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Nesta sexta-feira (10), enquanto ainda se recupera do procedimento cirúrgico, Maria do Socorro foi surpreendida com uma ...
16/09/2021

Nesta sexta-feira (10), enquanto ainda se recupera do procedimento cirúrgico, Maria do Socorro foi surpreendida com uma sobremesa especial após o almoço. “Eu fiquei muito feliz. Estava sentindo falta, e não esperava poder voltar a tomar açaí antes de voltar para casa”, contou a paciente.

Referência em cardiologia, nefrologia e psiquiatria no Pará, o Hospital de Clínicas vem experimentando a oferta de açaí aos pacientes com o objetivo de favorecer a adesão ao tratamento, a partir do resgate de memórias afetivas despertadas pelo alimento, o que influencia também em outros resultados positivos, além do ganho nutricional. 

A experiência mais recente havia sido feita com crianças na Clínica Pediátrica. Desta vez, os beneficiados foram pacientes em tratamento nas unidades de Terapia Intensiva (UTIs) adulta e coronoriana. Assim como na primeira vez, a oferta do açaí foi feita de acordo com uma avaliação multiprofissional de cada paciente e do estágio do tratamento.

Recurso no tratamento - “Alguns pacientes estão conosco há mais de uma semana, e o nosso objetivo é que eles possam retornar o quanto antes à rotina de alimentação normal, de forma segura e dentro das condições de cada um.

Usamos o açaí como recurso para que eles possam entender a alimentação como parte do tratamento, evitando o retorno ao uso de dispositivos auxiliares, como sondas, para isso”, explicou a fonoaudióloga Karina Sayumi.
Responsável pelo setor de Nutrição no HC, Lorena Cunha detalhou os diferentes benefícios do uso do açaí no tratamento dos pacientes e os projetos futuros de ampliar a oferta do alimento, de acordo com as restrições de cada paciente.

“Além de garantir uma alimentação regionalizada, com memórias afetivas que proporcionam prazer e satisfação, do ponto de vista nutricional é um alimento rico em fibras, cálcio, vitaminas e proteínas vegetais, com alto poder antioxidante, e auxilia no fortalecimento do sistema imunológico. Por isso, estamos com o objetivo de continuar ampliando essa oferta do açaí como sobremesa, sempre de acordo com as restrições de cada paciente”, acrescentou a nutricionista.

Fonte: Agência Pará

⚠️ Atenção ⚠️Passe para o lado e veja a informação.
23/08/2021

⚠️ Atenção ⚠️
Passe para o lado e veja a informação.

Quais são as diferenças entre as vacinas contra Covid-19 que estão sendo aplicadas no Brasil?Vacinar-se é um ato necessá...
09/07/2021

Quais são as diferenças entre as vacinas contra Covid-19 que estão sendo aplicadas no Brasil?

Vacinar-se é um ato necessário para a proteção individual e coletiva. Por meio dele, algumas doenças já foram erradicadas, como a varíola e a poliomielite. E, apesar de nenhuma vacina ser 100% eficaz, hoje a imunização é essencial para prevenir óbitos, casos graves da Covid-19 e para conter a pandemia. 

Quatro vacinas contra a doença já receberam autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso no Brasil: CoronaVac, vacina do Butantan produzida em parceria com a biofarmacêutica chinesa Sinovac, e os imunizantes das empresas AstraZeneca, Pfizer e Janssen; mas somente as três primeiras estão sendo utilizadas no Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, até o momento. 

CoronaVac
A vacina do Butantan utiliza a tecnologia de vírus inativado (morto), uma técnica consolidada há anos e amplamente estudada. Ao ser injetado no organismo, esse vírus não é capaz de causar doença, mas induz uma resposta imunológica. Os ensaios clínicos da CoronaVac no Brasil foram realizados exclusivamente com profissionais da saúde, ou seja, pessoas com alta exposição ao vírus.

AstraZeneca
Foi desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a universidade de Oxford. No Brasil, é produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A tecnologia empregada é o uso do chamado vetor viral. O adenovírus, que infecta chimpanzés, é manipulado geneticamente para que seja inserido o gene da proteína “Spike” (proteína “S”) do Sars-CoV-2. 

