30/10/2018
Distrito de Itajaí
Por volta de do ano de 1933 lá no Garancho, antigo nome do Povoado de Itajaí ( Itajaí nome indígena que quer dizer Rios de Pedras) de acordo a escritos de paroquianos com a chegada das famílias de: José Guilherme Ribeiro, Firmino Santana, Liberto Santana, Manuel Rodrigues da Silva, Bispo Ferreira Santana, João Guilherme Ribeiro e Raimundo Cândido Rocha foram formando um pequeno povoado denominado Garrancho, começaram a pensar em construir uma capela.
O Sr. Capitão João Campos e a esposa Isabel Campos, trouxeram para povoado a 1ª imagem de São Sebastião o qual se tornou o seu Padroeiro. E a família de Antonio Soares e Anália Soares no ano de 1937 doou um Cálice, que ate hoje é usado nas celebrações das Santas Missas. Registro ainda as Famílias: Rodrigues da Silva, Maximo de Andrade, Ferreira, Assis Leal, Andrade, José de Deus, entre outras que fizeram e fazem histórias. A festa de São Sebastião é realizada de 11 a 20 de janeiro. Lembro que da Comunidade de Itajaí frutos missionários saíram: Dom Waldemir, Irmã Nívia, o Padre Técio, o Seminarista Jhones.
“São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos. Também foi apóstolo dos mártires, os que confessavam Jesus em todas as situações, renunciando à própria vida. O coração de São Sebastião tinha esse desejo: tornar-se mártir. E um apóstata denunciou-o para o Império e lá estava ele, diante do imperador, que estava muito decepcionado com ele por se sentir traído. Mas esse santo deixou claro, com muita sabedoria, auxiliado pelo Espírito Santo, que o melhor que ele fazia para o Império era esse serviço; denunciando o paganismo e a injustiça”.