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Saúde e Movimento Humano

19/06/2026

Massa magra e massa muscular não são sinônimos.

Na avaliação de composição corporal, esse é um erro muito comum.

Massa magra é tudo aquilo que não é gordura: músculo, água, ossos, órgãos e outros tecidos.

Já a massa muscular é apenas uma parte da massa magra.

Por isso, quando alguém “ganha massa magra”, isso não significa automaticamente que ganhou músculo.

E quando alguém “perde peso”, também não significa necessariamente que perdeu gordura ou preservou músculo.

A interpretação correta depende do contexto:
avaliação utilizada, hidratação, treino, alimentação, fase do processo e evolução clínica.

Na prática, composição corporal não deve ser lida como um número isolado.

Deve ser interpretada como um conjunto de sinais.

Menos conclusão apressada.
Mais raciocínio clínico.

Salve este post para revisar depois.

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19/06/2026

A indústria fitness sabe vender esperança em forma de cápsula, pó e promessa rápida.

“Seca em poucos dias.”
“Ganha massa sem esforço.”
“Melhora tudo.”
“Resultado garantido.”

O problema é que, na prática, suplemento não corrige uma estratégia ruim.

Ele não substitui alimentação adequada.
Não compensa sono ruim.
Não resolve treino mal planejado.
Não elimina a necessidade de contexto clínico.

O perigo começa quando o marketing fala mais alto que a ciência.

Porque quando um suplemento é vendido como solução universal, o paciente pode gastar dinheiro, criar falsas expectativas, atrasar mudanças importantes e até se expor a riscos desnecessários.

Na nutrição, prescrever bem não é seguir tendência.

É entender evidência, dose, objetivo, segurança, rotina, necessidade real e individualidade.

Suplemento pode ser ferramenta.
Mas nunca deveria ser fantasia vendida como ciência.

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industriafitness

18/06/2026

Sabia disso?

18/06/2026

Desinformação em saúde não é só um erro de conteúdo.

É um risco real para a prática profissional e para o paciente.

Quando um suplemento é tratado como milagre, quando um exame é interpretado fora de contexto ou quando uma conduta viraliza sem base científica, o resultado pode ser insegurança, frustração e decisões clínicas ruins.

Na nutrição, simplificar demais pode custar caro.

Nem tudo que engaja educa.
Nem tudo que parece científico é ciência.
Nem toda promessa rápida respeita a individualidade do paciente.

Por isso, o profissional precisa aprender a filtrar evidências, interpretar contexto e comunicar com responsabilidade.

A prática clínica segura começa antes da prescrição: começa no raciocínio.

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evidenciacientifica

Photos from FisioWork's post 17/06/2026

Bioimpedância fala a verdade?
Depende de como você interpreta.

Ela pode ser uma ferramenta muito útil para acompanhar composição corporal, mas não deve ser tratada como sentença.

O exame não “enxerga” gordura diretamente.
Ele interpreta sinais elétricos do corpo e usa equações para estimar massa magra, gordura, água corporal e outros parâmetros.

E é justamente por isso que o contexto importa tanto.

Hidratação, treino antes do exame, refeição recente, álcool, horário do dia, ciclo menstrual, bexiga cheia e até temperatura corporal podem alterar o resultado.

Ou seja:
o mesmo corpo pode gerar números diferentes em momentos diferentes.

Na prática, a bioimpedância funciona melhor quando é usada como parte do acompanhamento, junto com:

medidas, peso, fotos, sinais clínicos, rotina, alimentação, treino e objetivo do paciente.

Bioimpedância é bússola.
Não sentença.

Número sem contexto confunde.
Contexto transforma.

Salve este carrossel para revisar antes do próximo exame.

17/06/2026

Quanto de água seu paciente precisa consumir por dia?
A resposta mais honesta é: depende.

Uma estimativa prática muito usada é calcular cerca de 30 a 35 mL por kg de peso corporal.

Exemplo:
Uma pessoa de 70 kg teria uma estimativa inicial de aproximadamente 2,1 a 2,45 L por dia.

Mas esse número não deve ser tratado como regra absoluta.

