24/10/2022
Sei, que sou. Só não sei se você, pode ser o que sou.
Professor há mais de 20 anos na FACAPE. Professor Na Universidad Nacional De Piura e Universidad d
24/10/2022
Sei, que sou. Só não sei se você, pode ser o que sou.
FRANCÉS
PARA TODOS
El curso de auto-apredizaje
más fácil del mundo
EDMAR SILVEIRA
IDIOMAS
A1 PRESENTACIÓN
Gramática
Imperativo
El imperativo francês es una de las formas verbales más sencillas.
La segunda persona del plural se usa para dirigirse tanto a una persona a la que se le habla de suted como a varias personas.
Normalmente termina em – EZ.
Regardez! mire(n)!
Regardez Anne! Mire (n) a Anne!
Vocabulario
oú? donde?
lá alli
lá-bas Allá
oui sí
et y
Notre-Dame es la catedral de Paris.
Anne, Louiz son nombres.
A2 EJEMPLOS ( visitando Paris)
Regardez!
Louiz, regardez?
Regardez Notre-Dame
Oú?
Lá!
Lá-bas?
Oui, Lá-bas!
Regardez Lá-bas!
Anne et Luis, regardez!
Regardez Notre-Dame, lá-bas!
Repasse las lecciones
No dude em repasar las lecciones que ya aprendió y repetir los ejercicios. Asegúrese de haberlas entendido y de recordarlas.
Metodo de trabajo sugerido
Para las parte A y B:
1. Después de haber estudiado A1 ( o B1), lea las series de oraciones em A2 (o B2) varias veces.
2. Lea los comentarios de A3 (o B3).
3. Vuelva a A2 (o B2) y traduzca las oraciones al español, sin mirar A4 (o B4).
4. Verifique la exactitud de su traducción leyendo A4 ( o B4).
5. Trate de reconstruir las oraciones de A2 (o b2) partiendo de A4 (o B4) sin mirar A2 (o b2). Verifique la exactitud de su trabajo, y así sucessivamente.
Para la parte C:
1. Siempre que pueda, escriba las repostas de los exjercicios de C1
antes de compararlas com resultados corregidos de C3.
2. Estudie cada lección hasta que pueda:
- traducir A4 o B4 al francês sin mirar A2 o B2.
- hacer todos los ejercicios de C1 sin equivocarse.
Uso del vocabulario
El vocabulario (pagina 277) puede usarse para ubicar las palabras em su contexto. Conforme estudie cada lección, escriba la traducción de las palabras nuevas de A y B em los márgenes. Asi puede constituir su próprio diccionario.
A3 COMENTARIOS
Pronunciación
La r francesa (r), se pronuncia em el fondo de la boca, como gargaraizando.
La primera e de regardez se pronuncia [ ê ].
ez ( regardez ) y et se pronuncia [ e ]. Es la e de mire.
a o à se pronuncian [ a ] como em español.
O (Notre-Dame) se proncia [ o ], como em español.
Ou se pronuncia [ u ].
oui se pronuncia [ ui].
La e final no se pronuncia ( Anne, Notre-Dame).
Por lo general, las consonantes finales no se pronuncian em francs: Pari ( s), Lui ( s ), ba ( s ).
Gramática
Note que no hay preposicion despues de Regardez!:
Regardez Louis! ¡Mira a louis!
A 4 TRADUCCIÓN
1. ¡Mira!
2. ¡Lois, mira!
3. ¡Mira, Notre-Dame!
4. ¡Dónde?
5. ¡Allí!
6. ¡Alla!
7. ¡Sí, por Allá!
8. ¡Mira, allá!
9. ¡Anne y Louis, miren!
10. ¡Mira. Notre-Dame, allá!
1 Hélène, rste ici!
B1 PRESENTACIÓN
Gramática
Imperativo
Singular
plural
2ª persona
Reste / regarde
quédate / mira
Reste / regardez
quédese / mire
quédense / miren
Para tutear, use esta forma verbal:
Ej.: regarde! ¡mira! Reste! ¡quédate!
Vocabulario
reste! Quédate!
