27/12/2017
Rincon Sapiência - Afro Rep Música: AFRO REP Composição, Interpretação e Produção Musical: Rincon Sapiência Selo: Boia Fria Produções DOWNLOAD GRATUITO: em breve STREAMING: em breve FIC...
Somos a mais nova instituição presente no Colégio Estadual Luiz Reid atualmente .. Somos a voz dos Alunos , somos o corpo estudantil , somos a mudança !!
27/12/2017
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25/11/2017
E ontem, 24/11/2017, sexta feira, foi o dia de falarmos sobre Consciência Negra no Luiz Reid.
Todo o trabalho foi elaborado pelo Coletivo Só Podia Ser Preto, trazendo seus amig@s e convidad@s:
Projeto Axé Saúde, com Caroline Guilherme, do curso de Enfermagem e Obstetrícia da UFRJ, para falar sobre racismo, saúde, genocídio e identidade do povo negro;
Coletivos Rap da Ponte e CUB (Coletivo Urbano Buziano), com SaiboT e Tio Léo, pra falar um pouco sobre os caminhos que vos levaram ao rap, as rodas culturais e os freestyles que nunca faltam.
Só Podia Ser Preto e Projeto Axé Saúde com exposição de fotos da campanha "Mulheres negras na prevenção do câncer de mama".
Agradeço a tod@s que puderam e, principalmente, quiseram participar, e à direção por me permitir elaborar este trabalho.
O corre foi grande, mas não foi em vão.
Gratidão!!💛
AVISO IMPORTANTE:
A Mostra de Talentos foi adiada para a próxima sexta, dia 27/10, devido a culminância do Sarau Pedagógico do Terceiro Ano do Curso Normal.
05/10/2017
IMPORTANTE!
1- III Reunião de pais e responsáveis, dia 06/10/2017 (esta sexta-feira), das 18h às 19:30h.
2- Mostra de talentos, dia 20/10/2017, a partir das 16h.
NÃO ESQUEÇAM DE COMPARTILHAR!
06/08/2017
CARTA ABERTA À PRIMEIRA CÂMARA CRIMINAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Jovem negro e pobre, nascido em uma das centenas de favelas no município do Rio de Janeiro. Jovem negro e pobre que passa noites em claro devido ao estado de miséria e fome que vivencia junto com sua família. Jovem negro e pobre invisível para a sociedade e para o poder público. Jovem negro e pobre que vê no subemprego a única chance de sobrevivência. Esta poderia ser a descrição de milhões de jovens negros do Brasil que passam anonimamente diante de nossos olhos.
Desta vez, porém, esse jovem tem nome: Rafael Braga Vieira.
Filho de Adriana de Oliveira Braga e o mais velho entre seus cinco irmãos, nascido no dia 31 de janeiro de 1988, no Complexo da Vila Cruzeiro, Rafael Braga foi com apenas um ano de idade para Aracajú, onde morou durante vinte anos com sua mãe e irmãos. Aos oito anos, começou a trabalhar como engraxate para ajudar em casa. Em muitos momentos, o contato da família de Rafael com a alimentação se deu apenas pelo cheiro de café oriundo da casa de seus vizinhos, o que os impedia de dormir por causa da fome. Pela condição de vulnerabilidade em Aracajú, Rafael retornou com a família à sua comunidade de origem e, seguindo o exemplo de sua avó, encarou as vias do centro do Rio de Janeiro coletando o lixo da sociedade para ajudar em casa.
Rafael Braga era a principal fonte de sustento de sua família. Ficava durante a semana em situação de rua juntando materiais recicláveis e voltava para a Vila Cruzeiro nos finais de semana, onde finalmente via D. Adriana e suas irmãs e irmãos.
Embora reconhecido internacionalmente como o país que acolhe todos os povos e tem a hospitalidade como uma característica marcante da nação, nosso Estado Democrático de Direito nunca acolheu ou esteve presente na vida de Rafael Braga. Nunca foi dado a Rafael a possibilidade de ser um cidadão de direitos: a oportunidade de aprender em boas escolas, de ser atendido em bons hospitais, de ter acesso à cultura e ao lazer. Rafael Braga, ao longo de toda a sua vida, foi invisível para o poder público.
