A EJA É NEGRA

A EJA É NEGRA Por uma educação antirra***ta para jovens e adultos!

Olá, Povo da EJA!Tudo bem com vocês?A escala 6x1 é desumana !Para muitos alunos da EJA, conciliar trabalho e estudo sign...
26/05/2026

Olá, Povo da EJA!
Tudo bem com vocês?
A escala 6x1 é desumana !
Para muitos alunos da EJA, conciliar trabalho e estudo signif**a lidar com uma carga de trabalho intensa e uma rotina que drena a energia. Com a escala 6x1, a vida de quem estuda à noite se torna um desafio quase impossível.

Cansaço, falta de tempo e até o abandono escolar são consequências reais.
É papel de professores e gestores entender essa realidade e pensar em formas de apoiar esses alunos para que não desistam. Sem equipes preparadas, f**a ainda mais difícil acolher e adaptar o ensino à rotina deles.
Precisamos de estratégias e apoio!
Já imaginou esses desafios com seus alunos da EJA?

Salve esse post para lembrar essas questões e compartilhe nos comentários como sua escola lida com essa situação!
Beijos e sorrisos!🌻🌻🌻

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Olá, Povo da EJA! Olá, Professores!Tudo bem com vocês?O dia 13 de maio não pode ser trabalhado na escola apenas como “o ...
13/05/2026

Olá, Povo da EJA! Olá, Professores!
Tudo bem com vocês?

O dia 13 de maio não pode ser trabalhado na escola apenas como “o dia em que a princesa Isabel libertou os escravizados”.

Essa narrativa simplif**a a história e apaga o protagonismo da população negra na luta contra a escravidão no Brasil.

A abolição foi resultado de revoltas, quilombos, fugas, organização política, compra de alforrias e resistência cotidiana de pessoas negras escravizadas e libertas.

Além disso, após a assinatura da Lei Áurea, o Estado brasileiro não garantiu políticas de reparação, moradia, educação ou inserção social para a população negra recém liberta.

Por isso, o 13 de maio precisa ser ressignif**ado nas escolas como uma data de reflexão crítica sobre racismo estrutural, resistência negra e memória histórica.

Esse debate é fundamental para professores da EJA, Ensino Fundamental e formação docente comprometida com a educação antirra***ta e com a Lei 10.639/03.

Fontes consultadas:
Jornal da USP, IPEA, Brasil de Fato, Revista Ágora e Alma Preta.

***ta



20/04/2026

Olá, Povo da EJA! Olá, professores!
Tudo bem com vocês?

Quem nunca elaborou projetos pedagógicos sobre Monteiro Lobato, que atire primeira pedra!

Agora eu te pergunto: Monteiro Lobato era ra***ta?

Essa pergunta tem gerado debate entre professores, gestores e pesquisadores da educação.

Trechos de obras como Caçadas de Pedrinho apresentam descrições ra***tas da personagem Tia Nastácia. E isso já foi discutido até no Conselho Nacional de Educação.

O problema não é ler Monteiro Lobato.

O problema é ensinar sem análise crítica.

Se você trabalha com educação, essa discussão envolve:

•educação antirra***ta
•literatura infantil
•currículo escolar
•formação de professores

No YouTube eu explico:

• os trechos presentes na obra
• o contexto histórico
• e como trabalhar isso de forma crítica na escola

Assista ao vídeo completo no link dos stories.
Beijos e sorrisos!🌻🌻🌻

***ta



curriculoescolar

Olá, Povo da EJA!Tudo bem com vocês?Hoje existe um dado que quase nunca aparece quando falamos de currículo na EJA.59,23...
13/04/2026

Olá, Povo da EJA!
Tudo bem com vocês?

Hoje existe um dado que quase nunca aparece quando falamos de currículo na EJA.
59,23 por cento dos estudantes da modalidade se declaram negros.
52,45 por cento são mulheres.

Isso não é apenas uma estatística.
Isso revela como a desigualdade educacional aparece dentro da escola.

Quando ignoramos quem são os estudantes da EJA, o currículo perde conexão com a realidade da sala de aula.
Esse debate está no centro da minha dissertação de mestrado "A EJA é negra.
As vozes dos sujeitos da rede municipal de Belford Roxo sobre as questões étnico raciais".

E também é o tema do meu novo vídeo no YouTube.
No vídeo eu explico:

Por que dizemos que a EJA é negra;
O erro que muitas redes cometem no currículo;
O que muda na prática para professores e gestores.

Se você trabalha com EJA, vale assistir.

O vídeo completo está no YouTube.
Procure pelo canal
A EJA É NEGRA

Salve este post para usar em formação de professores.
E compartilhe com quem também trabalha com EJA.
Beijos e sorrisos!🌻🌻🌻


***ta
***ta

Olá, Povo da EJA! Olá, Professores!Tudo bem com, vocês?Você já percebeu como a cultura africana ainda é tratada como “ev...
23/03/2026

Olá, Povo da EJA! Olá, Professores!
Tudo bem com, vocês?

Você já percebeu como a cultura africana ainda é tratada como “evento” na escola?

Muitas práticas pedagógicas ainda reduzem a África a apresentações, máscaras e datas comemorativas.
O problema não é a atividade em si. É a ausência de intencionalidade pedagógica.

Quando isso acontece, o ensino deixa de cumprir o que determinam a Lei 10.639/03 e as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais.
E pior, reforça estereótipos ao invés de combatê-los.

Valorizar a cultura africana na escola exige mudança de lógica:

• sair do evento e ir para o currículo
• sair do exótico e ir para o conhecimento
• sair da representação e ir para a produção histórica, científ**a e política

Na prática, isso signif**a:

✔️ Planejar sequências didáticas, não ações isoladas
✔️ Trabalhar África como produtora de conhecimento
✔️ Integrar o tema ao longo do ano letivo, não só em novembro

Se você é professor ou gestor, a pergunta é objetiva:
seus alunos estão aprendendo sobre África ou apenas reproduzindo atividades?

Salve este post para revisar seu planejamento e não cair mais nesse erro.

Se você quer implementar um currículo antirra***ta com consistência na sua rede ou escola, minha consultoria e formações continuadas podem te ajudar nesse processo.
Beijos e sorrisos!🌻🌻🌻

***ta



***ta

21/03/2026

Olá, Povo da EJA! Olá, Professores!
Tudo bem com vocês?

Você ainda associa racismo na escola apenas a ofensas entre alunos?

No dia 21 de março, Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial, é comum vermos ações pontuais nas escolas.

Mas existe um problema mais profundo, e menos visível.

O racismo educacional não se manifesta apenas em conflitos ou injúrias.
Ele também está presente no currículo, nos materiais didáticos e nas práticas pedagógicas que:
• silenciam a história e a cultura negra
• reforçam uma visão eurocentrada
• não representam os sujeitos da EJA

E isso tem impacto direto.

Quando o estudante não se vê no que aprende, ele internaliza uma mensagem perigosa, a de que não pertence àquele espaço.

Na Educação de Jovens e Adultos, isso é ainda mais grave.
Estamos falando de sujeitos com trajetórias, identidades e saberes que precisam ser reconhecidos.

Por isso, uma educação antirra***ta não pode ser reduzida a datas comemorativas.

Ela exige prática pedagógica intencional, todos os dias.

✔ Revisão de conteúdos
✔ Inclusão de referências negras
✔ Valorização dos saberes dos estudantes
✔ Construção de pertencimento

Agora me diga com honestidade:

Na sua escola, o racismo ainda é tratado só como ofensa?

Beijos e sorrisos!🌻🌻🌻

***ta



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Ouro Prêto, MG

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