e se conectar com o mundo ao seu redor.

Outro mito muito presente é acreditar que todo autista é igual. Não existe um único perfil dentro do espectro. Cada criança tem características próprias, interesses, habilidades, desafios e necessidades específicas. O que funciona para uma pode não funcionar para outra. Por isso, comparações nunca são justas.

Também é importante compreender que o autismo não é uma doença e, portanto, não tem cura. O autismo faz parte da forma como a pessoa percebe, processa e interage com o mundo. O foco não deve ser “curar”, mas oferecer suporte, acessibilidade, acolhimento e oportunidades para que cada indivíduo desenvolva seu potencial.

Quando substituímos mitos por informação, criamos ambientes mais inclusivos e respeitosos. E quando existe compreensão, existe espaço para que as crianças sejam vistas além dos rótulos.

O conhecimento aproxima.
A empatia acolhe.
E a informação transforma.

Que possamos falar mais sobre autismo com responsabilidade, respeito e sensibilidade. 💙✨

📚 Quanto mais aprendemos, menos espaço deixamos para o preconceito.

Você sabe a diferença entre dislexia e dificuldade de leitura?Muitas pessoas acreditam que são a mesma coisa, mas existe...
10/06/2026

Você sabe a diferença entre dislexia e dificuldade de leitura?

Muitas pessoas acreditam que são a mesma coisa, mas existe uma diferença importante entre elas.

A dificuldade de leitura pode surgir por diversos motivos: lacunas na alfabetização, poucas oportunidades de estímulo, mudanças escolares, dificuldades emocionais, problemas de atenção ou até fatores temporários que interferem no processo de aprendizagem.

Já a dislexia é um transtorno específico de aprendizagem, de origem neurobiológica, que afeta principalmente a precisão e a fluência da leitura, além da decodificação das palavras. Ela não acontece por falta de inteligência, desinteresse ou ausência de esforço.

Uma criança com dificuldade de leitura pode apresentar avanços significativos quando recebe os estímulos adequados e consegue superar essa dificuldade ao longo do tempo. Já a criança com dislexia necessita de acompanhamento especializado e estratégias específicas para desenvolver habilidades de leitura e escrita.

O que muitas vezes confunde os pais é que os sinais podem parecer semelhantes no início: troca de letras, leitura lenta, dificuldade para compreender textos ou evitar atividades que envolvam leitura.

Por isso, observar apenas o comportamento não é suficiente.

A avaliação é fundamental para compreender a origem da dificuldade e identificar qual suporte a criança realmente precisa.

Quanto mais cedo isso acontece, maiores são as possibilidades de intervenção e menores os impactos na autoestima e no desenvolvimento escolar.

Porque nem toda dificuldade de leitura é dislexia. Mas toda dificuldade persistente merece atenção. 💛📚✨

📩 Percebe que seu filho enfrenta desafios na leitura? Buscar orientação pode ser o primeiro passo para compreender o que está acontecendo.

05/06/2026

Você sabia que uma criança pode ter dificuldades de aprendizagem e ainda assim ser muito inteligente?

Esse é um dos maiores equívocos quando falamos sobre aprendizagem infantil.

Muitas vezes, quando uma criança apresenta dificuldades na leitura, na escrita, na matemática ou para acompanhar o ritmo da turma, as pessoas acabam associando isso à falta de capacidade. Mas inteligência e aprendizagem não são a mesma coisa.

Existem crianças extremamente criativas, curiosas, observadoras e com grande potencial cognitivo que enfrentam desafios específicos para aprender determinadas habilidades. E isso não diminui em nada sua inteligência.

A dificuldade pode estar relacionada a transtornos de aprendizagem, questões atencionais, funções executivas, aspectos emocionais ou até mesmo à forma como o conteúdo está sendo apresentado. Por isso, olhar apenas para as notas ou para o desempenho escolar não revela toda a história.

O problema é que, quando essas crianças não são compreendidas, elas começam a duvidar de si mesmas. Aos poucos, deixam de enxergar suas capacidades e passam a acreditar que não são inteligentes o suficiente.

Mas a verdade é que uma dificuldade não define uma criança.

Quando existe avaliação adequada, intervenção especializada e estratégias compatíveis com suas necessidades, ela consegue desenvolver habilidades, superar desafios e mostrar todo o seu potencial.

