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12/09/2026

Além do futebol: 3 em cada 10 brasileiros já viajaram para outro país para acompanhar um evento esportivo

Pesquisa da Booking.com mostra outras modalidades que impulsionam o turismo esportivo, enquanto viajantes aproveitam as competições para conhecer novos destinos

O futebol segue sendo uma das grandes paixões nacionais, mas ele já não é o único responsável por inspirar viagens. Uma pesquisa da Booking.com, uma das maiores plataformas de reservas de acomodações, voos e outros serviços de viagem, revela que modalidades como vôlei, basquete, esportes de combate e automobilismo também vêm movimentando o turismo esportivo entre os brasileiros.

O levantamento mostra que 30% dos viajantes do país já fizeram uma viagem internacional para assistir a um evento esportivo, reforçando que acompanhar competições ao vivo faz parte dos planos de uma parcela significativa da população. Entre as modalidades que despertam maior interesse, o vôlei lidera entre os brasileiros, com 41% dos viajantes se declarando fãs do esporte. Na sequência aparece o basquete (34%), enquanto esportes de combate e automobilismo empatam com 28% cada.

Esse interesse vai além do acompanhamento ocasional: 44% dos fãs de esportes de combate acompanham os eventos com frequência e 12% desses afirmam que viajariam ou pretendem viajar para assisti-los presencialmente, o percentual sobe para 16% entre os Millennials (25 a 44 anos). Entre os amantes de automobilismo, 37% acompanham regularmente as competições e 13% deles viajariam ou planejam viajar para vê-las de perto, chegando a 17% entre integrantes da Geração X (45 a 54 anos).

Muito além da arquibancada

Os dados mostram que, para a maioria dos brasileiros, o evento esportivo é apenas uma parte da experiência. Metade (50%) afirma que, ao viajar para acompanhar uma grande competição, também faz questão de explorar a cidade, conhecer a cultura local e aproveitar outros atrativos do destino. Já para 26%, o principal objetivo da viagem continua sendo o evento esportivo, deixando todas as demais atividades em segundo plano.

O estudo também revela que essas viagens costumam ser compartilhadas. Quase um terço (32%) dos viajantes faria esse tipo de viagem com a família ou com a pessoa parceira, enquanto apenas 9% dizem que viajariam sozinhos para acompanhar um evento esportivo.

*A pesquisa foi realizada com viajantes com 18 anos ou mais, que viajaram a lazer — doméstica ou internacionalmente — nos últimos 12 meses e que demonstram interesse em esportes. Ao todo, 6.000 pessoas foram entrevistadas em seis mercados: Argentina, Brasil, Canadá, Colômbia, Estados Unidos e México. O levantamento foi realizado em abril de 2026.

Pesquisa da Booking.com mostra outras modalidades que impulsionam o turismo esportivo, enquanto viajantes aproveitam as competições para conhecer novos destinos
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18/08/2026

Mobilidade urbana e carro próprio: como um automóvel pode redefinir a rotina

Pesquisas apontam que 78% dos brasileiros utilizam o transporte coletivo e que 68% pretendem comprar um carro ainda em 2026

Em um cotidiano em que a rotina se torna cada vez mais caótica, perder tempo em deslocamentos se tornou sinônimo de desperdício. De acordo com a pesquisa “Desigualdade e custo elevado caracterizam mobilidade urbana em 10 capitais do Brasil” realizada pela Ipsos-Ipec, aproximadamente 78% dos brasileiros utilizam o transporte coletivo. O tempo médio de deslocamento é de quase duas horas por dia: 116,5 minutos. A pesquisa também mostra que as tarifas impactam negativamente a vida dos brasileiros: muitos deixam de visitar amigos e familiares, abrem mão de atividades de lazer, como ir a parques e cinemas, perdem consultas e exames e deixam de procurar emprego devido aos altos valores.

Nesse cenário, o carro próprio entra como um diferencial. Segundo o levantamento “Relatório de Mobilidade: Brasileiros defendem leis de trânsito mais rígidas”, realizado também pela Ipsos, 33% da população do país acredita que é impossível viver sem o carro. Outro dado relevante vem da pesquisa Webmotors Autoinsights, realizada em 2026, que revelou: 68% dos brasileiros têm intenção de comprar um carro ainda este ano. Para o diretor corporativo do Grupo Servopa, Josemar Ferro, conquistar o automóvel próprio é uma maneira de melhorar a qualidade de vida, impulsionada pela valorização do tempo. “Ter um carro próprio representa mais do que uma comodidade; significa reduzir o tempo gasto em deslocamentos, criando mais oportunidades para aproveitar momentos de lazer”, explica.

Mudança de vida: como escolher o primeiro carro?

“Comprar o primeiro carro é uma conquista importante, mas a decisão não deve ser guiada apenas pela emoção. Avaliar os custos envolvidos, pesquisar o histórico do veículo e entender as necessidades de uso são etapas que ajudam a fazer uma escolha mais segura”, afirma Ferro.

Entre as orientações do especialista, definir um orçamento realista é o ponto de partida. Além do valor de compra, é necessário considerar despesas como IPVA, licenciamento, seguro, combustível, revisões e eventuais manutenções. “Investir em um carro próprio requer pensar em todos os custos envolvidos na manutenção. Não basta apenas considerar o preço”, diz.

