Neurosaber aprendendo a ser Psicopedagogia Clínica Institucional

Neurosaber aprendendo a ser Psicopedagogia Clínica Institucional

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Atendimento Psicopedagogico no consultório e domiciliar. Atendo idosos ,adolescentes e crianças a (Marcos 10:13-16)

“Depois disso algumas mães trouxeram suas crianças para que Jesus tocasse nelas e as abençoasse, mas os discípulos as repreendiam, dizendo-lhes que não o incomodassem. Mas quando Jesus viu o que estava acontecendo, ficou muito indignado com os discípulos e lhes disse: “Deixem que as crianças venham a mim, porque o Reino de Deus pertence àqueles que são semelhantes a uma criança. Eu lhes digo a ver

Photos 13/06/2016

Aprender a esperar.

Na vida atual, a velocidade está dada! Não se espera, se faz, se corre! Em geral, as crianças têm sido educadas para serem atendidas imediatamente em todos seus desejos e necessidades. Porém, saber esperar e desenvolver a paciência ajuda as crianças a viverem melhor e em menos conflito. A única saída é fazer que as crianças aprendam a esperar. "Os pais podem estabelecer metas e determinar datas especiais para presentes e/ou realização dos desejos e cumpri-las! Pais que sabem esperar são excelentes modelos para os filhos!"

Uma maneira preciosa de se exercitar a espera. "Em uma escola, por exemplo, há de se pegar fila em uma cantina e esperar para ser atendido pelo professor em inúmeras situações. As famílias devem se esforçar para conscientizar que seus filhos não são os únicos no mundo. Combinar o quanto e o quando cada filho vai ter seu espaço, ao invés de tentar suprir o desejo de todos ao mesmo tempo pode ser um caminho. É muito saudável a criança entender que os pais têm outros interesses. Desse modo, ela aprende não só a esperar, mas percebe que, além dela, há outras realidades."

Photos from Neurosaber aprendendo a ser Psicopedagogia Clínica Institucional's post 13/06/2016

Como ocorre a intervenção psicopedagógica ?
O psicopedagogo pode atuar de duas formas

A intervenção do psicopedagogo pode ser de forma preventiva, a qual detecta as dificuldades e promove sugestões metodológicas, orientação vocacional, educacional e ocupacional ou de forma terapêutica. Seja em escolas, identif**ando alunos com dificuldades ou em hospitais, elaborando diagnósticos das pessoas internadas. Também pode trabalhar em centros comunitários, em consultórios ou orientando pessoas quanto ao processo de aprendizagem. Ademais, áreas como treinamento, educação continuada e acompanhamento de pessoas com deficiência, aumentaram a demanda de psicopedagogo no meio empresarial. Em contrapartida, numa linha terapêutica a função é tratar a dificuldade de aprendizagem, diagnosticando e desenvolvendo técnicas remediativas.

A partir do estudo da origem da dificuldade em aprender, o psicopedagogo desenvolve atividades que estimulam as funções cognitivas que não estão ativadas no paciente e a questão afetiva e social. O psicopedagogo contribui para a construção da autonomia e independência, através da relação com “como eu aprendo” e “como me relaciono com o saber”. Durante as sessões com o psicopedagogo, os recursos como jogos, livros e computador, tem a finalidade de descobrir os estilos de aprendizagem do paciente: ritmos, hábitos adquiridos, motivações, ansiedades, defesas e conflitos em relação ao aprender. O psicopedagogo tem a função de auxiliar o indivíduo que não aprende a se encontrar nesse processo, além de ajudá-lo a desenvolver habilidades para isso.

Quando existe a dificuldade para articular o “eu” e o “outro”, signif**a falta de autonomia para a aprendizagem, acontece uma discrepância entre o corpo, o pensamento e a emoção. Se você não tem facilidade de interação, tem a sensação de estar ameaçado quando está em grupo, necessita da intervenção do psicopedagogo. Quando a pessoa se sente excluída, precisa de uma equipe estruturada para ajudá-lo com as questões cognitivas, sócio-afetivas e com a autoconfiança.

Caso você precise de uma equipe interdisciplinar, entre em contato com o Centro Psicopedagógico Apoio. Nós atuamos com excelência na prevenção das dificuldades de aprendizagem, a partir de um enfoque transdiciplinar. Realizamos atendimento psicológico, psicopedagógico, psicanalítico...

Photos from Neurosaber aprendendo a ser Psicopedagogia Clínica Institucional's post 20/05/2016

A hiperatividade está associada ao déficit de atenção?
Saiba mais sobre o TDAH, seus sintomas e tratamentos.

