29/05/2026
“TAREFEIROS
Por Ben Daijih
As humanidades planetárias que existem por aí em geral são assistidas por outros povos, ou até por equipes formadas por diferentes origens e raças que, organizados em torno de um “MENSAGEIRO” — ou seja, um Grande Servidor Viajante do Espaço — são fatores decisivos para a evolução de seus protegidos ou “tutelados”.
Essas ajudas podem ser veladas ou não, permanentes ou temporárias, físicas e hiperfísicas, mas de qualquer forma costumam acontecer ou ser organizadas em função, ou das especificidades do que acontece num certo planeta (um projeto de colonização, por exemplo) ou quando um planeta ou sistema solar inteiro está por passar por uma fase “tempestuosa” por conta de seus ciclos naturais, ou como intervenção mesmo em civilizações mais primitivas cujas atividades e comportamentos estão ou poderão vir a prejudicar outros povos, físicos ou não físicos.
Não é diferente, ou não tem sido diferente com a TERRA (Shan Díti Omai), que é um PROJETO DE COLONIZAÇÃO que reúne três povos principais, de diferentes índoles e origens, e vários outros “adendos” mais ou menos numerosos: HOMARAS, SIMAÓS e DARMONIANOS, além de DJILLIS, por exemplo, para falarmos de um grupo minoritário, mas que hoje representa quase 2/7 da população encarnada, e que são os ditos “povos amarelos”.
Desde o início da experiência de COLONIZAÇÃO que as referidas ALMAS (Homaras, Simaós e Darmonianos) vêm sendo assistidas na fisicalidade e nos planos mais sutis pela chamada HIERARQUIA TUTORA, toda ela composta de falanges ligadas ao CONDUTOR GERAL desse PROJETO DE COLONIZAÇÃO (Itza Omhábi e Madjilla-Súh, ou, simplificadamente, Jesus e Maria Madalena), e MARIA, a VENUSINA (Maria de Nazaré) e sua Contraparte Espiritual, MELQUIZEDECK (Sanat Kumara, das Tradições Iniciáticas, dito O REI DO MUNDO).
Mais tarde, em função de um reescalonamento desse PROJETO (Thoro Marrojih, quando aconteceu o “acidente solar”), essa HIERARQUIA TUTORA começou a contar também com o apoio dos chamados CONFEDERADOS, uma legião de SERVIDORES VOLANTES, CIGANOS — de múltiplas origens, especialidades e graus de desenvolvimento — que ajudam mundos a progredirem rumo à PAZ e a superiores formas de CIVILIZAÇÃO.
Mas esses dois grupos não são os únicos a tutelarem a HUMANIDADE local. Há outros, cada qual com seus objetivos e meios para conseguí-los, e que tornam o processo terrestre algo extremamente complexo e, de certa forma, “explosivo” também — além de muito rico, certamente — muito particularmente pelo fato de que as ALMAS encarnadas estarem fortemente alienadas em relação a essa superestrutura de poder que, com o tempo, conseguiu a façanha de colocar, entre os vivos, indivíduos que os representassem mais ou menos conscientemente, sempre a serviços de seus respectivos interesses. Esses ENVIADOS são genericamente denominados de TAREFEIROS, enquanto aqueles que têm sido objeto do apoio, de TSURÃNS, termo que pode ser traduzido por “COLONO” (protegido ou tutelado) e que caminham para a condição de SHERÃNS, ou seja, RAÇA DOURADA.
Assim, entre nós, além de TSURÃNS, temos os TAREFEIROS, sendo uns ligados à HIERARQUIA TUTORA e outros aos CONFEDERADOS, grupo este conhecido até mesmo no âmbito da dita “Ufologia Mística” graças às comunicações de seu AGLUTINADOR CHEFE (seu MENSAGEIRO), Ashtar Sheran, Comandante Amatzille ou Aká Amon, ou ainda ARCANJO MIGUEL das Tradições Cristãs.
Os TAREFEIROS ligados aos demais GRUPOS DE PODER, embora o sejam de fato, têm outra denominação. São chamados de ABÍLIS, ou ALBA-HÍLLIS, termo que pode ser traduzido por INFILTRADO, ou, pejorativamente, de “Enviados do Anti-Cristo” ou “Anjos do Mal”, e por aí vai, embora essas “derivações” não sejam exatamente corretas, ou mesmo justas, pois estão cheias de equívocos.
Assim, quando falamos de TAREFEIROS nos referimos mais especificamente às ALMAS que desceram à fisicalidade por suas ligações, ou com a HIERARQUIA TUTORA (Crísticos e Marianos), ou com os CONFEDERADOS, uma liga galática de SERVIDORES VOLANTES, CIGANOS, como dito acima.
