Mostratec Júnior

Mostratec Júnior A MOSTRATEC Júnior destina-se à trabalhos de pesquisa em diversas áreas, realizados por estudant

24/10/2025
Vibrante show na cerimônia de premiação da Mostratec Júnior 2022
31/10/2022

Vibrante show na cerimônia de premiação da Mostratec Júnior 2022

08/09/2020

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Você já se imaginou vivendo no espaço? Sabia que, para uma futura sobrevivência da humanidade em outros planetas, a sust...
07/09/2020

Você já se imaginou vivendo no espaço? Sabia que, para uma futura sobrevivência da humanidade em outros planetas, a sustentabilidade também é importante? Todos nós estamos já cansados de ouvir todos os dias sobre como a sustentabilidade é importante para o nosso futuro e para a sobrevivência da raça humana, porém é muito difícil que você já tenha ouvido falar sobre lixo espacial. Por esse motivo, Marylia Yasmim Pereira, Ikaro Alexandre Neves e Mariane B. Muniz resolveram realizar uma pesquisa científica sobre a reciclagem desse lixo, com a orientação da professora Maria Inês Santos Duarte.
A escola é de Recife (PE), e tudo começou com a palestra de um colega dos pesquisadores, que abordava esse assunto. Além disso, foi feita uma visita ao planetário, pesquisas na internet e maior aproveitamento das aulas sobre o sistema solar e a órbita da Terra para o desenvolvimento da pesquisa.
Lixo espacial é qualquer objeto lançado no espaço orbital da Terra que não tenha mais utilidade, como satélites desativados, fragmentos de satélite ou de foguetes e instrumentos e ferramentas perdidos por astronautas durante missões espaciais. Segundo a NASA, desde 1957, com o lançamento do Sputnik pela União Soviética, aproximadamente 4.000 satélites foram lançados na órbita do nosso planeta, muitos deles atualmente desativados.
Um dos destaques desse projeto foi a aplicação do conceito dos três “Rs” no espaço, discutindo sobre como o 1°(recolher) e o 2°(reduzir) R já possuem soluções, mas o 3°(repensar) ainda se coloca como necessário, já que se devem repensar os processos de descarte desses materiais antes do seu lançamento.
A pesquisadora Muniz afirma que, “Num futuro próximo, o espaço não será apenas explorado, mas habitado pela raça humana”. Os pequenos pesquisadores também mencionaram que as agências espaciais atualmente têm ações tímidas para solucionar esse problema do acúmulo de detritos ao redor da órbita da Terra e que até hoje não há nenhum método definitivo para resolver isso, mas seguimos na torcida.
Agora que você sabe que tantos satélites podem ser prejudiciais para a humanidade, aposto que nunca mais verá seu 3G da mesma maneira, certo?

Sendo vilões ou heróis, todos têm sua função e são importantes para o ambiente.Você já se perguntou se os bichinhos que ...
01/09/2020

