CRESS Seccional Londrina

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REPOST Conselho Federal de Serviço Social - CFESS 🌿 Para assistente social, ser anticapacitista é questionar as barreira...
21/09/2026

REPOST Conselho Federal de Serviço Social - CFESS

🌿 Para assistente social, ser anticapacitista é questionar as barreiras sociais que restringem direitos, autonomia e participação! Hoje é o Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, 21 de setembro!

🔎 Por que uma sociedade é construída para determinados corpos e considera outros modos de viver inadequados ou dependentes? O capacitismo não está apenas em atitudes preconceituosas. Ele também se manifesta nas relações de trabalho, nas políticas públicas, na educação, na saúde, na cultura e em tantos espaços em que pessoas com deficiência ainda encontram barreiras para participar em igualdade de condições.

É por isso que a gente afirma: o anticapacitismo é uma luta de todas as pessoas!

🗣️ Em uma entrevista especial com Daiane Mantoanelli, que é conselheira do CFESS e mulher com deficiência, trazemos o debate para a categoria e também convidamos você, assistente social, a conhecer e baixar os materiais do CFESS sobre a temática.

🌱 Neste 21 de setembro, nosso convite é para ir além da conscientização: olhar para as barreiras, questioná-las e agir para transformá-las. Porque uma sociedade acessível se constrói para todas as pessoas!

📚 *Confira* a entrevista e os materiais do Conjunto CFESS-CRESS sobre a luta anticapacitista: https://tinyurl.com/21set2026

Neste 21 de setembro, Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, o CRESS-PR amplia o debate sobre acessibilidade,...
21/09/2026

Neste 21 de setembro, Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, o CRESS-PR amplia o debate sobre acessibilidade, direitos, participação social e enfrentamento ao capacitismo a partir da atuação do Serviço Social na Atenção Primária à Saúde.

Para contribuir com essa reflexão, entrevistamos Lucas Esteves Gomes de Carvalho, assistente social formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e que integra atualmente o programa de pós-graduação de Residência Multiprofissional em Saúde da Família pela UEL.

A partir de sua experiência profissional, Lucas chama atenção para as barreiras que ainda dificultam o acesso das pessoas com deficiência às políticas públicas. Como destaca, esses desafios não se limitam às barreiras arquitetônicas: também se expressam por meio de barreiras atitudinais e sistêmicas.

“O maior desafio percebido no cotidiano profissional traduz-se à invisibilidade institucional e à tendência da patologização da deficiência que reinsere a centralidade do saber biomédico em detrimento ao modelo biopsicossocial.”
Na entrevista, Lucas também aborda a trajetória histórica do capacitismo e suas relações com a eugenia, o racismo, as opressões de classe, gênero e deficiência, além dos impactos dessa estrutura na forma como a sociedade e os serviços públicos compreendem as pessoas com deficiência.

Para o assistente social, fortalecer a autonomia, a participação social e o acesso aos direitos é um compromisso profissional, mas esse trabalho também enfrenta as contradições estruturais produzidas pelo desmonte dos serviços públicos e pelas políticas de austeridade fiscal.

Lucas destaca ainda a importância da organização coletiva e da luta anticapacitista no Serviço Social. No Paraná, o Comitê Anticapacitista do CRESS-PR reúne estudantes e profissionais com e sem deficiência para elaborar coletivamente estratégias de organização e enfrentamento ao capacitismo.

Para quem quiser saber mais ou inscrever-se acesse o link https://forms.gle/zsfqZB5SHrsZ4U2D6

A entrevista completa está disponível no site do CRESS-PR.



