22/06/2019
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com meu saudoso parceiro Rui Santana.
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A ARTE DA RUA
03/09/2008 - 20:42
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“O terceiro seminário da 1ª Internacional de Graffiti de BH levou muita gente à Serraria Souza Pinto, fazendo com que o seminário fosse o mais cheio de todos até agora.
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Para discutir sobre “grafite, tatoo, design, pubicidade e arquitetura” foram convidados o arquiteto e professor da Universidade FUMEC Flávio Negrão; o designer e também professor da mesma universidade, Eduardo Braga o artista plástico Rui Santana e o publicitário o Didi. Também foi convidado o tatuador , que não compareceu.
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No âmbito da arquitetura, o professor Flávio Negrão observou que o grafite evoluiu muito em Belo Horizonte. “Hoje não é preciso pular o muro do trilho do trem para ver um grafite. A arte veio às ruas.
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No lado da publicidade, Didi explicou que “a propaganda se utiliza muito dos ícones do grafite para diferentes coisas”, e que, juntos, “colaboram para um resultado melhor”, atitude que ele enxerga como positiva. Em contrapartida, disse também que a propaganda possui muitas idéias que podem e devem ser usadas pelo grafite. “O grafite deveria sair do seu quadrado”.
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Eduardo Braga deu uma pincelada no que diz respeito à relação do design moderno com o grafite, uma arte contemporânea. “Temos que ter um olhar amplo e trabalhar todos os sentidos em todos os seus significados”, frisou o professor.
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No final, como em todos os outros seminários, a platéia pode debater a questão com os convidados.
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Hoje, a vontade de participar era tanta que, no meio da palestra, um espectador pediu a palavra.
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As discussões foram mais fervorosas e as discussões entre diversas opiniões durou um longo tempo. “Essa é proposta. Melhor água fervendo do que água morna” – comentou o organizador da Bienal, Rui Santana.”
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Fonte: Street a arte da rua