Precisamos parar de medir inteligência apenas pela facilidade em aprender determinados conteúdos.

Porque algumas das crianças mais inteligentes que conheço são justamente aquelas que precisaram encontrar caminhos diferentes para aprender.

💛 Toda criança merece ser vista pelas suas potencialidades, e não apenas pelas suas dificuldades.

📩 Tem dúvidas sobre o desenvolvimento ou a aprendizagem do seu filho? Me envie uma mensagem.

“Meu filho é muito desatento… será que é TDAH?”Essa é uma das dúvidas que mais escuto no consultório.E a resposta nem se...
03/06/2026

“Meu filho é muito desatento… será que é TDAH?”

Essa é uma das dúvidas que mais escuto no consultório.

E a resposta nem sempre é simples.

Toda criança pode se distrair, esquecer uma tarefa, perder o foco durante uma atividade ou demonstrar dificuldade para se organizar em alguns momentos. Isso faz parte do desenvolvimento infantil e pode acontecer por diversos motivos: cansaço, ansiedade, excesso de estímulos, dificuldades emocionais ou até mudanças na rotina.

O que diferencia o TDAH é que os sinais costumam ser persistentes e impactam diferentes áreas da vida da criança.

A desatenção não aparece apenas na hora da tarefa escolar. Ela pode estar presente em casa, na escola, nas atividades do dia a dia e até nas relações sociais. Além disso, tende a trazer prejuízos significativos para o aprendizado, a organização e a autonomia.

Por isso, é tão importante ter cuidado com os rótulos.

Nem toda criança desatenta tem TDAH. Da mesma forma, nem toda dificuldade de atenção deve ser ignorada.

O caminho mais seguro é observar os sinais, compreender o contexto e, quando necessário, buscar uma avaliação adequada. Uma investigação cuidadosa permite identificar o que realmente está acontecendo e quais estratégias podem ajudar a criança a se desenvolver da melhor forma possível.

Mais do que procurar um diagnóstico, precisamos procurar compreensão.

Porque quando entendemos a origem da dificuldade, conseguimos oferecer o suporte que a criança realmente precisa. 💛📚✨

📩 Tem dúvidas sobre atenção, aprendizagem ou desenvolvimento infantil? Me envie uma mensagem. Estou aqui para ajudar.

Muitos pais esperam que a dificuldade “passe com o tempo”.Esperam que a criança amadureça, acompanhe a turma ou simplesm...
28/05/2026

Muitos pais esperam que a dificuldade “passe com o tempo”.
Esperam que a criança amadureça, acompanhe a turma ou simplesmente “destrave”.

Mas enquanto o tempo passa, a criança pode estar acumulando frustrações, inseguranças e começando a acreditar que não é capaz de aprender.

Dificuldade persistente na leitura, escrita, atenção ou compreensão não deve ser ignorada. Quanto antes os sinais são observados, maiores são as chances de intervenção eficaz e menores os impactos emocionais e escolares.

Buscar ajuda não significa rotular seu filho.
Significa compreender o que ele precisa.

A psicopedagogia investiga como a criança aprende, identifica dificuldades e constrói estratégias adequadas para que o processo de aprendizagem aconteça de forma mais leve, segura e significativa.

Porque esperar sozinho nem sempre resolve.
Mas acolher, compreender e agir no momento certo pode transformar toda a trajetória da criança. 💛📚✨

📩 Percebe sinais de dificuldade no seu filho? Me chama no direct e vamos conversar sobre como posso ajudar.

26/05/2026

Existem verdades sobre aprendizagem infantil que muitas pessoas evitam falar — talvez por medo de parecer “exagero”, talvez por receio de preocupar os pais. Mas ignorar os sinais não protege a criança. Só atrasa o suporte que ela poderia estar recebendo.

Não, não é esperado que uma criança finalize o 2º ano sem conseguir ler e escrever minimamente. Cada criança possui seu ritmo, sim, mas existem marcos importantes do desenvolvimento que precisam ser observados. Quando há um atraso significativo, investigar não é exagero — é cuidado.

