20/05/2026
Alice Thornton foi presa em 1913 por atirar uma pedra contra a janela do Parlamento.
Sua exigência: o direito de voto para as mulheres.
Sua sentença: seis meses de prisão.
A resposta de Alice foi imediata: greve de fome.
A resposta da prisão foi brutal.
Três vezes por dia, ela era submetida à alimentação forçada. Amarravam-na a uma cadeira com correias de couro. Guardas abriam sua boca à força com grampos de metal. Um tubo de borracha era empurrado garganta abaixo até o estômago. O alimento líquido era despejado ali.
Alice vomitou sangue durante semanas.
Esta fotografia em chapa — um tintype — foi contrabandeada para fora da prisão por um guarda solidário, que foi demitido três dias depois. Nela, Alice aparece presa à cadeira de alimentação forçada, o tubo na garganta, quatro carcereiras segurando seu corpo. Seus olhos revelam algo claro: ela não iria se render.
A violência deixou sequelas permanentes. Seu esôfago foi danif**ado. Pelo resto da vida, teve dificuldade para engolir alimentos sólidos.
Alice foi libertada após quatro meses. Pesava pouco mais de 33 quilos. Não conseguia andar sozinha.
Seis semanas depois, estava novamente atirando pedras contra prédios do governo.
Foi presa outra vez.
Entrou em greve de fome novamente.
Sofreu alimentação forçada novamente.
Esse ciclo se repetiu cinco vezes entre 1913 e 1918.
A cada prisão, seu corpo era mais destruído.
A cada libertação, ela voltava à luta.
Em 1920, as mulheres conquistaram o direito ao voto.
Alice viveu o suficiente para depositar sua primeira cédula na urna, aos 35 anos. Foi levada em uma cadeira de rodas — suas pernas nunca se recuperaram completamente.
Ela morreu em 1954, aos 69 anos.
Em sua lápide, está escrito:
“Ela engoliu tubos para que suas filhas pudessem engolir o orgulho e votar.”
06/05/2026
O filho de Einstein herdou uma mente brilhante, mas também uma tristeza que ninguém soube curar.
Eduard Einstein nasceu em Zurique em 1910. Seu pai era Albert Einstein e sua mãe, Mileva Mari ć. Em casa chamavam-lhe Tete. Enquanto seu irmão mais velho era mais prático e reservado, Eduard era sensível, artístico e profundamente introspectivo. Tocava piano, escrevia poesia, lia Freud e Nietzsche e sonhava em ser psiquiatra. Queria entender a mente humana, justamente aquela região invisível onde mais tarde f**aria preso.
Quem o conheceu disse que ele era inteligente, delicado e cheio de possibilidades. Mas sua vida começou a quebrar na juventude. No início dos seus vinte anos, passou por uma crise grave e pouco tempo depois recebeu um diagnóstico de esquizofrenia, numa época em que as doenças mentais eram pouco compreendidas, muito estigmatizadas e tratadas com métodos duros.
Eduard acabou internado no hospital psiquiátrico Burghölzli, em Zurique, onde passou grande parte da sua vida adulta. Os tratamentos disponíveis então não tinham sensibilidade nem avanços atuais. Pouco a pouco, aquele jovem que adorava música, literatura e estudo da mente foi perdendo autonomia. Seu mundo se reduziu aos corredores de uma instituição, enquanto lá fora seu sobrenome ainda estava associado ao génio, à ciência e ao universo.
Albert Einstein sofreu com a doença do seu filho, mas a distância entre os dois tornou-se enorme. Após a chegada do nazismo, Einstein emigrou para os EUA e Eduard permaneceu na Suíça. Seu pai ajudou financeiramente e manteve contato por cartas, mas a relação nunca mais se fechou totalmente. O homem que tinha mudado a forma de entender o espaço e o tempo não conseguiu encontrar uma maneira de alcançar o próprio filho na sua dor.
Eduard morreu em 1965, aos 55 anos, no mesmo hospital que tinha sido sua casa por décadas. Albert tinha falecido dez anos antes, noutro continente. Pai e filho foram separados pela história, pela doença e por um tempo que ainda não sabia acompanhar com verdadeira compaixão aqueles que sofriam da mente.
