18/05/2024
Temos sonhos mirabolantes de riqueza, queremos ser milionários, bilionários até…
Pra que?
Consumo!
Comprar tudo o que os olhos enxergam.
Mas não conseguimos sonhar com um planeta saudável, com pessoas saudáveis e sa tis fei tas.
Não, não estou falando dessa saúde de espelho das academias, estou falando de saciedade.
Muito se fala em inovação e empreendedorismo, mas são poucas as iniciativas que miram no coletivo global, com soluções para problemas medievais como saneamento, fome, moradia, meio ambiente…
Nesses últimos dias, tenho lembrado muito do filme “Blade Runner” de 1982, na época ele foi apresentado como um filme de ficção científica.
“O filme se passa em novembro de 2019 numa decadente e futurista cidade de Los Angeles decaída com a poluição, o consumismo exacerbado e a consequente busca de novas formas de colonização em outros planetas, para a qual as pessoas são convidadas a aventurarem-se em face do colapso da civilização humana, tanto material quanto moralmente.”
Nesse mundo futurista “imaginário”, onde o meio ambiente foi destruído, chovia o tempo todo, tudo era cinza, com exceção dos coloridos anúncios de publicidade, um mundo de veículos voadores habitado por humanos que não tem condições financeiras de “viver em outro planeta” e andróides (IA?)…