À côté de al lado de
ici aquí
s'il te plaít por favor ( tú )
s'il vous plaít por favor ( usted )
merci gracias
Hélène es un nombre de mujer.
B2 EJEMPLOS (Sacando una foto)
1. Helene, reste ici!
2. Anne, reste lá!
3. Reste lá, s'il te plaít!
4. Helene, reste à côté de louis!
5. Helene et Anne, rest lá!
6. Helene, regarde Louis!
7. Regardez Louis!, s'il te plait!
8. Anne et Helene, regardez Louis!
9. Regardez Louis, s'il vous plait!
10. Merci.
1 Hélène, ¡quédate aquí!
B3 COMENTÁRIOS
Gramatica
Recuerde: la segunda persona del plural se usa para hablarle de usted a alguien o para hablarle a varias personas (ver lección 1, A1).
Recurde: s'il vou plait por favor ( tu )
s'il vous plait por favor ( usted, ustedes )
Pronunciión
la “e” de reste e restez se pronuncia ( ê ). Esta e se asemeja a la de miércoles.
ai tiene el sonido de ( ê ): plait
i suena simplesmente como [ i ]: Ici
o en côté suena simplesmente como [ o ]
en merci, er se pronuncia [ ê ]
la c antes de e o i se pronuncia [ s ]: merci
la h nunca se pronuncia cuando esta al principio de una palabra.
B4 TRADUCCIÓN
1. Hélode, ¡quédate aqui!
2. Anne, quédate allí!
3. ¡Quédate allí por favor!
4. Helene, ¡ quédate al lado de Louis!
5. Helene, y Anne, ¡quedense allí!
6. Helene, ¡mira a Louis!
7. ¡Mira a Louis, por favor!
8. ¡Anne y Helene, ¡miren alouis!
9. ¡Miren a louis! Por favor!
10. Grácias.
1 EJERCICIOS
C1 EJERCICIOS
A. Ponga el verbo en la forma imperativa:
1. Anne, (regarder)! (tú)
2. Anne et Hélène, (rester) lá!
3. Hélène, (regarder) Louis! (usted)
4. Louis, (rester)lá! (tú)
B. Hablandoles de tú:
1. Dígale a Anne que se quede al lado de louis.
2. Dígale a Louis y a Héléne que miren a Anne.
3. Dígale a Anne que mire allá.
4. Dígale a Hélène que mire a Anne.
C. añada el equivalente de por favor a cada oración de B.
C2 VERBOS
Imperativo Infinitivo
regarder / regadez regarder mirar, mirar a
reste / restez rester quedarse
er es la ter,imación del infinitivo de muchos verbos. Todos pertenecen al mismo grupo y se conjugan del mimso modo.
er se pronuncia [ e ].
1 Ejercicios
C3 RESPUESTAS
A. 1. Anne, rgarde!
2. Anne et Hélène, restez lá!
3. Hélène, regardez Louis!
4. Louis, reste lá!
B. 1. Anne, reste à côté de louis!
2. Louis et Hélène, regardez Anne, s1il vous plait!
3. Anne, regarde lá-bás!
4. Hélène, regarde Anne!
C 1. Anne, reste à Côté de Louis, s1il te plait!
2. Louis et Hélène, regardez Anne, s1il vous plait!
3. Anne, regarde lá-bas, s1il te pplait!
4. Hélène, regarde Anne, s1il te plait!
C4 ACENTOS ORTOGRÁFICOS
' ` ^ son acentos que se colocan en las vocales. a diferencia del espanhol, no corresponden al acento tónico sino a una modificación de la pronunciación de la vocal. Por lo tanto, observará que una misma palabra puede tener vários acentos ortográficos.
' es el acento agudo. Solo se usa em la [ e ].
Esta é se pronuncia como la e em español.
` es el acento grave. Se usa principalmente em la [e ].
Esta se pronuncia { ê ].
tambien se usa em la a y la u, sin afectar su pronunciación.
^ es el acento cirunflejo. Se usa em todas las vocales.
Por lo general alarga el sonido.
Mire las oraciones de A2 y B2, y fijese em las siguintes palabras:
1. Plait, 2. où, 3. Hélène, 4. à 5. Côté.
09/05/2020
Foram muitos e muitos dias.
