Ludocracia BR

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Site sobre jogos de mesa. Aqui o boardgame é rei e a única lei é se divertir. Análises, informa?

21/01/2022

[UNBOXING] Paper Town

Descaixamos aqui na capital da LudocraciaBR o Jogo "Paper Town", da Buró. Venha planejar e construir uma cidade eficiente e bela com tiles diferentões em um jogo simples, rápido e divertido do "serial designer"
















23/11/2021

Descaixamos aqui na capital da LudocraciaBR o Jogo "Colors Of Paris", da Buró. Venha provar seu valor artístico reproduzindo quadros famosos de autores renomados e pinte o seu próprio caminho na história da arte!


meeple















11/10/2021

Descaixamos aqui na capital da LudocraciaBR o Jogo "Jester", da MS Jogos. Veja os componentes, conheça a arte, e confira as impressões iniciais sobre este relançamento super esperado do autor brasileiro Marcos Macri.













Photos from Ludocracia BR's post 08/10/2021

[ANÁLISE] DRAFTOSAURUS

Draftosaurus é aquele tipo de jogo gostosinho, agradável, que tem um leve toque de quebra-cabeça, mas sem cansar o jogador nem queimar seus miolos.

Dá pra jogar sem compromisso ou então no modo hardcore, tentando potencializar todas as suas ações. E você vai se divertir nos dois jeitos de jogar.

Perfeito para apresentar o hobby para crianças e novos jogadores, Draftosaurus apresenta uma ideia interessante de realizar o draft de meeples em uma sacolinha, algo que Gnomopolis fez numa caneca.

Isso funciona bem até certo ponto. Ao contrário do Gnomopolis, em que todos os gnomeeples têm formatos iguais, em Draftosaurus é possível identif**ar os dinomeeples pelo toque, facilitando a seleção de quem está com a mão na sacolinha.

Tudo bem, entendo que isso é uma forma de trapaça, mas depois de algum tempo esse tipo de coisa f**a meio automática no cérebro: “Ah, esse aqui é um T-Rex, mas tô precisando de um Estegossauro, será que eu consigo achar aqui?”

O jogo funciona assim:

1) No início da rodada, cada jogador pega 6 dinossauros da bolsa e os mantém na mão, em segredo. 2) O jogador inicial lança o dado de colocação. 3) Então, cada jogador escolhe um dos meeples e revelam simultaneamente, realizando a alocação, respeitando as condições da rodada. 4) Depois, cada jogador passa seu “punhado” de dinossauros para o próximo jogador.

Cada cercado do tabuleiro do jogador tem uma forma diferente de pontuar: dinossauros da mesma espécie; dinossauros de espécies diferentes; dinossauros em pares; e por aí vai… O tabuleiro é frente e verso, apresentando formas adicionais de pontuação igualmente interessantes.

O dado de colocação define uma condição: só pode alocar na floresta, ou só na pradaria, ou somente do lado em que estão os banheiros, ou no cercado vazio. Isso adiciona um desafio interessante que vai fazer com que os jogadores precisem adaptar sua estratégia a cada turno.

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Photos from Ludocracia BR's post 06/10/2021

[RADAR] VALKNUT

Luís Brüeh é um dos designers brasileiros mais bem sucedidos internacionalmente. Também pudera: o cara cria, desenvolve, ilustra, faz o projeto gráfico, bate o escanteio e cabeceia!

E, pra mim, com Valknut ele marcou um golaço! Que joguinho bom, galera! Tem caixa pequena, produção simples mas caprichada. Cartas de qualidade e tokens de personagens de boa gramatura, tudo isso em cores vivas.

Único ponto que eu tenho aqui, e nem é bem um ponto negativo em si, é que o jogo CLAMA por miniaturas. Mover as pecinhas de cartonado pelo tabuleiro modular feito de cartas pode ser complicado e, se você tiver uma mão pesada, vai acabar bagunçando tudo.

Por outro lado, eu entendo a decisão mercadológica de manter tudo simplif**ado. Barateou demais o preço do jogo e, na humildade aqui, Valknut é uma das melhores relações custo-benefício do mercado de boardgames na atualidade.

Por menos de R$ 100 você leva um jogo inteligente, bem pensado, bem equilibrado, cabeçudo e muito divertido.

Um jogo que tem aquela sensação de jogo de damas com o vovô, de xadrez na praça, de jogo de tabuleiro raiz. Um jogo no qual a dificuldade não é entender milhões de regras ou lidar com variados componentes, mas, sim, ler a mente do adversário e tentar superá-lo estrategicamente.