: Carrossel composto por dois cards, ambos com fundo bege texturizado. No primeiro card, na parte superior, aparece “21 de setembro”, em verde e em tamanho menor. Abaixo, “DIA NACIONAL DE LUTA” aparece em azul. Em seguida, “DAS PESSOAS COM” e “DEFICIÊNCIA” aparecem em vermelho, com “DEFICIÊNCIA” em tamanho maior. Abaixo, está a frase “Direitos, acessibilidade e inclusão: uma luta de todas e todos”, em verde. Na parte inferior, há uma ilustração com pessoas com diferentes características e recursos de acessibilidade. É possível identificar pessoas usuárias de cadeira de rodas, uma pessoa com prótese em uma das pernas, uma pessoa que utiliza bengala e é acompanhada por um cão-guia e uma pessoa que sinaliza em Libras. Também aparecem pessoas com diferentes tons de pele, características físicas e estilos. Ao fundo da ilustração, parcialmente encoberto pelas pessoas e por outros elementos, aparece um símbolo do infinito nas cores do arco-íris. Também aparecem vegetação, edificações e uma placa com o símbolo internacional de acessibilidade. Na parte inferior, há uma faixa azul com a identificação do CRESS-PR em branco. No segundo card, há uma fotografia sobre fundo bege. À esquerda, aparece Lucas Esteves Gomes de Carvalho, homem branco, de cabelos curtos castanho-claros, barba e bigode, usando óculos de grau, blusa preta e crachá. Ao fundo, há um quadro verde. À direita, há um bloco azul com o nome de Lucas e sua identificação profissional: assistente social formado pela UEL e integrante do Programa de Pós-Graduação em Residência Multiprofissional em Saúde da Família da UEL. Ao fundo, aparece parcialmente um símbolo do infinito nas cores do arco-íris, encoberto em parte pela faixa azul com a identificação do CRESS-PR em branco. Na parte central e inferior, aparece um trecho da entrevista realizada com Lucas. A íntegra da entrevista está disponível no site do CRESS-PR.

Juliane de Oliveira Petrecca, estudante de Serviço Social da PUCPR/Curitiba, foi eleita coordenadora nacional da Executi...
14/09/2026

Juliane de Oliveira Petrecca, estudante de Serviço Social da PUCPR/Curitiba, foi eleita coordenadora nacional da Executiva Nacional de Estudantes de Serviço Social (ENESSO) durante o XLIV ENESS – O Futuro é Ancestral, realizado em Manaus (AM).

Integrante da Região VI, Juliane assume a gestão “Tibira Tupinambá: Movimento Presente”, que tem como compromisso fortalecer e rearticular o Movimento Estudantil de Serviço Social (MESS), ampliando a participação estudantil e valorizando a diversidade presente na categoria.

Para Juliane, a participação dos estudantes é fundamental para a construção de uma formação profissional crítica e comprometida com a defesa dos direitos e com o Projeto Ético-Político do Serviço Social. A nova gestão também terá entre seus desafios o fortalecimento dos Centros Acadêmicos (CAs), Diretórios Acadêmicos (DAs) e demais espaços de organização estudantil, além da articulação entre as diferentes regiões e bases do movimento.

Em entrevista ao CRESS-PR, Juliane também destaca a importância da participação dos estudantes paranaenses na ENESSO e reforça que o Movimento Estudantil de Serviço Social é construído coletivamente, a partir da organização e da participação de estudantes de todo o país. A coordenadora nacional reforça que os estudantes do Paraná têm papel importante na construção do Movimento Estudantil de Serviço Social e que a aproximação com a ENESSO pode ocorrer a partir da participação nas entidades de base e nos espaços coletivos de organização.

Para estudantes que já possuem Centros Acadêmicos ou Secretarias de Escola, a orientação é procurar as gestões atuais e participar das assembleias, reuniões e demais atividades. Nas instituições que não possuem um CA ativo, Juliane destaca a possibilidade de buscar apoio junto à ENESSO Região VI (Enesso - RVI), que atua como espaço de articulação e apoio à organização estudantil.

📲 A matéria completa pode ser acessada no site do CRESS-PR.

FormaçãoProfissional ProjetoÉticoPolítico estudantesdeserviçosocial

A Comissão de Orientação e Fiscalização (COFI) e o NUCRESS Cornélio Procópio promovem, no dia 16 de setembro, das 8h às ...
08/09/2026

A Comissão de Orientação e Fiscalização (COFI) e o NUCRESS Cornélio Procópio promovem, no dia 16 de setembro, das 8h às 16h, a Oficina da COFI | Tecendo o cotidiano a partir das Resoluções do Conjunto CFESS/CRESS: Resoluções CFESS nº 1.098/2025 e nº 1.114/2025.

A atividade será conduzida pelas Agentes Fiscais Denize Ferreira e Nathalia Thorrezin e tem como objetivo ampliar as estratégias de orientação sobre as dimensões técnicas, éticas e políticas presentes nas normativas do Conjunto CFESS/CRESS, fortalecendo sua incorporação no cotidiano profissional.

A oficina também será um espaço para discutir os principais aspectos das Resoluções CFESS nº 1.098/2025 e nº 1.114/2025, relacioná-los às situações concretas vivenciadas pelas/os assistentes sociais e promover diálogo, reflexão e troca de experiências entre a COFI e a categoria profissional.

