23/06/2026
O São João é uma das maiores celebrações da nossa cultura, a data que mais traduz a identidade do povo nordestino, e no último domingo (21) ela ganhou vida na ENEC.
A festa junina chegou com bandeirinha colorida, forró no pé e a alegria de uma raiz que faz parte de quem a gente é por aqui. 🔥🌽
A cultura nordestina ganha força quando é cantada, dançada e dividida. Foi quadrilha, traje junino, comida de milho e muita dança, reunindo as crianças, as famílias e quem faz a escola acontecer todo dia em torno da mesma tradição.
Foi assim que a ENEC viveu essa data, com um arraiá para reunir quem a gente ama. Mais que festejar, foi celebrar um pertencimento que atravessa gerações e que a gente chama de Família ENEC.
Qual momento do Arraiá da ENEC foi o seu preferido? Conta para a gente nos comentários. ❤️
19/06/2026
Criança não vem com manual padronizado, e ainda bem. Aqui na ENEC, a gente convive todo dia com jeitos bem diferentes de aprender: o aluno que chega elétrico e quer contar o dia inteiro de uma vez, o que prefere observar antes de entrar na br**cadeira, e o que aprende mais quietinho no seu canto, reparando em cada detalhe.
Nenhum desses jeitos é melhor que o outro, e prestar atenção nessas diferenças é parte do que a gente entende por incluir de verdade. O que conta é a criança estar num ambiente que enxerga o ritmo de cada um, em vez de tentar encaixar todo mundo no mesmo molde, e que segue puxando a curiosidade dela com coisa nova pra descobrir todo dia.
Ao longo dos anos, a ENEC foi aprendendo que a criança estimulada do jeito certo é aquela que se sente livre pra ser quem é enquanto aprende, no próprio passo. Quando o ambiente respeita esse tempo e ainda assim provoca, a vontade de aprender aparece quase sozinha.
E o seu filho, é mais do time que pergunta sem parar ou do que observa tudo antes de agir? Conta pra gente nos comentários. ✨❤️
18/06/2026
A Julia é uma personagem autista da Vila Sésamo, e a história de estreia dela diz muito sobre o que é incluir de verdade. No começo, os amigos acham que ela não gosta deles, porque nem sempre responde quando a chamam e prefere um aperto de mãos no lugar do abraço apertado. Aí eles descobrem que ela só faz as coisas de um jeito Julia de ser, e em vez de pedir que ela mudasse, criam um novo jeito de chegar perto, no ritmo que funciona pra ela.
É mais ou menos isso que a inclusão pede numa escola. Ao longo de muitos anos acompanhando turmas, a ENEC foi entendendo que incluir uma criança autista é, antes de tudo, organizar a sala, os combinados e o jeito de br**car para que ela participe do jeito dela.
O 18 de junho é o Dia do Orgulho Autista, uma data criada pela própria comunidade autista para afirmar uma ideia simples: ser autista é uma forma própria de perceber e estar no mundo, e cabe à escola abrir espaço para ela.
Conta pra gente nos comentários: qual foi o abraço estrela do mar que a sua família já inventou para se entender melhor? A gente gosta de ouvir essas histórias, porque é nelas que a inclusão aparece de verdade. ♾️❤️
17/06/2026
Atenção, respeito e postura também se treinam, e na ENEC, escola em Natal, o tatame é um dos lugares onde isso acontece todos os dias. O karatê é uma das atividades formativas da escola que transformam a energia da criança em concentração e disciplina.
Antes de cada treino, nossos alunos se curvam para o colega e para o professor, e nesse gesto simples a criança aprende que o respeito vem antes da força. Quando a faixa muda de cor, ela carrega o sinal de que aquele aluno ficou mais atento, mais paciente e mais dono de si.
O que a gente observa na ENEC é que o karatê devolve para a sala de aula tudo o que ensina no tatame: foco, postura e uma firmeza que não precisa de agressividade para existir. Hoje, no Dia Mundial do Karatê, comemoramos cada criança que vestiu o quimono na escola e descobriu uma versão mais forte e mais gentil de si mesma.
Se você quer ver seu filho crescendo assim, as turmas de karatê da ENEC estão de portas abertas. Agende uma visita e conheça de perto as atividades formativas da escola. 🥋❤️
11/06/2026
A preparação para o IFRN na ENEC não começa em outubro, na véspera da prova. Ela começa em fevereiro, quando a turma do 9º ano entra no último ano do Ensino Fundamental e a escola assume esse trajeto inteiro junto com a família.
O exame de seleção do IFRN cobra Língua Portuguesa, Matemática e produção textual sobre o que o aluno viu ao longo do Ensino Fundamental, e é por isso que a ENEC trata a preparação como um processo de ano letivo, não como um sprint de última hora. Ao longo de 33 anos formando turmas, a gente aprendeu que aluno tranquilo no dia da prova é aluno que foi acompanhado o ano todo, com professores que conhecem o nome, o ritmo e a dificuldade específ**a de cada um.
Estamos abrindo aqui uma trilha que vai acompanhar a turma do 9º ano de 2026 até o resultado: a rotina de preparação, os professores envolvidos, as vivências do último ano na ENEC. Sem ansiedade fabricada, no ritmo de quem está com esse grupo desde o início do ano.
Pais do 9º ano, acompanhem a trilha do 9º ano até o IFRN aqui no nosso feed. 📚❤️
09/06/2026
Se aí na sua casa tem uma criança que pergunta o porquê de absolutamente tudo, que quer saber por que o céu é azul, por que o furão some atrás do sofá e por que ela precisa dormir cedo, é bem provável que você esteja convivendo com uma pequena Luna.
A gente br**ca com a comparação, mas ela diz muita coisa. No Show da Luna, a graça toda está numa menina que não aceita "porque sim" e transforma cada pergunta numa investigação, imaginando, testando e descobrindo junto com o irmão Júpiter e o furão Cláudio. É mais ou menos isso que acontece na cabeça da criança na famosa fase do porquê, quando cada pergunta vira uma forma de montar, peça por peça, o jeito como o mundo funciona.
Aqui na ENEC, depois de tantas turmas de Educação Infantil, a gente aprendeu a gostar dessa enxurrada de por quês. Quando a pergunta chega em sala, a gente não corre para encerrar o assunto, porque a curiosidade é a matéria-prima da aprendizagem, e a criança que investiga tudo hoje costuma virar o aluno que pensa por conta própria depois.
Agora conta pra gente: qual foi o por quê mais difícil que seu filho já soltou? Pode ser daqueles que nem a Luna responderia de primeira. 😄❤️