Sua história dói porque Eduard Einstein foi muito mais do que uma nota triste na vida de um gênio. Era um jovem sensível, culto, artístico e cheio de sonhos. Queria estudar a mente humana, mas acabou enfrentando uma doença que lhe tirou grande parte da vida que poderia ter tido.
O mundo lembra-se de Albert Einstein por ter aberto uma janela para o cosmos. Mas a história de Eduard lembra algo mais íntimo e mais humano: até as maiores mentes podem se sentir impotentes diante do sofrimento de alguém que ama.
04/05/2026
Eratóstenes, foi o homem que mediu o mundo... com um pau e uma sombra
Há mais de 2000 anos, uma sabedoria grega que vivia no Egito fez algo que parece ser ficção científ**a: calculou as características da Terra com grande precisão... usando apenas observação, geometria e um pau.
Nascido em Cirene (Uma antiga cidade grega) por volta de 276 a.C., Eratóstenes foi um verdadeiro génio do seu tempo: matemático, astrónomo, filósofo, geógrafo e também diretor da famosa Biblioteca de Alexandria, talvez o maior centro de conhecimento do mundo antigo.
Como é que ele fez isso?
Eratóstenes sabia que em Syene (atual Assuán, sul do Egito), o sol do meio-dia no solstício de verão caía logo em cima: não havia sombra e o reflexo do Sol chegava ao fundo dos poços.
No entanto, em Alexandria, que f**a ao norte, nesse mesmo dia e à mesma hora, os objetos projetavam uma sombra. Essa diferença só poderia ser explicada se a superfície da Terra fosse curva.
Então Eratóstenes fez uma experiência: cravou uma vara vertical (um gnomon) no solo de Alexandria e, ao meio-dia do solstício, mediu o ângulo da sombra projetada. Obtenha um ângulo próximo de 7,2°, que é 1/50 de um círculo completo (360°).
Com essa informação, ele fez um projeto brilhante:
Se 7,2° equivalesse à distância entre Syene e Alexandria (aproximadamente 800 km segundo as estimativas da época), então multiplicando essa distância por 50, obteria as funcionalidades totais da Terra.
Resultado: aproximadamente 40.000 km.
O número real hoje em dia é de 40.075 km, o que é uma margem de erro mínima, especialmente se considerarmos que o fez sem satélites, relógios atômicos ou calculadoras, além de outros fatores.
04/05/2026
# ✊🏿 ELE RECUSOU A LIBERDADE QUANDO OFERECIDA — PORQUE SÓ ACEITARIA A LIBERDADE DE TODOS! A HISTÓRIA QUE O BRASIL PRECISA LEMBRAR! 🇧🇷🔥
Num país onde milhares viviam acorrentados, um homem construiu no meio da mata uma nação inteira de pessoas livres. **Zumbi dos Palmares não fugiu da escravidão — ele a destruiu.** 💪🏿
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🌿 **O Quilombo dos Palmares — uma nação dentro do Brasil:**
No século XVII, no interior de Alagoas, existia algo que os colonizadores portugueses jamais imaginaram ser possível: uma **república livre e organizada de africanos escravizados e seus descendentes.** O Quilombo dos Palmares chegou a abrigar mais de **30.000 pessoas** — com agricultura própria, sistema de governo, justiça e defesa militar. Uma civilização paralela construída com as próprias mãos no coração da mata. 🏘️
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👑 **Quem era Zumbi:**
Nascido livre no Quilombo por volta de **1655**, Zumbi foi capturado ainda criança e entregue a um padre português que o batizou e o ensinou a ler e escrever em latim e português. Aos 15 anos, fugiu e voltou para Palmares — escolhendo a luta pela liberdade em vez da vida confortável que poderia ter tido. Em 1678, quando o governador ofereceu ao líder Ganga Zumba um acordo de paz com **liberdade apenas para os nascidos livres**, Zumbi **recusou.** Liberdade pela metade não era liberdade. ✊🏿
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⚔️ **A resistência que durou décadas:**
Por anos, Zumbi liderou a defesa de Palmares contra **17 expedições militares** enviadas pelos portugueses. Com estratégia, conhecimento do terreno e uma determinação inabalável, resistiu ao exército colonial repetidas vezes — usando técnicas de guerrilha que anteciparam séculos de táticas militares modernas. 🗡️
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💔 **A traição e o fim — 20 de novembro de 1695:**
Traído por um companheiro, Zumbi foi localizado e morto em **20 de novembro de 1695.** Sua cabeça foi exposta publicamente pelos portugueses como aviso — um ato que revelava mais o tamanho do medo que ele causava do que qualquer vitória militar. Queriam apagar sua memória. **Falharam completamente.** 🖤
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🌟 **O legado imortal:**
O **20 de novembro** é hoje o **Dia da Consciência Negra no Brasil** — feriado nacional que celebra a resistência, a cultura e a contribuição do povo negro à construção do país. Zumbi não viveu para ver a abolição, mas sua l
04/05/2026
📚 Por trás de grandes momentos da história do Brasil, existem nomes que nem sempre receberam o reconhecimento que merecem. Um desses nomes é o de Dandara dos Palmares.