Outro ponto é definir o tipo de veículo. Modelos compactos e econômicos são ideais para quem pretende utilizar o carro principalmente em deslocamentos mais curtos, além de oferecerem maior facilidade para estacionar. Para aqueles que realizam trajetos mais longos ou viajam com frequência, a prioridade deve ser a escolha de automóveis confortáveis, com porta-malas espaçoso, bom desempenho em rodovias e tecnologias de segurança, como controle de estabilidade e assistentes de frenagem.

Caso a opção seja um carro usado, valem algumas orientações específicas. Pesquisar o histórico do automóvel é imprescindível. Verificar a procedência, o histórico de manutenção e a documentação ajuda a evitar problemas futuros. Realizar uma vistoria antes da compra também é importante. Uma avaliação feita por um mecânico de confiança pode identificar desgastes ou defeitos que não são percebidos à primeira vista.

Após a compra, planejar a manutenção preventiva, seguindo o cronograma de revisões e mantendo itens como pneus, freios, óleo e filtros em dia, contribui para a segurança e pode evitar gastos maiores no futuro.

“O carro ideal é aquele que atende às necessidades de uso do motorista. Mais do que escolher um modelo específico, é importante fazer uma compra consciente, considerando o momento de vida, o orçamento disponível e o que realmente faz sentido para a rotina. Assim, o primeiro carro deixa de ser apenas uma conquista e passa a ser um investimento em mobilidade e qualidade de vida”, finaliza Josemar.

13/08/2025

Jessyanne BezerraRepórter A cada 21 dias, uma mulher é assassinada no Rio Grande do Norte apenas por ser mulher. É o que revelam os dados da Secretaria de Segurança Pública (SESED), que apontam 10 feminicídios entre janeiro e julho de 2025. No mesmo período do ano passado, foram 12 casos. No ...

15/03/2023

Estudo de Branca Zilberleib identificou a década de 1970 como um marco inicial para o reconhecimento de mulheres enquanto "dignas" de serem pesquisadas e de produzirem pesquisa

01/03/2023

O Ministério do Planejamento e Orçamento informou nesta quarta-feira, 1º de março, que o Instituto Brasileiro de...

27/02/2023

Mesmo após o fim do ciclo de alta da Selic, a taxa média de juros no crédito livre subiu de 41,7% ao ano em dezembro...

05/10/2017

Obesidade Infantil: Especialistas explicam como tratar a doença

Em 1999, o Governo Federal instituiu a data de 11 de outubro como o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. Uma das grandes preocupações do país é a obesidade infantil. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atualmente uma em cada três crianças no Brasil está acima do peso ideal para a idade e altura. “Existem diversas causas que levam ao sobrepeso infantil, como maus hábitos alimentares, sedentarismo, influências de familiares e colegas de escola, além de alimentos industrializados que são de fácil preparo e os fast foods”, alerta a nutricionista do Hospital e Maternidade São Cristóvão, Carolina da Cruz Marques.

Conforme a profissional, a obesidade infantil é causada pela combinação de fatores genéticos, má alimentação e sedentarismo. Também doenças hormonais e uso de medicamentos com corticoide podem aumentar o peso da criança. “Para reverter essa condição, é importante o incentivo dos pais que também devem ter uma alimentação saudável. Os pais são os exemplos que as crianças geralmente seguem, por isso precisam deixar de lado os alimentos industrializados e consumir mais alimentos naturais, com menos sal, gordura e açúcares”, aconselha. Outros hábitos que podem ser influenciados pelos pais são as atividades físicas. O ideal é que se evite passar muitas horas na frente da TV e computador, optando por brincadeiras que gastem calorias, como pular corda, pega-pega, entre outras.

A nutricionista explica ainda que as crianças tem o paladar diferente dos adultos, tendo normalmente preferência por doces. No entanto, alguns estudos mostram que o paladar é formado de acordo com o hábito alimentar da família, da região em que vivem e condições financeiras. “Não é tarefa fácil introduzir novos alimentos na dieta habitual, porém com insistência e criatividade é possível. Não precisa proibir os doces, mas fazer com que a criança entenda que deve ser consumido moderadamente e numa dieta equilibrada”.

A obesidade tem cura, mas precisa ser tratada. “Alguns casos mais radicais, se não tratados na infância com dieta e exercício físico, poderá na fase adulta ser necessário procedimentos cirúrgicos em que se diminui o tamanho do estômago para perder peso”, adverte.

01/08/2017

21% dos brasileiros que vivem nas maiores regiões metropolitanas possuem plano de saúde, segundo pesquisa Ipsos

No dia 05 de agosto é comemorado o Dia Nacional da Saúde e para a data, o Estudo Geral de Meios (EGM), da Ipsos, entrevistou mais de 34 mil pessoas de 9 regiões metropolitanas e mapeou os hábitos dos brasileiros quando o tema é saúde.

A pesquisa revela que 21% dos entrevistados têm plano de saúde, sendo que desta porcentagem 12% são planos corporativos e 9% pessoais. O estudo ainda aponta que 54% dos entrevistados fazem exames médicos periodicamente e 75% procuram manter uma alimentação saudável e têm interesse por temas relacionados à saúde.

O levantamento mostra também que 60% dos participantes têm o hábito de praticar atividades físicas, 45% fazem compras em farmácias mensalmente e 17% consomem vitaminas. O estudo EGM da Ipsos foi realizado em nove regiões metropolitanas do Brasil: Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

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