Roster Barros

Roster Barros A educação é um processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a pr?

Inclusão social é o conjunto de meios e ações que combatem a exclusão aos benefícios da vida em sociedade, provocada pel...
06/11/2017

Inclusão social é o conjunto de meios e ações que combatem a exclusão aos benefícios da vida em sociedade, provocada pelas diferenças de classe social, educação, idade, deficiência, gênero, preconceito social ou preconceitos raciais.[carece de fontes] Inclusão social é oferecer oportunidades iguais de acesso a bens e serviços a todos.
Através da Lei 839, de 1857, dom Pedro II fundou o "Imperial Instituto dos Surdos-mudos". Em 1957, passou a denominar-se Instituto Nacional de Educação de Surdos. E assim sendo necessária a inclusão de portadores de deficiência em escolas regulares.
A inclusão social orientou a elaboração de políticas e leis na criação de programas e serviços voltados ao atendimento das necessidades especiais de deficientes nos últimos 50 anos. Este parâmetro consiste em criar mecanismos que adaptem os deficientes aos sistemas sociais comuns e, em caso de incapacidade por parte de alguns deles, criar-lhes sistemas especiais em que possa participar ou tentar acompanhar o ritmo dos que não tenham alguma deficiência específica. Tem sido prática comum deliberar e discutir acerca da inclusão de pessoas com algum tipo de deficiência mencionando direitos inerentes a uma deficiência específica, ou então abrangendo-os de forma generalizada, sem distinguir entre os diferentes tipos de deficiência.
Assim, a sociedade modificará em suas estruturas e serviços oferecidos, abrindo espaços conforme as necessidades de adaptação específicas para cada pessoa com deficiência a serem capazes de interagir naturalmente na sociedade. Todavia, este parâmetro não promove a discriminação e a segregação na sociedade. A pessoa com deficiência passa a ser vista pelo seu potencial, suas habilidades e outras inteligências e aptidões.
Desta forma, é proposto o paradigma da inclusão social. Este consiste em tornar, toda a sociedade, um lugar viável para a convivência entre pessoas de todos os tipos e inteligências na realização de seus direitos, necessidades e potencialidades.
Por este motivo, os inclusivistas (adeptos e defensores do processo de inclusão social) trabalham para mudar a sociedade e a estrutura dos seus sistemas sociais comuns e atitudes em todos os aspectos, tais como educação, trabalho, saúde, lazer.
Sobretudo, a inclusão social é uma questão de políticas públicas, pois cada política pública foi formulada e basicamente executada por decretos e leis, assim como em declarações e recomendações de âmbito internacional (como o Tratado de Madrid). O objetivo básico é a importância da caracterização do território como espaço de expressão da cidadania e da reconquista dos direitos sociais.
Para a verdadeira escola inclusiva, é necessária a transformação da concepção de deficiência vista pelos profissionais envolvidos. A ação deve ser baseada neste conceito.
Pessoas com deficiência visual não veem e, com isso, desenvolvem seus outros sentidos, como o olfato, o paladar, o tato e a audição. Mas a visão é dos sentidos mais importantes. É ela que nos ajuda a compreender tudo que está a nossa volta. Por isso, estão sendo colocados, nas cidades, pisos táteis de guia e alerta para auxiliar a segurança das pessoas com essa deficiência. Pessoas com deficiência motora pode ter nascido assim, ou ter sofrido acidente. Um exemplo é um acidente no trânsito. Pessoas com essas necessidades sofrem muito para se deslocar por falta de calçadas sem buracos e por falta de rampas. Até mesmo por causa de carros que param em frente ao local de acesso a essas rampas. Outro problema dessas pessoas é o transporte. A maioria dos meios de transporte coletivos não possui elevadores para deficientes; nos poucos que possuem, a maioria dos elevadores não funciona. Assim como os outros sentidos, a audição é muito importante para o desenvolvimento do ser humano na sociedade. As pessoas que nascem surdas têm mais dificuldade de aprender, pois, não conhecendo a fonética das palavras, têm mais dificuldade em aprender uma língua.
Bem diferente das pessoas que ficam surdas ao longo da vida e que, de certo modo, já sabem se comunicar. Muitas pessoas adquirem a deficiência por lesões ou doenças. Em muitos casos, essas pessoas passam a usar aparelhos auditivos ou recorrem a cirurgias. Caso isso não ocorra, as pessoas precisam se comunicar de outra maneira. Existem dois métodos de aprendizagem: o oralista, que se baseia na linguagem oral, sem usar gestos; e o gestulista, que usa a linguagem oral e gestual juntas. No dia 10 de Dezembro, comemoramos o dia da inclusão social. Antigamente, a sociedade não aceitava bem os portadores de deficiência. Algumas famílias tinham vergonha de ter um parente assim. Pessoas assim não estudavam nem trabalhavam; isso porque a sociedade tinha um padrão em relação às pessoas e todos os que fossem diferentes sofriam preconceitos.
A proposta de inclusão social de alunos com necessidades especiais, no ensino regular, e hoje garantida pela legislação educacional brasileira. Contudo, a inclusão social com garantia de direitos e qualidade de educação ainda é um sonho a ser alcançado, um caminho a ser construído, para o qual várias mudanças serão necessárias: estruturais, pedagógicas e de capacitação de professores no que se diz respeito a lidar com situações corriqueiras do dia a dia de sala de aula.

