Nação Contábil

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Futuros contadores

31/05/2017

CARTILHA ENSINA A EMPREENDEDOR A DESENVOLVER PROPRIO NEGOCIO E A SE REGULARIZAR

O Ministério do Trabalho lança nesta terça-feira (30) a Cartilha do Microempreendedor Individual (MEI) , publicação que aborda as formas de empreendedorismo e ensina como o interessado em desenvolver seu próprio negócio pode se regularizar. A cartilha tem 24 páginas e foi escrita em uma linguagem simples e acessível.

LINK DA CARTILHA
http://trabalho.gov.br/images/Documentos/ASCOM/cartilha-do-microempreendedor-individual.pdf

trabalho.gov.br

Photos 11/04/2017

Excel Avançado - Planilhas Inteligentes

Conteúdo:
1 - Acesso do teclado à faixa de opções e uso das teclas de atalho;
2 - Classif**ar e filtrar dados de modo personalizado;
3 - Trabalhando com as principais funções individualmente e em conjunto umas com outras;
4 - Formatação condicional com datas, ícones, entre outras opções;
5 - Uso de planilhas no formato “TABELA” e seus recursos;
6 - Filtro avançado;
7 - Converter texto para colunas;
8 - Remover duplicatas;
9 - Validação de dados;
10 - Tabela e gráfico dinâmico;
11 - Hiperlinks;
12 - Vinculação e proteção de pastas de trabalho, planilhas e células;
13 - Uso de controles da guia desenvolvedor;
14 - Gravação, Edição e Exclusão de Macros. (Programação em VBA não será abordado).

Mais informações: 92 98147-6324

Photos 04/03/2016

Brasileiro trabalhou 151 dias em 2015 para pagar impostos

Em 15 anos a carga tributária brasileira saltou de R$ 0,35 trilhão em 2000 para R$ 2,00 trilhões em dezembro de 2015.

Em 15 anos a carga tributária brasileira saltou de R$ 0,35 trilhão em 2000 para R$ 2,00 trilhões em dezembro de 2015.
Um aumento de 467,5% no período, o que corresponde a um aumento na arrecadação efetiva de 11,5% por ano, segundo cálculo do Instituto Assaf com base nos dados do Impostômetro.

Na década de 1970, 76 eram os dias médios trabalhados por ano somente para pagar tributos. Na década de 1980, esses dias subiram para 77, e na década de 1990 para 102 dias trabalhados em média.
Já em 2015 foram necessários 151 dias em média trabalhados para pagar impostos, ou seja, até 31 de maio (5 meses) para pagar os impostos.

Segundo dados do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) em países como Dinamarca, considerando a mesma metodologia, é necessário trabalhar por 176 dias.
Os outros países nos quais se trabalha mais para pagar impostos do que no Brasil são a França, onde é necessário trabalhar por 171 dias, seguido de Suécia (163 dias) e Noruega (157 dias).


Em contrapartida, na Argentina é preciso trabalhar menos, ou 141 dias, e na Alemanha, são necessários 139 dias. Os canadenses trabalham apenas 130 dias para pagar impostos e os japoneses, 124 dias. Nos Estados Unidos esse número é ainda menor: 98 dias, assim como no Chile (94 dias) e no México (91 dias).
A carga tributária sobre o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas do país) em 2004 era de 33,19%. Já em 2014, esse número subiu para 35,42% do PIB.