Pfizer
O imunizante da farmacêutica Pfizer em parceria com o laboratório BioNTech se baseia na tecnologia de RNA mensageiro, ou mRNA. O RNA mensageiro sintético dá as instruções ao organismo para a produção de proteínas encontradas na superfície do novo coronavírus, que estimulam a resposta do sistema imune.
Janssen
Do grupo Johnson & Johnson, a vacina do laboratório Janssen é aplicada em apenas uma dose, mas ainda não está disponível no Brasil. Assim como o imunizante da Astrazeneca, também se utiliza da tecnologia de vetor viral, baseado em um tipo específico de adenovírus que foi geneticamente modificado para não

"Sangue dourado" soa elegante, mas quem tem esse tipo sanguíneo corre mais riscos que a maioria da população em situaçõe...
30/05/2021

"Sangue dourado" soa elegante, mas quem tem esse tipo sanguíneo corre mais riscos que a maioria da população em situações de vida ou morte.

Para entender do que se trata é preciso analisar a classificação dos grupos sanguíneos. Os glóbulos vermelhos que formam o sangue estão cobertos de proteínas chamadas de antígenos.
O sangue tipo A tem antígenos A, o sangue B tem antígenos B, o sangue AB tem antígenos de ambos e o tipo O, nenhum dos dois.

Os glóbulos vermelhos também têm outro tipo de antígeno, o chamado RhD, que é parte de uma família formada por 61 antígenos tipo Rh. Quando o sangue tem RhD, é de tipo positivo. Quando não tem, é tipo negativo.
É assim que se formam os tipos de sangue mais comuns: A+, A-, B+, B-, AB+, AB-, O+, O-.

O tipo de sangue é vital no momento de uma transfusão.

Se uma pessoa é do grupo negativo e recebe sangue de um doador positivo, seus anticorpos vão reagir ao detectar células incompatíveis com seu sangue, o que pode ser fatal.
Com base nessa mesma lógica os portadores de sangue O- são considerados os doadores universais. Como seus glóbulos vermelhos não têm antígenos A, B, nem RhD, o sangue pode mesclar-se com outro tipo sem ser rechaçado como agente estranho.

Tesouro perigoso

Entre todas as possíveis combinações, o sangue Rh nulo é o mais raro.

Um tipo de sangue é Rh nulo quando seus glóbulos vermelhos não tem nenhum tipo de antígeno Rh.
Segundo a explicação de Penny Bailey no Mosaic, um portal de investigação biomédica, este tipo de sangue foi detectado pela primeira vez em 1961 em uma mulher australiana. Desde então, só foram registrados 43 casos de pessoas com Rh nulo no mundo todo.

Esse tipo de sangue é adquirido de maneira hereditária, segundo explicou à BBC Mundo Natalia Villarroya, médica especialista em hematologia da Universidade Nacional da Colômbia.
"Pai e mãe devem ser portadores dessa mutação", afirma.

Trata-se de um tipo sanguíneo tão precioso e raro que, ainda que os bancos de sangue sejam anônimos, houve casos de cientistas que conseguiram rastrear os doadores para pedir amostras para investigações científicas.

Fonte: TERRA.COM

Linhagem é a quarta classificada pela Organização Mundial da Saúde como “variante de preocupação”. Primeiros casos foram...
27/05/2021

Linhagem é a quarta classificada pela Organização Mundial da Saúde como “variante de preocupação”. Primeiros casos foram registrados no Brasil nesta semana.

A linhagem B.1.617 do novo coronavírus foi detectada pela primeira vez na Índia em outubro de 2020. A cepa, que já está presente em 66 países, chegou ao Brasil nesta semana.

Embora esteja sendo chamada de “variante indiana”, a Organização Mundial da Saúde (OMS) não identifica vírus ou variantes com o nome de países, mas sim com termos técnicos, de modo a evitar o estigma sobre uma população.

O surgimento de uma nova variante do SARS-CoV-2 é motivo de preocupação entre a comunidade científica global, que se desdobra para responder diferentes questões como a possibilidade de ampliação da capacidade de transmissão, de aumento da letalidade e redução da eficácia das vacinas desenvolvidas contra a Covid-19.
Especialistas consultados pela CNN explicam o que já se sabe e o que permanece incerto sobre a variante B.1.617.

Primeiros casos identificados no Brasil

Os primeiros casos da variante no país foram notificados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) à Secretaria de Estado da Saúde do Maranhão. No dia 16 de maio, equipes do Laboratório Central de Saúde Pública do estado (LACEN) realizaram a coleta de amostras de 24 tripulantes do navio MV Shandong Da Zhi, ancorado na costa de São Luís.

A quarta variante de preocupação

A OMS classificou a linhagem B.1.617 como uma “variante de preocupação” (VOC – Variant of Concern, em inglês) há uma semana. Ela é a quarta a receber essa caracterização, junto com as variantes P.1, identificada em Manaus, B.1.1.7, do Reino Unido, e B.1.351 ou 501.V2, da África do Sul.
A inclusão das cepas nessa classificação considera evidências que incluem o aumento da transmissibilidade, o agravamento da doença, a redução significativa na neutralização por anticorpos produzidos pela infecção ou induzidos pela vacinação, a eficácia reduzida das vacinas ou falhas na detecção pelo diagnóstico.

