29/11/2023
Uma semana extremamente signif**ativa para o Poder Judiciário Brasileiro! 👩🏾⚖️
A indicação do presidente Lula para a ocupação da vaga deixada pela ex-ministra do STF, Rosa Weber, foi feita e esse cenário torna ainda mais importante a reflexão sobre a relevância de uma maior representatividade negra no judiciário.
Para isso, gostaríamos de te fazer uma pergunta: você já ouviu falar em Esperança Garcia?
Em resposta à essa pergunta, nossa cofundadora, Anabelle Lages, preparou um conteúdo exclusivo para você. Acesse o link na bio e assista o nosso novo vídeo no Youtube! 🤎
05/10/2023
Você já conhece o blog Emoriando? 👀
Ele integra o nosso site e lá colocamos artigos sobre temas importantes sobre o antirracismo.
Se você quiser se aprofundar mais sobre essa e outras questões envolvendo a temática da diversidade, esse é o espaço ideal.
Que tal nos fazerem uma visita? Acesse já o link da bio e tenha o acesso direto! 📱
04/10/2023
Todo dia é dia de conhecer mais um pouco sobre a Emoriô! 🥰
Quem somos, qual nosso propósito e como funciona nosso programa? Tudo isso você vai entender um pouco mais no post de hoje!
Mas, sem muito spoiler, pois nossa comunidade está cheia de novidades e nosso site prontinho para recebê-los! 🤎
13/08/2023
Nada mais poderoso para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional de uma criança do que que contar com a presença ativa do seu pai ou figura paterna.
O convívio familiar é um estímulo para o desenvolvimento e permite que as crianças se sintam seguras para expandirem suas experiências.
Infelizmente, no Brasil temos uma realidade absurda que reforça a cultura do abandono paterno: mães que acumulam responsabilidades e filhos que perdem direito à pensão e convivência com os pais.
Pai é quem f**a e se faz presente! 🤎
E com essa certeza, a Emoriô deseja um feliz dia dos pais para todos com a paternidade amparada no amor, carinho e no cumprimento do dever legal de cuidado, educação e presença.
03/08/2023
Nos dias 27 e 28 de julho, nossa cofundadora Anabelle Lages marcou presença no Julho das Pretas, evento promovido pela Bancada Negra, em parceria com o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi), da Universidade Federal de Alagoas (Ufal).
Com a proposta amplif**ar o debate entre mulheres negras alagoanas, o encontro trouxe atividades em comemoração ao mês do Dia Internacional da Mulher Negra Afro-Latina Americana e Caribenha e foi realizado no auditório da Reitoria da Ufal.
Entre as atividades, diversas mesas discutiram temas como as cotas raciais e políticas de gênero na universidade, a violência contra a mulher em Alagoas e a presença de mulheres negras na política.
Abordando o tema "As mulheres negras e as suas experiências na vida acadêmica", Anabelle falou sobre a sua trajetória na educação e a importância da representatividade na luta antirracista para uma sociedade mais justa.
Diversidade, potências femininas e a voz de mulheres negras ecoando em todas as esferas da sociedade. Um encontro incrível!
25/07/2023
Hoje, dia 25 de julho, é o Dia Internacional da Mulher Afro-Latina, Americana e Caribenha e também o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra.
Como oportunidade de reflexão sobre a visibilidade e luta da mulher negra, celebramos com muito orgulho uma conquista recente da nossa educadora Hellen Cristina. Mestra em Antropologia pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), ela conquistou o terceiro lugar na modalidade dissertações da 2ª edição do Prêmio Lélia González de manuscritos científicos sobre raça e política.
O prêmio, que leva o nome de uma figura emblemática e potente no feminismo negro, incentiva o trabalho de pesquisadoras e pesquisadores pretos (as) e pardos (as) sobre temas como desigualdades e expressões políticas e é promovido pela Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP) em parceria com outras instituições importantes.
Não há dúvidas que “quando a mulher negra se movimenta, toda a estrutura da sociedade se movimenta com ela”. Em nosso site você acessa o artigo da Hellen na íntegra.
13/07/2023
Hoje, 13 de julho de 2023, o Estatuto da criança e do adolescente completa 33 anos e muitas de suas esferas de proteção estão intimamente interconectadas com a questão racial em nosso país como, por exemplo, os desafios da adoção in*******al, a necessidade da comunicação compulsória de maus-tratos e o dever de proteção física e psíquica de nossas crianças. Não ignoramos aqui os deveres e as responsabilidades do Estado, em suas múltiplas dimensões, na promoção de políticas públicas racialmente orientadas para a proteção da infância e da adolescência da discriminação racial, seja ela direta e ou indireta. Mas, como famílias e escolas podem ajudar nisso?