Quem não tem um filho, sobrinho, afilhado ou até mesmo vizinho que não para quieto? Naturalmente, as crianças já são arteiras e desatentas, mas pode ser uma tarefa difícil saber o limite entre as características próprias da idade e o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Muitos se questionam se a hiperatividade está associada ao déficit de atenção. Quando se fala em hiperatividade, há dois sintomas agregados: a hiperatividade propriamente dita e a impulsividade. A hiperatividade na criança está relacionada à motricidade, aos movimentos. Ou seja, é a criança agitada, que não consegue parar quieta, como diz o ditado, com o bicho carpinteiro. Estes se machucam com mais frequência, sofrem mais acidentes por serem intempestivas, não tem paciência, interrompem e se intrometem nas conversas. Por outro lado, a impulsividade está caracterizada pelo agir sem pensar, dificuldade de autocontrole. Para essas pessoas, o ditado popular é invertido: “Faz primeiro, pensa depois”! O controle da impulsividade está relacionado à capacidade de inibir os impulsos, da mesma maneira como a capacidade de concentração está baseada em inibir as distrações. Déficits funcionais em áreas cerebrais, especialmente pré-frontais, são as alterações orgânicas comumente encontradas no TDAH, que podem originar tanto sintomas de distração quanto de hiperatividade e impulsividade. A síndrome do TDAH tem esses dois sintomas básicos, porém quais desses sintomas irão se manifestar ou predominar, varia caso a caso. Em boa parte das ocorrências, os dois estão presentes.

Quando a criança vai crescendo, o nível de exigência sobre ela vai aumentando, por exemplo, com as tarefas escolares, boa nota nas provas, atividade física, alimentação correta. É a partir do momento em que ela vai à escola que o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade f**a mais evidente. A criança não consegue acompanhar a turma, tem dificuldade em prestar atenção no professor e em realizar as tarefas. Muitos não são bem quistos pelos colegas de turma e tem dificuldade de relacionamento. Existem casos que possivelmente são contornados com medidas pedagógicas e outros que exigem o uso de medicamentos. Alguns sinais podem anunciar o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. Quanto antes o problema for diagnosticado e tratado, melhor para o indivíduo que sofre com preconceito, br**cadeiras maldosas dos colegas, assim ele se relacionará com as pessoas que o cercam.

Fique atento aos sintomas:

– agitação (esfregar mãos ou pés, se contorcer na cadeira, balançar objetos…);

– distrair-se facilmente com outros estímulos;
– dificuldade em permanecer sentado;

– realizar com frequência atividades perigosas sem pensar nas consequências;

– parece não escutar o que é dito;

– interromper as pessoas;

– perder materiais necessários para as tarefas ou atividades;

– dificuldade em br**car tranquilo, com uma coisa apenas;

– deixa uma tarefa incompleta para realizar outra;

– problema em manter-se atento às atividades lúdicas;

– não aguenta esperar a sua vez em algum jogo ou tarefa em grupo.

Mas não se desespere! A hiperatividade, a impulsividade, o déficit de atenção, podem ser tratados com uma equipe interdisciplinar de psicopedagogos, psicólogos para que a criança consiga se conhecer, se entender melhor e se desenvolver sem prejuízos. Tanto é possível que o TDAH não impeça a pessoa de ser bem sucedida que abaixo temos alguns exemplos de famosos portadores de TDAH...

Photos from Neurosaber aprendendo a ser Psicopedagogia Clínica Institucional's post 03/04/2016

Que fazer quando seu filho não gosta do professor

Especialistas explicam como deve ser a conversa da família com a criança, com o educador e com a escola.

O diálogo é a melhor saída quando seu filho tem problemas com um professor

A criança chega em casa chateada, jogando a mochila no chão e reclamando da escola. Você ouve que o professor não gosta do seu filho ou que seu filho não gosta do professor. A reação natural de qualquer pai é f**ar alarmado. Mas é preciso tentar manter a calma. A forma como você lida com a situação pode tornar as coisas muito melhores ou muito piores. Procurar uma resolução pacíf**a garante o melhor resultado para a vida escolar do seu filho, já que uma boa relação entre o aluno e o professor é um dos fatores que mais influenciam na aprendizagem, segundo a psicóloga e pedagoga Neide Saisi, da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

Especial Importância do Professor
Matérias especiais para você entender a importância do professor na sala de aula e como valorizar essa profissão.Tanto adultos quanto adolescentes e crianças só aceitam que outra pessoa os ensine quando existe uma relação de confiança. "A pessoa só aprende com aqueles a quem ela delegou o direito de ensinar. E ela só dá esse direito a quem ela confia. É um processo inconsciente", explica a pedagoga. E para estabelecer essa confiança, primeiro é preciso criar um laço afetivo. A relação de afeto é fundamental principalmente nos primeiros anos de escola. Se a convivência com o professor é ruim, o aluno começa a rejeitar o processo de aprendizagem e se torna indócil e desinteressado. Por extensão, ele deixa de gostar da escola. "Ela deixa de ser um fato de desenvolvimento e aprendizado e passa ser um local de punição", diz Saisi.