A desigualdade segundo Karl Marx     Karl Marx acreditava que a miséria é utilizada como um instrumento pelas classes do...
27/09/2017

A desigualdade segundo Karl Marx
Karl Marx acreditava que a miséria é utilizada como um instrumento pelas classes dominantes. Acreditava também que a desigualdade é causada pela divisão de classes, dentre aqueles que tem os meios de produção(burguesia) e aqueles que contam apenas com sua força de trabalho para garantir sua sobrevivência(proletário).
Conforme Karl Marx, o socialismo seria uma forma de fazer uma luta contra as desigualdades. Conforme Karl Marx, o socialismo apenas estaria em um país por meio de uma revolução proletária e que seria a fase de transição do capitalismo para o comunismo, onde o comunismo que seria uma sociedade sem classes sociais em que as riquezas seriam divididas ao povo e que todos iriam contribuir com a sua força de trabalho.

Sociologia da FamíliaDentro do campo extremamente amplo das ciências sociais, encontramos na Sociologia aquela que busca...
29/05/2017

Sociologia da Família

Dentro do campo extremamente amplo das ciências sociais, encontramos na Sociologia aquela que busca compreender diversos aspectos da vida humana em sociedade. Dentro dessa busca, que sempre se pauta em métodos de rigor científico, os sociólogos tem encontrado ao longo do tempo diferentes objetos de observação que constituem em diversas unidades de análise.
A partir do conhecimento de que a Sociologia preocupa-se em pensar as relações humanas em sociedade, temos a possibilidade de perceber que esta sociedade encontrasse dividida em diferentes grupos, segmentos ambientes diferentes que acabam por organizar diferentes tipos de relação e comportamento.
Portanto, uma importante preocupação da Sociologia é a compreensão da particularidade de cada um desses ambientes coletivos em que a sociedade encontra-se organizada. Grupos ideológicos, ambiente de trabalho, recreação, relações de poder, e etc são exemplos desses diferentes âmbitos da vida social a serem analisados por essa ciência. Entretanto existe um ambiente em que o sujeito encontra-se inserido desde o momento do nascimento: a família.
Via de regra, a família é o primeiro ambiente de socialização do sujeito individual, e por diversos fatores este torna-se um grupo social distinto dos demais. Assim, o ramo da sociologia que propõe uma investigação cientifica e sistematização dos conhecimentos da relações sociais intra familiares acabou por ser denominado como Sociologia da Família.
A família enquanto grupo de convivência comumente modifica-se em diversos aspectos ao longo do tempo. Igualmente, seu papel na vida de cada um de seus integrantes se modifica conforme seu desenvolvimento físico, psicológico e intelectual. Dessa forma a Sociologia da família encontra um amplo campo para suas observações e estudos, uma vez que depara-se com tantas variáveis.
Variáveis também são os tipos de relações que possivelmente envolvem uma família. Além do estudo dessa instituição enquanto um grupo mais amplo, a Sociologia da Família ocupa-se ainda mais particularmente desses diferentes laços que possibilitam a constituição do grupo familiar.
Assim, figuram nessa campo de estuda também reflexões acerca das modificações das estruturas familiares ao longo dos séculos, o casamento a durabilidade dessas relações, a procriação, as relações de amor, as relações entre gerações, as atribuições de cada individuo dentro desse grupo e mesmo as relações de gênero que se estabelecem no interior de uma família independentemente da relação de parentesco existente entre homens e mulheres.
A Sociologia da Família ocupa-se também de estudos voltados para aquilo que hoje conhecemos como infância, o que nem sempre foi uma categoria existente entre os estudiosos. Isso significa pensar também as responsabilidades dos progenitores e as atribuições de direitos e deveres a esses menores, que hoje já são regulamentados legalmente, reconhecendo-se assim um amparo institucionalizado a esses indivíduos.
Sociologicamente os estudos em torno da família vem sendo realizados através de diferentes observações que partem das mais diversas abordagens, sendo que estas acabam por refletir o compromisso ideológico dos pesquisadores. A saber, algumas das principais linhas de interpretação para esses estudos de Sociologia da Família são a abordagem institucional, a estrutural-funcionalista, a marxista e a interacionista.
A abordagem institucional a considera uma das bases para toda a sociedade observando assim sua influencia frente a outras instituições sociais, políticas, educativas e etc. Indo de encontro com essa perspectiva temos a abordagem estrutural-funcionalista que defende que não devemos encarar o ambiente familiar como uma micro sociedade, uma vez que podemos identifica-la mais como um subsistema com organizações específicas onde cada indivíduo desempenha um papel também específico. Por outro lado, a abordagem marxista defende que a família surge enquanto um produto do processo histórico correspondentes a um sistema de solidariedade e de divisão social do trabalho. Por fim, a abordagem interacionista tem uma percepção da vida família em um nível micro sociológico valorizando as complexas relações existentes nesse grupo que acaba por envolver todos os seus elementos, além de compreender essas relações como fatores preponderantes dos comportamentos humanos nos círculos sociais além-família.
Temos em Emile Durkheim, grande nome das ciências sociais, importantes ponderações a serem incorporadas nos estudos da Sociologia da Família especialmente por podermos encontrar neste teórico válidas reflexões metodológicas para estudos nessa área além é claro de suas análises e opiniões já sistematizadas acerca de questões extremamente válidas para estas áreas, bem como as disfunções do divórcio e o divórcio por mútuo acordo.

Evolução das SociedadesIntrodução:O fator decisivo na história é a produção e a reprodução da vida imediata. Isso se dá ...
18/04/2017