Ambos os GRUPOS trabalham para que o PLANO DO CRISTO, o chamado REINO DE DEUS, se estabeleça na TERRA e entre os TERRESTRES, tudo dentro dos prazos solares e galáticos estipulados. São todos, sim, gente de fora que, depois de um longo período de adaptação à fisicalidade local, nascidos em corpos terrenos, foram chamados a se engajar em MISSÕES, as mais diversas (centenas delas...), entre as quais vamos encontrar as MISSÕES “FUNDADORAS”, ou seja, aquelas que têm como finalidade FUNDAR a NOVA CIVILIZAÇÃO que, sabemos todos hoje, deverá reunir 16 nações planetárias sem fronteiras, nações essas estabelecidas em 16 redes mundiais de “cidadelas” bem características, espalhadas por todo o globo, sendo algumas mais outras bem menos populosas, num mundo recuperado de cataclismos devastadores e algumas décadas de intensa privação, até a estabilização do SOL e do SISTEMA SOLAR e a REVELAÇÃO, a todos os remanescentes, vivos ou não, sobre o que lhes estava sendo ocultado e porque.
Depois de ADAPTADOS, os TAREFEIROS optaram por uma MISSÃO — cada qual com seu COMANDO — e passaram a ser treinados, preparados, vida após vida, para realizá-las a partir de suas presenças na FISICALIDADE, sem nenhum “privilégio” específico, muito pelo contrário, porque as condições reinantes na TERRA eram particularmente hostis para a maioria dos TAREFEIROS, e porque o grau de evolução dos estrangeiros não guarda ria muita diferença em relação aos TUTORADOS que, na origem, eram seres muito avançados também, embora tenham como que “decaídos” em razão de estarem sendo objeto de um processo de colonização que os privou da memória de quem eram eles.
O único fato que talvez pudéssemos dizer que seria um PRIVILÉGIO dos TAREFEIROS é que os CARMAS adquiridos no processo de adaptação e treinamento poderiam ser TRANSMUTADOS através do SERVIÇO, a fidelidade e a lealdade à uma certa MISSÃO livremente escolhida.
A REDE AURORA, assim como as demais MISSÕES “FUNDADORAS”, já se encontram na TERRA e três gerações deverão se dedicar para que tal FUNDAÇÃO se consolide. O termo “Geração” deve ser traduzido por 37 anos, que seria o tempo de DEDICAÇÃO profunda (abnegação, ou “compromisso”) à causa por parte de cada TAREFEIRO, durante sua vida adulta. A primeira geração começou a chegar à fisicalidade a partir do fim da II Grande Guerra (1945), enquanto todo o período da referida FUNDAÇÃO deverá durar 111 anos, ou seja, até 2056, ano a partir do qual as 16 MISSÕES em questão deverão se despedir da TERRA ou mudar suas atribuições, vamos dizer assim.
Nosso preparo para a FUNDAÇÃO da REDE AURORA — que vale dizer é algo mais amplo do que sua versão “institucional” — nesse contexto sob o qual ora nos encontramos, durou 12 vidas. Estamos, portanto, na 13ª encarnação a partir do momento em que escolhemos essa frente de trabalho. Há doze vidas nos encontramos uns com os outros mais ou menos intensamente, mais ou menos harmoniosamente, envolvendo mais ou menos “terceiros”, ou seja, nossas “pendências”, pessoas com as quais nos envolvemos ao longo dessas 12 vidas de preparação.
O complicado é sabermos que a maioria dos TAREFEIROS se perdeu no caminho e estão IRRECUPERÁVEIS para a MISSÃO, e que entre os que a encontraram na TERRA e estão presentemente dedicados a ela, a maioria também não lhe dará continuidade, ou em razão de pressão do SISTEMA (dominado por forças contrárias ao PLANO CRÍSTICO PARA A TERRA), ou em razão de seus CARMAS, suas PENDÊNCIAS.
Sempre é tempo de darmos contas dessas PENDÊNCIAS, mesmo que isso possa eventualmente nos afastar temporariamente da MISSÃO, ou deixá-la em 2º, ou mesmo 3º plano, por algum tempo. De qualquer forma, sabemos do ACORDO: 37 anos de plena dedicação, sabendo que dessa maneira estaremos dando conta das PENDÊNCIAS de um modo mais direto do que deixando a MISSÃO em segundo plano. Como essa PLENA DEDICAÇÃO de fato não é fácil, e talvez nem mesmo possível, ao menos para a maioria dos casos, vamos nos “virando”, sem jamais deixar de fazer a bola rolar: bola pra frente! Em vez de 37 anos, quem sabe damos conta em uns 50 anos de dedicação??? Hem?!... Então, BOLA PRA FRENTE!
Luiz Gonzaga”
Luiz Gonzaga Scortecci de Paula
Rede Aurora