Projeto que busca propiciar momentos de formação na área da deficiência para professores, pais e alunos a respeito da Educação Especial e Inclusão Escolar. Dra.
O Projeto Educação Especial e Tecnologia Assistiva: formação de professores e processos criativos para inclusão escolar é uma iniciativa do Programa Universidade Sem Fronteiras, da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, em parceria com o Programa Multidisciplinar de Pesquisa e Apoio à Pessoa com Deficiência e Necessidades Educativas Especiais - PROPAE, da Universidade Estad
ual de Maringá. O objetivo do projeto é proporcionar aos professores da educação básica conhecimentos teórico-metodológicos para o atendimento educacional de alunos com deficiência e dificuldades de aprendizagem. Nossas ações envolvem oficinas para professores em Semanas Pedagógicas, encontros com pais e alunos e execução de um curso de formação para 37 professoras e profissionais da educação da Rede Estadual e Secretarias de Educação dos municípios de Sarandi, Paiçandu e Mandaguaçu, que atuam direta e indiretamente com a deficiência e a inclusão escolar. Nossa equipe é coordenada pela Prof. Sonia Mari Shima Barroco, do departamento de Psicologia da UEM, as psicólogas Beatriz Vieira e Daiane Neves e a estagiária do 5º ano de Psicologia Débora Santos. Atualmente, contamos com a parceria com psicóloga mestra Norbelly Cuellar, vinda da Colômbia. O norte do projeto é a prerrogativa de que todos podem aprender, compreendendo que isso só é possível em contato com o outro e com a ampliação das oportunidades de acesso ao conhecimento e ao que a humanidade produziu de mais elaborado. Partindo dos estudos de L. S. Vigotski e continuadores da Teoria Histórico-Cultural, entendemos que a partir do conhecimento sobre o papel dos processos educativos para a humanização de pessoas com ou sem deficiência, passa pela instrumentalização dos professores que atuam com os mais diversos contextos de aprendizagem. Estimular processos criativos dos professores, elaborar estratégias de ensinagem e desenvolver mediações de qualidade é o que consiste a verdadeira luta na educação em tempos de exclusão e precarização do trabalho docente. Sendo a educação a fonte da humanização, a inclusão passa pelo olhar para além da dimensão negativa da deficiência, como mera “falta” de habilidades, e sim como potencialidade para desenvolver NOVAS habilidades.
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