A iniciativa reforça o caráter preventivo, educativo e orientativo da fiscalização profissional, contribuindo para subsidiar a implementação das normativas nos diferentes espaços sócio-ocupacionais e fortalecer o exercício profissional comprometido com os princípios éticos do Serviço Social.

📌 16 de setembro
⏰ Das 8h às 16h
📍 Local: Sesc Cornélio Procópio, Salão Social, Av. Nossa Sra. do Rocio, 696 - Centro, Cornélio Procópio/PR.

Inscrições pelo site do CRESS-PR.



Card em tons de verde, branco e bege, com fundo claro texturizado e detalhes dos ramos da obra "Fundos Murrados" de Bispo do Rosário ao fundo em verde-claro. Na parte superior, em letras verdes, está a chamada: “OFICINA DA COFI | TECENDO O COTIDIANO A PARTIR DAS RESOLUÇÕES DO CONJUNTO CFESS/CRESS: RESOLUÇÕES CFESS Nº 1.098/2025 E Nº 1.114/2025”. Abaixo, o card apresenta as informações sobre a atividade, acompanhadas por ícones de calendário, relógio, identificação e localização: 16 de setembro de 2026, das 8h às 16h, facilitadoras Agentes Fiscais Denize Ferreira e Nathalia Torrezin e realização no Sesc Cornélio Procópio. Na parte inferior, há uma ilustração de quatro pessoas sentadas ao redor de uma mesa, em um momento de diálogo e troca. Sobre a mesa, há um notebook, papéis, celulares e copos. No rodapé, em uma faixa irregular verde, está o logotipo do CRESS-PR.

Cuidar da saúde mental também é reconhecer a história, a dignidade e a singularidade de cada pessoa. 🧠💜 A trajetória de ...
01/09/2026

Cuidar da saúde mental também é reconhecer a história, a dignidade e a singularidade de cada pessoa. 🧠💜

A trajetória de Arthur Bispo do Rosário, artista sergipano que viveu por décadas em instituições psiquiátricas, nos convida a refletir sobre como a sociedade historicamente tratou pessoas em sofrimento psíquico e sobre a importância de romper com práticas de exclusão, silenciamento e violação de direitos.

No Serviço Social, defender o cuidado em saúde mental significa reafirmar a luta por direitos, pela liberdade, pela convivência comunitária e por uma atenção que respeite cada sujeito em sua integralidade. Assim como a obra de Bispo do Rosário transformou aquilo que lhe era imposto em expressão e criação, precisamos construir uma sociedade que reconheça potencialidades, escute histórias e promova cuidado com dignidade, respeito e sem estigmas. 💜



: Card quadrado, com fundo em tom bege claro e textura que remete a papel artesanal. Na parte superior, em letras verdes, está escrito: “CUIDAR DA SAÚDE MENTAL TAMBÉM É FALAR SOBRE DIREITOS, PROTEÇÃO E CONDIÇÕES DE VIDA.” Ao centro, a imagem de Arthur Bispo do Rosário, um homem negro, idoso, com barba e cabelos grisalhos, usando uma vestimenta artesanal em tons de vermelho, laranja e marrom, com diversos fios, tecidos e grafismos. Ele aparece com os braços abertos e um sorriso no rosto. Ao fundo, há uma composição de recortes de jornais, formas orgânicas e ilustrações de folhas e ramos verdes, criando uma estética de colagem. Na parte inferior, uma faixa irregular em amarelo ocupa a base da imagem. Ao centro dessa faixa está a logo CRESS-PR.

REPOST Conselho Federal de Serviço Social - CFESS 📢 Assistente social é fonte de informação para a imprensa! A gente atu...
01/09/2026

REPOST Conselho Federal de Serviço Social - CFESS

📢 Assistente social é fonte de informação para a imprensa! A gente atualizou o folder sobre a profissão para conhecimentos dos veículos de comunicação. Conhece jornalistas? Compartilhe a publicação!

Quem atua diariamente ao lado da população conhece de perto os desafios, as desigualdades, as violações de direitos e a importância das políticas sociais. Por isso, assistentes sociais são essenciais para qualificar o debate público e fortalecer a informação que chega à sociedade.

🎙️ Quando a imprensa busca compreender a realidade brasileira, encontra no Serviço Social conhecimento, análise crítica e compromisso ético com os direitos humanos.
Além disso, o novo documento traz explicações sobre uma confusão de termos: Serviço Social, Assistente Social, Assistência Social e assistencialismo.

