A primeira e unica escola em Niterói, para atores, voltada para a interpretação para câmera (tv e cinema )
Aqui você aprende com profissionais atuantes na área. A Cia Procópio Ferreira soma a montagem de 584 espetáculos teatrais e Ligia Ferreira (filha de Procópio) João Procópio Neto, seus atuais diretores, estão reorganizando e reestruturando a Cia, contando com a parceria de grandes amigos, com oficinas de interpretação e workshop, além de montagens de espetáculos teatrais, palestras e Leituras Teatralizadas. Em Niterói a Cia firmou parceria com o espaço Indústria para TV que vem a alguns anos apresentando novos artistas para o cenário brasileiro através de seus trabalhos na qualificação de nossos artistas para o mercado.
“Neste ano com a Cia. Procópio Ferreira, estamos oferecendo oficinas voltadas para iniciantes e profissionais no campo de interpretação nas áreas de teatro, cinema e TV, “A Cia. Procópio Ferreira possui mais de noventa anos de existência, sendo a mais antiga do Brasil em atividade.” Diz André Luiz de Bragança Diretor do Industria para TV. Com um olhar no nosso País e nas diferenças no conceito sociocultural que determinam os perfis culturais de cada região e influem na produção e consumo de cultura desses vários contextos nossas oficinas buscam favorecer a participação ativa da comunidade, através da arte Teatral abrindo um leque maior na construção de uma política cultural com apelo verdadeiramente popular. Visto que, o índice de atividades culturais no país, tem tido um crescente admirável em música, dança, artes plásticas e artes cênicas, onde propomos este movimento através da consolidação e ampliação cultural. As oficinas e Workshops teatrais são ministradas com direção e aplicação de profissionais qualificados e trabalhos reconhecidos no mercado. Além da qualidade de nossa Oficina de Teatro, temos certeza de um ganho de público mediante as atividades voltadas às artes como Saraus e Palestras. Apresentar esta nova visão cultural a áreas de todas as regiões do país, trás efeitos benéficos a comunidades como um todo. Sabemos que a valorização individual em uma política educacional sociocultural, tende a diminuir aspectos negativos dentro de uma comunidade. Formar é criar um ambiente de troca de informações, propiciando a novos artistas, curadores e pesquisadores a possibilidade de participar de cursos, workshops, oficinas e outras atividades que ampliem seus horizontes intelectuais e profissionais. Isto por que, entende-se que somos todos consumidores de cultura e que esse consumo é determinante no ciclo que se inicia com a criação, passando pela produção, intermediação e difusão, para fechar no consumo dos produtos, dos serviços e eventos artísticos e culturais. É necessário acreditar no capital cultural, bem como nas próprias pessoas e instituição que fazem arte e cultura, incentivando a mesma.