27/12/2020
Não é fácil, nunca foi, mas tenho me empenhado bastante na leitura dos sinais da vida para compreender com mais clareza o que preciso aprender, aprimorar, melhorar, resgatar, reparar, onde tenho que evoluir. Venho prestando muita atenção naquilo que ela me apresenta, mostra, tira, sugere, facilita e dificulta. E olha só... Pondero minhas reações, percebendo quais são os primeiros sentimentos despertados, espontaneamente, o que sou convidada a fazer e como posso administrá-los sem que me torne refém deles e caia sempre no mesmo lugar, velho e conhecido... Repito, não é "bolinho não!", tem hora que dá vontade de virar a mesa, berrar, afundar, chorar litros, correr, desistir e correr pro colinho de alguém que julguemos nos acolher e mimar um pouco...Ok! Seria hipócrita se não dissesse que fiz isso centenas de vezes e mais hipócrita ainda de dizer que não alivia, sim! Alivia, mas não resolve e a ideia aqui é crescer e transcender barreiras da minha trajetória.
Tenho optado em desenvolver músculos desconhecidos do meu emocional, me experimentando nas arestas desconfortáveis daquilo que não sei, não fiz, dá pra tentar, correrei riscos, mas há chance de prosperar, tanto quanto me frustrar. Vou pouco a pouco realizando que não tem muito jeito, se a ideia é me conhecer e me tornar mais forte, terei que arregaçar as manguinhas dos recursos que tenho, focando nos sonhos e propósitos que carrego e desbravar mares desconhecidos nas ondas da minha impotência. Se terei êxito nessa empreitada, eu não sei, só sei que nunca direi a mim mesma que não fiz o que pude e desisti das minhas lutas...👊💥💪