08/05/2026
Muitas vezes vivemos como no exemplo do “perseguidor de cenouras” citado por Clóvis de Barros Filho: correndo o tempo todo atrás da aprovação, do reconhecimento e da aceitação dos outros… como se existisse uma cenoura pendurada à nossa frente dizendo que, se agradarmos todo mundo, finalmente seremos valorizados.
Mas a verdade é dura: até quem passa a vida fazendo o bem, ajudando pessoas e espalhando alegria, muitas vezes só recebe reconhecimento depois que parte.
Hoje, no centro da foto, o “Zé” nos lembra exatamente disso. Quantas pessoas incríveis passam pela nossa vida enquanto estamos distraídos demais perseguindo “cenouras” que nunca chegam? Status, aprovação, ego, validação…
Talvez a grande lição seja parar de correr tanto atrás do que falta e começar a valorizar quem já está ao nosso lado.
A vida é agora. O carinho é agora. O reconhecimento é agora.
Na foto está o queridão do Rici, da Casa do Cacaredo, o zé (esqueleto natural adquirido de um consultório médico de SC e eu.
Aproveitem a vida. Aproveitem as pessoas. Porque nenhuma cenoura vale mais do que os encontros verdadeiros pelo caminho.