💬 Vamos ocupar espaços de fala, dar visibilidade ao nosso trabalho e reafirmar à sociedade a importância da nossa profissão. Confira e compartilhe o novo documento: https://www.cfess.org.br/noticia/view/2384/assistente-social-e-fonte-de-informacao-para-a-imprensa



Card 1
Card vertical em tons de bege, verde, laranja, marrom e preto, com composição gráfica geométrica. No alto, em letras grandes, pretas e com sombra laranja, lê-se: “ASSISTENTES SOCIAIS”. Abaixo, sobre uma larga faixa verde, em letras brancas: “SÃO FONTES DE INFORMAÇÃO PARA A IMPRENSA!”. Em seguida, sobre fundo bege: “CFESS atualiza material informativo sobre a profissão para os meios de comunicação!”. À direita, em uma pequena faixa verde: “Saiba mais! >”. Na metade inferior, ilustração de duas mulheres frente a frente. À esquerda, uma mulher negra. À direita, outra mulher, de cabelos castanhos presos, segura um microfone em direção à primeira, representando uma entrevista. No canto inferior direito está a logo do CFESS e CRESS.

Card 2
Card vertical com fundo verde e elementos geométricos em tons terrosos. No topo, sobre uma faixa marrom-escura, em letras brancas grandes: “NOVO MATERIAL”. Abaixo, lê-se: “O CFESS lançou o material ‘Assistentes sociais são fontes para a sua entrevista!’. A publicação apresenta o trabalho da categoria, suas áreas de atuação e as contribuições que assistentes sociais podem oferecer a reportagens, entrevistas e outras produções jornalísticas.” Na parte inferior aparece a capa da publicação, com a ilustração de duas mulheres durante uma entrevista. À direita da capa, uma grande mão negra, de manga social branca, segura o folder. Dois microfones aparecem próximos à mão.

Card 3
No alto, sobre fundo verde, em letras brancas grandes: “POR QUE ENTREVISTAR ASSISTENTES SOCIAIS?”. Abaixo aparecem três reproduções de exemplos de conteúdos jornalísticos com entrevistas concedidas pelo CFESS, dispostas lado a lado, com símbolos de áudio. Na metade inferior, sobre fundo bege com formas geométricas discretas, lê-se: “Por atuarem diretamente com a realidade social, essas e esses profissionais ajudam a compreender temas como: pobreza e desigualdade; violência e violações de direitos; saúde, educação, previdência social, sociojurídico e assistência social; racismo, capacitismo e desigualdades de gênero; infância, juventude e envelhecimento; trabalho, moradia e proteção social; e muito mais!”.

Card 4
Card traz Vídeo descrito junto ao texto da postagem. Na metade inferior do card, uma televisão está centralizada em uma parede. Em primeiro plano, seis pessoas, vistas de costas e representadas em ilustração, estão sentadas em um sofá assistindo à televisão. O Card traz um vídeo fornecido pelo que, inicialmente, tem tela preta. Em seguida, começa a exibição de diferentes trechos de reportagem televisiva com assistente social sendo entrevistada por um jornalista.

Card 5
Card vertical em verde, marrom, laranja e bege. No topo, sobre fundo marrom-escuro, em letras brancas grandes: “MATERIAL FORMATIVO TAMBÉM!”. Ao lado do título aparecem ilustrações de um refletor, uma câmera de vídeo e um microfone. Abaixo, sobre fundo verde: “A nova publicação do CFESS contribui também para desfazer a clássica confusão:”. Em seguida, quatro definições. As três primeiras aparecem em faixas laranjas acompanhadas por uma mão com o polegar para cima: “Serviço Social: Profissão de nível superior, regulamentada por lei.”; “Assistente Social: Quem possui graduação em Serviço Social e registro ativo no CRESS.”; “Assistência Social: Política pública que integra a seguridade social.”. A última definição aparece em um quadro bege, acompanhada por uma mão com o polegar para baixo: “Assistencialismo: Prática baseada em favor, caridade ou troca de interesses (o Serviço Social trabalha com direitos).”. Formas geométricas decoram a parte inferior.