Sendo vilões ou heróis, todos têm sua função e são importantes para o ambiente.
Você já se perguntou se os bichinhos que encontramos em nosso jardim ou quintal são do bem ou do mal? A turma B, faixa etária de 5 anos da E.M.E.F. Irmão Nilo, Novo Hamburgo, turno da tarde, alunos da professora Cátia de Oliveira, pesquisou sobre os nossos heróis ou vilões. Para descobrir isso, eles fizeram várias buscas a fim de entender esses bichinhos.
Essa pesquisa começou quando, ao verem uma taturana, bicho cabeludo que assusta qualquer um, os alunos se perguntaram se o bichinho fazia bem ou mal para eles. Assim se iniciou o projeto da turma, chamado “Bichinhos de jardim: heróis ou vilões? ”, que foi apresentado pelas alunas Isabella Diter Ribeiro, Isadora Caroline da Silva e Manuela Francine Trentin da Silva.
Eles sabiam que existiam alguns insetos que podiam ser tocados, mas não sabiam quais sim e quais não, além de não saberem se aqueles insetos faziam bem ou mal. Imagina encostar em um bichinho que faz mal para nós, ui, ninguém merece! É melhor estar bem informado mesmo sobre os aracnídeos, aqueles seres invertebrados que possuem 8 patas, como, por exemplo, as aranhas, e sobre os insetos, invertebrados de 6 patas.
Para a produção do trabalho, exploraram ambientes e capturaram alguns insetos para posteriores observações, utilizaram websites como fonte de informação para pesquisas, realizaram jogos e brincadeiras que proporcionassem aprendizado sobre o assunto e confeccionaram trabalhos manuais, como desenhos, mesmo de bichos muito assustadores. Ainda bem que eram só desenhos, imagina se não fossem! Também receberam a presença de biólogos, que passaram seus conhecimentos sobre insetos para os alunos e tiraram um pouco de seus medos explicando que existiam aqueles insetos que eram realmente bons, os heróis; aqueles que, mesmo fazendo o bem nos afetam, os anti-heróis; e aqueles que realmente são perigosos e que têm um benefício mínimo, os vilões, malvados como o Thanos e brabos como o Magneto, mas bem menores.
Agora que já sabe tanto sobre os tipos de insetos e aracnídeos que temos, você deve estar se perguntando quem são esses tais de vilões e heróis! A turma, através de muita pesquisa, descobriu que abelhas, lagartixas, borboletas, minhocas e joaninhas são nossos Homem-Aranha da vez, os heróis. Os anti-heróis são, por exemplo, moscas, escorpiões, mosquitos, lagartas e taturanas, como o Venom, que faz as coisas para ajudar mas é perigoso igual, e os vilões são bichos como as aranhas, baratas, formigas e os famosos fede-fedes, ai, que têm um cheiro horrível.
Depois de seus estudos, os alunos observaram que existem insetos que fazem bem e que ajudam o meio ambiente, assim como existem os que fazem mal para as pessoas e mesmo assim devem ser respeitados, devemos apenas manter distância desses.

Você já pensou de onde vêm as cenouras de que nosso amigo Pernalonga tanto gosta? Para responder a essa dúvida, os peque...
24/08/2020

Você já pensou de onde vêm as cenouras de que nosso amigo Pernalonga tanto gosta? Para responder a essa dúvida, os pequenos alunos do 1° ano da EMEFTI 20 de Março e as professoras Lídia Bühler e Vanessa Fink, de Linha Nova, apresentaram seu trabalho “Do bazar de plantas à nossa boca: o caminho da cenoura” na Mostratec Júnior, nos dias 22, 23 e 24 de outubro.
Assim que as crianças viram o estado da horta da escola, logo resolveram arrumá-la e começar a cultivar gostosas hortaliças e vegetais, principalmente a cenoura, deixando o Pernalonga superfeliz. Eles plantaram deliciosas cenouras na horta e, depois de elas crescerem, viram que, dessas plantinhas, saíam flores que depois viravam sementes! E, depois de mais algum tempo, essas sementes viravam novas cenouras!
Os alunos, então, começaram a se perguntar: como que uma coisa tão grande, a cenoura, vinha de outra tão pequena, a semente? Com muitas dúvidas sobre o enorme legume, os alunos desenharam as partes da cenoura, fizeram atividades com a turma e, depois de meses pesquisando e estudando, descobriram que, além de matar a fome do Pernalonga, a cenoura também faz bem para nossa pele e para os olhos.
Ao final, após tantas descobertas, as crianças tiveram muito mais vontade de comer legumes e verduras da horta, principalmente as cenouras, além cuidarem do nosso meio ambiente.
Agora que você já sabe todo o caminho que a cenoura faz e todos os benefícios que ela traz, não seria uma ideia legal transformar essa delícia em algo ainda melhor, talvez em um bolo de cenoura?! E que tal adicionarmos cobertura de chocolate? Hmmmmm que delícia... já deu até água na boca.