Seu filho tem dificuldades nos estudos, notas baixas ou simplesmente tem mostrado o desejo de não ir para a escola? Vale a pena perguntar como anda o relacionamento dele com os professores. Nem sempre crianças e adolescentes deixam claro como é essa relação e os pais acabam não percebendo que esse é um dos fatores do problema.

A boa notícia é que na maioria das vezes é possível resolver o conflito por meio do diálogo. "Basta os dois lados estarem abertos", diz a psicóloga Sueli Conte, autora do livro "Bastidores de uma Escola" (Editora Gente) e atual diretora do Colégio Renovação, em São Paulo. Segundo ela, o primeiro passo é descobrir qual a origem da desavença, que pode ser resultado tanto do comportamento da criança ou até mesmo do docente. "O professor é um ser humano, ele também erra", explica Neide Saisi. Classes lotadas, estresse, problemas emocionais... Tudo isso pode levar o educador a ter atitudes inadequadas. "Mas normalmente ele é bem intencionado e está disposto a se corrigir se perceber se agiu de forma injusta", afirma Sueli Conte.

As especialistas dão quinze dicas para você resolver o problema do seu filho com o professor da melhor forma possível e garantir que a experiência dele na escola seja prazerosa e educativa.
Todo mundo pode se enganar ao julgar o caráter dos outros. Crianças e adolescentes estão ainda mais sujeitos a se deixarem levar pelas emoções. "Eles podem interpretar a atitude do professor de forma errada", diz a psicóloga Sueli Conte. Antes de achar que o educador é um carrasco, ao menos leve em conta essa possibilidade. Acalme seu filho e peça para ele explicar melhor a situação.

Muitas vezes o aluno cria rancor do professor simplesmente porque não consegue entender o que ele está explicando. "Para existir afeto entre os dois, o mestre precisa respeitar o nível de desenvolvimento do aluno e sua personalidade", explica a psicopedagoga Alunos tímidos, por exemplo, podem acabar recebendo menos atenção e sentirem-se rejeitados. Tente entender qual a origem do conflito para estar preparado quando for conversar com o professor e com a escola.

Se o aluno tem alguma defasagem de ensino ou dificuldade natural com uma disciplina específ**a, pode transferir o sentimento negativo para quem ministra a matéria. "Se não gosta do assunto, a criança ou adolescente também tende a ser mais indisciplinado, e consequentemente, mais repreendido", diz a psicopedagoga Neide Saisi, da PUC-SP. Nesse caso, explique a importância de aprender aquela disciplina, tente ajudá-lo com as tarefas e converse com a escola para que ele receba reforço. Aulas particulares também podem ajudar.

Pode ser que ele não seja indisciplinado em casa, mas tenda a ultrapassar os limites na escola. Nem sempre as crianças se comportam da mesma forma nos dois ambientes. "Se a criança tem atitudes rebeldes e desafiadoras na sala de aula, a família tem de tentar resolver essa questão em casa"Mas não pergunte se ele fez algo de errado, isso pode parecer uma acusação. Peça a ele para pensar em quais atitudes poderiam estar deixando o professor bravo e ajude-o modif**ar esse comportamento...

Photos from Neurosaber aprendendo a ser Psicopedagogia Clínica Institucional's post 14/03/2016