Card 6
Card vertical com fundo bege, verde e elementos geométricos em laranja, marrom e tons terrosos. No alto, em letras pretas grandes com sombra laranja: “COMPARTILHE O MATERIAL”. Abaixo, sobre uma faixa verde, lê-se: “Conhece alguém que seja jornalista ou profissional da comunicação? Envie o material para essa pessoa conhecer melhor o trabalho de assistentes sociais e encontrar fontes qualificadas para suas pautas.” Na sequência, em destaque: “ACESSE www.cfess.org.br”. Na parte inferior, uma mão segura um celular cuja tela apresenta quatro símbolos: avião de papel, coração, marcador e balão de conversa. Ao lado, duas mãos de diferentes tons de pele se aproximam, enquanto uma delas segura um microfone. Outro microfone aparece no canto inferior direito.

REPOST Conselho Federal de Serviço Social - CFESS 🌈 *Serviço Social pela vida-liberdade lé***ca!*No Dia Nacional da Visi...
29/08/2026

REPOST Conselho Federal de Serviço Social - CFESS

🌈 *Serviço Social pela vida-liberdade lé***ca!*

No Dia Nacional da Visibilidade Lé***ca, 29 de agosto!, a gente celebra a coragem de mulheres que transformaram resistência em luta, silêncio em voz e invisibilidade em presença. Honramos a história de quem enfrentou preconceitos para afirmar que o amor entre mulheres existe, resiste e merece respeito.

Como assistentes sociais, reafirmamos nosso compromisso ético-político com a defesa dos direitos humanos, da liberdade, da diversidade e do combate a todas as formas de discriminação. Não há espaço para o preconceito onde há compromisso com a justiça social.

Que a visibilidade lé***ca seja fortalecida todos os dias. Que nenhuma existência seja apagada. Que sejamos, cada vez mais, livres, vivas e visíveis!

💜 🌿📲 Confira nosso site e veja publicações sobre o enfrentamento ao preconceito: www.cfess.org.br

***ca

No dia 29 de agosto, celebramos o Dia Nacional da Visibilidade Lé***ca, uma data que reafirma a importância do reconheci...
29/08/2026

No dia 29 de agosto, celebramos o Dia Nacional da Visibilidade Lé***ca, uma data que reafirma a importância do reconhecimento, do respeito, da liberdade e da garantia de direitos às mulheres lé***cas. Para falar sobre essa data e refletir sobre os desafios ainda enfrentados, o CRESS-PR convidou Jucimeri Isolda Silveira, doutora em Serviço Social pela PUC-SP, mestra em Sociologia pela UFPR, professora do Mestrado e Doutorado em Direitos Humanos e Políticas Públicas, do Mestrado em Cidades Inteligentes e Sustentáveis e do Curso de Serviço Social da PUCPR, além de consultora do Ministério das Mulheres pela Lab Social.

Em sua reflexão, Jucimeri destaca que dar visibilidade às mulheres lé***cas significa reconhecer suas existências, diversidades, histórias, afetos, famílias, lutas e diferentes formas de viver. Também significa tornar visíveis suas demandas e as desigualdades que ainda limitam o acesso à autonomia, à proteção, aos direitos e à participação social. Como afirma, não há democracia plena quando algumas existências ainda precisam lutar para serem reconhecidas.

A data também convida à reflexão sobre as diferentes formas de violência que atingem as mulheres lé***cas. Dados do I LesboCenso Nacional, realizado pela Liga Brasileira de Lé***cas e pela UFPR, com apoio do Ministério das Mulheres, revelam a gravidade da lesbofobia e reforçam que ela não pode ser compreendida como um problema individual, mas como uma grave violação de direitos humanos.

As violências não acontecem de forma isolada. A lesbofobia é produzida e reproduzida por relações históricas de poder que atravessam a sociedade, as instituições e a vida cotidiana. Patriarcado, racismo, machismo, misoginia e LBTIfobia se articulam, aprofundando desigualdades e expondo mulheres a diferentes formas de violência e opressão. Além disso, as experiências das mulheres lé***cas são atravessadas por questões de raça, classe, geração, deficiência, território e outras expressões da desigualdade, tornando fundamental uma análise interseccional para a construção de uma igualdade substantiva.

A lesbofobia pode estar presente na família, no trabalho, na escola, nos serviços de saúde e assistência social, nas demais políticas públicas, nos territórios, nos espaços religiosos, nas instituições e nas relações cotidianas. Muitas vezes, produz silenciamento, invisibilidade, discriminação e medo de procurar ajuda. Por isso, enfrentar a lesbofobia também significa garantir que os direitos existam na vida concreta das pessoas.