Fonte: CNN BRASIL

Ler aí 😉
20/05/2021

Ler aí 😉

O que comemos e o modo como produzimos os alimentos provoca impactos ambientais importantes a serem considerados, princi...
11/05/2021

O que comemos e o modo como produzimos os alimentos provoca impactos ambientais importantes a serem considerados, principalmente diante da crise climática vivenciada em todo mundo. Vários estudos têm investigado esses impactos, porém pouca atenção parece ser dada à contribuição do processamento de alimentos nisso tudo.

Por isso, um grupo de pesquisadores publicou um artigo na revista científica The Lancet Planetary Health, apresentando uma gama de fatores pelos quais os alimentos ultraprocessados interferem no meio ambiente, na sustentabilidade ambiental e consequentemente na nossa saúde.

Os ultraprocessados são alimentos e bebidas que passam por processos industriais, geralmente envolvendo a adição de açúcares, gorduras e aditivos alimentares (estabilizantes, emulsificantes, conservantes, corantes etc.). Biscoitos recheados, balas, salgadinhos e macarrão instantâneo são alguns exemplos de ultraprocessados.
Esses alimentos são convenientes, atrativos, poupam tempo, usam ingredientes de baixo custo, têm alta durabilidade e, pela combinação de gorduras, açúcares e aditivos alimentares, tornam-se hiperpalatáveis.

Se de um lado temos conveniência e praticidade, de outro, a produção em larga escala e o alto consumo de alimentos ultraprocessados provocam impactos no meio ambiente e na nossa saúde que são destacados pelos autores do comentário:

Muitos alimentos ultraprocessados contêm óleos de palma e soja, cuja alta produção exige o desmatamento de vastas áreas verdes com efeitos negativos para o meio ambiente;

O uso de aditivos alimentares nos ultraprocessados são autorizados por órgãos reguladores, mas frequentemente seus efeitos são controversos. Existem evidências de que alguns possam levar a um consumo alimentar excessivo, contribuindo para o risco de desenvolver doenças crônicas, e danos ambientais, por impulsionar uma produção de alimentos cada vez maior.

Ultraprocessados necessitam de embalagens que geram resíduos para o meio ambiente. Muitas delas contêm compostos que podem ser carcinogênicos e provocar desregulações hormonais, como o bisfenol A.

Fonte: UOL

Na vida real também pode haver monstros. E, certamente, nem precisam ser grandes. Um dos bichos mais temidos e respeitad...
10/05/2021

Na vida real também pode haver monstros. E, certamente, nem precisam ser grandes. Um dos bichos mais temidos e respeitados, por exemplo, é a ar**ha. Fáceis de serem encontradas e nem sempre perigosas, as ar**has fazem parte de nossas vidas. Sendo assim, ficar por dentro dessas curiosidades sobre ar**has ajudarão a entender os detalhes.

– Ao contrário do que lendas urbanas dizem, as ar**has não entram nas bocas das pessoas enquanto elas dormem.

– As famosas ar**has viúvas negras se chamam assim, pois devoram os machos após acasalar. O veneno delas pode ser até 15 vezes mais forte do que o de uma cascavel.

– As teias de ar**ha estão entre as substâncias naturais mais resistentes. Proporcionalmente falando, as teias, em suma, são cinco vezes mais resistentes do que o aço.

– As ar**has comem as próprias teias, pois isso ajuda a consumir proteínas gastas para fazê-las. Um tipo de reciclagem.

– O único continente sem ar**has no mundo é a Antártica.

– Algumas tarântulas podem viver até 20 anos. Mas a maioria das ar**has vive apenas cerca de um ano.

– As formigas espantam ar**has, mas o motivo é mais curioso do que pode parecer. Isso acontece devido a um coquetel químico, com um ácido específico, que afastam os aracnídeos.

– Há um tipo de ar**ha tão grande que se alimenta de pássaros. Em resumo, estamos falando de um monstro peludo e cheio de patas que nos arranca arrepios mesmo em fotos.