Evolução das Sociedades
Introdução:
O fator decisivo na história é a produção e a reprodução da vida imediata. Isso se dá de dois tipos:
1. a produção de meios de existência, produtos alimentícios, roupa, habitação e instrumentos necessários a tudo isso.
2. a produção do próprio homem, a continuidade da espécie.
Essas duas espécies de produção condicionam a ordem social em que vivem os homens.
“Quanto menos desenvolvido é o trabalho, mais restrita é a quantidade de seus produtos e, por conseqüência a riqueza da sociedade, com tanto maior força se manifesta a influência dominante dos laços de parentesco sobre o regime social.”
Comunismo Primitivo
O Surgimento do Homem
Em uma época ainda não estabelecida definitivamente, há centenas de milhares de anos, vivia uma raça de macacos antropomorfos desenvolvida. Darwin descreve aproximadamente essa espécie: eram cobertos de pêlos, tinham barba, orelhas pontiagudas, viviam nas árvores e formavam bandos.
O passo para a transição do macaco em homem, foi o de que mãos e pés precisavam desempenhar funções distintas na busca de alimentos e ao caminhar pelo chão, passariam a adotar uma posição mais ereta. A luta pela sobrevivência, faz com que a mão desses antropomorfos se desenvolva no exercício de diversas funções, como o movimento de “garra’’. “Vemos, pois, que a mão não é apenas o órgão de trabalho, é também produto dele.”
Esses antepassados que viviam em bandos, agrupados, sentiram a necessidade de dizer algo uns aos outros. A necessidade criou o órgão. Lenta e firmemente a laringe dessa espécie foi se transformando e aos poucos iam se articulando os sons. A linguagem surge a partir do trabalho e pelo trabalho.
O trabalho e a linguagem foram dois estímulos para o desenvolvimento do cérebro do macaco em cérebro humano.
O Surgimento da Sociedade Humana
É o trabalho o impulsionador da Sociedade Humana.
O trabalho começa com a elaboração de instrumentos. São instrumentos de caça e pesca e também utilizados como armas. O consumo de carne significou outros importantes avanços: a descoberta do fogo e a domesticação de animais.
O homem aprendeu ainda a viver, adaptar-se a qualquer clima, mesmo que isso o obrigasse a procurar habitação e a cobrir o corpo, surgindo aqui novas atividades.
À agricultura junta-se a caça e a pesca. Neste período já havia a necessidade da divisão de tarefas como caçar, cuidar da prole, etc. Esta etapa chamada de Comunismo Primitivo caracteriza-se pela inexistência de classes sociais. A divisão de trabalho ocorre de forma natural sem que haja a exploração de um homem sobre o outro.
Principais características da Comuna Primitiva:
• Inexistência de classes sociais;
• Produção Coletiva para o consumo coletivo;
• Baixa Produtividade, submetida às condições da natureza;
• Divisão natural do trabalho.
Escravismo
A sociedade escravista é uma evolução da comuna primitiva e aparece, segundo Morgan, na média da barbárie e atinge o seu mais alto grau de desenvolvimento sob a civilização quando Roma e Grécia constituíram verdadeiras formações escravistas.
A primeira grande divisão social do trabalho ocorre entre os povos pastoris e as tribos mais atrasadas. Algumas tribos formam grandes rebanhos, que passa a ser a forma preponderante de produção de alimentos. Em contrapartida, outras tribos permanecem caçadores com algum domínio rudimentar da agricultura.
Essa diferença no desenvolvimento provocou profundas mudanças na organização social, dando início ao processo de aumento da produtividade, baseada na propriedade privada e na divisão da sociedade em classes.
Vejamos como se procedeu esta evolução:
Conforme vimos anteriormente, na Comuna Primitiva a propriedade da terra era comum, assim como os produtos de caça e de pesca. Os utensílios domésticos pertenciam ao homem e a mulher respectivamente. A divisão social do trabalho era natural, baseada na diferença do s**o. A produção restringia-se ao consumo diário da coletividade.