Para o Serviço Social, orientado por seu Projeto Ético-Político, o compromisso com a liberdade, os direitos humanos, a justiça social e o enfrentamento de todas as formas de exploração, discriminação e opressão precisa estar presente no cotidiano profissional. Em nossos diferentes espaços sócio-ocupacionais, podemos promover a educação em direitos humanos, combater práticas institucionais discriminatórias, garantir acolhimento e escuta qualificada, fortalecer o acesso à informação e aos direitos, dar visibilidade às violações e contribuir para a construção de políticas públicas que reconheçam e protejam as mulheres lé***cas.

Visibilidade também é resistência. Existir com liberdade é um direito. Seguimos em luta pela emancipação humana, pelos direitos humanos, pela vida, pela felicidade, pelo respeito e pelo bem viver. Lute por direitos. Atue por mais proteção social!

***ca ***ca

Carrossel com a temática do Dia Nacional da Visibilidade Lé***ca, celebrado em 29 de agosto. A capa apresenta, sobre um fundo claro com textura de papel e os ramos da Obra "Fundos Murrados" do Bispo do Rosário, a imagem de uma mulher negra, de cabelos curtos e cacheados, usando brincos grandes e uma roupa colorida nas cores da bandeira lé***ca. No centro da arte, aparece o texto: “29 de Agosto – Dia Nacional da Visibilidade Lé***ca” e, em destaque, a frase “Visibilidade também é resistência.” Na parte inferior, sobre uma faixa vermelha, está a identidade visual do CRESS-PR. No card seguinte, a foto, descrição e um pequeno trecho da entrevista de Jucimeri Isolda Silveira. Os demais cards, abordam a importância da visibilidade lé***ca, do reconhecimento de direitos, do enfrentamento ao preconceito e às diferentes formas de violência e discriminação, reforçando o compromisso do CRESS-PR com a defesa dos direitos humanos, da diversidade e de uma sociedade livre de lesbofobia.

Oficina da COFI | Inscrições abertas!O CRESS-PR convida assistentes sociais para a Oficina da COFI: “Tecendo o cotidiano...
26/08/2026

Oficina da COFI | Inscrições abertas!

O CRESS-PR convida assistentes sociais para a Oficina da COFI: “Tecendo o cotidiano a partir das Resoluções do Conjunto CFESS/CRESS: Resoluções CFESS nº 1.098/2025 e nº 1.114/2025”.

A atividade será um espaço de diálogo e reflexão sobre o cotidiano profissional, a partir das normativas que orientam o exercício do Serviço Social e fortalecem o compromisso com uma atuação profissional ética e qualificada.

* 2 de setembro de 2026
* Das 8h às 16h
* Anfiteatro da Universidade Estadual do Paraná – UNESPAR, Campus de Campo Mourão, Avenida Comendador Norberto Marcondes, nº 733 – Campo Mourão/PR
* Facilitadoras: Agentes Fiscais Adriene Muller e Paloma Xavier

As inscrições estão disponíveis pelo site do CRESS-PR.

Participe!



Card em tons de verde, branco e bege, com fundo claro texturizado e detalhes dos ramos da obra "Fundos Murrados" de Bispo do Rosário ao fundo em verde-claro. Na parte superior, em letras verdes, está a chamada: “OFICINA DA COFI | TECENDO O COTIDIANO A PARTIR DAS RESOLUÇÕES DO CONJUNTO CFESS/CRESS: RESOLUÇÕES CFESS Nº 1.098/2025 E Nº 1.114/2025”. Abaixo, o card apresenta as informações sobre a atividade, acompanhadas por ícones de calendário, relógio, identificação e localização: 2 de setembro de 2026, das 8h às 16h, facilitadoras Agentes Fiscais Adriene Muller e Paloma Xavier e realização no Anfiteatro da Universidade Estadual do Paraná – UNESPAR, Campus de Campo Mourão, localizado na Avenida Comendador Norberto Marcondes, nº 733, em Campo Mourão/PR. Na parte inferior, há uma ilustração de quatro pessoas sentadas ao redor de uma mesa, em um momento de diálogo e troca. Sobre a mesa, há um notebook, papéis, celulares e copos. No rodapé, em uma faixa irregular verde, está o logotipo do CRESS-PR.

Endereço

Rua Piaui, 399, Sala 101, Ed. São Paulo Towers
Londrina, PR
86010-410

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