Em nosso blog Emoriando, trazemos uma série de reflexões sobre como famílias e escolas podem ajudar diretamente em muitas dessas questões.
Confira o artigo na íntegra em https://www.emorio.org/blog.
📷 nappy.co - Alyssa Sieb
11/07/2023
O time Emoriô ganhou um reforço de peso!
José Alexandre, mestre e doutor em Ciência Política, chega para somar como consultor e especialista em Inteligência de Dados. Aqui ele é “ O Zé” e seu papel tem sido fundamental em nos ajudar a extrair dos dados informações valiosas para nosso estudo, planejamento e definição de planos de ações para diferentes cenários e desafios.
Recentemente, José recebeu o convite para compor a equipe do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania do governo federal, chefiado pelo ministro Silvio Luiz de Almeida. Na pasta, irá contribuir com a construção de um núcleo de monitoramento e avaliação de políticas da Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos.
“O trabalho começará a partir de uma análise minuciosa de políticas da Secretaria com vista ao plano de ações que já vem sendo construído. O objetivo é construir avaliações de políticas que já vêm sendo geridas há décadas pela Secretaria e auxiliar no desenho de novas ações baseadas em evidências”, ressaltou o especialista.
A indicação é um reconhecimento à altura da sua trajetória e dedicação e, é claro, nos inspira e enche de orgulho! Bem-vindo e parabéns Zé!
07/07/2023
A última terça-feira, 3 de julho, foi o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial. Criado para comemorar a aprovação da Lei n° 1.390, de 1951, também chamada Lei Afonso Arinos foi a primeira norma destinada a punir e a inibir atos racistas, contribuindo para reflexões importantes sobre os direitos humanos e as desigualdades raciais .
Hoje, passados 72 anos da lei, embora seja necessário celebrar as conquistas do povo preto, ainda há muito a ser feito para combatermos o racismo em todos os âmbitos de nossas existências. O racismo está presente na violência do Estado, nos trabalhos análogos à escravidão que envergonham nosso país, nas instituições de saúde, no Poder Judiciário e nas escolas.
Nós da Emoriô acreditamos que o combate à discriminação racial passa pela elaboração de novos imaginários sobre os Direitos Humanos e, também pelo aprimoramento das políticas públicas a partir da inteligência de dados, só assim poderemos criar um mundo mais justo, diverso e saudável.
Porque a vida só será verdadeiramente boa quando for boa para todo mundo. ✊🏿
05/07/2023
Muitos são os pontos que conectam as pautas racial, social e de gênero em nosso país.
Um deles foi destaque essa semana com a lei que torna obrigatória a igualdade salarial e de critérios remuneratórios entre mulheres e homens.
Publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (4), a Lei 14.611, de 2023, teve origem no PL 1.085/2023, aprovado pelo Senado em 1º de junho.
Embora práticas discriminatórias sejam proibidas tanto na Constituição da República, quanto na CLT, a nova lei acerta ao estabelecer procedimentos de transparência e de verif**ação que devem ser adotados pelas empresas para que toda a sociedade possa acompanhar suas políticas internas de combate à discriminação salarial. Acreditamos ser esse o ponto alto da lei.
Contudo, ressaltamos que é preciso olhar para as raízes e as causas dessas desigualdades, já que as leis por si só não garantem a transformação social que tanto precisamos alcançar. Diversas questões orbitam sobre o tema, destacamos duas delas como sendo de grande importância: a primeira, criar políticas públicas racializadas destinadas à construção de creches integrais de qualidade para que as mulheres possam deixar suas crianças com tranquilidade para irem trabalhar e estudar.
A segunda é a condução por parte do Governo Federal, juntamente com as empresas e a sociedade civil, de um sério debate sobre a licença parental (PL 1924/21), visando garantir que todos aqueles que tenham vínculo socioafetivo (maternal, paternal, de adoção) exerçam as atividades de cuidado com os seus filhos. Atualmente a legislação prevê 120 dias de licença para a mãe e 5 dias para o pai.
Quando pais e mães cuidarem igualmente de suas crianças e adolescentes em casa, a não discriminação salarial também estará mais próxima dos demais espaços de trabalho.
📷 Agência Senado / José Paulo Lacerda – CNI