Com a criação de gado, muda essa situação. O homem que até aqui era dono do instrumento que provia a alimentação, naturalmente passa a ser o dono do produto – o gado – que aos poucos vai acumulando.
A diferenciação entre proprietários e não proprietários de bens de riqueza passa processar-se.
A reprodução rápida do gado cria a necessidade de um grande número de homens para cuidar do rebanho.
Quem desempenhará essa tarefa, serão os prisioneiros de guerra, que inicialmente eram mortos e agora se tornarão ESCRAVOS.
O início do processo de formação de classes sociais é determinado pela produção. “A escravidão é a primeira forma de exploração, a forma típica na Antigüidade...”.
O homem escravizado passa a ser o principal produto dessa sociedade, tornando-se mercadoria e sendo apropriado por outro homem.
O trabalho escravo irá produzir excedentes, que impulsionará o comércio criando condições para o intercâmbio regular de produtos. A produção será impulsionada ainda a partir da utilização do tear, a fundição de minerais e o trabalho com metais e depois com a descoberta do ferro, cujo emprego impulsionará todos os ramos da produção de armas, do arado para o cultivo e a agricultura em grande escala. A descoberta do ferro acaba por criar a segunda grande divisão do trabalho: a separação entre o artesanato e a agricultura.
As guerras que antes eram feitas por vinganças ou ampliações do território tornam-se funções regulares e são feitas apenas para saque, fazendo crescer o poder do chefe militar.
O processo do surgimento de classes em dado momento deixa de ser determinado pela produção. É quando aparece uma classe de aproveitadores que vivem da troca: os comerciantes.
Essa sociedade, como qualquer outra dividida em classe, contém relações conflituosas, estabelecendo a luta de classes. A fim de que essas classes não se destruam, surge o Estado, que tinha que ser o Estado da classe economicamente dominante. O Estado dos Senhores de Escravos.
Sua manutenção criou a força pública e o funcionalismo público. Foram criados os impostos e dívidas públicas. O Estado transformou-se em uma máquina extremamente onerosa.
Isso tudo derrubou o Império Romano e fez passar o tempo da escravidão, pois a utilização dessa não compensava mais. A população estava empobrecida e não havia mercado suficiente para o consumo.
Características principais do Escravismo:
• Surgimento da propriedade privada;
• Divisão da Sociedade em classes; Os Escravos e os Senhores de Escravos;
• Surgimento do Estado;
• O homem é o principal instrumento de produção
Feudalismo
Com o declínio do Império Romano, a Europa ficou sem a proteção e as leis que o velho império oferecia, o que foi preenchido pela criação de uma hierarquia feudal, na qual o servo ou o camponês trocavam fidelidade pela proteção dos senhores feudais. Da mesma forma os senhores feudais eram protegidos por outros senhores mais poderosos, indo até o rei. Essa proteção dos fortes para os fracos, tinha um alto preço. O pagamento podia ser em moeda, alimentos, trabalho, fidelidade militar e em troca os senhores garantiam o feudo - um direito hereditário ao uso da terra.
O servo ocupava-se com o cultivo da terra e/ou criava ovelhas, objetivando alimentação e vestuário.
Nas relações medievais predominavam os costumes e as tradições, baseadas num sistema de serviços e obrigações mútuas que envolvia toda hierarquia feudal.
No regime feudal existiam duas classes: o servo e o senhor feudal. Os servos não eram livres, à medida que tinham obrigações, muitas vezes extremamente pesadas, das quais não havia como escapar, mas este não era escravo.
