Ciência para Todos

Ciência para Todos Projeto/educação

Programa de extensão desenvolvido pela Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) e da Secretaria Estadual de Educação e Cultura SEEC RN, com o objetivo de estimular o desenvolvimento de trabalhos científicos por alunos do ensino básico sob orientação de seus professores.

10/03/2026

Hoje o Semiárido Potiguar foi palco de algo que vai muito além de um evento: foi um encontro de histórias, sonhos e trajetórias que mostram a força das meninas e mulheres que fazem ciência acontecer.

O Meninas e Mulheres na Ciência do Semiárido Potiguar reuniu pesquisadoras, estudantes, professoras e jovens curiosas que carregam a mesma inquietação: compreender o mundo e transformá-lo através do conhecimento. Em cada fala, em cada apresentação e em cada troca de experiências, ficou evidente que a ciência ganha mais força quando é diversa, quando abre espaço e quando inspira novas gerações.

Ver meninas ocupando esses espaços, fazendo perguntas, apresentando pesquisas e descobrindo que também podem ser cientistas é um lembrete poderoso de que o futuro da ciência começa agora, nas salas de aula, nos laboratórios e na curiosidade de cada jovem que decide investigar, experimentar e aprender.

Que encontros como esse continuem fortalecendo caminhos, ampliando oportunidades e mostrando que a ciência do Semiárido também é construída por mulheres que pesquisam, inovam e inspiram.

Você já imaginou tratar dores crônicas usando tecnologia de jogos em realidade virtual? 🎮🧠Pesquisadores da Universidade ...
09/03/2026

Você já imaginou tratar dores crônicas usando tecnologia de jogos em realidade virtual? 🎮🧠

Pesquisadores da Universidade de East Anglia (UEA), no Reino Unido, estão desenvolvendo um projeto que investiga se a realidade virtual (VR) pode ajudar no alívio de dores crônicas — um problema que afeta até 50% da população britânica.

A proposta usa fones de VR que funcionam como uma espécie de interface cérebro–computador, permitindo que os participantes controlem elementos do jogo usando apenas a mente. A experiência é totalmente imersiva e interativa.

Segundo o médico e pesquisador Dr. Jordan Tsigarides, a realidade virtual “inunda” o cérebro com estímulos audiovisuais, envolvendo os sentidos e desviando a atenção dos sinais de dor. Estudos já indicam redução significativa da dor aguda, e agora os cientistas querem entender se o mesmo pode acontecer com a dor crônica.

Esse tipo de pesquisa mostra como ciência, tecnologia e saúde podem se unir para criar soluções inovadoras e melhorar a qualidade de vida.
O futuro do tratamento da dor pode estar mais próximo do que imaginamos. 🔬✨

O Ciência para Todos homenageia e agradece a todas que transformam o mundo por meio do conhecimento.Feliz Dia da Mulher!...
08/03/2026

O Ciência para Todos homenageia e agradece a todas que transformam o mundo por meio do conhecimento.
Feliz Dia da Mulher! 🌸

Um momento de troca, aprendizado e muita inspiração! Fortalecer quem ensina é um passo essencial para levar a ciência ca...
04/03/2026

Um momento de troca, aprendizado e muita inspiração! Fortalecer quem ensina é um passo essencial para levar a ciência cada vez mais longe.

A ciência se multiplica quando é compartilhada. 💙✨

Meninas e Mulheres na Ciência do Semiárido Potiguar 💜Um dia de diálogo, oficinas e inspiração para fortalecer o protagon...
28/02/2026

Meninas e Mulheres na Ciência do Semiárido Potiguar 💜

Um dia de diálogo, oficinas e inspiração para fortalecer o protagonismo feminino na ciência.

📅 10 de março de 2026
📍 UFERSA – Mossoró/RN

🔗 As inscrições já estão abertas. Garanta sua vaga!

Com a popularização das inteligências artificiais, muitas pessoas passaram a usá-las como principal fonte de pesquisa. M...
26/02/2026

Com a popularização das inteligências artificiais, muitas pessoas passaram a usá-las como principal fonte de pesquisa. Mas um novo estudo levanta um alerta importante sobre como aprendemos.

Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia e da Universidade do Novo México analisaram mais de 10 mil participantes em sete experimentos diferentes. Eles compararam pessoas que pesquisaram informações usando ferramentas de IA com aquelas que utilizaram a busca tradicional do Google.

O resultado foi consistente:
✔️ usuários de IA encontraram respostas mais rápidas
❌ mas desenvolveram um conhecimento mais superficial

Quem pesquisou por links na web teve contato com conteúdos mais variados, aprofundados e com maior diversidade de fontes. Além disso, os participantes que usaram IA produziram textos mais curtos, com menos referências e menor originalidade.

Em um experimento final, avaliadores independentes consideraram os conteúdos gerados a partir de buscas com IA menos confiáveis e menos recomendáveis.