Outro ponto importante: o laudo, sozinho, não transforma a aprendizagem. O diagnóstico traz direcionamento, compreensão e nome para as dificuldades, mas quem promove desenvolvimento é o acompanhamento adequado, as intervenções corretas e a continuidade do processo.

Também é necessário entender que reforço escolar e intervenção psicopedagógica não são a mesma coisa. O reforço revisa conteúdos. Já a intervenção investiga por que a criança não está conseguindo aprender, trabalhando habilidades cognitivas, emocionais e estratégias específicas para aquela dificuldade.

E talvez uma das coisas mais perigosas seja esperar “passar com o tempo” quando existem sinais claros de TDAH, dislexia ou outras dificuldades. Quanto mais cedo a criança recebe apoio, menores tendem a ser os impactos emocionais, escolares e sociais.

Mas existe algo que também precisa ser dito com sinceridade: a evolução da criança não depende apenas da escola ou do profissional. A família faz parte do processo.

A forma como a dificuldade é vista em casa, o acolhimento, a rotina, a escuta e o envolvimento dos responsáveis influenciam diretamente no desenvolvimento da criança.

Aprendizagem não se constrói apenas com cobrança.
Ela se constrói com compreensão, intervenção adequada e parceria.

Porque quando a dificuldade é ignorada, a criança sofre em silêncio.
Mas quando ela é compreendida, o caminho começa a mudar. 💛📚✨

21/05/2026

Nem toda evolução é visível aos olhos de quem vê apenas o resultado.

Na maioria das vezes, os avanços mais importantes acontecem em silêncio, em detalhes pequenos que passam despercebidos — mas que carregam um significado enorme para quem acompanha a criança de perto.

Está naquela tentativa que quase deu certo.
No erro que já não gera tanto medo.
Na atividade que antes causava choro e hoje consegue ser concluída com mais calma.
No tempo a mais de concentração.
Na coragem de tentar novamente, mesmo depois de tantas frustrações.

Essas conquistas podem parecer pequenas para quem olha de fora, mas dentro do processo terapêutico elas representam algo muito maior: desenvolvimento emocional, fortalecimento da autoestima e construção de confiança.

Porque aprender não é apenas acertar.
Aprender também é persistir, enfrentar dificuldades, lidar com erros e continuar tentando mesmo quando ainda não é fácil.

Muitas crianças chegam desacreditadas de si mesmas. Aos poucos, através do acolhimento, das estratégias corretas e do vínculo, começam a perceber que talvez sejam capazes. E é exatamente aí que a transformação começa.

O progresso verdadeiro nem sempre é rápido ou barulhento.
Às vezes ele acontece devagar, quase invisível… mas profundamente significativo.

E para quem acompanha cada passo, cada pequena mudança importa.

Porque, antes de grandes resultados, existem pequenas vitórias que sustentam todo o caminho. 💛📚✨

Na terapia infantil, nem sempre os maiores avanços são os mais visíveis.Muitas vezes, o progresso acontece em pequenos d...
19/05/2026

Na terapia infantil, nem sempre os maiores avanços são os mais visíveis.

Muitas vezes, o progresso acontece em pequenos detalhes que passam despercebidos para quem olha de fora — mas que carregam um significado enorme para quem acompanha o processo de perto.

A criança que antes desistia na primeira dificuldade e agora tenta mais uma vez.
Aquela que chorava diante do erro e hoje consegue continuar.
O menino que sustenta a atenção por alguns minutos a mais.
A criança que começa, aos poucos, a acreditar que talvez consiga.

Essas conquistas podem parecer pequenas… mas não são.

Porque desenvolvimento não acontece de forma linear, rápida ou barulhenta. Ele acontece na constância, no vínculo, na segurança emocional e na construção gradual da confiança.

Na terapia, cada tentativa importa.
Cada “vou tentar” importa.
Cada momento em que a criança se permite continuar, mesmo com dificuldade, já é um avanço significativo.

E é justamente nesses detalhes que o aprendizado começa a florescer.

Por trás de cada pequena conquista, existe uma criança vencendo inseguranças que muita gente nem imagina.

Por isso, nunca subestime os pequenos progressos. Às vezes, são eles que mostram que tudo está começando a mudar. 💛📚✨

Endereço

Gaspar Silveira Martins 1771
Palmeira Das Missões, RS

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