A igreja católica, na Idade Média, foi o maior proprietário de terras, fazendo desta instituição a mais próxima de um governo durante todo esse período.
As classes dominantes nesse período eram os senhores religiosos e a nobreza feudal. “Em troca de apropriações muito pesadas do trabalho, da produção e do dinheiro do servo, a nobreza dava proteção militar e a Igreja, ajuda espiritual “.
Havia importantes centros manufatureiros na Europa medieval, onde os bens eram vendidos aos feudos ou trocados no comércio distante. Nas cidades o domínio econômico ficava por conta das corporações de ofício e só o ingresso nelas dava o direito de produzir ou vender qualquer bem ou serviço. Elas se envolviam em questões sociais e religiosas, tanto quanto econômicas.
Essa sociedade era basicamente agrária, mas o próprio aumento da produtividade agrícola provocara as mudanças que resultariam na dissolução do feudalismo e na passagem para o capitalismo. “O mais importante avanço tecnológico da Idade Média foi a substituição do sistema de plantio de dois campos para o sistema de três campos.”
Apesar de parecer simples, essa mudança na tecnologia agrícola resultou num fantástico aumento da produtividade. Além disso, o cavalo passou a substituir o boi no cultivo da terra, estendendo a área cultivável.
Houve um rápido aumento populacional e de concentração urbana, fazendo com que passassem a existir grandes e prósperas cidades. Cresceu a produção de bens manufaturados, com os trabalhadores rompendo os laços com a terra.
Desenvolveu-se ainda o comércio de longa distância, graças à produção de excedentes de alimentos e manufaturados.
A dissolução do regime feudal teve início com o fato de apesar do aumento da produtividade, o excedente social era cada vez menor e já não sustentava a classe dominante, provocando sérios e irreconciliáveis conflitos no interior dessa mesma classe, entre segmentos da nobreza e do clero. O comércio tornou-se uma força desestabilizante que tendeu a acelerar a dissolução do regime.
Principais características do Feudalismo
• Sociedade dividida em duas classes principais: O servo e o senhor feudal;
• O servo é submetido ao senhor feudal, dono das terras;
• A Igreja cumpria o papel dominador e centralizador do Estado;
• A terra é o principal instrumento de produção;
• Os feudos caracterizam-se pela policultura e são auto-sustentáveis.
Transição para o Capitalismo
Cooperação Simples
O comércio expandia-se e prosperava, exigindo mais produtos manufaturados, fazendo com que o comerciante passasse a ter maior controle do processo produtivo.
A indústria era artesanal e o artesão era o proprietário da oficina, das ferramentas e do conhecimento do processo de produção.
No início desta forma de sistema de trabalho doméstico, o comerciante oferecia a matéria-prima e pagava uma quantia para que o artesão transformasse a matéria prima em um produto acabado. Desse modo o comerciante era proprietário do produto ao longo do seu processo produtivo, mesmo que esse fosse realizado em oficinas independentes.
Manufatura
Mais tarde, o capitalista comerciante passou a ser o proprietário das oficinas, das ferramentas, da matéria-prima, onde controlava os trabalhadores, que agora não vendiam mais um produto acabado, mas o seu trabalho. Este tipo de trabalho desenvolveu-se primeiramente nas indústrias têxteis, onde os tecelões dependiam da venda a preço alto pelos comerciantes para pagar suas contas e obter lucros.
Desta forma, o controle capitalista foi estendido ao processo de produção e criada uma força de trabalho que nada tinha a vender, a não ser a sua força de trabalho.
Capitalismo
O Capitalismo é um sistema baseado na propriedade privada dos meios de produção, cuja principal contradição é a produção social "versus" a apropriação individual.