Se você gosta desse tipo de jogo, você precisa experimentar Valknut.

Confesso que ainda não testei o jogo com 3 e 4 jogadores, mas em formato duelo roda que é uma beleza! A assimetria é super bem-vinda; e até mesmo quando a combinação de facções se mostra muito desbalanceada, a desvantagem não irrita, mas desafia.

Com dois modos de jogo adicionais, Valknut tem uma rejogabilidade monstra. Dificilmente você joga uma ou duas partidas. O mais comum é rolar aquela famosa “melhor de 5”, que vira uma “melhor de 7”, e assim sucessivamente…

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#настольнаяигра

Photos from Ludocracia BR's post 05/10/2021

[DICIONÁRIO] TOMA ESSA!

Take That. Toma Essa! Dedo no olho. Treta. Corações partidos. Essas são algumas palavras que são usadas para descrever uma mecânica de Jogos de Tabuleiro tão divertida quanto polêmica.

Por permitir, proporcionar e até mesmo incentivar a interação negativa entre os jogadores, a mecânica de “Toma Essa!” divide opiniões entre os jogadores.

Alguns, amam o clima de tensão e maluquice que se impõe na mesa. Outros, preferem um jogo mais tranquilo e que gere menos conflitos.

Importante frisar que, quando falo em interação “negativa”, não estou fazendo nenhum juízo de valor a respeito do sentido filosófico da mecânica.

A qualif**ação é negativa apenas porque gera algum tipo de perda para um ou todos os lados envolvidos na relação.

Curiosamente, nem todo “take that” é fruto de uma batalha direta, trocação franca e porradaria, como acontece em King Of Tokio, por exemplo.

Muitas vezes, é algo bem mais sutil, como a subtração de uma ponte ou o bloqueio de uma ação em River Dragons; ou ter uma maldição ou um monstro lançados sobre você, como em Munchkin!

Ainda que esteja presente, pelo menos como centro do jogo, em títulos mais festivos e rápidos, a mecânica de “Toma Essa” pode marcar sua passagem em jogos estratégicos, pesados e cabeçudos, como certas cartinhas de evento em Terraforming Mars (que fazem você perder plantinhas, dinheiro ou até cartas!), ou personagens irritantes de Invasores do Mar do Norte (que roubam recursos ou eliminam sua tripulação inteira!).

E você? Curte zoar os coleguinhas? Quais são os maiores exemplos de jogos nessa linha, para você. Você gosta dessa mecânica, ou prefere algo mais sossegado e menos treteiro?

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*Crédito da Imagem de Capa: Terry Richardson.

Photos from Ludocracia BR's post 02/10/2021

[ANÁLISE] ALUBARI

Em Alubari, você é um empreendedor visionário que deseja desenvolver sua produção de chá nos terrenos férteis da região de Darjeeling, na Índia Colonial.

Mas não basta apenas retirar os entulhos; adquirir e cultivar propriedades; e transformar as plantas de chá em Chai. É preciso também construir linhas férreas e estações ao longo do caminho, para favorecer a distribuição de seu valioso produto.

Com um inteligente formato de alocação de trabalhadores, com resolução de ações em ordem fixa, mas que garante um turno sempre diferente, Alubari apresenta ainda três grandes boas ideias:

1) Você pode fazer uma ação mais forte simplesmente dando Chai para seus trabalhadores beberem. Animados, eles produzem mais e melhor! Há aí uma discussão sobre capitalismo e mais-valia? Talvez. =P

2) O clima está sempre mudando, alterando as condições de construção de trilhos, produção de chá ou retirada de entulhos.

Isso é muito divertido e temático também, afinal, um dia ensolarado favorece o trabalho pesado, enquanto a chuva o prejudica; mas ajuda a crescer a plantação.

Além disso, você sempre sabe como será o clima das próximas rodadas, num sisteminha de “previsão do tempo” bem bolado e elegante.

3) O rondel de eventos, acionado por cubinhos brancos retirados da sacola, no melhor estilo “Clank!”, produz efeitos que ora são positivos, ora são negativos para os jogadores.

A arte é linda e segue o padrão de outros jogos do mesmo autor, como Snowdonia e Foothills, sugerindo até mesmo uma série de jogos. Mas o tabuleiro é desnecessariamente grande. Eu até entendo a escolha de design, pensando aí num visual “clean”, com os trilhos serpenteando a montanha e talz… maaaaaaaas, não precisava.

Resumindo, Alubari traz ótimas ideias para mecânicas consolidadas. Nada muito inovador, mas com certeza refrescante, como uma deliciosa xícara de Chai.