Photos 02/03/2016

Receita tem regra mais rígida para profissionais liberais

Está aberta a temporada para acertar as contas com o Leão. É que a partir desta terça até o dia 29 de abril podem ser entregues as declarações do Imposto de Renda 2016, referentes aos rendimentos obtidos no ano passado. As regras da Receita Federal para a declaração deste ano f**aram mais rígidas para vários profissionais liberais com o objetivo de reduzir a sonegação, ressalta o professor de ciências contábeis do Mackenzie, Jocineiro Oliveira dos Santos. É que profissionais da saúde – médicos, psicólogos, odontólogos, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais – e advogados terão de especif**ar quanto receberam de cada cliente mês a mês.
Outra mudança é que quem tem dependente ou pessoa que recebe pensão alimentícia, com idade a partir de 14 anos terá de providenciar os respectivos CPFs, caso não tenham. É que sem esse documento, não será possível enviar a declaração ao Fisco.
No caso dos profissionais liberais, o objetivo da mudança é reduzir a quantidade de pessoas que caem na malha fina. Em 2015, 20% das retenções tinham relação com despesas médicas. “Quem declarar corretamente os gastos com saúde, mesmo que sejam valores altos, não será mais incomodado”, ressalta o diretor de estudos técnicos do Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional), Wagner Vaz.

Photos 28/02/2016

Proposta aumenta multa para empresa que descumprir cotas para deficientes

Tramita na Câmara dos Deputados o projeto de lei (PL 752/15), de autoria do deputado Alfredo Nascimento (PR-AM), que altera os valores das multas para as empresas que descumprirem o percentual mínimo de cargos destinados a pessoas com deficiência.

Pedro França/Agência Senado

Alfredo Nascimento: a lei não tem sido suficiente para alterar a precária inserção da pessoa com deficiência no mercado

O projeto altera a Lei sobre Planos de Benefícios da Previdência Social (Lei 8.213/91), também conhecida como lei de cotas para pessoas com deficiência.
De acordo com o projeto, a infração à lei poderá gerar multa entre R$ 1.812,87 a R$ 181.284,63, dependendo da quantidade de empregados da empresa. Atualmente, a lei prevê multa entre R$ 636,17 e R$ 63.617,35.

O montante total arrecadado será destinado ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para ações de treinamento, qualif**ação e inserção do trabalhador com deficiência no mercado de trabalho.

"Percebe-se que a lei não tem sido suficiente para alterar o quadro da precária inserção da pessoa com deficiência no mercado de trabalho. Nosso objetivo é modif**ar a realidade da contratação de trabalhadores com deficiência por meio da imposição de multas às empresas que não cumprirem as cotas legais de contratação", afirmou o deputado.

Atualmente a legislação exige um percentual mínimo de vagas destinadas a pessoas com algum tipo de deficiência: ? até 200 empregados - 2% do total de empregados; de 201 a 500 - 3% do total de empregados; 501 a 1.000 - 4% do total de empregados; 1.000 em diante - 5% do total de empregados.
Dificuldade de inserção De acordo com o Censo de 2010, aproximadamente 24% da população brasileira declararam possuir alguma deficiência. Entretanto, dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) , para o ano de 2012, citados pelo parlamentar, indicam que somente 0,7% dos vínculos empregatícios formais são ocupados por pessoas com deficiência.

"Percebe-se que a lei não tem sido suficiente para alterar o quadro da precária inserção da pessoa com deficiência no mercado de trabalho", finalizou.
Tramitação O projeto é de caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:
PL-752/2015

Fonte: Agência Câmara

Photos 28/02/2016

As situações em que a demissão é proibida por lei

Diversas situações podem resultar em estabilidade no emprego. Algumas são decorrentes de uma condição especial em que o funcionário se encontra. Por exemplo: a estabilidade conferida à empregada gestante e ao empregado que sofreu acidente do trabalho e recebeu auxílio-doença acidentário. Já outras têm origem em alguma posição ocupada pelo funcionário que justifique essa espécie de garantia.

Exemplos desse segundo caso são: a estabilidade do dirigente sindical, do membro da C**A, do representante no Conselho Curador do FGTS, do representante do Conselho Nacional de Previdência Social, dos empregados eleitos diretores de sociedades cooperativas e dos membros da Comissão de Conciliação Prévia.
Há ainda uma estabilidade mais específ**a chamada decenal. Explicando: antes da Constituição Federal de 1988 era possível que o trabalhador optasse entre aderir ao FGTS ou adquirir estabilidade após 10 anos de serviço. A Constituição Federal acabou com essa opção, tornando o regime do FGTS o único existente, no entanto, os trabalhadores que já tinham adquirido a estabilidade à época a mantiveram.