Caracteriza-se através da exploração do homem pelo homem, em um sistema dividido em duas classes principais “antagônicas”: a burguesia e o proletariado.
Para que o capitalismo se desenvolvesse e se firmasse era preciso levar em conta alguns aspectos importantes: o desenvolvimento da agricultura, o crescimento demográfico, a abertura (descoberta) de capitais e mercados.
Outro importante aspecto que precisa ser considerado no desenvolvimento da sociedade capitalista é a criação de uma nova mentalidade, baseada em um pensamento econômico e filosófico, denominado “livre iniciativa”.
O desenvolvimento capitalista ocorre em diversas fases:
a) Manufatura: Indústria artesanal;
b) Mercantilista: Indústria subordinada ao mercado;
c) Industrial;
d) Monopolista - Imperialista.
Para que o modo de produção capitalista fosse se alterando, foram necessárias algumas importantes invenções, como: a máquina a v***r, a prensa hidráulica, a bomba hidráulica a fogo, a máquina perfuradora, o motor elétrico, a automação e a microeletrônica.
O primeiro país a fazer sua revolução burguesa foi a Inglaterra em 1648, que vai ser também o primeiro país onde o capitalismo se desenvolveu. A primeira máquina a v***r foi descoberta nesse país, por James Watt (1776), originando a chamada Revolução Industrial.
Foi também na Inglaterra que surgiram as primeiras lutas dos trabalhadores e suas organizações.
Será dentro das contradições básicas do capitalismo que os sindicatos surgirão como forma de resistência dos trabalhadores contra o sistema capitalista.
A atual fase do capitalismo é a fase monopolista-imperialista. A base do monopólio é a concentração da produção e da renda nas mãos de alguns poucos capitalistas que dominam o mundo. A forma dessa concentração é a formação de oligopólios multinacionais que controlam ramos inteiros da indústria mundial. Igualmente, a concentração monopolista se manifesta no capital financeiro internacional.
Esse sistema apresenta diversas contradições na sua estrutura, como recessão prolongada, os desajustes sociais, o desemprego estrutural, corrupção, miséria: são problemas criados pelo próprio sistema e que ele não consegue resolver, tornando-o um regime superado, provocando a degenerescência da sociedade humana.
Principais características do Capitalismo
• Propriedade privada dos meios de produção;
• Produção coletiva "versus" apropriação individual;
• Duas classes antagônicas: Burguesia "versus" Proletariado;
• Exploração do homem pelo homem.
Socialismo
O Capitalismo é uma parte específica e transitória do desenvolvimento histórico da humanidade.
O Socialismo é um sistema baseado na propriedade social dos meios de produção.
“O socialismo científico se caracteriza pela abolição do sistema de propriedade privada e pelo estabelecimento da propriedade social dos meios de produção. Põe em harmonia as relações de produção com caráter social das forças produtivas, extingue, assim, a contradição básica do capitalismo (socialização da produção e apropriação privada dos bens produzidos) que determina a sua própria existência.
O socialismo apóia-se no trabalho livre e no amplo desenvolvimento da técnica para assegurar ritmos capazes de impulsionar o progresso interrupto da sociedade e garantir o aumento constante do bem-estar material e espiritual dos trabalhadores e do povo. É um sistema destinado a liquidar a exploração do homem pelo homem.”
A sociedade socialista é a sucessora histórica do capitalismo, que surgirá das contradições internas e estruturais do sistema capitalista e ela advirá da vontade, consciência e luta dos homens e das mulheres para o avanço da humanidade.
Principais Características do Socialismo
• Propriedade social dos meios de produção.
• Produção coletiva para o consumo da coletividade.

