12/02/2026
Hoje precisei exercer algo que é direito de qualquer cidadã: buscar esclarecimentos sobre um serviço público essencial.
Minha filha, de 15 anos, estudante da ETEC, saiu da escola às 12h50 e permaneceu aproximadamente 1 hora aguardando o ônibus em frente à unidade, sob sol intenso. Outros alunos também estavam na mesma situação.
Em uma cidade litorânea, onde as temperaturas são elevadas, e considerando que muitos pontos de ônibus não possuem cobertura adequada, essa realidade expõe estudantes, trabalhadores e idosos a condições que poderiam ser evitadas com planejamento e organização.
O transporte público não é favor — é um serviço essencial.
Ao tentar identificar o setor responsável pela gestão do transporte, entrei em contato com a Prefeitura. Fui atendida inicialmente pela secretaria, posteriormente direcionada à Ouvidoria, onde conversei com o senhor Rogério, e depois orientada a procurar o senhor Andrés. Até o momento, sigo sem uma informação clara sobre quem responde formalmente pela pasta e quais medidas estão sendo adotadas para que situações como essa não se repitam.
Não busquei justificativas sobre gestões anteriores ou questões administrativas. Busquei apenas uma resposta objetiva sobre responsabilidade e providências.
Estamos falando de estudantes, trabalhadores, pessoas com mobilidade reduzida e cidadãos que dependem do transporte público para cumprir seus compromissos diários.
Deixo aqui, de forma respeitosa, um pedido de posicionamento e de ações concretas por parte da gestão municipal.
Como mãe, contribuinte e cidadã atenta aos direitos da população, aguardarei um retorno oficial e continuarei acompanhando as providências que forem adotadas, porque serviços públicos eficientes não são privilégios — são dever da administração e direito de todos.