23/01/2026
Quando a professora Martha Bauermann abriu a primeira unidade do Kumon em Marechal Cândido Rondon, há 30 anos, não imaginava que o mundo mudaria tanto com a tecnologia, mas que, ainda assim, o método simples de papel e lápis continuaria atual.
Também não imaginava que o sonho de oferecer uma orientação individualizada aos seus alunos chegaria à terceira geração da família.
Hoje, quem está à frente da unidade é o seu filho, Rafael Bauermann, que praticamente cresceu dentro do Kumon. “Desde os cinco anos faço parte deste universo. Estudei, trabalhei e agora sou o orientador”, conta.
O entusiasmo pelo método segue no pequeno Vicente, que aos dois anos e meio, já arrisca as primeiras lições.
O método aplicado na unidade de Marechal Cândido Rondon segue fielmente a filosofia que tornou o Kumon uma referência mundial, ou seja, estudo individualizado, materiais autodidatas e um percurso de avanço gradual, que começa pela base e evolui até conteúdos mais complexos.
A proposta é permitir que cada aluno explore ao máximo o seu próprio potencial, construindo conhecimento de forma sólida e contínua.
Apesar de muitas pessoas associarem o Kumon ao público infantil, Rafael destaca que o método é indicado para todas as idades.
“Normalmente, começamos a atender alunos a partir dos três anos, mas não existe uma idade certa para iniciar. Assim que a criança demonstra capacidade para realizar as atividades, já pode ingressar no programa. E o mesmo vale para jovens e adultos”, explica.
O ritmo de cada estudante é outro ponto fundamental. Não há comparação entre alunos, apenas acompanhamento individual.
“Cada pessoa tem seu tempo de aprendizagem, suas facilidades, dificuldades e até disciplinas favoritas. O material é feito para que o aluno avance apenas quando domina de verdade o conteúdo”, afirma.
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