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01/10/2021

[QUARTETO] ANÚNCIOS DA 4ª BGSP RESURRECTIONS

Entre os dias 25 e 27 de setembro de 2021 rolou a 4ª edição do evento Boardgames São Paulo Online - Resurrections, promovido pelo grupo . Mais de 20 anúncios foram feitos, mostrando jogos novos, expansões e promessas para os próximos meses.

Aqui vai a lista dos jogos que mais chamaram a minha atenção:

1 — Merv = No século 12, a cidade de Merv cresce como entreposto comercial, numa posição estratégica da Rota da Seda, uma passagem entre o Oriente e o Ocidente. Os jogadores são comerciantes com fome de riqueza e poder que, eventualmente, precisarão colocar de lado suas diferenças para proteger a cidade dos mongóis. Jogo lindão, com pegada econômica e baita fundo histórico? Quero!

2 — Boonlake = Bastaria dizer que é um jogo do Pfister com arte do Klemens Franz. Até porque tem pouquíssima informação disponível sobre o jogo. Mas parece ser um boardgame de exploração de território e construção de cidade. Nem preciso saber mais nada. Só vem!

3 — Paper Tales = É um jogo de cartas no qual você desenvolve seu reino, construindo prédios e recrutando personagens. Aparentemente há bastante interação, pois uma das fases do jogo é Guerra! Mas o que mais me interessou foi a dinâmica do “envelhecimento”, na qual personagens vão f**ando mais velhos e eventualmente podem até morrer de velhice, enquanto prédios vão se deteriorando e perdendo capacidade produtiva. É pra f**ar de olho...

4 — Sleeping Gods = Do mesmo autor de Above & Below, Sleeping Gods é um jogo de campanha cooperativo no qual o storytelling fala mais alto. O grupo é a tripulação de um navio que se perde no mar, em um mundo alternativo. Ilhas, tesouros, monstros terríveis e muitas aventuras aguardam os jogadores. Fiquei muito curioso!

E você? Curtiu os anúncios desta edição da BGSP Online? Qual jogo conquistou seu coração? Vamos conversar nos comentários!

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#ボードゲーム

Photos from Ludocracia BR's post 29/09/2021

[ANÁLISE] BONFIRE

Bonfire é uma delicinha de jogo do Mestre Feld.

As Guardiãs da Luz apagaram as Fogueiras Mágicas e se retiraram para as Ilhas Sagradas. A maldade e a ganância crescente no coração dos habitantes das cidades chegaram ao máximo.

Os seres passaram a considerar que a Luz era algo garantido, para uso, exploração e serviço próprios. As Guardiãs não poderiam permitir tal sacrilégio. Por isso, abandonaram os seres das cidades à sua própria sorte.

Agora, Gnomos humildes e conscientes foram buscar a ajuda das Guardiãs. A Luz precisa voltar a banhar os vales com seu calor e sua força. Mas não será nada fácil.

Para conseguir cair nas graças das Guardiãs, você vai precisar cumprir diversas tarefas, desafios com diferentes níveis de dificuldade. Superando essas barreiras, você vai receber bônus, recursos e, claro, fogueiras.

O jogo é brilhante! As mecânicas diferentes estão super bem amarradinhas. Tem de tudo um pouco, até quebra-cabeça! Diferentes bônus estão presentes em um rondel, algo parecido com o que o autor já havia feito em Merlin.

O jogo é lindo e a produção é show de bola!
Mas nem tudo são flores.

Duas coisas não gostei no jogo:

1) A ordem obrigatória na colocação dos portais e dos cristais no tabuleiro do jogador. É algo que força uma questão tática quando claramente o melhor seria deixar solto, para aflorar a estratégia.

Tem uma carta de gnomo que quebra isso, mas tem que ter MUITA sorte para pegá-la. E quem pega acaba desequilibrando demais a partida.

2) Consequentemente, as Guardiãs têm sua importância diminuída no jogo. A “procissão” tende a ser uma ação fraca, facilmente substituível pelo girar do rondel, que dá mais recompensas.
Claro que essas coisas não tiram o brilho do jogo, mas da próxima vez vou experimentar jogar sem essa regra da colocação. É possível que eu perceba que estou muito errado? É bem provável, eu diria.

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Photos from Ludocracia BR's post 28/09/2021

[RADAR] ENCANADOS

Uma coisa que me surpreendeu em Encanados, logo de cara, foram as múltiplas opções de modos de jogo. São 5 no manual original e mais 2 variantes com a expansão “Ferramentas”.