Fonte: CURIOSIDADES.COM

Pesquisadores do Salk Institute, nos EUA, demonstraram exatamente como o coronavírus danifica e ataca vasos sanguíneosEm...
05/05/2021

Pesquisadores do Salk Institute, nos EUA, demonstraram exatamente como o coronavírus danifica e ataca vasos sanguíneos

Embora seja transmitida pela via respiratória, a covid-19 é uma doença vascular, concluíram cientistas do Salk Institute e da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos.
Em um artigo publicado na sexta-feira (30) na revista científica Circulation Research, da AHA (Associação Americana do Coração), os pesquisadores conseguiram comprovar, em nível celular, como o coronavírus SARS-CoV-2, que causa a covid-19, danifica e ataca o sistema vascular.

"Isso poderia explicar por que algumas pessoas têm derrames e por que algumas pessoas têm problemas em outras partes do corpo. O que há de comum entre eles é que todos têm bases vasculares", explica o coautor sênior do estudo, o professor Uri Manor.

A proteína de pico do coronavírus (spike), localizada na coroa dele, tem um papel crucial nos danos das células que revestem a parte interna dos vasos sanguíneos.

Durante o estudo, o grupo criou um pseudovírus que continha a proteína spike, mas sem vírus real. Eles, então, expuseram animais a ao pseudovírus e constataram que a proteína de pico sozinha é capaz de causar doenças.
As amostras de tecido mostraram inflamação nas células endoteliais que revestem as paredes da artéria pulmonar.

Estudos anteriores já mostravam um efeito semelhante diante do contato com o SARS-CoV-2 inteiro. Mas este é o primeiro trabalho a mostrar isoladamente o papel da proteína spike.
Essa proteína é a que o coronavírus usa para se ligar aos receptores das células humanas, chamados de ACE2.

As variantes mais transmissíveis que surgiram recentemente em vários lugares do mundo, inclusive no Brasil, apresentam mutações significativas nessa proteína, tornando a ligação com as células humanas mais fácil para o vírus.

Por isso, afirma Manor, "outros estudos com proteínas de pico mutantes também fornecerão uma nova visão sobre a infecciosidade e gravidade dos vírus SARS CoV-2 mutantes.

Fonte: PORTAL R7

Comenta aí nos comentários se estamos falando de Lamarck ou Darwin.Só acho que Lamarck se sentiu convidado para esta con...
02/05/2021

Comenta aí nos comentários se estamos falando de Lamarck ou Darwin.
Só acho que Lamarck se sentiu convidado para esta conversa. 🤣🤣



   ()・・・Ontem a Anvisa reprovou a importação da vacina Sputnik V. A decisão foi baseada em uma análise extremamente crit...
27/04/2021

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Ontem a Anvisa reprovou a importação da vacina Sputnik V. A decisão foi baseada em uma análise extremamente criteriosa, que identificou a falta de dados completos sobre eficácia e efeitos adversos, além de falhas graves no processo de fabricação da vacina, o que afeta a segurança.

🔸 Importante lembrar essa decisão NÃO significa que a vacina não seja boa. Significa que, nesse momento, com os dados apresentados, não é possível garantir a eficácia e a segurança da vacina. Espero que eles apresentem os dados completos e esclareçam as inconsistências. As outras vacinas da COVID, como a Coronavac e a AstraZeneca, também foram aprovadas com dados incompletos, porém eles eram suficientes para garantir a segurança, o que, infelizmente, não está acontecendo com a Sputnik.

🔹 Precisamos sim de vacinas, mas elas tem que ser seguras!

Aumento nas emissões de carbono pode reduzir em 12% volume de chuvas em 9 paises da Amazônia, diz estudo.A elevação dos ...
26/04/2021

Aumento nas emissões de carbono pode reduzir em 12% volume de chuvas em 9 paises da Amazônia, diz estudo.

A elevação dos níveis de gás carbônico (CO2) na atmosfera mundial pode causar uma queda anual de 12% no volume de chuvas nos 9 países que compõem o bioma amazônico nas próximas décadas, se o aumento não for urgentemente controlado.

É o que apontou um estudo internacional publicado na revista "Biogeosciences" por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Técnica de Munique e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

De acordo com os cientistas, uma alta de 50% nos níveis de gás carbônico (CO2) pode ter um efeito na diminuição das chuvas similar ou até mesmo maior ao da substituição de 100% da mata por pastagens, o que equivaleria ao desmatamento total, e diminuiria a precipitação em valores muito acima da variação natural de 5% entre um ano e outro.

Os resultados chamam a atenção para a necessidade de medidas globais e regionais urgentes para conter as emissões de CO2, causadas, sobretudo, pela atividade industrial, transportes e geração de energias não limpas, por exemplo.

Além disso, com a diminuição da transpiração das árvores, por causa excesso do CO2, a temperatura média pode ter um aumento de até dois graus, uma vez que há menos gotículas de água para amenizar o calor.

Fonte: G1

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Marabá, PA

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