Os pesquisadores destacam que o estudo não condena o uso da IA, mas reforça a necessidade de uso consciente e crítico. A tecnologia pode ajudar, mas aprender de verdade ainda exige leitura, comparação de fontes e reflexão.

A ciência mostra: a forma como buscamos informação faz diferença no que aprendemos. 📚✨

🚨 É AMANHÃ! 🚨No dia 25/02, das 19h30 às 21h30, acontece o Curso Pitch da Pré-FEBRACE (on-line)!          Inovação Criati...
24/02/2026

🚨 É AMANHÃ! 🚨

No dia 25/02, das 19h30 às 21h30, acontece o Curso Pitch da Pré-FEBRACE (on-line)!

Inovação Criatividade FeiraDeCiências

24/02/2026

A ciência, a educação e a cultura indígena se encontram em um jogo educativo criado por pesquisadores brasileiros.A Univ...
23/02/2026

A ciência, a educação e a cultura indígena se encontram em um jogo educativo criado por pesquisadores brasileiros.

A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) lançou o game “Eli e a Queda do Céu em Território Yanomami”, uma ferramenta pedagógica pensada para apoiar o ensino da história e da cultura indígena nas escolas.

O jogo acompanha a jornada de um menino Yanomami que enfrenta seres malignos para proteger a Floresta Amazônica, abordando temas ambientais, culturais e espirituais dos povos originários. A narrativa dialoga com a obra “A Queda do Céu”, de Davi Kopenawa e Bruce Albert, mas apresenta personagens e história próprios, desenvolvidos especialmente para o público infantil.

Para garantir uma representação respeitosa, o projeto foi construído a partir de pesquisas sobre a cultura Yanomami. O visual colorido e os personagens amigáveis ajudam a aproximar crianças de temas importantes como preservação ambiental, identidade cultural e respeito aos povos indígenas.

Iniciativas como essa mostram como a tecnologia pode ser uma aliada da educação e da valorização da diversidade cultural brasileira. 🌎✨

Ficar uma semana longe das redes sociais pode trazer benefícios reais para a saúde mental — ao menos para algumas pessoa...
19/02/2026

Ficar uma semana longe das redes sociais pode trazer benefícios reais para a saúde mental — ao menos para algumas pessoas.

Um estudo publicado na revista JAMA Network Open acompanhou 295 jovens adultos, entre 18 e 24 anos, que reduziram voluntariamente o uso de mídias sociais por uma semana. O tempo médio caiu de quase duas horas para cerca de 30 minutos por dia.

Após o período, os participantes relataram:
📉 redução de 16% nos sintomas de ansiedade
📉 queda de quase 25% nos sintomas de depressão
😴 diminuição de 14% nos sintomas de insônia

Os pesquisadores destacam que o benefício parece estar ligado à redução de comportamentos problemáticos, como uso compulsivo e comparação social negativa — e não apenas ao tempo total de tela.

Ao mesmo tempo, os próprios autores alertam: o estudo não prova que o “detox digital” seja um tratamento definitivo. Os participantes se voluntariaram, os efeitos variaram bastante entre indivíduos e os resultados devem ser interpretados com cautela.

Ainda assim, especialistas veem as pausas digitais como uma estratégia simples, gratuita e potencialmente útil, especialmente como complemento a outros cuidados com a saúde mental.

A ciência mostra que não é só quanto tempo passamos online que importa, mas como usamos as redes — e quando escolhemos dar uma pausa. 🧠✨

Estudos em neurociência mostram que, ao reconhecer um avanço — mesmo simples — o cérebro ativa o sistema de recompensa e...
16/02/2026

Estudos em neurociência mostram que, ao reconhecer um avanço — mesmo simples — o cérebro ativa o sistema de recompensa e libera dopamina, neurotransmissor ligado ao prazer, ao aprendizado e à motivação. Esse processo cria um ciclo positivo, aumentando a disposição para continuar avançando.

A dopamina responde não só à conquista final, mas ao progresso diário. Valorizar pequenas metas reduz o desgaste emocional e torna objetivos de longo prazo mais sustentáveis.

A psicologia também alerta para o chamado dilema da chegada: quando só grandes resultados são valorizados, surge frustração constante, mesmo diante de avanços reais. Reconhecer cada etapa permite viver o sucesso no presente.

Além disso, teorias psicológicas mostram que pequenos acontecimentos positivos no dia a dia fortalecem o engajamento, o bem-estar e a autoconfiança. Pesquisadores como Albert Bandura destacam que essas microconquistas aumentam a autoeficácia, a crença na própria capacidade de enfrentar desafios.

Celebrar pequenas vitórias:
✔️ mantém a motivação
✔️ reduz a ansiedade
✔️ fortalece a saúde mental
✔️ transforma o caminho em parte do sucesso

A ciência confirma: cada passo importa. 🧠✨

Endereço

Rua Joaquim Nabuco
Mossoró, RN
59600-300

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