Noites e noites de solidão.
Jovens ainda, combatemos muitas batalhas.
Continuamos, lutando, sorrindo ou chorando.
Agora te direi com certeza,
Nas nossas, frenéticas buscas.
Estivemos sempre a procura
da sonhada felicidade.
Cegos pelas incertezas das lutas,
Não víamos que ela estava bem perto de nós.
Para senti-la ou vê-la, apenas, nos olharmos.
Passados os dias, os anos, com os corpos.
Marcados por cicatrizes das lutas insanas.
Eu, afastando as dobras do orgulho,
erguendo a bandeira da humildade.
Voltei. Voltei para ouvir, para te ver,
e te dizer, que todas as batalhas em que lutei.
Sem perceber. Eras tu oh linda mulher
o que eu queria conquistar.
Voltei guiado pelo brilho do teu olhar.
Não senti a frigidez do caminho,
Mesmo assombrado pelos estertores da solidão.
Foi a lembrança do calor dos teus braços.
O meu co***lo e salvação.
Ao chegar, sedento pelo teu amor.
Acolheste-me, confortaste-me.
E com amor me saciaste.
Estou vivo, forte e confiante,
Obrigado Amor.
Segurando a tua mão, me ergui.
A arvore deste amor, brotou:
Paul, Melissa, Pierre, Alan e Natalie
Brotos Davizinho e Jojo.
,
23/04/2020
Democracia & Crise
Em busca de uma resposta aos problemas econômicos e mudanças ao marco político brasileiro
Edmar da Silveira
22 abril de 2020 – 23:07
A democracia brasileira tem como marco desenvolvimentista a proteção dos princípios da nova república, estabelecidos na sua Carta Magna de 1988, dos princípios federativos e sua integração a partir dos estatutos do Mercosul, e outros processos integracionistas e foram incorporados a ele. Entre outros fatores a crise e sua gestão, estão mudando totalmente esses pilares, inclusive modelando um novo sentido de democracia. As instituições, a classe política e os partidos estão se deteriorando aos olhos dos cidadãos. De forma inimaginável.
O clima econômico, as novas tecnologias e suas politicas de inserção social e chamada nova globalização, forçaram novos investimentos ante a ação politica na democracia, em todos os seus níveis, (América do Sul, municípios e as politicas locais), tendo apresentado ações de benefícios sociais e infra estruturais, segundo Thomas Friedman, em artigo recente.
Analisemos a problemática partir de sete diferentes perspectivas:
1 O Estado de Bem-Estar. Seu desenvolvimento acompanhou a democracia. "O Brasil constitui um Estado federativo republicano democrático de direito e", leia-se o artigo referido da Constituição. Nisto estamos ainda atrasados, em relação muitos países europeus, atrás inclusive de países da América latina, um atraso que se agrava a partir dos cortes orçamentários, na saúde, na educação e sobretudo nos direitos trabalhistas, (veja-se reforma previdenciária) agravado pelos cortes. A reforma das politicas publica de saúde, aposentadorias e educação básica – ainda não foi totalmente promovida, tarde e muito tarde mais tarde o quarto nos pilar leva a uma dependência, que ainda não foi totalmente desenvolvida. Não apenas a cobertura nessas áreas diminuiu no atendimento as necessidades da população (não apenas os cidadãos), mas deixou a mostra que os serviços e sua qualidade, continuam depreciativos, inclusive sem a qualidade e sem comprometimento. Todos os quatro estão recebendo cortes, de maneira quantitativa não respeitando o qualitativo, o que nos ocorrer a mudanças, especialmente quando a classe média sentir que não se beneficia com essas políticas. Isso fatalmente nos levara a entender que o que se que é fazer com que o déficit público seja debitado na conta daqueles com menos renda, em vista de um menor orçamento para atendê-los em suas mais expressivas necessidades. Nelas incluída a Justiça quando taxas excessivas, são aprovadas. O que implicaria verificar-se o sentido de inversão do sentido de democrático do estado social, e retornar a uma ideia de “caridade” que não deveria ser.