MEDIAÇÃO NO AMBIENTE ESCOLAR

Atuar no ambiente escolar, dentro da sala e demais dependências da escola,e também nos passeios extras (fora da escola) que ocorrerem dentro do horário da mediação.Ser assíduo e pontual, respeitando os horários, as regras e normas da instituição escolar onde faz a mediação.Ser discreto e profissional evitando envolver-se em assuntos que não dizem respeito ao trabalho de mediação.Lembrar sempre que o que ocorre no ambiente escolar deve ser compartilhado e discutido apenas com os profissionais envolvidos, equipe pedagógica e terapeutas responsáveis pela orientação.Solicitar apoio e supervisão da equipe responsável sempre que sentir necessidade, evitando passar problemas e dificuldades pertinentes à mediação aos responsáveis.Avisar com antecedência, sempre que possível, caso precise faltar para que a equipe terapêutica possa decidir junto à escola e aos responsáveis qual o procedimento indicado.Vestir-se adequadamente, utilizando sempre roupas que possibilitem uma fácil movimentação; evitar usar saias, shorts, blusas decotadas, sandálias, sapatos com salto, relógio, anéis, brincos grandes, colares, pulseiras e unhas grandes que possam vir a machucar a criança.Estabelecer um contato diário com o responsável (família), caso necessário utilizar uma agenda ou um caderno “leva e trás”, para que ambos possam trocar informações sobre o dia a dia da criança.Entregar os registros semanais e mensais pontualmente, participando das supervisões, grupos de estudo e treinamentos com as terapeutas responsáveis.Conversar com o professor explicando, sempre que necessário, os porquês dos procedimentos e intervenções realizados no ambiente escolar.Entrar em contato com os terapeutas responsáveis caso perceba a necessidade de uma reunião extra com o professor ou equipe pedagógica.Manter sempre a atenção da criança voltada para as ordens e informações dadas pelo professor.Orientar o grupo de colegas da sala a não valorizar ou mesmo ignorar as estereotipias e outros comportamentos inadequados.Atuar no momento da entrada ou saída escolar, direcionando a criança ao grupo e ensinando-a como se comportar naquele momento, estimulando o cumprimento da rotina e das ordens dadas pela professora.Durante o recreio mediar à relação da criança com os seus colegas nas br**cadeiras e situações sociais.Dirigir-se com a criança ao banheiro, caso haja necessidade, auxiliando-a em seus hábitos de higiene promovendo assim maior independência e autonomia. Caso exista na escola um profissional específico para auxiliar os alunos nesse momento, o mediador estará apenas por perto, intervindo caso ocorra algum conflito ou dificuldade entre eles.Manter-se sempre junto ao grupo e ao professor de sala, cumprindo, dentro do possível, toda a rotina e as atividades pedagógicas.Atuar em parceria com o professor dentro de sala de aula.

Situações de mediação:
Sociais / Comportamentais

Mediar às situações sociais ensinando a criança como participar, compartilhar e interagir no grupo.Minimizar a tendência da criança ao isolamento social, facilitando sua interação.Ensinar a criança a abordar o outro na tentativa de interação, estimulando o contato visual e a utilização dos cumprimentos usuais.Desviar a atenção da criança das manias, rituais e atividades repetitivas e estereotipadas.Intervir adequadamente nas reações comportamentais drásticas diante de mudanças na rotina ou no ambiente escolar.Ensinar a criança a olhar para o grupo e a observar o comportamento das outras crianças estimulando a imitação. O mediador pode direcionar o olhar da criança apenas falando ao seu ouvido ou mesmo virando seu rosto e corpo delicadamente para onde estão os outros.Observar detalhadamente cada situação, com o objetivo de prevenir comportamentos inadequados, antecipando verbalmente ou através de informações visuais o que vai acontecer.Minimizar e intervir em situações que causam desconforto sensorial, explicando o ocorrido.Ensinar a criança a se acalmar, e, caso necessário, levá-la a um ambiente mais tranqüilo.Usar histórias ou representações para explicar soluções e possibilidades de ações em situações sociais específ**as.Estimular a empatia, o vínculo e o prazer no convívio social.Encorajar a criança a solicitar ajuda do professor ou dos próprios colegas.Evitar o acesso aos objetos ou materiais que fazem parte dos interesses restritos da criança e que a afastam do grupo ou das atividades propostas.Aproveitar, dentro do possível, os interesses restritos da criança tornando-os uma fonte motivadora de contato social.Tornar a vida da criança previsível através da estruturação de rotinas, reduzindo o imprevisível que muitas vezes geram birras e/ou comportamentos inadequados.Organizar, sempre que necessário, a seqüência das atividades diárias através de informações visuais (cartões com fotos, desenhos ou imagens) para reduzir o nível de ansiedade da criança.Ensinar noção de tempo, utilizando um relógio, um calendário de fácil compreensão ou a através da própria organização da rotina.Sempre que possível, ensinar a criança a se colocar no lugar do outro, refletindo também sobre o pensamento e os sentimentos das pessoas. Estimular a criança, após uma situação de conflito, a refletir como o seu comportamento ou atitude atingiu o grupo, um colega ou professor especif**amente, orientando-a a pedir desculpas, caso haja necessidade.Estimular a criança a refletir sempre sobre estratégias alternativas para resolver determinada situação.Ensinar as habilidades sociais de como se apresentar, como pedir algo e como se expressar em determinadas situações sociais.Oferecer o reforço positivo (verbal ou gestual) sempre que a criança apresentar um comportamento correto e adequado. Ignorar, corrigir ou redirecionar um comportamento incorreto ou inadequado. Sempre que necessário dizer para a criança o que se espera dela em cada situação.Auxiliar a criança no desenvolvimento de sua autonomia, iniciativa e compreensão daquilo que está fazendo ou do que precisa fazer.