08/03/2017

Canção das mulheres

Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.

Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.

Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.

Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.

Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.

Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.

Que o outro sinta quanto me dóia idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.

Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!''

Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.

Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.

Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.

Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher.
Lya Luft
Parabéns a todas as mulheres todos os dias, que Deus a protejam e proporcione uma vida maravilhosa e tranquila, repleta de amor e desejos satisfeitos. Grande abraço carinhoso a todas! Roster Barros

Até quando vivermos no Brasil colônia? Precisamos evoluir, crescer, melhorar nossa educação e saúde, temos que nos liber...
07/03/2017

Até quando vivermos no Brasil colônia? Precisamos evoluir, crescer, melhorar nossa educação e saúde, temos que nos libertar dessa corrupção maldita que contamina nossa administração pública.

http://m.kboing.com.br/oriente/1-30106911/

Até Quando Brasil-Colônia? - Oriente música para ouvir e letra no Kboing.

Parabéns para todos os educadores que, no nosso árduo exercício profissional, os dias sejam, realmente, felizes e dignos...
15/10/2016

Parabéns para todos os educadores que, no nosso árduo exercício profissional, os dias sejam, realmente, felizes e dignos!!! Parabéns aos amigos e colegas educadores pelo esforço e grande trabalho que realizam com tanta dificuldade em salas de aula, que Deus nos proteja e abençoe nosso futuro com muita felicidade, saúde e prosperidade! Amém 😉Roster Barros👍🏻

Amigos, o caminho foi duro mas valeu! Não foi desta vez que conquistamos um espaço legislativo, mas durante a caminhada ...
03/10/2016

Amigos, o caminho foi duro mas valeu! Não foi desta vez que conquistamos um espaço legislativo, mas durante a caminhada tive o enorme prazer de conhecer pessoas maravilhosas, empolgantes, dedicadas, que me ensinaram muito. Essas pessoas aumentaram ainda mais a minha crença nessa cidade que eu tanto amo, mas me trouxeram também a certeza de que devemos sempre lutar para fazer dela uma cidade cada vez melhor, afinal Lauro de Freitas merece ! Eu não estarei lá mas continuo minha jornada como educador, pois não tenho dúvida de que a educação é a melhor arma, nosso maior projeto, e continuarei também vigilante dos eleitos para que eles executem bem seus papéis e se empenhem em melhorar nossa Lauro de Freitas. Obrigada a minha família, amigos, alunos, aos que acreditaram junto comigo nessa proposta de mudança ! Forte abraço! Professor Roster Barros🙏🏻❤😉👍🏻

O desmatamento no Brasil!  Fique de olho na revisão para o ENEM, não é bicho papão mas é sempre bom relembrar pra não es...
01/09/2016

