10/10/2022
Em tempos onde o "comunismo" é citado frequentemente, é importante se aprofundar para que não se concretizem conceitos errôneos. Vamos estudar?
Comunismo: princípios básicos e guia de leitura
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06/10/2022
Mudar hábitos que nos regridem é ter mais autonomia em nossa própria vida! Comecemos pela alimentação!
Um resumo dos ataques e da importância do Guia Alimentar para a População Brasileira
O Guia Alimentar Para a População Brasileira se consolidou como um dos documentos mais relevantes do mundo nessa seara. Foi a primeira vez que a diretriz oficial de um país passou a recomendar expressamente que se evite ultraprocessados.
29/12/2021
Paz, Amor e Boas Energias Além do Réveillon
Alguém anunciou que o fim estava próximo, e ele de fato chegou (mais uma vez). Acompanhado de melancolia e, ainda, um pouco de esperança, esse é o momento em que olhamos para dentro e, cheios de expectativas, traçamos metas ou tentamos imaginar como será o ano seguinte. O fato é que todos os fins de ano somos induzidos pelo sentimento de mudança, mas ao longo dele esquecemos de mudar. Irracionalmente e incansavelmente, todos os fins de anos traçamos objetivos anuais dos quais muitos sequer saem do campo das ideias. Esquecemos que um ano é uma sequência de "hojes", e que se queremos de fato mudança, que seja agora. Que seja de dentro para fora.
No fundo todos temos o senso do bom conviver, mas será que o praticamos diariamente? O que está ao nosso alcance hoje para tornar-mos nosso dia - e o dos que estão à nossa volta - melhor?
Próximo ano (2022) é eleição, e também costumamos colocar a expectativa da mudança em quem vamos votar, mas como podemos ter alguém justo no "poder" se não praticamos a justiça no dia-a-dia? Se não mudamos nossa conduta moral, qualquer um que chegar no "poder" será corrompido - costumo observar nossa postura coletiva nas filas e onde a paciência se testa.
O que desejo genuinamente para o ano que entra, a partir de hoje, é que superemos o egoísmo, e que a cada dia possamos vivenciar com mais intensidade A Unidade, nos doando uns aos outros, vivendo em comunhão. É pensando em nosso querer individual que nos corrompemos, rezamos, causamos guerra e sofrimento, esse mesmo sofrimento que nos retorna de imediato, ou mesmo à medida em que nos sentimos mais próximos da morte. Aos cristãos: temos aplicado à nossa própria vida aquilo que Cristo nos ensinou ou usado seus ensinamentos apenas ao nosso favor?
Também não posso deixar de desejar e praticar o respeito, não o medo. Existe uma semelhança entre o respeito genuíno e o medo que passa desapercebida em muitos de nós. Quando respeitamos aqueles que nos dão afeto talvez não seja respeito, seja medo do desafeto. Quando tratamos alguém que julgamos superior de uma forma, e a "inferior" de outra, talvez não seja respeito, seja medo da reprovação. Quando respeitamos de fato somos justos a todos, mesmo àqueles que não tem nada a oferecer. Respeitamos um policial/malfeitor da mesma forma que um maltrapilho que pede esmola, ou só tememos aquele que tem uma arma na mão? Desejo que nos próximos dias possamos praticar o Respeito como algo primordial, sem que nossa ação dependa dos fatores externos.
Por último, mas não por fim, desejo continuar evitando, e que aqueles que leram também possam evitar: a pressa. Estamos a todo tempo correndo atrás de dinheiro na tentativa de suprir nosso vazio (desapercebido) com objetos supérfluos que nos tiram a atenção daquilo que realmente nos preenche. O "cidadão de bem" prioriza o trabalho, o celular e as boas condições, e quem tem tempo para as crianças nem sempre tem boa intensão. Abundância material tem preenchido de fato o nosso ser e o de nossas crianças? Estamos alimentando a nós ou a nossos vícios? É na falta de tempo que deixamos de estender a mão àqueles que nos cruzam. Culpamos o tempo quando ele nunca é o problema, quando priorizamos o que é vantajoso apenas a nós.
Esse fim de ano temos a escolha de reiniciar diferente se começarmos por nós mesmos. O que podemos fazer hoje para iniciar um ano melhor? Ainda vamos ver no dia 1° as ruas e praias repletas de lixo? Ainda vamos sustentar nossa imagem antiga e cancerígena por que temos medo do desconforto que é mudar? Não escrevo para que essas palavras ganhem grande alcance ou aprovação, mas para que possam ser gozadas por aqueles que leram e que têm coragem de mudar de dentro para fora, e que se sintam encorajados. Quando deixamos de mudar a nós mesmos deixamos de mudar o mundo.
Coragem, sabedoria, tranquilidade.
19/09/2020
http://www.fruticultura.iciag.ufu.br/poda.html #:~:text=Assim%2C%20conseguimos%20entender%20que%20a,ainda%20maior%20para%20o%20produtor.
Sistemas de Poda em Fruteiras
A arte de podar nasceu da irracional iniciativa de um a**o e essa origem muar desse ramo da horticultura parece ter influído até hoje na evolução pouco esclarecida dos processos e métodos mundiais de poda. Contam-nos Portes & Ruyssen (1884) que, segundo Pausâmias, geógrafo e historiador grego...
02/12/2019
"[...]outros estudos mostraram que mais espaço verde na área local cria maior coesão social e aumenta o nível de atividade física das pessoas e que pode melhorar o desenvolvimento cognitivo das crianças."
https://ciclovivo.com.br/vida-sustentavel/equilibrio/criancas-vegetacao-mentalmente/?fbclid=IwAR1nqYkPKTPi8WPPXN3SnbhuLZp1sbiNbXVsb_5lxGo0CF4SJZqOkXnpPLs #
Crianças rodeadas por vegetação crescem mais saudáveis mentalmente
As crianças que crescem em um ambiente mais verde têm até 55% menos risco de desenvolver vários transtornos mentais no futuro.
30/10/2019
Os noticiários dizem que os primeiros focos das manchas de óleo nas praias foram encontrados em agosto desse ano.
Esses dias, revendo algumas fotos da minha câmera, flagrei um registro de dezembro de 2018 na praia de Maxaranguape-RN.
Lembro que encontramos algumas poucas e pequenas manchas pretas na areia da praia e uma delas grudou no pneu do meu monociclo enquanto pedalava pela praia. Até achamos que fosse algum bicho do fundo do mar. Era viscoso e demorou muito tempo pra desaparecer do pneu.
Imagina há quanto tempo isso está destruindo a vida nos oceanos e nem sabíamos?