2: As Relações de trabalho. As últimas propostas de reforma trabalhista violentam completamente as relações laborais, desequilibrando os poderes entre empresa e empregado. Está seguindo um caminho de flexigurança, com a permissão de demissões e a flexibilização das negociações, visando a realidade da corporação empresarial, porém sem a proteção do Estado que ampara o contraditório nos conflitos entre a empresa e as carreiras profissionais. Seguindo o sistema alemão, em que os sindicatos não participam dos conselhos de administração. Perdendo importância.
3. das autonomias, no estado federativo. O maior problema é controlar os gastos para manter as suas estruturas administrativas. A proposta de reforma não passa pela recente ideia de centralização, mas pela gestão coordenada e racionalizada. A Lei Orçamentária mudou algumas regras. Porém pensar que os problemas seriam resolvidos transformou-se num pesadelo em que se debatem autoridades federadas de todos os níveis. A autonomia dos Estados, e uma barca furada, mais pode se refletir como uma grande conquista da nossa democracia, muito bem proposta por Ortega Y Gasset, e outros pensadores de diferentes perspectivas. Mas carece de uma especial atenção no seu processo de modernização e reforma.
Não podemos deixar de refletir sobre a premissa de que a politica do “dar coisas” ao povo, é uma falácia, mas que as tira com muito mais força, é a pura realidade.
4: América do Sul. Nosso pan-americanismo e nossa hipotética democracia andam de mãos dadas. Porem nas últimas décadas esta mudando, muito embora a ideia do euro centrismo permaneça de modo sutil. O pan-americanismo brasileiro sempre foi frio e distante, forte e resoluto em suas politicas elitistas. A integração latina americana não é mais vista como uma "solução" (embora ainda seja a única saída), mas como um problema. Por sua vez, como resposta à crise, entramos em uma politica de integração que, se acontecer, estará sempre envolvido com as questões de soberania, o que nos leva a incluir rubricas orçamentaria como proteção. Esse modelo de integração está moldando o modelo de democracia nacional, sob a desculpa de que precisa estabelecer mecanismos de defesa constitucional, sob a hipótese de uma possível infiltração de ideias pouco ortodoxas alienígenas, como Comunismo, socialismo, fascismo, etc. Tome cuidado.
5: O Sistema Representativo está mudando. A necessidade de transparência dos poderes da Republica tem aumentado em tempos de crise é o que acontece agora com a Pandemia. Cessada a crise, o Sistema Representativo não será mais o mesmo e será justamente o momento ideal para se propor mudanças o que será extremamente necessário. Não será o mesmo. Os arautos das mudanças fatalmente perderam as forças, e seus representantes precisam criar um novo ambiente para fixar-se.
6. As elites e as Milicas. O terrorismo das elites esta presente, em todo o processo de mudança para o fortalecimento da democrática, e, de fato, sua ação consiste em impedir que as reformas, tenham por fim o estabelecimento de politicas distributivas, e ai aliam-se as corporações paramilitares, (milícias) que aliadas ao trafico, e ao crime organizado, não permita, por exemplo, o fortalecimento do Judiciário. Esperar o desaparecimento da violência, que vem dessas corporações, que se juntam em quadrilhas, tem de ser a mudança ideal e fundamental, dentro do ambiente democrático e esse obstáculo processual não vai estar totalmente desconectado da crise. E se o tiver provavelmente trará consequências, mesmo marcados os impulsos nacionalistas de grupelhos coorporativos.
7. Os meios de comunicação tem importância fundamental neste processo, muito embora as partes conservadores, jamais o permitirão, atribuindo-se a mídia o poder de persuadir as gentes, em defesa de interesses de grupos não conservadores, ou esquerdistas. Procurando mascarar uma mídia que malgrado as defesas de interesses difusos, esta sempre nas mãos dos conservadores. Não esqueça que mais da metade da mídia brasileira, é politica ou religiosa.
OMISSÃO CRIMINOSA
Considerações a parte, devo acreditar que o ideal de bem público, não está intrinsecamente ligado ao fenômeno do interesse público.