PERIGOSOS CANUDOS PLÁSTICOSDavi dos Santos e Pedro Britz, 4111Conheça o trabalho ‘’Descanude-se’’, participante da Mostr...
17/08/2020

PERIGOSOS CANUDOS PLÁSTICOS
Davi dos Santos e Pedro Britz, 4111
Conheça o trabalho ‘’Descanude-se’’, participante da Mostratec Júnior.
Você sabia que as tartaruguinhas que vemos em “Procurando Nemo’’ não ficam nada felizes com os canudos plásticos? Os canudinhos são utilizados desde muito tempo antes de você existir, mas a mudança para os modelos de plástico foi uma péssima escolha, já que trouxe junto um grande problema no ambiente em que vivemos: a poluição. O canudo plástico representa 4% de todo lixo plástico no mundo. Pode parecer pouco, mas você se surpreenderia com o tanto que isso polui o planeta. Ele não é biodegradável, o que significa que ele pode levar até mil anos para se decompor. Isso mesmo, MIL ANOS!!
Para tentar fazer com que as pessoas entendam sobre os perigos no uso desses canudinhos, as alunas de 3º ano do fundamental Laura Fagundes, Lívia Wartha e Rafaela Pires, com ajuda da professora Fátima Cristina da Silva, da EMEF Marcos Silvano Vieira, do município de Campo Bom, fizeram um projeto demonstrando os tipos diferentes de canudos que são melhores para o meio ambiente e incentivando os alunos a serem agentes dessa mudança. Com isso, surgiu o incrível projeto “Descanude-se, seja a mudança que você quer ver no mundo’’.
As meninas estudaram a fundo sobre a poluição de canudos plásticos no planeta Terra lendo livros, visitando a Câmara de Vereadores do município de Campo Bom para conhecerem a lei de proibição dos canudos plásticos e conhecendo a Usina de Reciclagem de Dois Irmãos, CEMEA. Criaram também algumas mensagens de conscientização e mostraram alguns canudos alternativos, como os de bambu ou até de papel. Segundo a professora, enquanto o projeto era feito na escola, era possível perceber o quanto os alunos se importavam com o assunto. E sim, os canudos plásticos que não são reciclados corretamente acabam se acumulando em rios e mares, causando danos irreversíveis ao meio ambiente e dificultando a vida de animais marinhos ou até aqueles que se alimentam de frutos marítimos. O Nemo não deve se sentir muito feliz com toda essa poluição em nosso planeta.

BOBINAS DE TESLA – ENERGIA ELÉTRICA WIRELESS FEITA EM CASA       Você sabia que a utilização de cabos não é a única form...
11/08/2020

