Inteligência emocional: eu sinto, sei o que sinto, uso de maneira correta e volto para o meu eixo de equilíbrio!
Suelen Furtado
Coach de Emoções, Especialista em Inteligência Emocional e Hipnose Clínica. Auxiliando as pessoas à conviver melhor com as próprias emoções.
Unindo técnicas e ferramentas para promover o desenvolvimento humano e a qualidade emocional. Formada em Coach pelo Instituto Brasileiro de Coaching e especialista em Inteligência Emocional - Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional
“Ser tia é experimentar um amor diferente de todos os outros: um amor que cuida, protege, incentiva.
Que eu possa sempre estar ao seu lado, celebrando suas conquistas e oferecendo colo quando precisar. Te amo infinitamente! ❤️✨”
A raiva não é o problema.
Ela é uma emoção humana, legítima — um sinal de que algo nos feriu, ultrapassou um limite ou não está bem.
O problema começa quando não sabemos lidar com ela, quando a raiva explode sem controle, ela também deixa marcas: relações abaladas, palavras que ferem, arrependimentos difíceis de reparar. A raiva pode ser uma grande aliada quando usada de maneira correta, e não em forma de descontrole.
Ela nos mostra onde precisamos colocar limites, onde precisamos nos posicionar, onde precisamos cuidar de nós.
Sentir é humano.
Aprender a lidar com o que sentimos é autocuidado.
Bom dia! ☀️
Quero compartilhar com você a minha alegria em estar de volta aos atendimentos depois de um período afastada. Foi um tempo importante, e retorno com ainda mais cuidado, dedicação e vontade de estar presente nesse processo com vocês.
Seja muito bem-vindo(a) novamente! ❤️
Aqui você pode ser quem você é! Desde cedo, aprendemos o que “deveríamos” ser: mais fortes, mais calmos, mais produtivos, mais agradáveis. Vamos nos moldando para caber nas expectativas da família, da sociedade, dos relacionamentos… e, muitas vezes, nesse processo, nos afastamos de nós mesmos.
Ser quem somos não significa ser rígido ou não evoluir. Pelo contrário. Significa reconhecer nossa essência — nossos valores, limites, desejos, vulnerabilidades — e escolher viver de forma coerente com isso. É olhar para dentro e perguntar: “Isso faz sentido para mim?”
Há um preço em não sermos autênticos: cansaço emocional, sensação de vazio, necessidade constante de aprovação. Mas também há um preço em sermos verdadeiros: nem todos vão entender, alguns vão se afastar, outros vão se incomodar. Ainda assim, a paz de estar alinhado consigo mesmo compensa qualquer desconforto externo.
Ser quem somos é aceitar que não precisamos performar o tempo todo. É permitir-se sentir, errar, aprender e mudar. É compreender que vulnerabilidade não é fraqueza — é humanidade.
Quando assumimos nossa verdade, abrimos espaço para relações mais profundas, escolhas mais conscientes e uma vida com mais sentido.
Enquanto dormimos, a mente não “desliga” — ela trabalha de um jeito diferente, durante o sono o cérebro: organiza memórias, processa emoções, revisita experiências do dia, cria conexões novas entre ideias antigas. Problemas que ficaram sem resposta quando estamos acordados continuam sendo “trabalhados” durante o sono.Por isso, muitas soluções aparecem em forma de:
• insights ao acordar
• pensamentos repentinos
• sonhos cheios de símbolos
• sensação de clareza sobre algo que antes estava confuso.
Os sonhos funcionam como uma linguagem simbólica da mente. Eles não falam de forma literal, mas revelam conflitos, desejos, medos e caminhos possíveis. Aquilo que evitamos pensar acordados, muitas vezes aparece disfarçado nos sonhos. Dormir bem é, portanto, um ato de saúde mental. É nesse espaço que a mente:
• reorganiza dores
• tenta curar feridas emocionais
• busca sentido para o que estamos vivendo
• ensaia soluções para seguir adiante
Às vezes, a resposta que tanto buscamos não vem no esforço do dia, mas na entrega da noite.
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