Comunicação / Linguagem

Estimular o apontar e o olhar para o que o outro aponta ou fala.Estimular a imitação dos movimentos, sons e atividades.Estimular o “triangular do olhar”, ou seja, olhar para a pessoa e para o objeto de que se fala, alternadamente.Traduzir, caso necessário, as informações auditivas (ordens verbais) em informações visuais, apontando ou mostrando figuras ou objetos relacionados com que foi dito.Partir as informações auditivas em pequenas informações.Em mudança de rotina ou situações novas utilizar fotos e explicações para ajudar a criança entender melhor o que irá acontecer.Ajudar a criança a modif**ar em seu discurso o uso da terceira para a primeira pessoa.Organizar o discurso da criança de acordo com o contexto.Direcionar a atenção da criança para quem fala ou para as atividades que estão sendo realizadas.Ensinar a perceber a linguagem corporal e as expressões faciais.Utilizar recursos visuais para ensinar a perceber as emoções. Ensinar marcadores para iniciar ou terminar uma conversação.Fazer a criança perceber como seus comentários podem ser mal interpretados pelo outro.Explicar metáforas e expressões idiomáticas de acordo com o contexto. Ensinar como modular seu discurso de acordo com ritmo, intensidade e tom.Fazer com que a criança perceba quando seu discurso se torna pedante. Facilitar a conversação aproveitando assuntos que fazem parte dos interesses restritos da criança.Explicar para os colegas e professores que, por vezes, o tempo de resposta, aprendizagem ou de ação da criança é diferente, mas que todos podem ajudar com paciência e persistência.

Atividades / Brincadeiras

Estimular o interesse por brinquedos ensinando à criança a br**car de forma funcional e adequada.Brincar falando o que está fazendo e o que pretende fazer.Estimular os jogos do tipo “faz-de-conta”.Estimular o br**car fazendo inicialmente, se possível, a mesma coisa que a criança estiver fazendo e aos poucos direcionando ao grupo.Ensinar a criança a ser flexível, aceitando novas situações e br**cadeiras.Estimular a participação de jogos competitivos, ensinando-a a ganhar e perder nas diferentes situações de disputa.Explicar aos colegas que muitas vezes aquela criança quer br**car, mas que não sabe como fazer.Aproveitar as crianças que tem maior vínculo afetivo de sua turma para estimular a interação, sempre com a participação do mediador.

Tarefas / Conteúdos pedagógicos.

Solicitar, logo no início do ano letivo, o calendário escolar e o planejamento pedagógico.Conhecer o projeto pedagógico e a metodologia da escola em questão.Pedir ao professor o planejamento semanal das atividades e conteúdos pedagógicos, para que o mediador possa adaptá-los às necessidades e possibilidades da criança.Dentro do possível, preparar com antecedência os recursos pedagógicos que se fizerem necessários para uma melhor compreensão por parte da criança, do que será trabalhado em sala de aula.Ajudá-lo a ter iniciativa solicitando ajuda do professor quando não estiver entendendo um determinado exercício ou explicação.Ser capaz de improvisar um recurso para um conteúdo ou tarefa que estiver além da possibilidade de compreensão daquela criança.Discutir com a equipe pedagógica e terapêutica responsável a necessidade de adaptação dos conteúdos pedagógicos.Buscar sempre estimular a criança diante das atividades pedagógicas fazendo-a se sentir motivada para a aprendizagem.Quando necessário, adaptar provas em relação ao conteúdo, formatação ou quantidade de exercícios, com a participação da equipe terapêutica e pedagógica.Auxiliar nos exercícios e provas quando necessário...

14/03/2016

Olá pessoal!!!! Boa Tarde!!Como pude constatar, a publicação de ontem foi muito interessante sobre a importância de um mediador em uma escola sendo assim vou estar publicando mais sobre o artigo .
Neurosaber

Photos from Neurosaber aprendendo a ser Psicopedagogia Clínica Institucional's post 12/03/2016

Perfil do mediador de conflitos na escola
Comunidade> Interna

O perfil do mediador de conflitos na escolaTodos os profissionais de uma escola devem saber lidar com desavenças. No entanto, alguns se especializam nessa função. Conheça as principais características dos mediadores, responsáveis por tentar solucionar conflitos por meio do diálogo.

