Observatório de Economia Criativa - Rio de Janeiro
Twitter: https://twitter.com/obec_rj
Fruto de uma parceria com a Secretaria de Economia Criativa do Ministério da Cultura - SEC/MinC, o Observatório de Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro (OBEC/RJ), instalado no Instituto de Arte e Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense (IACS-UFF) é um núcleo de pesquisa e de ação extensionista multidisciplinar ligada às instâncias de ensino superior destinado ao estudo compa
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Localização
Telefone
Endereço
Rua Lara Vilela, 126, C-316 - São Domingos
Niterói, RJ
24210-590
Informação geral
1. ECONOMIA DOS PROCESSOS E PRÁTICAS CULTURAIS:
Este eixo aglutina reflexões acerca da cultura em seu sentido simbólico e material, nas suas múltiplas acepções e escalas, a partir dos âmbitos da produção, distribuição, consumo/fruição e apropriações. Tomando como referência os agentes sociais e suas práticas e saberes, os estudos buscam mapear e analisar as mediações destes sujeitos em diversos processos culturais e os impactos econômicos deles derivados.
2. DIREITOS CULTURAIS E POLÍTICAS:
Este eixo traz o debate interdisciplinar entre os campos do Direito, do Político e da Economia Criativa, incluindo dimensões de direitos que são indispensáveis para a compreensão dos processos e práticas culturais, tais como a diversidade cultural, a liberdade de manifestação artístico-cultural, o direito à preservação do patrimônio cultural, dentre outros. Para tal, as reflexões apontam para discussões acerca da propriedade intelectual, notadamente a relação entre direito autoral e o advento das novas tecnologias, voltando-se para a noção -mais abrangente - de direitos culturais.
3. TERRITORIALIDADES, ARRANJOS EXPRESSIVOS E PRÁTICAS SOCIAIS:
Neste eixo se impõem práticas de pesquisa e ações propositivas que têm como finalidade principal o reconhecimento da diversidade cultural amparada na especificidade dos territórios e no reconhecimento de processos e práticas identitárias que os constituem. O entendimento da dinâmica econômica em escala territorial possibilita uma ação de reconhecimento mais granular dos atores sociais, das expressões e fazeres singulares, das narrativas e visualidades, dos acervos e heranças patrimoniais, das formas de apropriação e compartilhamento de recursos tecnológicos e das criações funcionais, bem como das possibilidades efetivas de apropriação e empreendimento de cada um desses aspectos pelos atores e grupos sociais.