Mas não para por aí não. Há uma variante usando uma to****ra, nomeada como “Dica do Designer”. Além disso, você pode criar combinações de modos de jogo, gerando partidas diferentes cada vez que você abre a maleta de Encanados!

Isso é muito interessante, pois vai aumentando o nível de desafio ou variando a jogabilidade de um jogo de componentes e gameplay muito simples. Jogar algumas partidas em cada modo ajuda a pegar a “malandragem” do boardgame e, de quebra, manter o interesse vivo.

O uso das cores em estilo neon ajuda, mas, de modo geral, achei as peças muito escuras. A pontuação não tem contraste e é difícil de ser percebida nos tiles. Depois você acaba decorando quantos pontos valem cada desenho de encanamento. Mas, no início, foi difícil.

Outra dificuldade que tive nas primeiras partidas foi identif**ar os limites de um circuito de conexões, pois nem sempre esse circuito fecha numa forma comum. Gerou algumas dúvidas na galera.

O elemento de quebra-cabeças é muito forte e você tem a sensação, o tempo todo, de que ou está prestes a fazer uma pontuação maravilhosa, ou está quase dando de bandeja a pontuação para o adversário.

Encanados tem bastante bloqueio, marcação, e momentos satisfatórios, quando você, por exemplo, compra aquele tile que estava faltando para completar um circuito particularmente vantajoso.

Com regras simples, produção artesanal e rejogabilidade quase infinita, Encanados promete colocar sua cabeça para esquentar na busca por dinheiro, glória e preservação ao lidar com os grandes dilemas na construção de uma rede de canos coloridos.

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Photos from Ludocracia BR's post 27/09/2021

[CLÁSSICO] MÁQUINA DO TEMPO

Esse é tão clássico, mas tão clássico, que não tem nem entrada na Ludopedia ou no BGG. Máquina do Tempo parece ter tido forte inspiração no jogo Nossa História, raridade total do início dos anos 60.

Não consegui encontrar nenhum paralelo deste jogo com algum boardgame lançado lá fora. Apesar de “versões não autorizadas” de jogos estrangeiros serem comuns no Brasil naquela época, aparentemente a concepção de Máquina do Tempo é algo brazuca mesmo.

O jogo funciona assim: cada jogador recebe 5 cartas. Essas cartas representam fatos famosos, importantes da História do Brasil.

As cartas também possuem um código com duas cores, com uma combinação única: nenhuma carta tem o mesmo código que outra.

A tal máquina do tempo é um mecanismo formado por círculos concêntricos e acionado por uma alavanca. No meio, uma abertura mostra a cor da rodada.

Isso quer dizer que apenas cartas contendo um código com aquela cor do lado esquerdo poderão ser jogadas naquele turno.

Caso o jogador da vez tenha uma carta com aquela cor, ele posiciona o pino sobre a imagem da sua carta, e move a alavanca até o século correspondente.

Tematicamente, signif**a que a pessoa viajou no tempo e está presenciando naquele instante o evento da carta. O jogador, então, lê em voz alta as informações da carta. Depois disto, move novamente a alavanca para a posição inicial.

Caso o participante tenha realizado os movimentos corretos, o mostrador do mecanismo apresentará uma outra cor, coincidindo com a segunda cor no código da carta jogada. A viagem foi bem sucedida e você conseguiu se livrar de uma carta.

Quem baixar suas 5 cartas de evento primeiro é o grande vencedor de Máquina do Tempo.

Máquina do Tempo é um daqueles jogos que têm algumas ideias legais e inovadoras, mas que falta substância para conectar essas ideias, para formar um jogo coeso, agradável e memorável.

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25/09/2021

[TOP15] #01 — BRASS BIRMINGHAM

👤 Gavan Brown, Matt Tolman, Martin Wallace
🎨 Lina Cossette, David Forest, Damien Mammoliti
🤼 2 a 4 jogadores
🕐 120 min
🔞 14+
🏠 Conclave
🚀 2019
🏋️ 3.91 / 5

📒 Economia, Produção, Transportes, Estratégia, Indústria, Revolução Industrial

⚙️ Construção de Rotas, Gestão de Mão, Mercado, Construção de Rotas, Trilha de Tecnologia

Componentes
⭐⭐⭐⭐
Arte
⭐⭐⭐⭐⭐
Rejogabilidade
⭐⭐⭐⭐⭐
Balanceamento
⭐⭐⭐⭐⭐
Estratégia
⭐⭐⭐⭐⭐
Interação
⭐⭐⭐⭐
Complexidade
⭐⭐⭐⭐⭐
Escalabilidade
⭐⭐⭐⭐⭐
Diversão
⭐⭐⭐⭐

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