A necessidade hídrica muda conforme:

calor, treino, suor, alimentação, rotina, sede, cor da urina, sintomas, uso de medicações e condição clínica.

É como o painel de um carro:
o cálculo mostra uma direção, mas os sinais do corpo ajudam a ajustar o caminho.

Na prática, o melhor raciocínio é:

peso → estimativa → contexto → ajuste individual

Cálculo orienta.
Contexto individualiza.

Salve este post para usar como referência na prática clínica.

E se você quer receber mais conteúdos práticos sobre avaliação, prescrição e raciocínio nutricional, comente ÁGUA que eu te envio.

fisioworknutri

Photos from FisioWork's post 16/06/2026

“Peso ideal” não deveria ser tratado como um número mágico.

Na prática clínica, principalmente no manejo da obesidade, metas mais realistas podem ser construídas a partir do peso máximo atingido na vida.

A partir dele, é possível calcular reduções progressivas de 5%, 10% e 15% — metas que podem ser mais mensuráveis, mais sustentáveis e clinicamente mais úteis do que perseguir um peso arbitrário.

Isso ajuda o profissional a conduzir o paciente com mais clareza, menos frustração e mais estratégia.

Porque emagrecimento não é sobre atingir um número perfeito.

É sobre construir uma direção clínica possível, acompanhar a resposta do paciente e valorizar avanços consistentes.

Salve este post para usar no seu raciocínio clínico e envie para um colega que trabalha com emagrecimento.

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16/06/2026

O doping no esporte não é apenas sobre “ganhar vantagem”.

É sobre o lado oculto da performance quando o resultado passa a valer mais do que a saúde do atleta.

Por trás de um recorde, de um físico extremo ou de uma melhora rápida demais, pode existir uma conta invisível: alterações hormonais, riscos cardiovasculares, danos hepáticos, impacto psicológico, dependência de substâncias e perda da autonomia sobre o próprio corpo.

O problema é que, muitas vezes, o público vê apenas o pódio.

Não vê o custo biológico.
Não vê o risco clínico.
Não vê o ambiente de pressão.
Não vê a cultura que normaliza atalhos perigosos.

Performance de verdade não deveria ser construída em cima de silêncio, risco e desinformação.

Para o profissional da saúde, entender esse tema é essencial: não para julgar, mas para orientar com ciência, ética e responsabilidade.

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performance saudedoatleta praticaclinica

16/06/2026

Nem todo suplemento serve para o mesmo objetivo.
Esse é um dos erros mais comuns na prática:
usar um suplemento esperando um efeito que ele não foi feito para entregar.

De forma simples:

Cafeína → foco e desempenho agudo
Beta-alanina → tolerância ao esforço intenso
Creatina → força, potência e hipertrofia
Carboidratos → energia e sustentação do desempenho
Citrulina malato → fluxo e suporte ao exercício
Whey protein → praticidade proteica e recuperação
Bicarbonato de sódio → tamponamento da acidez

Na prática, prescrever melhor começa por entender 3 coisas:

demanda do exercício → objetivo → escolha do suplemento

Não escolha pelo hype.
Escolha pela função.

Salve este post para revisar depois e enviar para alguém que ainda confunde o papel de cada suplemento.

Se você quiser, comente “SUPLEMENTOS” que eu posso trazer mais conteúdos assim.

betaalanina

16/06/2026

Creatina é um dos suplementos mais estudados da nutrição esportiva.

Mas segurança não significa usar de qualquer jeito.

A creatina monohidratada tem boa evidência de segurança em adultos saudáveis, especialmente quando utilizada em doses adequadas e dentro de uma estratégia nutricional bem orientada.

O problema começa quando ela é vendida como solução mágica para tudo.

Creatina pode ajudar em força, potência e hipertrofia, mas não substitui treino, alimentação, sono e acompanhamento profissional.

E atenção: pessoas com doença renal, uso de medicações específicas ou condições clínicas devem ter avaliação individual antes de suplementar.

Na prática clínica, suplemento seguro é aquele que faz sentido para o contexto do paciente.

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