Mas no dia 20 de junho de 2013 a vida anônima de Rafael Braga esbarrou com a figura do Estado Democrático de Direito. Enquanto milhões de pessoas bradavam contra o aumento de vinte centavos da tarifa de ônibus, contra as inúmeras formas de injustiça neste país, ironicamente outra injustiça acabava de ocorrer nas ruas do Bairro da Lapa. Acusado de estar nas manifestações de 2013 e portar artefato explosivo, o primeiro encontro de Rafael com o Estado Democrático de Direito resultou em 5 anos e 2 meses de detenção.
Rafael Braga sequer sabia quem era o governador do Estado do Rio de Janeiro à época. A pauta do Rafael nunca foi os 20 centavos da tarifa de ônibus; a pauta de Rafael, desde sempre, foi por sobrevivência e dignidade.
Rafael Braga foi preso e condenado por portar uma garrafa de água sanitária e outra de pinho sol. O laudo do esquadrão antibomba da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), entretanto, concluiu o óbvio: os materiais teriam a “mínima aptidão para funcionar como coquetel molotov”.
Sem nunca oferecer resistência na prisão, quando de sua condicional, Rafael Braga foi empregado no escritório de advocacia de João Tancredo, numa clara demonstração de que não oferece nenhum risco à sociedade; pelo contrário, anseia estar inserido nela e poder g***r de direitos e deveres como cidadão brasileiro, estar ao lado de D. Adriana de suas irmãs e irmãos, trabalhar e ajudar sua família como sempre fez.
Hoje, preso, Rafael Braga sofre com as péssimas condições de salubridade das prisões brasileiras. Rafael perdeu peso, precisa extrair três dentes e seu estado psicológico é vulnerável devido aos maus tratos corriqueiros a que são submetidos os detentos do sistema carcerário de nosso país. Além disso, o cárcere de Rafael implica na desestruturação material e emocional de toda sua família. Sua mãe, D. Adriana, sofre por ver seu filho inocente preso e seus irmãos e irmãs por perderem o principal referencial da casa.
No dia 12 de janeiro de 2016, estando em regime aberto da primeira condenação, a vida de Rafael Braga Vieira esbarrou pela segunda vez com o Estado Democrático de Direito. Agora, acusado de tráfico de dr**as e associação para o tráfico por supostamente portar 0,6g de maconha, 9,3 de co***na e um rojão. Rafael, que estava respondendo em liberdade, voltou para a prisão. A sentença: 11 anos e 3 meses de prisão.
É fundamental que o Poder Judiciário garanta amplo direito de defesa e que uma pena de 11 anos seja debatida exaustivamente entre todos. Qual o tamanho da injustiça da condenação de um jovem inocente? A consideração da testemunha ocular de defesa e a divulgação das câmeras da UPP e da viatura da PMERJ são elementos que ajudam na lisura da investigação e impedem qualquer definição baseada em depoimentos contraditórios autorizados pela súmula 70, segundo a qual a palavra policial basta para a condenação de alguém.
Desde o momento da primeira prisão e condenação de Rafael Braga, vozes de diferentes lugares do mundo se somaram para denunciar as contradições que compõem a condenação de 11 anos de prisão.
No dia 1º de agosto de 2017 ocorreu o julgamento do pedido de Habeas Corpus de Rafael Braga. Nós, da Campanha pela Liberdade de Rafael Braga, entendemos que a prorrogação desse julgamento e seu pedido de revisão é um indicativo de que o caso precisa ser debatido e analisado mais profundamente. Entendemos também que, neste momento, o Poder Judiciário, principal responsável pela justiça do Brasil, tem sob sua outorga a oportunidade de demonstrar para a sociedade brasileira que a decisão de aceitar o Habeas Corpus, além de dar a possibilidade de o Rafael ser julgado em liberdade, é uma demonstração de altivez e consoante com a dignidade humana, para além da análise fria dos autos.