🕰️ Dandara viveu no século XVII e fez parte do Quilombo dos Palmares, uma das maiores comunidades formadas por pessoas que fugiam da escravidão. Palmares não era apenas um refúgio, mas uma sociedade organizada, com cultura, trabalho e formas próprias de convivência.
⚔️ Dentro desse contexto, Dandara teve um papel essencial. Ela participou da organização da comunidade e também da defesa do território, ajudando a manter Palmares por décadas diante de diversas ameaças externas. Sua atuação mostra que a construção dessa história não foi feita apenas por homens, mas também por mulheres fortes e atuantes.
👥 Ao lado de Zumbi dos Palmares, Dandara contribuiu para a resistência e para a busca por liberdade em um período marcado por profundas desigualdades. Palmares se tornou um símbolo dessa luta e permanece como referência até hoje.
📖 Durante muito tempo, a história de Dandara recebeu menos destaque nos registros oficiais. No entanto, estudos mais recentes têm ampliado o reconhecimento de sua importância, mostrando o papel fundamental que ela desempenhou.
💭 Sua trajetória representa coragem, liderança e a busca por dignidade. Conhecer histórias como essa é essencial para entender melhor o passado do Brasil e valorizar todas as pessoas que contribuíram para sua construção.
👉 A história não é feita apenas pelos nomes mais conhecidos — muitas vezes, ela também é construída por aqueles que quase foram esquecidos.
💬 Você já conhecia a história de Dandara dos Palmares?
📲 Siga a página para descobrir mais histórias reais, curiosidades e fatos que marcaram o Brasil e o mundo!
📚 Por trás de grandes momentos da história do Brasil, existem nomes que nem sempre receberam o reconhecimento que merecem. Um desses nomes é o de Dandara dos Palmares.
🕰️ Dandara viveu no século XVII e fez parte do Quilombo dos Palmares, uma das maiores comunidades formadas por pessoas que fugiam da escravidão. Palmares não era apenas um refúgio, mas uma sociedade organizada, com cultura, trabalho e formas próprias de convivência.
⚔️ Dentro desse contexto, Dandara teve um papel essencial. Ela participou da organização da comunidade e também da defesa do território, ajudando a manter Palmares por décadas diante de diversas ameaças externas. Sua atuação mostra que a construção dessa história não foi feita apenas por homens, mas também por mulheres fortes e atuantes.
👥 Ao lado de Zumbi dos Palmares, Dandara contribuiu para a resistência e para a busca por liberdade em um período marcado por profundas desigualdades. Palmares se tornou um símbolo dessa luta e permanece como referência até hoje.
📖 Durante muito tempo, a história de Dandara recebeu menos destaque nos registros oficiais. No entanto, estudos mais recentes têm ampliado o reconhecimento de sua importância, mostrando o papel fundamental que ela desempenhou.
💭 Sua trajetória representa coragem, liderança e a busca por dignidade. Conhecer histórias como essa é essencial para entender melhor o passado do Brasil e valorizar todas as pessoas que contribuíram para sua construção.
👉 A história não é feita apenas pelos nomes mais conhecidos — muitas vezes, ela também é construída por aqueles que quase foram esquecidos.
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02/05/2026
Cursinho pré Enem no IERN todos os sábados
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