Quando se trata de relações humanas, é impossível que, vez ou outra, não se tenha conflitos. E a escola não escapa dessa lógica. Casos de indisciplina, violência e desentendimentos entre alunos podem ocorrer - e de fato ocorrem. Nesse contexto, muitas instituições criaram a figura do mediador, que pode ser um aluno, professor, gestor ou funcionário, capacitado para abrir um caminho de diálogo entre os envolvidos em um conflito para tentar solucioná-lo de forma pacíf**a.

O mediador deve passar por uma capacitação. Esse processo pode envolver cursos sobre prevenção da violência, ética e princípios de mediação feitos em instituições especializadas em mediação ou oferecidos pelo governo ou ONGs.

Coordenadoras em Ação: Coordenador e o professor mediador, uma parceria possível

A escolha de quem assume o cargo varia de escola para escola ou de secretaria para secretaria. No entanto, é ideal que se priorize os voluntários. "Essa pessoa deve levantar a mão para fazer isso. Ela, geralmente, tem uma disposição interna para realizar esse trabalho"A pessoa que tem um determinado perfil, como ser um bom ouvinte, é a que, normalmente, acaba se identif**ando mais com a atividade", afirma.

Veja as principais características e habilidades de um bom mediador e com quais conceitos de mediação ele deve estar familiarizado.

Características de um bom mediador

Ser bom ouvinte

Antes de tudo, o mediador deve saber ouvir. "É importante que o mediador escute e entenda o que o outro diz. Não é buscar a verdade, mas tentar compreender, no discurso dos envolvidos, a leitura que cada um faz do que aconteceu", psicoeducacional e colunista de GESTÃO ESCOLAR. Para isso, ele deve saber devolver para o outro o que compreendeu e confirmar se isso está certo.

Ser capaz de estabelecer um diálogo

Um profissional que exerça a função de mediador deve ser capaz de conseguir criar um contexto de comunicação que facilite a expressão das pessoas envolvidas no conflito. Ele deve deixar as pessoas confortáveis para falar, sem que se sintam julgadas ou previamente apontadas como culpados.

Ser sociável

Em geral, um mediador de conflitos em uma escola tem facilidade de se aproximar dos membros da comunidade escolar, conquistando sua confiança.

Ser imparcial

Ainda que conhecer os envolvidos seja um bom aspecto, isso não pode interferir na imparcialidade do mediador. Por exemplo, quando ele é chamado para interceder num caso de um aluno que constantemente tem uma atitude inadequada, ele deve avaliar se está tomando partido de um dos lados previamente. "Se o mediador não souber separar, ele já vai pressupor que esse estudante é o culpado",

Ter cuidado com as palavras

As palavras que o profissional usa para mediar um conflito também são importantes. Segundo a pedagoga Adriana Ramos, coordenadora do Grupo de Pesquisa em Educação Moral da Universidade Estadual Paulista linguagem descritiva, expondo todos os fatos sem juízo de valor, favorece que os envolvidos percebam o que está acontecendo e não julguem a personalidade do outro.

Ter uma postura educativa

Um mediador não deve adotar a postura de que resolverá o conflito. O papel dele é ajudar os alunos a compreenderem como eles podem resolver a situação por conta própria. "A escola tem de investir em um projeto educacional que preveja que os alunos, ao longo da escolaridade, sejam capazes de socializar e mediar os próprios conflitos",
Trabalhar com o paradigma da responsabilização
Além de ter as habilidades já citadas e ser capacitado continuamente para exercer essa função dentro de uma escola, o mediador deve mudar seu paradigma de punição dos envolvidos para o de responsabilização. Isso signif**a que, em vez de aplicar uma sanção (como uma advertência, suspensão etc.), ele deve fazer com que os envolvidos assumam a responsabilidade por seus atos, corrigindo-os sempre que possível (pedido de desculpas, reforma de equipamento depredado etc.)...