Esperamos que os magistrados dessa corte da 1º Câmara do Tribunal de Justiça tenham serenidade e sabedoria, uma vez que já há competência, para que a justiça no caso do Rafael Braga venha trazer luz a uma sociedade tão necessitada de valores. A Campanha pela Liberdade de Rafael Braga tem a certeza de que uma decisão dessa corte favorável à liberdade do Rafael Braga terá grande valor e uma enorme importância para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
CAMPANHA PELA LIBERDADE DE RAFAEL BRAGA
01/08/2017
Rapaziada, como vocês podem ver nas imagens e puderam ver pessoalmente, o Luiz Reid passou por uma pinturinha básica, que ainda não foi terminada. Então, vamos evitar os riscos e rabiscos, xarpis e desenhos nas paredes e azulejos, pra manter o espaço bonito?!
Contamos com vocês!
Valeu!
24/07/2017
|| RAFAEL BRAGA VIEIRA, 28 anos, ex-catador de latinhas.
- Filho da catadora de latinhas, Adriana Oliveira Braga.
Único condenado preso no contexto das jornadas de junho de 2013, acusado de portar material explosivo quando levava 2 frascos plásticos lacrados de produtos de limpeza.
Rafael estava em regime aberto com uso de tornozeleira eletrônica, quando foi preso novamente, em janeiro de 2016, com 0,6 gramas de maconha, 9,3 gramas de co***na e um rojão, cujo porte lhe foi atribuído pelos PMs que o prenderam.
Isso foi o suficiente para que Rafael Braga fosse condenado à pena de 11 anos e 3 meses de reclusão e ao pagamento de R$ 1.687,00 reais, por tráfico de dr**as e associação para o tráfico.
Matéria: https://goo.gl/GSXfYc
|| BRENO FERNANDO SOLON BORGES, 37 anos, engenheiro.
- Filho da presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul, desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges.
Em abril deste ano, Breno foi preso por portar 130 quilos de maconha, 199 munições de fuzil calibre 762 (de uso exclusivo das forças armadas) e uma pi***la 9 milímetros. Considerado de alta periculosidade pela PF, ele também é suspeito de participar da orquestração da fuga do chefe de uma facção criminosa, em março deste ano, do presídio de Três Lagoas-MS.
Breno foi solto durante o plantão judiciário do TJ-MS da última sexta-feira (21/07), pelo desembargador José Ale Ahmad Netto, que determinou o cumprimento do habeas corpus para interná-lo numa clínica médica particular. Conforme a decisão do desembargador, Breno não deve mais ser julgado por associação ao tráfico e venda de armas de grosso calibre, mas por ser doente e usuário de dr**as.
Matéria: https://goo.gl/23SiQF
Alun@s do Luiz Reid e de toda a Rede Estadual de Ensino, sintam-se à vontade para estarem denunciando a SEEDUC ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). A falta de professores é um absurdo!
Liguem 127;
Entrem no site http://www.mprj.mp.br/comunicacao/ouvidoria ;
Vão ao MP.
É direito de vocês!
Ouvidoria - MPRJ A Ouvidoria é a porta de entrada do cidadão no Ministério Público, permitindo o recebimento de denúncias, reclamações, críticas, elogios, pedidos de informação ou sugestões sobre as atividades desenvolvidas por nossos membros, servidores e órgãos da Instituição, com o objetivo de dar efetividade, ma...
09/05/2017
Alunos deixam de ter gratuidade em transporte público na segunda Suspensão foi antecipada pelo DIA
Para normalistas que ainda não entraram no site para saber o preço exato, segue abaixo:
http://www.pontouniformes.com.br/normalista
PEDRO II NORMALISTA
Só para lembrar que as aulas retornam dia 06 de fevereiro, hein, rapaziada.
A partir deste dia as faltas já começam a serem contadas.
Fiquem ligados!