24/02/2026
Hoje foi mais um dia de agradecer — e, de modo muito especial, de celebrar.
Celebrar a saída do hospital, após cinco dias de espera entre picadas e exames, marcas roxas na pele e um coração acelerado que insistia em lembrar sua presença. Ao final, um chocolate quente aquecendo não só as mãos, mas também a alma.
E agradecer a Jesus Cristo, que jamais desvia de mim o Seu olhar.
Ele escuta minhas súplicas quando peço um coração manso e humilde como o d’Ele.
Todas as orações — de pedido ou de gratidão — são atendidas na medida exata do que an alma necessita. E comigo não poderia ser diferente.
Quando recebo o Cristo ressuscitado em meu corpo, sussurro:
“Faze em mim a Tua morada”,
e repouso as mãos sobre o coração.
Compreendo, então, que meu desafio é purificá-lo de toda ofensa, pois é nele que Deus habita.
Um coração acelerado, como se tivesse pressa em tornar-se digno dessa morada.
Um coração que bate alto e forte, por vezes me trazendo tontura e escurecendo a vista — talvez tentando esconder de mim aquilo que ainda precisa ser purificado.
Mas nada se oculta aos olhos de Deus.
É Ele quem conduz o caminho para responder aos nossos pedidos.
Se peço um coração manso e humilde como o d’Ele, é preciso que o meu aprenda a entrar em Seu compasso.
E assim eu sigo:
extraindo de cada desafio um novo despertar,
descobrindo uma nova luz,
e caminhando em direção ao maior bem que posso possuir —
a Santíssima Trindade habitando em mim.
E no compasso de Deus, sigo em paz, certa de que tudo está exatamente onde deve estar.