Photos 27/02/2016

Que é o DDA👫👬

Mais comum em homens, o DDA também é chamado de TDA (Transtorno de Déficit de Atenção) ou ainda TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade). É "a condição em que a pessoa que não tem -ou tem de forma precária- a habilidade de se concentrar."
"Uma criança que é ativa, br**calhona, mas é capaz de se concentrar por duas horas no videogame e por meia hora na sala de aula, provavelmente é 'normal', tem uma nota, br**ca e tal. É um pouquinho menos concentrada que as outras, mas isso não atrapalha em nada", comentou Lee. "Aquela que não consegue se concentrar nem por 20 minutos e depois f**a 'sonhando acordada' ou se distrai com qualquer barulho do ambiente provavelmente tem um déficit de atenção."
O transtorno, segundo a psiquiatra, pode resultar em prejuízo na escola e na relação com as pessoas. Pode ainda gerar tristeza e levar a criança à depressão.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico do DDA é feito com base no comportamento e no histórico. A criança geralmente apresenta algum sintoma antes da idade escolar, explicou a médica. "É quando a mãe fala: 'ah, este, desde pequeno, é o único dos irmãos que vai pra casa da vizinha e abre todas as gavetas, mexe em tudo..."
Também depende de como a criança lida com esses sintomas. "Mesmo que ela tente f**ar sentada ou prestar atenção, não consegue", citou a psiquiatra. Outro fator fundamental é que esse tipo de comportamento não esteja ligado somente a uma situação ou um só lugar -a criança hiperativa se apresenta assim "na escola, na casa da avó ou em um local totalmente desconhecido por ela".
Há outros quadros que podem "imitar" o DDA. "A ansiedade, por exemplo", disse Lee. Daí a importância de se procurar um especialista. "A diferença de ver um psiquiatra infantil é que ele vai saber se é só DDA ou reflexo de outra coisa, até do ambiente."

Terapia pode ser alternativa

A médica reconhece que muita gente tem medo de tratar o déficit de atenção. "Conviver com isso signif**a criar condições para poder aprender. Nenhuma família nasceu sabendo fazer isso, então precisa de ajuda externa, seja de um terapeuta -sem uso de medicação-, ou com uso de remédios. Se existem recursos, por que não usá-los?"
Segundo Lee, a terapia cognitiva comportamental pode ser um tratamento alternativo ou combinado aos medicamentos. "Ela corrige não só o comportamento, mas a forma de raciocinar. Corrige algumas crenças, inclusive de baixa auto-estima. Às vezes até uma conversa longa com o psiquiatra, o pediatra ou neurologista pode corrigir isso, sem terapia."
Distúrbio de Déficit de Atenção (DDA)

O DDA ocorre como resultado de uma disfunção neurológica no córtex pré-frontal. Quando pessoas que têm DDA tentam se concentrar, a atividade do córtex pré-frontal diminui, ao invés de aumentar (como nos sujeitos do grupo de controle de cérebros normais). Assim sendo, pessoas que sofrem de DDA mostram muitos dos sintomas discutidos nesse capítulo, como fraca supervisão interna, pequeno âmbito de atenção, distração, desorganização, hiperatividade (apesar de que só metade das pessoas com DDA sejam hiperativas), problemas de controle de impulso, dificuldade de aprender com erros passados, falta de previsão e adiamento.
O DDA tem sido de particular interesse para mim nos últimos 08 anos.Eu digo às pessoas que entendo mais de DDA do que gostaria. Através de uma pesquisa feita com SPECT na minha clínica, com imagens cerebrais e trabalho genético feito por outras, descobrimos que o DDA é basicamente uma disfunção geneticamente herdada do córtex pré-frontal, devido, em parte, a uma deficiência do neurotransmissor dopamina.

Aqui estão algumas das características comuns do DDA, que claramente ligam essa doença ao córtex pré-frontal.

Quanto mais você tenta, pior f**a

A pesquisa mostrou que quanto mais as pessoas que têm DDA tentam se concentrar, pior para elas. A atividade no córtex pré-frontal, na verdade, desliga, ao invés de ligar. Quando um pai, professor, supervisor ou gerente põe mais pressão na pessoa que tem DDA, para que ela melhore seu desempenho, ela se torna menos eficiente. Muitas vezes, quando isso acontece, o pai, o professor ou chefe interpretam o ocorrido como um decréscimo de performance, ou má conduta proposital, e daí surgem problemas sérios. Um homem com DDA de quem eu tratei disse-me que sempre que seu chefe o pressionava para que fizesse um trabalho melhor, seu desempenho piorava muito, ainda que estivesse tentando melhorar. A verdade é que quase todos nós nos saímos melhor com elogios. Eu descobri que isso é essencial para pessoas com DDA. Quando o chefe as estimula a fazer melhor de modo positivo, elas se tornam mais produtiva. Quando se é pai, professor ou supervisor de alguém com DDA, funciona muito mais usar elogio e estímulo do que pressão. Pessoas com DDA saem-se melhor em ambientes que sejam altamente interessantes ou estimulantes e relativamente tranqüilos.