Por fim, além dessas hipóteses previstas na lei, é possível que convenção ou acordo coletivo de trabalho preveja outras hipóteses de estabilidade para cada categoria representada.

Resposta de Marcelo Mascaro Nascimento, sócio do escritório Mascaro Nascimento Advocacia Trabalhista e diretor do Núcleo Mascaro

Fonte: Exame.com

Photos 09/12/2015

Novo Código Comercial: CFC apresenta proposta para projeto

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) vem acompanhando, desde 2012, a tramitação do Projeto de Lei 1.572/2011, que institui o novo Código Comercial. A entidade preparou um documento com considerações sobre o texto que está tramitando na Câmara dos Deputados. O principal objetivo é garantir a prerrogativa do CFC como órgão normatizador da contabilidade brasileira. As sugestões serão entregues ao presidente da comissão especial que analisa o projeto, deputado Laércio Oliveira (SD-SE), e para o relator, José Francisco Paes Landim (PTB-PI), durante a edição de dezembro do Projeto Quintas do Saber, nesta quarta-feira.

O Código Comercial vigente é de 1850 e não contempla as transformações vividas pela sociedade e pela área. Desde 2002, boa parte do direito comercial, como hoje o código é conhecido, é regido pelo Código Civil Brasileiro, e apenas as leis aplicadas ao direito marítimo ainda estão vigentes. Segundo o autor do projeto, deputado Vicente Cândido (PT-SP), contudo, isso não signif**a que código comercial contemple as necessidades dessa área. De acordo com Laércio Oliveira, os objetivos do texto são desburocratizar, baratear custo, aumentar segurança jurídica e fomentar o ambiente de negócios brasileiro.

A proposta a ser apresentada pelo CFC sugere alterações em 23 artigos, que na maior parte aponta apenas adequação de redação para que o novo código respeite as legislações já aprovadas e em vigor.

– Nossa maior preocupação é que o código respeite as regras já existentes, reconheça o papel normatizador do CFC e, de fato, abranja a modernização pela qual passou a contabilidade – afirma o conselheiro do CFC João Altair Caetano dos Santos, integrante da comissão do Conselho para Estudo e Acompanhamento da Aprovação do Novo Código Comercial Brasileiro (Ceaanccb). (Com Monitor Mercantil)

Mobile uploads 02/10/2015

RH e contabilidade precisam caminhar juntos

Diferentemente do papel que desempenhava em outros tempos, o contador é hoje mais do que alguém responsável pelas guias de pagamento das empresas e pelo cálculo de Imposto de Renda. Muito além de tudo isso, o profissional contábil exerce hoje uma função estratégica nos negócios que ultrapassa até mesmo os limites da gestão ao fornecer dados para as tomadas de decisão de seus clientes.

Uma das barreiras quebradas e tomadas pela contabilidade é a área de Recursos Humanos. Há muitas situações em que as duas áreas precisam trabalhar em total sinergia — até mesmo para mensurar quanto vale um funcionário —, e o conhecimento do profissional faz toda a diferença nessa hora. Confira 5 situações em que RH e contabilidade precisam atuar em conjunto:

Demissões

Esse cálculo é de suma importância ao trabalhador, já que por meio dele ele pode fazer seu planejamento para se manter financeiramente até a recolocação no mercado — e não sair lesado da empresa. Para isso, o contador deve ter em mãos o saldo de salários, o décimo terceiro, férias (proporcionais ou vencidas), aviso prévio, multa e FGTS. O profissional de RH deve transmitir a ele todos os dados necessários para a feitura dos cálculos.