Vejamos. Em um desses dias iluminado, postei uma crônica, sobre os caminhos e descaminho de nossa gloriosa instituição FACAPE. Post que enviei a todos os colegas, principalmente aqueles que se dizem interessado no seu desenvolvimento institucional.
Acreditem, senhores que recebi um único comentário, que simplesmente dizia ser uma “ótima analise”.
Ótimo! Elogiosa palavra. Mas o objetivo de tal publicação, era não só, um alertar a todos, para o que podemos chamar de esforço coletivo, para salvaguardar os interesses difusos daquela faculdade, mais ainda, o de que, precisamos urgentemente arregaçar as mangas, para a realização conjunta, de um trabalho, hercúleo, de recuperação financeira da instituição, sob pena de ver o trabalho de tantos outros dirigentes e colegas que por ali passaram, e que sempre objetivaram o crescimento da instituição como organização publica, cuja finalidade dentre seus objetivos, que é o de honrar a toda a sua comunidade acadêmica e sociedade, com o seu legado de construção do saber cientifico.
Ao longo de toda uma semana, acompanhei a circulação desse post na internet e não houve mais nenhum outro compartilhante, comentário ou curtida, acerca da análise, ou sua concordância e ou discordância.
Não é de admirar que, se entre olharmos pelas frestas dos portais da história, seja normal, que as pessoas, mesmo caminhando juntas, professam interesses distintos, com o olhar em direções opostas. O que constatei com tal argumentação é que nenhum dos meus colegas, tiveram a coragem de se expressar, talvez por medo de ser rejeitado, ignorado, estigmatizado, ou como dizia um colega no período das eleições, “Ser policiado” pelos mentores das pífias propostas de reconstrução do legado FACAPE.
Um dos eminentes Papas da história da igreja, dizia que “A audácia dos maus, se alimenta da covardia e da omissão dos bons” Papa Leão XVIII. Também se expressava de forma parecida o baluarte da luta contra a discriminação racial americana, o pastor Martin Luther King, que afirmava “ O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons”.
Qual caminho, nós queremos seguir? O que queremos continuar construindo sob os muros da FACAPE?
Gritar que o mundo está em crise, e fechar os olhos para os nossos problemas, sem alertar os nossos dirigentes de que a crise é dentro de nossa casa, e que nós é que temos que ministrar o remédio para enferma FACAPE. Essa é a realidade que temos de enfrentar.
Volto então a parafrasear o douto Luther King, “O que me preocupa é o silêncio dos bons”.
Dom Edmar Da Silveira
Professor há mais de 20 anos na FACAPE.
Professor Na Universidad Nacional De Piura e Universidad d
O que é Resenha crítica?
Resenha crítica é um tipo de resumo informativo e interpretativo sobre determinado assunto, seja uma obra literária, cinematográfica, musical e etc.
A principal característica deste gênero de resenha é o uso do tom crítico, ou seja, a capacidade de interpretar os pontos mais importantes do tema e opinar a respeito, tendo como base textos e informações de outras fontes que possam complementar o argumento apresentado.
Para fazer este tipo de resenha, o autor deve ter um mínimo de reflexão crítica sobre o assunto resenhado.
As resenhas críticas são trabalhos rotineiros de acadêmicos e alguns jornalistas, por exemplo, responsáveis por analisar determinados temas que são de interesse do público, como uma forma de prestação de serviço.
Vale lembrar que nas resenhas críticas impera a interpretação do resenhista. Porém, este deve redigir o seu trabalho obedecendo os princípios da imparcialidade, ou seja, sem levar em consideração fatores que sejam externos aos apresentados na obra resenhada.
Uma boa resenha crítica deve ser objetiva e clara, de fácil entendimento e compreensão para os leitores em geral.
Características da resenha crítica
Entre alguns dos fatores essenciais para a construção de uma resenha crítica está:
Apresentar detalhadamente as principais informações da obra resenhada;
Descrever a estrutura da obra, assim como o foco do seu conteúdo;
Confrontar as informações com argumentos e pontos de vista de diferentes autores;
Argumentar criticamente os pontos cruciais da obra (sejam eles negativos ou positivos);