Pequeno âmbito de atenção

Um âmbito de atenção pequeno é a identif**ação desse distúrbio. Pessoas que sofrem de DDA têm dificuldade de manter a atenção e o esforço durante períodos de tempo prolongados. Sua atenção tende a vagar e freqüentemente se desligam da tarefa, pensando ou fazendo coisas diferentes da tarefa a ser realizada. Ainda assim, uma das coisas que muitas vezes enganam clínicos inexperientes ao tratar desse distúrbio é que as pessoas com DDA não têm um âmbito pequeno de atenção para tudo. Freqüentemente, pessoas que sofrem de DDA conseguem prestar muita atenção em coisas que são bonitas, novas, novidades, coisas altamente estimulantes, interessantes ou assustadoras. Essas coisas oferecem uma estimulação intrínseca suficiente a ponto de ativarem o córtex pré-frontal, de modo que a pessoa consiga focalizar e se concentrar. Uma criança com DDA pode se sair muito bem em uma situação interpessoal e desmoronar completamente em uma sala de aula com 30 crianças. Meu filho que tem DDA, por exemplo, costumava levar quatro horas para fazer um dever de casa que levaria meia hora, muitas vezes se desligando da tarefa. Mas se você lhe der uma revista sobre estéreo de carros, ele a lê rapidamente de cabo a rabo e se lembra de cada detalhe. Pessoas com DDA têm dificuldade em prestar atenção por muito tempo em assuntos longos, comuns, rotineiros e cotidianos, como lição de casa, trabalho de casa, tarefas simples ou papelada. O terreno é terrível e uma opção nada desejável para elas. Elas precisam de excitação e interesse para acionar suas funções do córtex pré-frontal.

Muitos casais adultos me dizem que, no começo de seu relacionamento, o parceiro com DDA adulto conseguia prestar atenção à outra pessoa durante horas. O estímulo de um novo amor ajudava-o a se concentrar. Mas quando a "novidade" e a excitação do relacionamento começavam a diminuir (como acontece com quase todos os relacionamentos), a pessoa com DDA tinha muito mais dificuldade em prestar atenção e sua capacidade de escutar falhava.

Distração

Como já mencionei acima, o córtex pré-frontal manda sinais inibitórios para outras áreas do cérebro, sossegando os dados advindos do meio, de modo que você possa se concentrar. Quando o córtex pré-frontal está com hipoatividade, ele não desencoraja adequadamente as partes sensoriais do cérebro e, como resultado, estímulos em demasia bombardeiam o cérebro. A distração f**a evidente em muitos locais diferentes para uma pessoa com DDA. Na classe, durante reuniões, ou enquanto ouve um parceiro, a pessoa com DDA tende a perceber outras coisas que estão acontecendo e tem dificuldade em se concentrar na questão que está sendo tratada. As pessoas que têm DDA tendem a olhar pelo quarto, desligar-se, parecer aborrecidas, esquecer-se de para onde vai a conversa e interrompê-la com uma informação totalmente fora do assunto. A distração e o pequeno âmbito de atenção podem também fazer com que elas levem muito mais tempo para completar seu trabalho.

Impulsividade

A falta de controle do impulso faz com que muitas pessoas que têm DDA se metam em enrascadas. Elas podem dizer coisas inadequadas para os pais, amigos, professores, outros empregados, ou clientes. Uma vez eu tive um paciente que foi despedido de 13 empregos, porque tinha dificuldade em controlar o que dizia. Ainda que realmente quisesse manter vários dos empregos, de repente punha para fora o que estava pensando, antes de ter a oportunidade de processar o pensamento. Decisões mal pensadas são ligados à impulsividade. Em vez de pensar bem no problema, muitas pessoas que sofrem de DDA querem uma solução imediata e acabam agindo sem pensar. De modo similar, a impulsividade faz com que essas pessoas tenham dificuldade de passar pelos canais estabelecidos do trabalho. Elas freqüentemente vão direto ao topo para resolver os problemas, em vez de seguir o sistema. Isso pode causar ressentimento dos colegas e supervisores imediatos. A impulsividade pode também levar a condutas problemáticas como mentir (diz a primeira coisa que vem a cabeça), roubar, Ter casos e gastar em excesso. Eu tratei de muitas pessoas com DDA que sofriam da vergonha e da culpa oriundas desses comportamentos.

Nas minhas reuniões costumo freqüentemente perguntar aos casais "Quantas pessoas aqui são casadas?" Alguns levantam as mãos. Depois eu pergunto: "É útil dizer tudo o que pensa em seu casamento?". Os casais riem , porque todos sabem a resposta. "Claro que não", eu continuo. "Os relacionamentos requerem tato." Mesmo assim, devido à impulsividade e à falta de pensar antes de agir, muitas pessoas que têm DDA dizem a primeira coisa que vem à mente. E, em vez de pedir desculpas por terem dito uma coisa que magoou, muitas tentam justif**ar por que fizeram a observação que magoou, só piorando as coisas. Um comentário impulsivo pode estragar uma noite agradável, um fim de semana, ou mesmo um casamento inteiro"...

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