10/11/2021
Máscara cirúrgica antiviral desenvolvida pela empresa Golden Technology, em parceria com o Instituto de Química (IQ-USP),
10 de novembro de 2021
Te**es feitos na USP comprovam que Phitta Mask também inativa as variantes Delta, P1 e P2, além da cepa original. Produto pode ser usado por 12 horas e permite um descarte descontaminado de vírus e bactérias.
Uma máscara cirúrgica antiviral testada no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), a Phitta Mask, mostrou 99% de eficácia na eliminação das variantes Delta, P1 e P2 do coronavírus – a única do mercado com esse diferencial. Desenvolvida pela empresa Golden Technology, em parceria com o Instituto de Química (IQ-USP), a máscara é aprovada pela Anvisa e já havia sido testada para a cepa original do vírus.
Com tecnologia brasileira e pioneira no mundo, a máscara é recoberta com um princípio ativo denominado Phtalox, derivado do corante ftalocianina, que age como uma "água oxigenada": a substância interage com o oxigênio no tecido, tornando-o mais reativo. Assim, quando o coronavírus entra em contato com a máscara, por meio de gotículas ou aerossol, a sua camada superficial é oxidada.
"É um mecanismo semelhante à ação do álcool 70%: o produto destrói a camada superficial do coronavírus, o que é suficiente para inativá-lo. O vírus adere ao tecido e é destruído em frações de segundos", explica o virologista Edison Durigon, coordenador do Laboratório de Virologia Clínica e Molecular e responsável pelos te**es.
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https://pfarma.com.br/coronavirus/7091-icb-usp-atesta-eficacia-de-mascara-cirurgica-antiviral-que-protege-contra-a-variante-delta.html