O desmatamento no Brasil! Fique de olho na revisão para o ENEM, não é bicho papão mas é sempre bom relembrar pra não esquecer, ok

O desmatamento no Brasil é um dos grandes problemas ecológicos que o país enfrenta na atualidade. Várias são suas causas, e elas têm peso distinto nas diversas regiões, sendo as mais importantes a conversão das terras para a agricultura ou para a pecuária, a exploração madeireira, a grilagem de terras, a urbanização e a criação de infraestruturas como pontes, estradas e barragens. O estado do Mato Grosso é o mais atingido pelo desmatamento, seguido pelo Pará e Rondônia.

Desde que o homem chegou ao atual território do Brasil, há milhares de anos, passou a produzir impacto ambiental em ciclos repetidos de desmatamento. Mudanças climáticas também devem ter provocado importantes rearranjos nas composições florestais de amplas regiões, mas o conhecimento do processo em épocas tão recuadas é muito incompleto. A partir da conquista portuguesa em 1500 os dados começam a ser mais abundantes, atestando que muitas florestas caíram, especialmente no litoral, para retirada de madeiras e uso agropecuário da terra. De lá para cá o problema se agravou profundamente. Estima-se que o país tinha originalmente 90% de sua área coberta por formações florestais variadas, o restante constituído de campos, mas em 2000 a proporção total havia baixado para 62,3%. Regionalmente a situação é ainda mais preocupante. Alguns biomas tiveram reduções muito maiores, especialmente a Mata Atlântica, uma das florestas mais ricas em biodiversidade do mundo, da qual hoje resta menos de 13%, e em estado altamente fragmentário, o que acentua sua fragilidade.

Desde os anos 70 o desmatamento vem ganhando crescente evidência nas mídias e vem sido combatido por crescente número de personalidades insignes, entre as quais se contam cientistas, artistas, filósofos, juristas e educadores de mérito amplamente reconhecido, desencadeando uma vasta polêmica pública que nos últimos anos se exacerbou de maneira intensa. Em toda parte se multiplicam as pesquisas científicas e as iniciativas independentes para um desenvolvimento ecologicamente seguro, o governo tem investido muitos recursos no setor e tem grandes planos para o futuro, mas isso tem sido considerado muito pouco para assegurar uma mudança definitiva em direção à sustentabilidade, e o governo em sido duramente criticado por desencadear retrocessos graves em vários níveis que anulam os ganhos. Segundo dados da FAO anunciados em março de 2010, nos anos anteriores o Brasil vinha apresentando uma nítida tendência de redução na taxa anual de perdas, e reduziu a área líquida desmatada em 20 anos. No entanto, continua líder mundial, seguido pela Indonésia e a Austrália, e em 2013 o ritmo da devastação voltou a crescer rapidamente, pondo a perder os avanços conquistados na década passada no controle do problema.

O desmatamento não é um impacto ambiental isolado. Ele está intimamente ligado a outros danos ecossistêmicos, como a poluição, a invasão de espécies exóticas e o aquecimento global, reage com eles e essa integração os reforça mutuamente, gerando efeitos negativos maiores do que a simples soma de seus componentes, efeitos que são muitas vezes irreversíveis. O problema é grave no Brasil, tem raízes culturais antigas e profundas e muitas ramificações, produz sérios prejuízos ecológicos, sociais, econômicos e culturais, e não parece estar perto de uma solução definitiva, enfrentando maciça pressão de setores conservadores e do agronegócio. Os especialistas que o estudam afirmam que são necessárias medidas muito mais enérgicas de combate, que levem em consideração os dados científicos antes do que os interesses políticos e econômicos, e que incluam uma educação da sociedade em larga escala, pois grande parte do problema deriva da escassa informação do público em geral, especialmente das populações mais pobres, sobre a decisiva influência de seus hábitos e formas de pensamento na degradação das florestas e de todo o meio ambiente, e sobre as repercussões negativas em larga escala que disso derivam, em prejuízo tanto da natureza como da qualidade de vida das pessoas.

Endereço

Lauro De Freitas, BA

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