15/11/2015
"[...] não acredito que a tarefa do poeta seja sempre e primordialmente a de promover uma revolução na linguagem. Não seria desejável, mesmo que isso fosse possível, viver num estado de perpétua revolução: o anseio pela permanente novidade da dicção e da métrica é tão pernicioso quanto uma obstinada aderência a linguagem de nossos avós. Há tempos em que se explora e tempos em que se cultiva o território conquistado". (T. S. Eliot em "De Poesia e Poetas", p. 51, 1991).
NA FOTO, GERAÇÕES SE MISTURAM NO FLORES DO MAIS. Da esquerda para à direita: Gabrielle Dal Molin, Leonam Cunha, Ayrton Alves, Moacir Amâncio, Carlos Gurgel, Marize Castro (coordenadora do projeto), Anchella Monte, David Raphael Araújo da Fé e Jóis Alberto.