Caso tenha sido o funcionário que pediu demissão, a multa de 40% sobre o FGTS passa a não existir, bem como o funcionário f**a impossibilitado de sacá-lo. Casos de justa causa também têm regras próprias. Essas e outras informações, assim como mudanças de legislação ou tributárias devem estar na ordem do dia do contador.

Aposentadorias

Trabalhando de forma proativa, o contador não só conhece as regras para aposentadoria para orientação do RH, como também pode servir de consultor para os cálculos de uma transição mais tranquila quando esse momento se aproxima. O teto máximo estipulado pela Previdência é de pouco mais de R$ 4 mil, mas o contador pode sugerir planos de previdência privada como complemento.

Acertos

Folha de pagamentos, incidência de impostos e descontos, cálculos de horas extras e adicionais noturnos. Esses são apenas alguns dos acertos que a contabilidade faz para a área de Recursos Humanos de uma empresa, com a ressalva de ter o cuidado de verif**ar se a legislação trabalhista está sendo cumprida. Cabe ao contador fazer esses cálculos e entregá-los prontos ao RH, que, por sua vez, repassa ao funcionário.

Benefícios

Vales-transporte, alimentação ou refeição estão sujeitos aos acordos feitos entre as empresas e seus contratados. Como cada empresa tem a sua política, os cálculos podem variar. Por exemplo, há empresas que dão o vale-refeição referente aos dias trabalhados, descontando quando o funcionário trabalha em um evento específico onde há alimentação no local, por exemplo. Outras oferecem o benefício de forma contínua, independente das exceções.

Investimento no capital humano

Todo o investimento feito nos recursos humanos da empresa deve ser contabilizado. Saber quanto vale o capital humano é necessário para que a empresa se programe em tomadas de decisões que envolvam a contratação, desenvolvimento, treinamento, alocação ou mesmo recompensas baseadas em meritocracia — o que envolve também o preço subjetivo da motivação do funcionário. Dentro desse contexto, é preciso medir ainda os custos que o RH têm para fazer tudo isso, mensurando o valor econômico em todos os aspectos.

27/08/2015

CRCMT:curso de elaboração de trabalhos científicos atrai 300 participantes

POSTADO POR: COMUNICAÇÃO CFC
Cerca de 300 pessoas lotaram o auditório Luzia Guimarães, nesta quarta-feira (19 de agosto), para o evento “Como Elaborar Trabalhos Científicos”, realizado pelo Conselho Regional de Contabilidade de Mato Grosso (CRCMT), por meio da Câmara de Desenvolvimento Profissional e da Comissão Jovens Lideranças Contábeis. Ministrado pela pós-doutora e docente da UFMT campus Rondonópolis, Sofia Inês Niveiros, o minicurso abordou as especificidades de monografias, trabalhos de conclusão de curso (TCCs), teses e artigos científicos.

crcmt

Na abertura a presidente do CRCMT, Silvia Cavalcante, ressaltou a grande participação de acadêmicos, tanto de graduação como de pós-graduação, além de enaltecer a presença da professora, que veio de Rondonópolis especialmente para o curso. “A Sofia Niveiros é um desses presentes que nós ganhamos na militância da Contabilidade”, frisou. A contadora também destacou o ineditismo da iniciativa. “É muito importante este tema. Para nós é inovador. Nunca tivemos um treinamento como este. Com certeza será o primeiro de vários”, garantiu.

Sofia Niveiros, que é formada em Ciências Contábeis pela Universidade Federal de Santa Catarina, tem mestrado e doutorado em Engenharia de Produção, além pós-doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento, dividiu a aula em três partes. Primeiro fez uma introdução, explicando o que são de monografias, TCCs e artigos científicos. Depois aprofundou a abordagem em cada um desses itens, que têm características específ**as. “Ninguém vai sair com uma monografia pronta, mas vai sair sabendo o que deve ir em cada item”, brincou. Ao final falou sobre os artigos científicos.

