Transcrim

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TRANSCRIM - Núcleo Transdisciplinar Subjetividades, Violências e Processos de Criminalização da UFF.

22/07/2024

Visitando a Esma em Buenos Aires, pensei que uma foto como essa nunca pôde ser tirada no Brasil.

Photos from Transcrim's post 19/07/2024

Revolucionários, educadores, líderes que transformaram seu mundo e que seguem influenciando... Parabéns onde estiver pela passagem do seu aniversário, Nelson Mandela!!! Feliz 80 anos hoje, Happy Birthday, Angela Davis!!!

Pedagogías de la crueldad | Rita Laura Segato 28/06/2024

Gaste seu portunhol, vai com o tradutor do lado, tenta como puder, mas lê esse texto:

Pedagogías de la crueldad | Rita Laura Segato Llamo pedagogías de la crueldad a todos los actos y prácticas que enseñan, habitúan y programan a los sujetos a transmutar lo vivo y su vitalidad en cosas. En ese sentido, estas pedagogías enseñan algo que va mucho más allá del matar, enseñan a matar de una muerte desritualizada, de una mue...

Mudanças Climáticas e Justiça Social: Realidade e Soluções | Pensar Em Comum #11 25/06/2024

Foi uma honra ter participado deste podcast da série “Pensar Em Comum” com o Professor Severino Ngoenha e com o Doutor Giverage Alves do Amaral (UNILAMP e ISDB-Moçambique), meu supervisor de estágio pós-doutoral.

Foi também um desafio emocionante!!! A proposta implicava descolonizar o pensamento, encarar o desafio transdisciplinar, manejar muitas informações e pensar juntos possíveis soluções. Falamos sobre a vulnerabilidade de Moçambique às mudanças climáticas, o impacto do racismo ambiental no Brasil e em Moçambique e o papel das grandes corporações e políticas governamentais nesses fenômenos.

Assista ao episódio completo no YouTube e junte-se a nós nessa reflexão essencial para o nosso futuro. Não se esqueça de curtir, compartilhar e se inscrever no canal. Acredite, vamos aprender e trocar muito!!!

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Mudanças Climáticas e Justiça Social: Realidade e Soluções | Pensar Em Comum #11 Neste episódio, contamos com a presença da Prof. Doutora Maria Helena Zamora, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, e do Doutor Giverage Alv...

16/06/2024

900 metros depois …

05/01/2024

Abrindo os trabalhos... e a luta continua!!!

05/01/2024

Eu tenho um sonho
Célia Xakriabá

Quando fecho os olhos, sinto-me como uma grande árvore de raízes profundas e fortes que nasce no Brasil no parlamento, como uma Sumaúma ou uma Jurema. Ambas as árvores têm um grande significado espiritual para o povos indígenas do norte do Brasil.

Quando nos reunimos em volta do Sumaúma e bebemos
ayahuasca, é como se estivéssemos embarcando em uma longa jornada. Nós nos conectamos com a natureza. Eu me pergunto o que seria como se meus colegas no congresso também pudessem sentir essa ligação.

Meus sonhos me ajudam a entender melhor a realidade. Mas nas últimas semanas quase não dormi. Eu tenho vem lutando contra o “Marco Temporal”. A lei restringe severamente os direitos à terra dos povos indígenas do Brasil. Mas em meados de Dezembro, a maioria no parlamento votou a favor do “Marco Temporal”.

Quando você me pergunta sobre meu maior sonho no momento, minha resposta é: desejo poder dormir pacificamente novamente. Mas nosso futuro está em perigo.

As pessoas falam muito no parlamento, mas quase ninguém escuta. Eles olham com os olhos abertos, mas na verdade não veem o que está acontecendo. Mas devemos ser capazes de ver além do nosso entorno imediato. eu sei de ao meu avô que os seus antepassados ​​já falavam sobre as alterações climáticas. Mas é só agora que a humanidade está se conscientizando desta realidade. Talvez as pessoas pudessem perceber melhor o que está em jogo se fechassem os olhos.

Quando nós indígenas fechamos os olhos, percebemos o nosso ambiente com mais nitidez, porque temos a audição de caçadores. De olhos fechados, nossa imaginação ganha espaço – e lutamos para torná-la realidade.

No meu sonho, os direitos às terras indígenas estão garantidos e a floresta está protegida. Nenhuma cultura, nenhuma pintura corporal, nenhum canto é interrompido.

Cuidado! Os sonhos das mulheres indígenas são tão poderosos quanto as profecias: eles se tornam realidade.

Célia Xakriabá, 34 anos, natural de São João das Missões (MG), é deputada brasileira do povo indígena Xakriabá. Ela luta pela proteção ambiental e pelos direitos humanos.

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