BOBINAS DE TESLA – ENERGIA ELÉTRICA WIRELESS FEITA EM CASA
Você sabia que a utilização de cabos não é a única forma de transmissão de energia elétrica? Diretamente do universo da DC Comics, o herói Super-Choque, extremamente popular no Brasil por conta de seu desenho animado, tem a capacidade de gerar descargas elétricas. Além disso, ele consegue criar campos eletromagnéticos que o permitem levitar, atirar bolas de energia e rajadas de eletricidade em seus inimigos.
Na cidade de Lajeado, diretamente do Colégio Evangélico Alberto Torres, os alunos do 9º ano Nathan Rambo, Rafael Ode e Théo Lagemann, junto de seu orientador, Luís Galileu, desenvolveram um projeto de pesquisa que visava à transmissão de energia elétrica por meio de campos eletromagnéticos.
Assim como o Super-Choque, herói das ruas, fazia uso de campos eletromagnéticos na sua luta contra o crime, os meninos de Lajeado foram verdadeiros super-heróis ao tentarem resolver problemas reais. Segundo eles, a transmissão de energia por meio de cabos deixa o ambiente desorganizado e dificulta a limpeza, sem contar o custo do cabeamento. Chato, ineficiente e trabalhoso. Afinal, quem nunca passou por cima de um cabo com o aspirador limpando a casa, ou esmagou um cabo de alimentação com uma cadeira de rodinhas?
Pensando nisso, nossos super-heróis mirins se puseram a construir bobinas de Tesla, invenções capazes de transmitir energia elétrica pelo ar. Dessa maneira, não existiriam cabos ou fios atrapalhando. Agora você deve estar se perguntado: “eles resolveram o problema, será que essa história acaba por aí?” Certamente que não, há muito mais para aprender dentro de uma pesquisa científica do que apenas desenvolver um projeto.
As bobinas de Tesla foram criadas em 1891 por Nikola Tesla como um método de transmitir energia elétrica por meio de campos eletromagnéticos, ou seja, sem cabos. São cilindros revestidos de fios, geralmente de cobre, que recebem energia e a transmitem pelo ar até atingir outra bobina.
Mas antes de contar para vocês o que mais esses meninos aprontaram, responda: você já se imaginou sendo um grande cientista e fazendo importantes descobertas? Dentro da ciência você irá escutar sobre o chamado de método científico: observação, formulação de uma hipótese, experimentação, interpretação dos resultados e, finalmente, a conclusão.
Sendo assim, foi preciso mais do que desenvolver as bobinas de Tesla. Os meninos verificaram se essas bobinas desenvolvidas por eles eram realmente efetivas a ponto de substituírem cabos que vemos em aparelhos eletrodomésticos (ar-condicionado, fogão, micro-ondas, etc.) em nossas próprias casas. Além disso, compararam entre si as bobinas que haviam criado, para ver qual delas seria a mais potente.
Descobriram também que, como qualquer invenção maluca vista nos quadrinhos ou desenhos, a invenção deles não era sem seus riscos. Os campos eletromagnéticos gerados pelas bobinas poderiam dar choques de até mil volts em quem estivesse dentro do alcance. Seria como ser atingido por um raio. Ai! Agora, os meninos buscam uma maneira de tornar sua invenção mais segura e viável para o uso nas casas, com uma maneira de torná-la mais eficiente e isolar as descargas elétricas.

P.A.R.: UM PROJETO ECONÔMICO E SUSTENTÁVELO Projeto Água Reutilizável tem como objetivo a economia de água e, consequent...
05/08/2020

P.A.R.: UM PROJETO ECONÔMICO E SUSTENTÁVEL

O Projeto Água Reutilizável tem como objetivo a economia de água e, consequentemente, a diminuição da conta no fim do mês.

Você já se perguntou quanta água é gasta todos os dias em sua casa? Ou melhor, o quanto dessa água é desperdiçada? Foi pensando nisso que duas meninas do Colégio São José, de São Leopoldo, montaram um projeto para reutilizar a água da máquina de lavar roupas, que é um equipamento que todo mundo usa e que consome muita água.

Bárbara da Silva Drapper e Gabriela Munari de Freitas, orientadas pela professora Vanesca Souto Severo, construíram um reservatório móvel, que capta a água descartada pela máquina. Essa água, de acordo com elas, pode ser utilizada de diversas formas, como, por exemplo, para lavar o pátio, a calçada ou o carro.

Mas não para por aí. As estudantes também pensaram em uma forma de tratar essa água para que seja posta de volta na máquina de lavar. Para isso, a água é captada da mesma forma, mas é adicionado sulfato de alumínio (Al2(SO4)3) diretamente no reservatório para que, após algumas horas em repouso, haja a separação das partículas de sabão e de sujeira da água limpa.

Após a classificação para a Mostratec Júnior 2019, as meninas acrescentaram mais uma etapa em seu projeto. Elas filtraram a água utilizando dois tipos de plantas aquáticas: a alface d’água e a aguapé. A alface d’água não sobreviveu com a água da máquina, mas a aguapé apresentou resultados muito positivos, embora não tenha deixado a água totalmente própria para o consumo.

O projeto é muito eficaz e seus efeitos contribuem para um mundo melhor e mais verde, além de, claro, diminuir o valor da conta de água. O Planeta Terra pode ser um lugar melhor para morar, com o auxílio de pessoas que se dedicam a ajudar umas às outras e a natureza, como a Bárbara e a Gabriela! São pequenas coisas, como reutilizar água, que transformam vidas.

Endereço

Fundação Liberato
Novo Hamburg, RS

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:30 - 18:00
Terça-feira 08:30 - 18:00
Quarta-feira 08:30 - 18:00
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