A professora alertou que, como existem muitos detalhes a serem observados em cada um deles, é preciso f**ar muito atento. “Tem critérios científicos. Por exemplo, como elaborar uma pergunta científ**a. Um problema científico tem que levar a um raciocínio. Se não tenho nada para pesquisar, então não vou fazer nada. Eu tenho uma pergunta que vai nortear o meu trabalho e ela tem que nos levar a um raciocínio”, disse.

Doação – Durante o evento foram arrecadados aproximadamente 300 quilos de alimentos que serão doados através do Programa de Voluntariado da Classe Contábil a uma instituição beneficente.

Por Pau e Prosa Comunicação

Photos 17/08/2015

Gerente Contábil é o mais procurado

Atualmente, no mercado de trabalho, diversas empresas encontram dificuldades para preencher algumas vagas de trabalho. O principal motivo é que, em determinados setores, faltam profissionais qualif**ados. Mas isso não é culpa apenas dos profissionais que não se qualif**am, mas sim da dinâmica do mercado.

O mercado cresceu rapidamente e não deu tempo de formar pessoas. Muitos setores do país f**aram muito tempo abandonados e hoje estão em fase de crescimento expressivo. Com isso, faltam profissionais para trabalhar. Podemos afirmar que a dificuldade das empresas é maior quanto mais específ**a for a vaga. Uma das saídas encontradas pelos empregadores foi se aliar as universidades.

Setores em que sobram vagas

Segundo os especialistas, entre os profissionais mais difíceis de serem encontrados estão:

Gerente de Contabilidade: a exigência das empresas é que este profissional tenha conhecimento fluente na língua inglesa e saiba as normas que padronizam os procedimentos contábeis em nível internacional, conhecida como IFRS (International Financial Reporting Standards).

Profissional da Área de Logística: as empresas buscam pessoas que tenham conhecimento em todos os modais da Logística. Não basta apenas conhecer um modal, como o ferroviário ou rodoviário. A exigência está associada ao fato delas quererem expandir seus negócios dentro do País, principalmente o Nordeste, Norte e Centro-Oeste.

Gerente Industrial: o profissional solicitado, além de ter conhecimento técnico, tem de ter conhecimento na gestão de pessoas. Este perfil é necessário porque dentro das indústrias existem profissionais que estão para se aposentar e também os recém-formados e nem sempre a convivência entre as gerações é tranquila. Cabe a este gerente saber motivar os colaboradores mais experientes e tirar o que há de melhor dos mais novos.

Especialistas em meio ambiente: a responsabilidade ambiental das organizações e a preocupação em seguir a legislação ambiental tem feito com que as empresas busquem pessoas que entendam do assunto. Entre os profissionais que têm ocupado este cargo estão os geógrafos, que durante muito tempo f**aram apenas nas salas de aula.

Engenheiro(s): faltam engenheiros em todas as especialidades. Atualmente, o Brasil forma de 30 a 35 mil engenheiros por ano, mas a demanda é de 60 mil. Como a profissão é fundamental para o desenvolvimento do País, algumas empresas estão importando engenheiros.

Profissionais da Construção Civil: faltam pessoas em vários níveis da Construção Civil porque a atividade está aquecida devido aos eventos esportivos que acontecerão no País (Olimpíada), além de obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), entre outros. A estimativa é que o setor precisará de 800 mil profissionais até 2016.

Profissionais da área de Energia: o problema de falta de pessoas nesta área está associado ao fato do setor pedir uma formação muito específ**a, que tem se agravado com o avanço da tecnologia.

Profissionais da Área de Óleo e Gás: o setor permanecerá aquecido nos próximos anos devido as operações do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro) e o Pré-Sal. Com esta expansão, faltam pessoas que tenham conhecimento específico, já que anteriormente, a área não demandava tanta mão de obra.

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