19/08/2026
Crianças, é por vocês que canto versos molhados
no sangue e no solo dos meus Ancestrais.
Por vocês, seguirei até a última letra que cair sobre o ventre da Mãe Terra. Que ela me receba como semente e eu possa ancestralizar em poesias vivas que curem feridas coloniais e vinguem frutos do Bem viver. Eva Potiguara
É no contexto das escolas que mais me emociono com a espontaneidade das crianças e dos jovens.
Este ano ja tive em ambientes vistos como famosos e de renome social e cultural.
Mas nada se compara a simplicidade das escolas públicas.
Esta é a quinta oportunidade que tenho de sentir esta confluência de saberes: ouvir uma criança ainda em processo de letramento lendo um poema que nasceu de memórias passadas, ou declamando uma poesia que surgiu de histórias de dores e de resistência, e poder apreciar seus desenhos que ilustram suas pegadas, são tesouros sem preço! Tudo Isso me dão forças para seguir em frente! Aûîébeté kurumim e kunhantaim !